História Death Tells A Story - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Fanfic, Fantasia, Ficção, Mistério, Poder, Rainhas, Realeza, Reis, Suspense
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Palavras 465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Booa leitura!
Ps::: Fanfic postada também no Wattpad, totalmente de minha autoria

Capítulo 1 - Prólogo


Minha vida inteira mudou quando uma coroa pairou sobre minha cabeça e, no mesmo segundo eu morri. Literalmente. Vi meu próprio sangue escorrer por todo aquele chão que, a pouco tempo antes estava tão ilustrado que via meu próprio reflexo, agora o que era visto era o corpo morto de quem provavelmente seria a futura Rainha de Arizon

O salão ainda se encontrava cheio de pessoas já que as portas foram trancafiadas, todos aqueles que corriam ou desafiavam eram mortos no mesmo instante, não importava se estavam fazendo algo certo ou errado, se era alguém importante na monarquia, até porque era isso que queriam, acabar com aquela idiota monarquia que ‘’todos’’ eram obrigados a respeitar e beijar os pés de Reis e Rainhas que passaram por todos os séculos até os dias de hoje. Hoje seria Eu ali, hoje eu teria recebido aquela coroa de ouro enfeitada, desde diamantes raros a esmeraldas brilhantes de dar inveja até a mim mesma.

O vestido que estava usando era o mais lindo e fino de todos os tempos apesar de ser o mais simples de todos os vestidos já usados em uma coroação de merda. Era tão longo que cobria meus pés mesmo com os saltos, era de um branco espetacular, apertado desde meu busto até metade de minhas pernas e ia se soltando, sendo ‘’esvoaçante’’, havia detalhes dourados, como ouro, que cobria um pouco de meu busto cheio, as mangas iam até meus cotovelos e, para completar, havia uma capa com detalhes dourados nos ombros. Ele era ridiculamente perfeito em meu corpo ridiculamente perfeito que atraia homens de todos os cantos, até principezinhos de apenas 10 anos que não sabiam no que pensar na vida. Agora, o vestido que era um branco espetacular, estava manchado de sangue em que, em alguns pontos, já estava seco.

Todos gritavam ‘’Salvem a Rainha! Salvem a Rainha!’’ mas me pergunto, como salvar alguém que já estava morta e que sua alma já havia saído e que agora apenas observava toda aquela ocasião ridícula e pensava ‘’Onde foi que me meti?’’.

Mas por algum motivo eu sorria, sorria de toda aquela ocasião, achava graça de toda aquela babaquice de monarquia, dos sorrisos falsos que me rodeavam e que agora comemoravam a minha morte e que, se não tivesse pessoas por ali que realmente se importavam comigo, estariam rindo e bebendo taças cheias de vinho e das bebidas mais caras e finas de Arizon, naquele Palácio grandioso e naquele salão em que todos desejavam pisar pelo menos uma vez na vida.

Eram todos falsos, todos ridículos e imprestáveis. Eu fazia parte daquilo tudo, eu era uma falsa, uma ridícula. Agora, sou apenas uma alma que observava tudo, um fantasma que estava ali para contar a história.

Um fantasma que, agora, estava em chamas.

 



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