História Death Note - Futatabime no Kikai - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Death Note
Personagens Misa Amane
Tags Death Note, Mistério, Ryuuku
Exibições 2
Palavras 734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Seinen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁÁÁÁA´´AÁÁÁAÁ´´A´´A´´A´´A
SDUASJDUIAJDUJAUIJDE
To drogadona :v cheirei altos leite ninho
Espero que gostem ^^ é a primeira long fic que to fazendo e espero que dê certo!

Capítulo 1 - Prólogo


2007

  -Chegamos, mãe!

  -Keiko! Ayano!

  Keiko sobe para seu quarto.

  -Oi, mamãe. - Ayano beija-lhe a face.

  -Oi, minha flor. Como foi na escola?

  -Tudo bem, mamãe.

  Os braços de Ayano abraçam a mãe. No auge de seus 12 anos, Ayano nunca fora tão mimada. Mas ao mesmo tempo, ela não deixava de ser apegada e amar sua família.

  -Keiko! Desça já! Cadê você?

  Keiko, com sua vontade inextinguível e impossível de ser mudada não negava a chance de ficar em seu quarto escuro, no nada, no vazio, afundada em pensamentos sobre o cotidiano e sobre a chuva que caía torrencialmente naquela época.

  Até mesmo sobre o completo oposto do cotidiano.

  Keiko, com os cabelos pretos completamente despenteados, mas soltos e cheios de graça desceu. Vestida de preto da cabeça aos pés, estilosamente, ela sempre se considerou  "dark".

  -Quantas vezes eu já não disse a você pra se arumar, menina? - Asura mexe nos cabelos de Keiko, tentando arrumá-los de uma maneira fofa, e não estilosa.

  -Para, mãe, eu gosto assim! - Keiko se desviou.

  -Cheguei! - a porta se abre. E ao mesmo tempo, é fechada por Makoto.

  -Oi, amor - Asura vai cumprimentar o marido.

  -Papai - Ayano corre novamente ao encontro do pai.

  -Oi, linda. Tudo bem?

  -Eu tô muito bem. Não sei a Keiko e a mamãe.

  Makoto olha na direção delas e vê Keiko de braços cruzados, entediada, enquanto a mãe fazia uma trança nos seus cabelos.

  -Keiko, você sabe que só queremos seu bem. Não seja assim.

  Keiko abaixa o olhar. Ela não ligava de ser repreendida pela mãe, pois achava que a relação entre elas não iria longe, já que elas discutiam com frequência. Logo, seu afeto por ela foi diminuindo.

  Com Makoto era diferente. Ela sentia que ele era a pessoa mais importante do mundo, o seu braço direito, quem ela mais admirava. Ela sempre podia contar com ele.

  Quando a trança foi terminada, Keiko passa a mão no cabelo.

  A chuva fazia barulho nas janelas.

  -Obrigada, mãe. - Disse, irônica. Keiko costumava ser arrogante. Ela não aceitava o fato de a mãe ser tão cuidadosa. Ela não a enxergava como alguém cuidadoso, mas sim carente.

  Ela sobe para o quarto e bate a porta.

  -O que a gente faz, Makoto?

  -Eu não sei, Asura. Ela era uma pessoa maravilhos desde pequena. Por que ela ficou tão mudada de uns anos pra cá? - Makoto suspirou - Deixa. É a idade.

  -Ela tem 18 anos. A idade não tem nada a ver. Conheço muitas adolescentes de 18 que andam todas enbonecadas. E a minha filha parece um... Guro (1)

  Ayano, sentada no chão do cômodo, brincava de bonecas e fingia não ouvir.

  -Asura, não diga isso. Só se ela se tornar uma psicopata e trair a família, aí sim.

  Ayano prestava muita atenção. Mas ninguém percebia.

  -Sei, como se alguém da família Takatsuki fosse aprontar uma dessas... de qualquer jeito, a janta já está pronta. Ayano, chame sua irmã por favor.

  -Afe mãe, não vou naquele lugar de jeito nenhum. Parece um casa mal-assombrada...

  -Ayano, vá agora. Eu vou dar uns toques pra ela dar um jeito naquele cafofo.

  Asura e Makoto se sentam e esperam pelos filhos.

  -Asura, você não imagina... O Kira está quase impossível de pegar... o que os caras da parte do Kira me contam você nem imagina... só não conto porque o L ia me mandar pra rua.

  -Que L, Makoto? Mas se não podem contar, como conseguiu saber disso?

  -Eles confiam em mim, hehe...

  Ayano aparece segurando o braço de Keiko.

  -Anda - diz Ayano, empurrando a irmã.

  Keiko revira os olhos. Mas seu olhar enquanto diz o que disse é diferente da sua arrogância habitual.

  -Desculpa, mãe. A senhora está certa. Preciso mudar minha atitude.

  Asura também nota. Keiko continua olhando nos olhos da mãe. Makoto é o que mais está surpreso.

  -Keiko, você está sendo sincera? - perguntou Asura. O marido sempre perguntava isso após um pedido de desculpas, mas hoje, Asura notou um olhar de súplica.

  -Ayano, que macumba você tacou na sua irmã? - perguntou Makoto.

  -Conversei com ela, hehe - diz Ayano, de braços cruzados e um sorriso metido. Todos sabiam. Ayano era influente. E também persuasiva.

  Keiko abraça a mãe. Asura nunca ficou tão feliz.

  A chuva continuava estalando suavemente.

  Mas em meio àquele momento, algo ruim tinha que acontecer. E ninguém podia impedir.


Notas Finais


Arigato gozaimasu! Vou ver quando posto o próximo :v não gosto de pressão portanto não vou por datas ^^


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