História Decadentes - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Georgi Popovich, Mila Babicheva, Nikolai Plisetsky, Otabek Altin, Personagens Originais, Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Otabek X Yurio, Otayuri, Victuri
Visualizações 515
Palavras 3.036
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Da parede para a cama


A cama parecia estar longe demais por isso eles pararam no meio do caminho. Otabek com seu corpo mais avantajado podia segurar Yurio contra a parede, fazendo o peito dos dois colarem um no outro. Ao mesmo tempo em que os lábios deles podiam se saborear, era possível sentir como o sangue começava a correr mais rápido nas veias.

A língua de Yurio ia passeando com calma dentro da boca de Otabek, que por sua vez fazia uma dança em volta dele. O gosto de cerveja já tinha passado um pouco, e por trás era possível sentir o sabor que só Yurio tinha, e era aquilo mesmo que Otabek queria sentir.

As mãos dele foram da parede para os ombros de Yurio, que o segurava pelas costas. Otabek massageou a pele por cima da camiseta, e depois acariciou o pescoço de Yurio. Sem pressionar muito ele colocou suas duas mãos em volta dele, como se quisesse o segurar bem ali juntinho, e Yurio não se moveu.

Não que ele fosse machucar Yurio, longe disso, mas Otabek gostava da ideia de saber que, de alguma forma, ele tinha um pouco de controle sobre Yurio, que assim que sentiu a pressão de Otabek gemeu em sua garganta. Aquilo só fez o calor entre os dois aumentar. Otabek pressionou com um pouco mais de força.

Os lábios dos dois se separaram.

“Beka,” sussurrou Yurio. Ele abriu seus olhos para enxergar o homem à sua frente, e Otabek gostava de ver que toda a atenção dele estava voltada para Otabek. Os olhos de Yurio não conseguiam nem se mover do lugar.

“Você não tem medo disso?” Pediu Otabek ao apertar só um pouco mais a garganta. Não era o bastante para cortar o fluxo de ar, mas o necessário para fazer Yurio respirar mais rápido, parecer menos controlado, e sim era aquilo que Otabek queria.

Yurio sacudiu a cabeça.

Otabek sorriu.

Ele se abaixou para poder conectar os lábios outra vez, e com isso reiniciar o beijo e para que os dois se enrolassem de novo. Ao invés de tentar comandar como no começo do beijo, Yurio deixou que Otabek levasse a frente. Haveria tempo para eles testarem o que mais gostavam, porque agora Otabek se sentia incrivelmente instigado a ser mais ativo nessa relação entre eles.

Enquanto os lábios não se soltavam, Otabek deixou suas mãos descerem pelos braços de Yurio, liberando o seu pescoço, mas ele fez questão de se empurrar ainda mais contra ele, fazendo com que a parede estivesse empurrando Yurio de volta para Otabek. O membro rijo no meio de suas pernas encontrou outro por lá também, o que significava que os dois estavam na mesma sintonia.

As mãos de Otabek foram até a ponta dos dedos de Yurio, mas não ficaram por ali. Ele tentou encontrar um lugar entre a parede e Yurio para enfiar suas mãos e conseguir agarrar na bunda dele. Demorou alguns momentos para ele conseguir coordenar os movimentos, e quando ele finalmente tinha as nádegas de Yurio em suas mãos, Otabek apertou elas com força.

“Oh,” gemeu Yurio ao se soltar dos lábios de Otabek. Os olhos deles se conectaram outra vez, e Yurio avançou por cima da boca de Otabek, mordendo ele no processo.

Otabek gemeu, mas se cobrou ao apertar ainda mais a bunda de Yurio, chegando a tirar os pés dele do chão. Aquilo foi um convite para Yurio enrolar suas pernas em volta do corpo de Otabek, e colocar o membro dele em direto contato com o períneo de Yurio. Os primeiros movimentos de vai e vem foram completamente involuntários, e os dois não conseguiam nem controlar o corpo.

“Você quer continuar com isso mesmo?” Pediu Otabek, segurando a sua vontade de tomar Yurio aqui e agora. A resposta de Yurio não ajudou muito.

“Claro que sim.”

E não precisava pedir mais, porque Otabek tirou Yurio da parede e carregou ele pelo corredor até seu quarto, jogando ele na cama assim que chegou lá.

“Bruto!” Exclamou Yurio, rindo ao mesmo tempo. Havia um fogo naquele olhar que Otabek queria que queimasse assim sempre.

“Você vai querer um homem sensível?” Ele pediu, quase genuinamente.

Yurio sacudiu a cabeça. “Eu quero só você.”

