História Death note: Clash Between Gods - Capítulo 6


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Categorias Death Note
Personagens Kanzo Mogi, L Lawliet, Light Yagami, Mihael "Mello" Keehl, Nate "Near" River, Personagens Originais, Ryuuku, Shuichi Aizawa, Touta Matsuda
Tags Caderno, Death, Detetive, Kira, Note, Shinigame, Shinigami
Visualizações 10
Palavras 1.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorou um pouco mais do que eu esperava, mas tá aí o capítulo, espero que gostem ^^

Capítulo 6 - United



[Mundo dos Humanos]

O está em seu esconderijo pensando sobre a transmissão feita recentemente, tentando deduzir com base nela como Kira mata.

- As únicas coisas que ele teve acesso com aquela transmissão, foi o nome, aparência, voz e a falsa profissão da vítima, não sei dizer exatamente como ele mata apenas com isso, mas acho que posso descartar a voz, afinal ele já tirou a vida de varios presos, não tem como ele saber a voz de todos, É como são presos, a profissão não deve contar, então as coisas que me sobram, são aparência e nome.. -pensou O.

Neste momento o homem conhecido por Tarot entrou pela porta, pedindo para que O entrasse em contato com a polícia, e trabalhasse com eles no caso, pois até mesmo O já tinha percebido que não era capaz de resolver esse caso sozinho.

- Tarot, ligue para Ritzo. -falou O com seriedade extrema em seus olhos, que já estavam com enormes olheiras de tanto se focar neste caso e não dormir por um minuto sequer.

- Ele está na linha 7 senhor.- disse Tarot, entregando um enorme quebra-cabeça para O, pois o mesmo ama resolve-los.

- Alô, quem é? -falava Ritzo do outro lado da linha.

- Eu sou O, quero compartilhar minhas ideias sobre o caso Kira com vocês e ouvir o que tem a dizer. - O foi direto ao ponto, sem interrupções. - ligue o notebook de sua mesa e coloque ele mirado para todos, e de preferência sente-se com os outros agentes, quero que todos prestem atenção na tela.

-Entendo, estou fazendo isto, em dois minutos estará feito.

- Assim seja. -disse O, desligando o telefone logo em seguida. O mesmo ligou seu computador e ligou seu programa de distorção de voz. abrindo uma transmissão no computador da polícia, para todos os agentes ali presentes.-Bem, para começar, quero ouvir tudo que sabem sobre o caso Kira até então, com o mínimo de detalhes.

- Até este momento, temos 17 ligações de pessoas dizendo ser Kira, e 29 dizendo conhecer Kira, todas foram interrogadas e nenhuma demonstrou saber nada sobre, além disso, 4 pessoas ligaram passando alguma informação, sobre uma morte, ou alguma pista, mas nada de muito importante.- disse Charles, com vários papéis sobre sua mesa, sendo digitalizados um por um, todos indo para o computador de O.

- Bem, agora direi o que eu consegui com base na minha transmissão, primeiro, os dois kiras estão na mesma região. - isso deixou os investigadores espantados e curiosos. - vou explicar melhor, o meu dublê foi morto pelo segundo, mas o primeiro invadiu a transmissão informando que existiam dois, mas ele não poderia ter visto a transmissão se não estivesse na região, esse é o ponto que o entregou.

O segundo fato são as informações que ele talvez precise para matar, a identidade e aparência de alguém em mente, por isso quero pedir para que pesquisem sobre o rosto e nome das vítimas foram ou não divulgados, preciso destes dados o mais rápido possível.

- Entendo, se tiver relação, provavelmente teremos uma ideia de como nos defender dele. - falou Ritzo.

- Não é este meu objetivo, mas você pode pensar como quiser, apenas pesquisem sobre, era só isso que eu tinha para falar, assim que conseguirem tudo, entrem em contato comigo por este computador, usem ele apenas para isso.

- Entendido. - Ritzo espera a transmissão acabar e começa a falar.- pessoal, como já devem saber, durante este caso teremos de arriscar nossas vidas, então a todos que não queiram se arriscar no caso, podem pegar uma dessas cartas de retiro autorizado e sair, o emprego de vocês não será afetado, fiquem tranquilos para se decidir, tem até o fim desta reunião para isso.

Após isso, quase todos os membros ali se foram, apenas 5 ficaram, 6 com o chefe.

- Bem, apartir de agora tenham em mente que não terão descanso neste caso, nosso objetivo é pegar Kira, e não iremos parar até conseguir isso, é claro que não vou obrigar vocês a ficarem aqui muito tempo depois do que o horário de expediente, mas ganharão hora extra os que ficarem, cabe a vocês essa decisão.

- Chefe, eu decidi, vou ficar o tempo que eu puder, como tenho um irmão mais novo tenho que ir pra casa as vezes, mas ele sabe se cuidar, e também ele tem meu número. - disse Charles.

- Eu também ficarei, morxo com minha avó, ela vai entender. - falou Jhon, um dos 6 ali presentes.

- Bem, eu tenho mulher e filho, não vou poder ficar por muito mais tempo depois do expediente. - falava Kageyama, um dos policias mais antigos ali presentes.

- Vou ficar, não moro com ninguém mesmo. - Akashi falou com voz de tédio.

- Acho que não tem problema pra mim ficar mais umas 5 horas depois do expediente, mas e você chefe? Você não tem uma filha? - perguntou Rogue a Ritzo.

- Eu tenho sim, mas Yrumi já está morando sozinha a 3 semanas, acho que não terei problemas.

Após algum tempo analisando as fichas dos criminosos mortos por ataque cardíaco, Ritzo ligou para O.

