História Death Note: Jogo de risco - Capítulo 32


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Categorias Death Note
Personagens Personagens Originais, Ryuuku
Tags Death Note, Luta, Ryuk, Ryuuku
Visualizações 45
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii
Espero que gostem💙😊

Capítulo 32 - Ferimentos psicológicos


Fanfic / Fanfiction Death Note: Jogo de risco - Capítulo 32 - Ferimentos psicológicos

                 >>A on<<

- Fica quietinha, você nunca soube se cuidar, então eu vou cuidar de você.

- Eu sei me cuidar muito bem, ouviu?

Fui ignorada pela segunda vez, tudo bem, Dilan tinha razão, eu não sabia me cuidar tão bem assim, desde criança ele sempre cuidava dos meus machucados, cuidava de mim quando estava doente, eu era totalmente desastrada.

Na única coisa na qual eu costumava me virar bem sozinha, que eram os casos, precisei de ajuda.

Era incrível que, mesmo com todos os problemas que ele tinha, ainda arrumava tempo para cuidar de mim:

- Você se lembra de quando me perguntou como foi ficar nas mãos daquele assassino?

Me surpreendi por Dilan tocar naquele assunto de repente, depois de tanto tempo que ficamos sem nos ver, ele ainda se lembrava? Eu fiz aquela pergunta há anos.

Me esqueci de responder por estar em choque, então, sem tirar a atenção dos meus cortes, Dilan disse:

- Foi horrível.

- Aquele desgraçado te machucou muito, não foi?

- As marcas que ele me deixou foram muito mais do que fisícas, quando se é machucado fisicamente, os ferimentos cicatrizam, mas psicológicamente é diferente, os ferimentos não somem, eles infeccionam.

- Você está realmente bem?

Dilan ficou em silêncio e encarou o nada, com certeza pensando na resposta:

- Você curou esse trauma?

- Vamos fingir que sim.

- Raphael…

- Esqueça.

- Desculpe…eu demorei muito para pegar aquele maldito…eu devia ter trabalhado mais, me esforçado mais…

- Não se culpe, Anna, quando estava em coma, o que você ouviu?

Eu não queria tocar muito naquele assunto:

- Muitas coisas.

- Quem diria, você tentando fugir de uma conversa.

Desde quando eu fiquei tão transparente?

- Eu ouvi você dizer que a culpa foi sua, mas não foi…e eu ouvi você dizer que eu sou…

- Linda?

- Sim.

- Bem…eu…

- Acho que estava muito sensível pelo meu estado e acabou falando sem pensar.

- Eu pensei muito antes de falar.

- Acho que não…

- É melhor deixar quieto…você precisa aprender mais sobre sentimentos…até agora, você só sabe esconde-los.

Fiquei em silêncio, era difícil acreditar, mas eu estava sem resposta, então apenas esperei até que Dilan terminasse de cuidar dos meus cortes.

. . .

Eu estava prestes a escrever o nome do criminoso que seria executado no dia seguinte no Death note. Se aquilo funcionasse mesmo, em 40 segundos aquele homem morreria.

Eu estava prestes a usar a arma de Kira, respirei fundo e escrevi o nome do criminoso:

- Ainda tem dúvidas?!

- O que foi, shinigami? É claro que tenho. Faltam…30 segundos.

- Hehehe! Tem certeza de que foi boa ideia usar o Death note?

- O que quer dizer?

- Vou repetir o que disse para Kira! O Death note tem algo que só quem o usa pode sentir, é mais do que um caderno que mata, um humano pode ficar louco pelo poder dele e se destruir.

- Suponho que Kira tenho dito "Não vou ser morto por minha própria arma".

- Hehehe! Andou estudando a personalidade de Kira?!

- Por que deixou esse caderno cair aqui?

- Eu estavava entediado!

- Veja a confusão que causou.

- É divertido!

- Esqueci que você não tem nada a ver com esse mundo.

- Anna… - Dilan levou um susto ao entrar na sala e respirou fundo - ainda não me acostumei com essa coisa…

- Eu não sou uma coisa, sou um shinigami!

- Que seja, Anna, o caderno funciona, o criminoso morreu de ataque cardiáco 40 segundos depois que você escreveu o nome dele.

- Entendo…então ele realmente funciona.

- Difícil de acreditar que o poder de Kira vem de um caderno.

Olhei para o local de onde vinha a voz, Nicholas estava parado perto do corredor e com os braços cruzados:

- Sim, é difícil de acreditar, Nicholas Evans...a quanto tempo está aí?

- A tempo suficiente de ver você conversando com o nada.

- Vai ver se eu tô na esquina, Nicholas Evans.

Peguei um chocolate na gaveta e o mordi:

- Eu até iria se pudesse sair daqui.

- Sem mortes, sem liberdade.

>>Kevin on<<

Acordei bem cedo e levei um grande susto ao ver uma criatura horrível acima da minha cabeça, mas dei um suspiro ao ver que era só o shinigami. Olhei em volta, não haviam câmeras naquele quarto:

- Você é o shinigami, não é?

- Meu nome é Chieko!

- Você conhece meu irmão? O Nick?

- Sim! Mas eu não sou dono do Death note dele!

- Entendi…é um prazer, Chieko.

- O prazer é meu!

Me levantei e fiz minha higiene, em seguida arrumei a cama e troquei de roupa, peguei as folhas do Death note, que estavam bem escondidas na minha mala.

Já haviam dado os três dias, eu precisava descobrir em que situação Nicholas se encontrava e bolar um plano, mas no momento minha prioridade era matar criminosos.

Comecei minha pesquisa, conforme eu lia os nomes e via as fotos, eu ia escrevendo.

Segui um horário certo, observei com atenção os horários em que Nicholas matava e pude ter uma noção.

Aquilo era meio viciante, era satisfatório saber que eu estava limpando o mundo.

DOIS DIAS DEPOIS

>>Nicholas on<<

- As mortes voltaram, mas vocês estão sendo monitorados 24 horas por dia. - disse Anna.

- Será que agora pode nos soltar?

- Calma Arley, não se apresse...Nicholas, você se lembra do que eu te disse, não lembra? Isso pode estar envolvido com seu telefonema para o seu irmão.

- Imaginei.

- O irmão dele deve estar em outra cidade agora!

- Raphael, quero imagens das câmeras de segurança da rodoviária.

Miwa estreitou os olhos para Arley, sei que falou algo na mente dele, e com certeza foi uma ameaça, pois ele engoliu o seco.

Eu sabia que meu irmão não ia me decepcionar, pelo jeito que eu o conhecia, sabia que ele tentaria me inocentar.

>>Autora on<<

- Cala a boca, senão eu te mato. - disse Miwa na mente de Arley.

- Se o Death note está comigo…como Kira está matando? - Alyson pensou e releu as regras do caderno - Podem ter até 6 cadernos no mundo humano…é isso…deve ter mais um caderno escondido em algum lugar.

Alyson começou a observar o horário das mortes, ela lambeu os lábios sujos de chocolate e estreitou os olhos:

- Os horários batem…é o mesmo Kira…é o verdadeiro Kira! - pensou.

 Continua…



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