Otabek riu, sacudindo a cabeça. Ele tirou sua camisa rapidamente, e deixou que a pouca luz dentro do quarto colocasse as imagens desenhadas em seu corpo em evidência. Yurio não tinha visto ele assim ainda, por isso Otabek queria deixar que ele se acostumasse a tudo isso.

O olhar de Yurio correu pelo corpo de Otabek. Ele parecia fascinado com as cores e formas, com as letras, números, símbolos, todas as pinturas na pele, que foram feitas meticulosamente ou apenas como experiências. Por um momento os dois ficaram naquela pausa, apenas com olhares entre eles, mas Yurio se levantou de quatro na cama e se arrastou até a borda. Otabek caminhou ao encontro dele.

Com a ponta dos dedos, Yurio tocou no peito colorido de seu namorado, e Otabek se arrepiou com a simples carícia. Tentativamente Yurio foi caminhando com seus dedos pelos peitorais de Otabek, que colocou as mãos em volta de Yurio.

“Isso tudo é lindo.”

“Mesmo?”

Yurio apenas assentiu como resposta. Ele lançou um curto olhar para Otabek e depois abaixou sua cabeça para beijar uma das tatuagens. Ele foi fazendo um caminho com seus beijos até chegar em um dos mamilos de Otabek, mordendo sem força.

“Ah, Yurio.”

Otabek colocou sua mão na cabeça de Yurio e o pressionou gentilmente contra seu peito. Primeiro Yurio lambeu e beijou um dos mamilos, e depois fez o caminho até o outro, beijando e lambendo da mesma forma. Com suas mãos ele fazia outras trilhas pela pele de Otabek, como se quisesse sentir se as tatuagens podiam ser descritas por seu toque, mas aquilo era impossível.

Quando ele deixou os mamilos, Yurio passou a beijar o abdômen de Otabek, seguindo pela pequena estradinha que seus pelos criavam. Era impossível de não sentir seu corpo todo concentrado naqueles toques, porque para Otabek aquele momento era importante.

Yurio se arrumou na cama até poder sentar, mas sem tirar sua boca da barriga de Otabek. Ele chegou no umbigo, e colocou sua língua dentro dele, fazendo Otabek rir para si mesmo, mas depois seguiu o caminho até o zíper da calça.

Ele não pediu nada, apenas usou suas mãos para libertar Otabek, empurrando a calça e a cueca para baixo, e antes mesmo de dar uma boa olhada no membro dele, Yurio encostou seu nariz nos pelos. Ou melhor, enterrou sua cara naquele lugar, sugando o aroma com força.

Nunca em sua vida Otabek pensou que seria tão sensual ver alguém fazendo aquilo, mas naquele momento até era muito mais do que apenas sensual. A conexão entre eles dois, que ainda era algo a ser descoberto por completo, parecia se cimentar a cada novo toque, a cada forma diferente de eles se entenderem.

Otabek podia sentir que ainda havia segredos entre eles dois, que ainda havia coisas que eles teriam que conversar, mas naquele momento não precisava de palavras para eles poderem se entender. O corpo de Yurio se comunicava de sua forma própria com Otabek, havia um linguagem que era própria deles dois apenas, e com o seu nariz encostado a Otabek, Yurio parecia ter encontrado aquela porta mais profunda, que ia mais longe.

Talvez fosse só a excitação do momento, mas Otabek sentia aquilo como algo importante. Ele colocou suas mãos em volta da cabeça de Yurio e abraçou ele. Os dois faziam sentido juntos. Existiam coisas que foram deixadas para o futuro. Neste momento aquilo parecia mais do que o bastante.

~*~

Yurio passou tantos anos se deixando tocar por homens diferentes, por tantos homens que nunca haviam descoberto muito sobre ele, que naquele momento a sua cabeça não sabia direito para que lugar ir.  Ele entendia que estava ali no apartamento de Otabek, que aquele homem tão perto dele era seu namorado, mas a cabeça provia imagens do passado.

Durante sua vida como um garoto de programa Yurio tinha deixado a sua mente ser levada pelo próprio trabalho, porque ele não queria muito pensar em quem eram aqueles homens que o tocavam, aqueles homens que abusavam dele da forma que queriam, e aquilo era apenas um dos meios para um fim, mas não tinha como esquecer daquilo.

Só que enquanto ele trabalhava, Yurio usava de sua experiência para fazer com que todos os homens quisessem mais, porque quanto mais dedicado ele fosse, mais clientes teria. Só que agora naquele em que ele estava ali com um homem que realmente gostava, Yurio não queria ter aquelas memórias em sua cabeça. Sim, ele queria fazer Otabek se sentir bem, queria fazer ele gozar e gritar alto o nome de Yurio em seus lábios, mas ele queria estar completamente, de corpo e alma neste momento.