- O, temos aqui as informações, e uma notícia, apenas 6 membros se mantém na força tarefa, e quanto a divulgação de nomes e rosto das vitimas, pegamos por volta de 600 mortes, e todas as vítimas tiveram rosto e nome divulgados, e olhamos mais a fundo, vítimas cujo rosto ou nome não foram divulgados, ou foi escrito errado na imprensa, grande parte permanecem vivos, então devo dizer que sua possível teoria é correta. - Charles terminou de falar, passando a palavra para O.

-Entendo, então pelo que sabemos, Kira precisa de um nome é um rosto para matar, interessante.. bem, quanto a diminuição de membros na força tarefa, não acho que será um problema, até porque gente demais costuma causar confusão, assim está melhor. Agradeço a ajuda, mas tenho que fazer minhas pesquisas, e eu acho que os dois Kiras já se encontraram, e talvez estejam trabalhando juntos. - neste mesmo momento O desligou a transmissão.

- Então senhor O, o que pensa em fazer quanto a isso que falou a eles? - perguntou Tarot.

- Eu conversei com o FBI, 7 de seus agentes serão enviados para o Japão amanhã pela manhã, parece que um dos Kiras tem informação policial, pois coloquei alguns nomes de vítima que somente existiam na rede policial da força tarefa. Apartir de amanhã, irei investigar um por um.

《Oliver》

Após todos os acontecimentos na sua última saída, Oliver voltou pra casa e se trancou no quarto, voltando a escrever em seu caderno, e três dias depois, seu pai bateu na porta, falando que a amiga do garoto veio visita-lo, o que fez Oliver ficar pensativo.

-Será mesmo que essa garota veio atrás de mim? - imaginava o garoto, e quando chegou na sala, olha quem estava lá, Yrumi Ichinaru, a segunda Kira.

- Oi Oliver! tudo bem? - falava a garota com um sorriso no rosto, quem imaginaria que é uma assassina?

- Oi Yrumi, vamos pro meu quarto, meu pai deve estar ocupado com o trabalho agora. - falou Oliver, apontando para a mesa cheia de papelada de seu pai.

- Claro, que bom te ver, já faz um tempo não é? - a garota falava como se fossem amigos de infância, provavelmente por não saber que o garoto não nasceu no Japão.

-E então, porque veio até mim? - falou Oliver, sentado em sua cama.

- Vim te agradecer e te ajudar. Como já deve saber, eu fiz o acordo dos olhos, te achar foi até fácil com eles, pois sua expectativa de vida não aparece por ter a posse de um death note. E como você me salvou, vou te ajudar, mas pra isso temos que ir até minha casa.

- Ok, mas não vá me enrolar.

Chegando na casa de Yrumi, Oliver se impressionou com o tamanho da mesma.

- É uma bela casa, não é?

-Sim, é enorme, não me lembro de já ter visto uma casa tão grande quanto essa, mas porque me trouxe aqui afinal?

- Quero que veja meu caderno, e quero te conhecer melhor, como um amigo.

-Tudo bem, se insiste.. - falou Oliver, entediado com tudo aquilo que estava acontecendo.

- Bem, este é meu caderno, se tocar nele poderá ver meu shinigami, o nome dele é Drako. - a garota falava estendendo o caderno até as mãos de Oliver, que o pegou, tomando um susto do shinigame colado em sua cara.

- AHHH! - gritou Oliver de medo. - Porque você fez isso?! Se você queria me causar um ataque cardíaco poderia ter escrito em seu caderno, não colocando isso na minha frente. - falou Oliver se levantando.

- Reclame com ele, eu só não contei, e o seu shinigame? deixe-me vê-lo. - falava Yrumi estendendo sua mão vazia.

- Ok, aqui está. - Oliver encostou a folha de seu Death Note na mão da garota, mas ela não vai nada, enquanto isso Oliver e Drako apenas a encaravam, quando Crow surgiu do teto em frente ao rosto de Yrumi, fazendo ela cair da cadeira com o susto. - isso não teve graça! - ela reclamava.

- pra mim teve, mas, me conte, porque me trouxe aqui afinal?

- Tem algo que quero te informar, querido.

- Como assim querido? o que está pensando?

- Vou te contar algo sobre minha família, meu pai, é ninguém mais ninguém menos do que o chefe da Agência Nacional de Polícia Japonesa, então, ele claramente tem acesso aos dados do caso kira, e como você invadiu a transmissão de um detetive mundialmente conhecido, deve conseguir invadir os dados do computador do meu pai, não é?

- Entendo, eu posso fazer, mas vai levar tempo, então marque um encontro com eles para nos apresentarmos, e quando eu tiver a chance, coloco meu plano em pratica. Ah propósito, me empresta seu caderno um pouco.

- Ok, aqui está ele..

Oliver folheia os dois cadernos olhando as páginas, até que lê o primeiro nome após uma mudança de caligrafia, Touta Yamaha, o mesmo estava em seu caderno, Oliver então deu um sorriso, se despediu, é foi andando para sua casa.

Já em sua casa, Oliver sobe as escadas com passos leves, para não acordar seu pai, chega em seu quarto, se deita na cama e fecha os olhos, adormecendo lentamente.

, o mesmo estava em seu caderno, Oliver então deu um sorriso, se despediu, é foi andando para sua casa.

 Já em sua casa, Oliver sobe as escadas com passos leves, para não acordar seu pai, chega em seu quarto, se deita na cama e fecha os olhos, adormecendo lentamente.


Notas Finais


Esse final não teve muito sentido, mas nada na vida tem, então até a próxima


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