História Death Row - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Escola, Mortes, Paranormal, Terrror
Visualizações 2
Palavras 904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! fic nova! eu sei que as outras já estão mais do que atrasadas,mas eu vou colocar tudo em dia dessa vez é verdade!

Capítulo 1 - O Início


Prazer em conhece-lo,me chamo Roberson,meço um e setenta e dois de altura,peso sessenta e um quilos,pele não tão branca,tenho médios cabelos castanhos jogados pra direita,meus olhos também são castanhos,também sou um Nerd.Agora sente-se,pois vou te contar a pior história de minha vida.Tudo se inicia naquela maldita escola...
CINCO ANOS ATRÁS

Eu nunca gostei de mudar de escola.Detesto o sentimento de ser o único novato que ninguém conhece.Isso passa com o tempo,claro,você vai criando novas amizades e tudo mais,mas,ainda assim...é uma coisa muito estranha de se sentir.E eu estou aqui,sentado num ônibus à caminho da minha escola,ouvindo skrillex,"pronto" pro meu primeiro dia de aula.O ônibus chega ao seu destino,que saco.Fiquei encarando o portão da entrada não sei por quanto tempo.Que tipo de desgraças me esperam por aqui? Parei de enrolação e entrei logo.O lugar até que é grande,tem um pátio espaçoso,uma quadra grande,um número vasto de salas,apenas o refeitório que é meio pequeno.Então teve todo aquele lançe da seleção da sala dos alunos,e eu acabei caindo no sétimo ano,na sala C.

Pisei na sala e vi que era o único novato,que merda.
-Meu nome é Roberson,ainda não tenho certeza se vai ser um prazer estudar com vocês.-Disse completamente indiferente.Entãp me sentei na última cadeira da quinta fileira,ficava bem do lado da janela.Então a professora começou a passar a matéria.
-Isso vai ser um saco...-Murmurei.O tempo foi passando muito rápido,quando me dei conta,já era o intervalo.Quase todos saíram da sala,mas ficaram apenas três,que conversavam trocando olhares assustados.Eram um meio gordinho,cabelos crespos e negros,sua pele era clara,mas nem tanto,seus olhos eram negros também.A outra era magra,alta,pele alva,cabelos longos e louros,e olhos castanhos.O último era meio alto,magro,cabelos curtos e negros,olhos negros,pele também alva,e tinha uma cabeça absurdamente grande.*risadas*

Eles pararam de falar e vieram até mim.
-Querem alguma coisa?-Perguntei assim que chegaram até a minha mesa.
-Eu sou Davi,representante de turma.-Disse o gordinho.
-Eu me chamo Lavinya.-Disse a loira.
-E eu Lukas.-Disse o cabeçudo.
-Tá e daí?-Respondi.
-Você já deve ter ouvido hitórias sobre essa sala não?-Perguntou Davi.
-Na verdade não.-Fiz uma cara confusa.

-Ninguém sabe quando ou como começou,mas de uma em uma semana,um aluno dessa sala e mais algumas pessoas envolvidas com ele morrem de forma trágica.Os alunos de outras salas nem entram em contato com o pessoal da nossa sala por medo de se envolver nisso também.-Disse Lavinya.
-Se envolver em que?-Perguntei.
-Nós chamamos de calamidade.-Respondeu Lukas.
-Pera aí pera aí,vocês querem que eu acredite que essa sala é assombrada?-Pergunto indignado.
-Será que tem "IDIOTA" escrito bem grande na minha testa?-Digo passando o dedo indicador pela testa.

Eu odeio essas pegadinhas que fazem com os novatos,sempre fazem alguma coisa.
-nós estamos  falando sério,não é nenhuma brincadeira.-Disse Lavinya.Antes que eu pudesse responder o sinal bate.
-De qualquer maneira,nós lamentamos que você tenha caído nessa turma.-Disse Davi.Então eles vão para seus lugares.A professora mal chega na sala e já começa a passar a matéria,"oxi".O tempo passa,e o sinal pra ir embora bate.Enquanto eu arrumava as minhas coisas pra sair todos ficaram me encarando com olhares depressivos.
-Mais uma vez,desculpe por ter entrado nessa sala.-Disse Davi indo embora.Então logo depois o resto dos alunos foi passando por mim e se desculpando antes de ir embora,me deixando com cara de otário depois que todos saíram.

Devem estar de sacanagem comigo.Brincadeira mais sem graça.Então saí também,esperei meu ônibus chegar(que aliás,demorou pra cacete),e fui direto pra casa.Durante p caminho inteiro eu fiquei pensando sobre o que aqueles três falaram.Eu sei que não passa de uma zoeira mas,eles pareciam tão tensos e sérios enquanto falavam comigo,isso foi no mínimo estranho."Quem cair nesta turma,terá seus ente queridos mortos ou morrerá de forma trágica" é porra nenhuma.Parece até uma historinha feita por alguém que não tem mais o que fazer.Cheguei na frente da minha casa e abri a porta.
-Destrancada? Que estranho,meus pais sempre se preocupam em deixar a porta trancada.-Falei sozinho.
-Cheguei.-Disse entrando em casa.

Será que haviam saído? Comecei a caminhar pela casa.
-Essa não...MÃE!!!!-Gritei ao ver o chão da cozinha sujo de sangue que respingava da garganta da minha mãe.A garganta dela estava atravessada por um facão que se encontrava no escorredor,e o chão estava meio molhado com água também,estava bem fácil de escorregar.
-Mãe...-Me ajoelhei no chão e comecei a chorar.Chorei,e chorei,não sei por quanto tempo,até que meu pai chegou com meu irmão.
-Filho o que fo...PUTA MERDA!!!-Meu pai gritou.
-Não olha filho!-Disse meu pai tampando os olhos do meu irmãozinho.Então eu e meu pai removemos o corpo dali,limpamos a cozinha,e meu pai chamou a polícia.Eu fui pra um canto qualquer da casa e fiquei lá sentado.Meu pai falava com a polícia e meu irmãozinho com o pânico evidente em sua face.Coitado,ele só tem oito anos.

O policial e meu pai olharam pra mim,ele falou um pouco mais com meu pai e veio até mim.
-Oi garoto como se chama?-Ele se agachou e perguntou pra mim.
-Roberson.-Respondi friamente.
-Olha,sei que é pedir muito,mas pode me contar o que viu?-Ele me perguntou.
-Fora minha mãe com um facão atravessado no pescoço?-O encarei.
-Ok.Desculpe.-Ele se levantou e voltou pro seu carro.
-Daqui a pouco vem uma equipe pra buscar o corpo!-Ele grita lá de dentro do carro e sai.Mas que merda,será que foi a tal calamidade? Não,não eu estou viajando,minha mãe obviamente escorregou e deu com a garganta naquele facão.Mas será que isso foi ao acaso? Eu estava confuso,triste e frustrado.
-Aquele pessoal me deve respostas...-Disse num tom agressivo e triste.

Continua...

 


Notas Finais


Se o Cap. está muito curto,é só avisar nos comentários que os próximos serão maiores.Eu não tenho mais nada a acrescentar,então,até!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...