História Death Note: Amor de infância - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Death Note, Originais
Personagens L Lawliet, Nate "Near" River, Personagens Originais
Tags Caso Kira, Death Note, Lawliet, Near
Visualizações 49
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii!
Fiquem sem ideia pra título, então vai esse mesmo!😓
E me desculpem pela demora, fiquei sem tempo para escrever.

Espero que gostem💙

Capítulo 34 - Saia desse quarto!


Fanfic / Fanfiction Death Note: Amor de infância - Capítulo 34 - Saia desse quarto!

               >>Aiko on<<

- O que tem no seu braço?

- Não é nada, eu estou cansada, vou tirar um cochilo.

Me levantei às pressas e fui até meu quarto para fugir da conversa, me deitei e fechei os olhos, eu realmente tentaria dormir.

Senti Near se deitar ao meu lado e me abraçar, não estava bravo, raramente se irritava, estava preocupado:

- Aiko… - cochichou em meu ouvido.

Fiquei em silêncio e respirei fundo, Near me abraçou mais forte:

- Deixe eu ver seu braço.

- Não tem nada.

- Então, já que não tem nada, deixe eu ver.

Near era esperto demais para que eu tentasse esconder algo dele:

- Tabom…pode ver.

Tirei minha blusa, deixando a mostra o roxo em meu braço, Near o pegou com cuidado e franziu o cenho:

- Como isso aconteceu?

- Não faça nenhuma bobagem…

- Aiko, quem fez isso? Quem machucou você?

- Promete que não vai fazer nada?

Near ficou em silêncio e bufou:

- Eu prometo, apesar de ser meio óbvio quem fez isso com você…foi o Kiyoto? Não foi?

Respirei fundo e assenti, Near me abraçou fazendo carinho em meu cabelo:

- Ele te bateu? Se for isso, me desculpe, mas vou ter que tomar uma providência.

- Não! Ele não me bateu! Foi um acidente!

- Me explique isso direito.

- Eu me encontrei com o Kiyoto quando saí de casa, ele disse que queria falar comigo mas eu tentei fugir dele, mas ele segurou meu braço e acabou apertando muito forte sem nem se dar conta…o Kiyoto não queria fazer isso, ele…não teve culpa.

- Não está mentindo, né?

- Não, juro que não!

- Aiko, eu…

- Você prometeu!

- O que ele disse pra você?

Eu já estava preparada para um Near super ciumento, mas não tanto, não que ele não tivesse motivos, na verdade tinha muitos:

- Ele disse que…ia me fazer feliz se eu ficasse com ele, se eu…te deixasse…coisas assim...

- Ah não, Aiko!

- Near!

- Ele te machucou…

- Foi sem querer.

- Mas mesmo assim te machucou.

- Mas…

- Não sei por que o defende tanto!

- Não estou defendendo.

- Está sim!

- Esqueça isso.

- Impossível.

Segurei o rosto de Near com as duas mãos, ele evitava olhar para mim, estava irritado, na verdade, era mais ciúmes.

Dei um beijo lento em seus lábios e respirei fundo:

- Não faça nada, o Kiyoto vai me esquecer, eu sei que vai...

- Não defenda ele.

- Mas…ele não fez por mal, não estou guardando rancor.

- Você pode até não se incomodar, mas eu me incomodo!

Near se levantou e saiu do quarto, me levantei para ir atrás dele:

- Near!

Ouvi a porta do quarto dele ser fechada, eu sabia que Near tinha muitos motivos para estar com ciúmes e que eu não podia me irritar com ele.

Bati na porta de seu quarto, que por sinal estava trancada:

- Near…abre essa porta.

Apenas silêncio, espiei pelo buraco da fechadura e vi que ele estava sentado na cama com os braços cruzados e com a cara emburrada:

- Não seja infantil.

- Não sou infantil. - finalmente resolveu falar.

- Saia desse quarto, Near. - eu parecia mãe dele.

