História Debingos: um amor policial - Capítulo 17


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Exibições 43
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem amores... Demorei para atualizar né? Tem uma razão: não queria que as coisas entre Débora e Domingos ficassem mal explicadas então venho pensando bastante por esses dias... O primeiro passo foi o abraço e, aos poucos, as coisas irão avançar... Boa leitura!

Capítulo 17 - Preocupação


Fanfic / Fanfiction Debingos: um amor policial - Capítulo 17 - Preocupação

                            Narrador
Após a ameaça de Sérgio, Débora apesar de se mostrar forte, por dentro preocupou - se. Ele, por sua vez, fez uma ligação misteriosa e saiu do Escritório. A advogada necessitava desabafar com alguém, mas ao mesmo tempo, sentia - se insegura em expor sua vida dessa maneira. Apesar de saber ser errado por estar em seu horário de trabalho, recorreu a seu amigo engarrafado, seu bom e velho whisky. Avisou a Mary que não gostaria de ser incomodada e cancelou todos os compromissos do dia. Enquanto ela estava atônica dentro do Escritório, Domingos tentava a todo instante se concentrar em seus afazeres. Deni e Mariana se divertiam por imaginar aonde os pensamentos do detetive estavam. Como Deni amava provocar, não perdeu a chance:
•Deni: Domingos! Está tudo bem?
Ele estava tão envolvido em seus pensamentos que não ouvira o chamado da chefe. Ela insistiu:
•Deni: Domingos!
•Domingos: Desculpa... Não ouvi nada...
Deni gargalha:
•Deni: Percebi... Por que você não para um pouco, vai almoçar, respirar ares novos... Quem sabe perto de certo escritório, hein?
•Domingos: Não posso... Por mais que queira, não devo... Preciso conversar com meu filho e Luciana mais tarde...
•Deni: Só temos dois casos para analisar hoje... Então, quando terminar, pode ir para casa...
•Domingos: Tem certeza que você é irmã da Débora? Porque sinceramente...
•Deni: Sou irmã dela sim, mas somos bem diferentes... E não fale mal dela, ok?
•Domingos: Óh, perdoe - me... Vou continuar meus afazeres para ir para casa...
Débora se angustia e decide ir para casa deixando possíveis novos clientes para trás. Mariana telefona para o escritório e estranha o recado de Mary:
•Mary: A Senhora Bloch acabou de sair do escritório...
•Mariana: Tem certeza Mary? Ela não é de sair no meio do expediente... Obrigada de qualquer forma...
Ela tenta contato com a amiga, mas a mesma a ignora. É chegada a hora de Domingos ir para casa e seu ônibus acaba fazendo um caminho diferente. Durante o percurso, ele avista o carro de Débora e faz sinal para que o veículo pare. Por sorte, o sinal ficou vermelho e a porta se abriu. Ele arriscou correr e tentar alcançar o carro dela:
•Domingos: Débora!
•Débora: Domingos? O que faz aqui? Errou o caminho de casa?
•Domingos: Óh não... Apenas o ônibus que tentou cortar caminho... Está tudo bem? Parece tristonha...
•Débora: Nada com que precise se preocupar...
•Domingos: Está em condições de dirigir?
•Débora: Eu estou bem... Já você acabou perdendo seu ônibus...
•Domingos: Óh não se incomode... Esse ônibus costuma passar com certa frequência...
De repente, uma forte chuva se inicia. Débora é obrigada a elevar um pouco o tom de voz:
•Débora: Trouxe guarda - chuva?
•Domingos: Vou me abrigar naquele quiosque...
•Débora: As telhas dele podem cair a qualquer instante e você vai se molhar do mesmo jeito... Bem... Se quiser, eu lhe deixo em casa... Ao menos de carro você não chega todo ensopado...
•Domingos: Poxa... Obrigado...
Domingos dá a volta e se acomoda no banco do passageiro. Débora havia gravado o trajeto e esse fato o surpreendeu:
•Domingos: Gravou o caminho?
Débora nunca assumiria que havia gravado aonde ele morava então, disse simplesmente:
•Débora: Coloquei o nome do bairro no GPS do carro e consegui encontrar o caminho certo... Talvez demore um pouco para chegar, pois essa chuva não quer cessar...
Domingos se entristecera um pouco com a resposta dela por imaginar bem no fundo de seu coração que, talvez ela se lembrasse e ele fosse alguém importante para a mesma. Mas não deixou que ela percebesse sua frustração, é claro...
As horas passam e começa a anoitecer. Luciana se preocupa com a demora do marido:
•Luciana: Por quê será que ele está demorando tanto?
Após quase 01:30 no trânsito, eles conseguem chegar ao destino dele, que a agradece:
•Domingos: Até que você sabe dirigir muito bem...
•Débora: Achou que o ditado "mulher no volante, perigo constante" fosse verdadeiro? Pois lhe digo que não é...
Ele sorri com a afirmação pretensiosa dela e se despede:
•Domingos: Muito obrigado pela carona... E ainda precisamos conversar sobre o Léo... Como está tarde, vou tentar falar com ele amanhã e lhe aviso...
•Débora: Certo... Converse com ele com calma e me mantenha informada...
•Domingos: Fique bem... Ainda parece triste...
•Débora: Impressão sua... Estou bem... Tenha uma boa noite...
Ao se despedirem, o beijo acaba pegando no canto da boca de ambos e eles ficam visivelmente sem graça com a confusão. Ela arruma uma maneira de se afastar o mais rápido possível enquanto ele espera o carro da mesma seguir viagem. Ao adentrar a casa, a esposa o questiona:
•Luciana: Finalmente! Estava preocupada... Essa chuva começou do nada e você não dava notícias...
•Domingos: O celular descarregou e não estava com o carregador...
•Luciana: Sua janta está no prato... Só esquentar... Como voltou?
•Domingos: De carona com um amigo...
Luciana desconfiou mas achou melhor não questionar, pois o marido estava com uma expressão de cansaço e uma discussão a essa hora da noite não seria boa ideia. Ela se dirigiu ao quarto e foi dormir. Enquanto Domingos jantava, Débora chega em casa molhada da chuva e decide enviar uma mensagem para a amiga Mariana:
•Débora: "desculpe não retornar sua ligação... Não estava com cabeça para conversar... Espero que entenda... Amanhã nos falamos... Tenho coisas a contar... Beijo".
Mariana responde minutos depois:
•Mariana: "agora você está bem? Está em casa? Se cuida! Amanhã você me conta as novidades então... Beijo".
Débora apenas olha, mas decide responder com um "sim", pois estava exausta. Antes de se entregar ao sono porém, ela se lembra do ocorrido na despedida e estranhamente sorri. Domingos termina seu jantar, lava a louça, passa no quarto do filho para beijar o topo da cabeça dele e resolve dormir no sofá. Quando estava prestes a pegar no sono, se lembra da carona e do embaraço na hora da despedida e sorri. Os sonhos de ambos aquela noite já tinha destino certo: ele sonharia com ela; e ela com ele.


Notas Finais


E então: o que acharam? Ele todo preocupado com ela!! Estou definitivamente inlove com esses dois! Mas lembrando: ainda vai demorar um pouco para que eles se acertem, ok? Mas isso acontecerá, não se preocupem...
E em relação a fic Viviel, como ela está mais avançada, optei por atualizar esta primeiro, mas como amanhã é feriado, vou preparar um capítulo especial para os leitores de Viviel, ok? Beijos ❤


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