O Near realmente ia me ignorar? Escorreguei pela porta e me sentei no chão:

- Vou ficar aqui até você sair.

- Faça o que quiser.

- Duvida?

- Duvido.

- Eu vou ficar aqui! Você vai ter que sair!

- Vá em frente.

- Seu ciumento!

>>Athena on<<

- Filho, desde quando aqueles meninos estão fazendo bullying com você?

Ver meu bebê com lágrimas nos olhos foi uma facada no meu coração, e ver ele chorando em seguida foi 1 milhão:

- Bullying?

Expliquei tudo para Lawliet, que devia estar confuso, ele ficou tão preocupado quanto eu e nós dois abraçamos Ryuho, que já não chorava mais.

As imagens de Lawliet chorando quando mais novo vieram na minha cabeça, ele sabia como era horrível sofrer bullying, ainda mais para uma criança de 6 anos:

- Filho, você ainda não respondeu a minha pergunta.

- D-Desde o mês passado.

Eu abri a boca para perguntar o por que dele não ter nos contado, mas desisti: medo, esse era o motivo:

- Eu vou conversar com a sua professora...e com aqueles garotos, isso é inadmissível em uma escola.

- Eu vou também. - disse Lawliet.

- Mas…eles vão…

- Filho, não vamos deixar eles te machucarem mais uma vez.

- Eles não vão te machucar de novo, e se machucarem, física ou psicológicamente, vão me ver super furiosa pela segunda vez.

- Segunda?

- Sim, porque agora eles vão ver pela primeira.

Dei um beijo na nuca do meu filho e peguei minha bolsa, saímos do quarto e pedi a Castiel que cuidasse de Ryuho enquanto estivéssemos fora, eu ia esperar para contar sobre o irmãozinho de noite.

Chegamos antes da escola fechar, não havia mais nenhum aluno, então a conversa com os garotos teria de ficar para outro dia.

Eu e Lawliet fomos para a diretoria, onde encontramos a diretora, que chamou a professora de nosso filho para converar com a gente:

- Boa tarde.

- Boa tarde. - respondemos em uníssono.

- Vocês são pais do Ryuho, não são?

- Sim, eu queria conversar sobre uma coisa nada agradável que presenciei mais cedo.

- Queremos saber se já sabiam que Ryuho estava sofrendo bullying.

- Bem…

- Ryuho me disse que…você deixou ele sair da sala sozinho.

- Sim, eu deixei, não me responsabilizo pelo o que acontece fora da escola.

Respirei fundo, eu não acreditava que estava ouvindo aquilo, Lawliet apertou minha cintura, eu sabia que queria dizer para eu me acalmar. Eu podia fingir que não percebi o sinal e dizer muitas coisas na cara daquela mulher que não cuidou direito do Ryuho, que era apenas uma criança, ou…permanecer "calma" - apenas por fora, porque por dentro eu estava explodindo de raiva - e ter uma conversa civilizada com a professora do meu filho.

Resolvi optar pela segunda opção:

- Não se responsabiliza? Com todo respeito, isso foi irresponsável…eu sei que é contra as regras de uma escola…deixar meu filho sair antes que e chegasse foi totalmente errado!

- Além de que, vocês deviam saber tudo o que acontece aqui dentro, para controlarem atos de violência.

Uma discussão começou ali, entre mim e a professora, eu já havia perdido a cabeça há muito tempo, Lawliet tentava me controlar, mas estava difícil com os absurdos que saíam da boca daquela mulher.

Senti uma tontura e me agarrei em Lawliet para não cair:

- Amor! Está tudo bem?

- Está…foi só uma tontura.

Só então me dei conta de que não havia comido nada desde o almoço, meu corpo devia estar sem energia:

- Melhor deixar isso pra outro dia, essa discussão não vai chegar a lugar nenhum.

- Mas…

- Vamos para casa, você está fraca.

Respirei fundo e passei a mão em minha barriga, vi a professora dando as costas e sumindo pelo corredor:

- Vamos…mas eu vou voltar amanhã.

Continua…



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...