Por isso Yurio tinha que se enterrar no cheiro de Otabek, naquele cheiro que só ele poderia ter. Parecia difícil encontrar palavras para descrever aquele cheiro, mas além de homem, Yurio podia sentir o cheiro de óleo, cheiro de carros e motos, cheiro de um bar. Coisas que eram da vida de Otabek. Nenhum daquele odores era capaz de fazer com que o cheiro de Otabek fosse menos seu, pelo contrário.

Naquele momento em que ele apenas ficou ali, Yurio conseguiu trazer sua cabeça para aquele lugar, o presente. Ainda mais quando Otabek o abraçou.

Contudo, Yurio não iria ficar só parado, porque tinha feito uma promessa.

Sem sair de perto de Otabek, ele colocou uma de suas mãos no saco dele, acariciando as duas bolas, sentindo o peso delas em sua mão. Só aquele toque foi o bastante para as mãos de Otabek se moverem em sua cabeça, e aquilo sim fazia Yurio excitado. Ele deu mais uma sugada no odor de seu namorado, e depois mexeu sua boca em volta do pelos, caminhou com ela até encontrar o membro duro de Otabek.

Não era o maior que ele tinha visto, mas combinava com Otabek, porque era mais comprido e fino. Não era longo demais para ser desconfortável dentro de seu boca, e Yurio abriu os lábios e foi colocando ele para dentro.

Se por fora Otabek já tinha um cheiro e gosto incríveis, quando ele estava dentro da boca de Yurio era inebriante. Com a língua Yurio foi molhando ele, para conseguir engolir melhor, e depois começou a sugar com um pouco mais de força.

“Yurio, vai com…” Otabek começou a falar mas parou quando Yurio deu uma sugada momentaneamente forte. Ele tinha a ilusão de estar comandando isso, mas Yurio sempre sabia a hora de tomar as rédeas.

E isso que era uma das coisas boas entre os dois, havia sempre uma troca de energias, algo que ia de uma para outro e de outro para um, que mudava de forma a todo o momento, e que nunca deixava nada ser sem graça.

Com mais umas sugadas, Yurio fez Otabek se acostumar com seu ritmo, e logo o homem começou a empurrar seu membro para dentro da boca de Yurio, penetrando ele com pouca força, mas indo cada vez mais fundo.

Otabek não sabia o quando Yurio poderia o engolir, mas ele descobriu logo. Com um pouco de preparação, Yurio afirmou os músculos de sua garganta, e quando Otabek estocou dentro dele, o membro na boca de Yurio avançou mais fundo do que tinha ido antes.

“Oh,” gemeu Otabek, surpreso por ter conseguido entrar tanto.

A experiência de Yurio tinha sim sua parte boa, porque ele adorava saber que estava fazendo o seu homem se sentir daquele jeito. Como era de costume, ele nem estava se tocando, porque era assim que ele tinha se acostumado com sexo, mas nem precisava de muito para fazer ele sentir o prazer correndo por seu corpo.

Lágrimas saíram pelos olhos de Yurio quando ele conseguiu respirar de novo, e ele estava pronto para engolir Otabek mais uma e outra vez, mas foi parado.

“Eu quero você também, viu?” Disse Otabek ao se abaixar, nem deixando Yurio pensar muito. A boca dos dois se conectou em um beijo molhado. Yurio tinha certeza que Otabek podia sentir o seu próprio gosto, e aquilo fazia o beijo ainda mais quente.

Pena que eles não ficaram tanto tempo se beijando, porque Otabek começou a tirar a camisa de Yurio. Ele ajudou, e logo se viu nu da cintura para cima. Comparado a Otabek ele era puro, pois não tinha tatuagem alguma, mas o contraste entre o corpo de um e de outro era intrigante, e artisticamente atraente.

Otabek olhou para o peito branco de Yurio, tocou nele com uma das mãos, mas logo seguiu para a calça dele, abrindo os botões rapidamente para poder pegar no membro de Yurio. E, ah, a mão de Otabek era tão grande e confortável em volta dele, que Yurio teve que fechar os olhos assim que Otabek começou a tocá-lo.

Não que nenhum dos clientes havia dado prazer a Yurio, mas eles raramente se importavam com aquilo. Ele tinha que se controlar para não ser altruísta demais, porque aquele momento também era para ele, mas Otabek não deixaria isso acontecer, porque sem Yurio ver, ele colocou sua cabeça na virilha de Yurio e logo engolfou o membro dele em sua boca.

E aquilo sim fazia tempo que Yurio não sentia. Uma pessoa querendo sugar ele, uma boca fazendo força para engolir aquele pedaço de Yurio, e era tão estonteante que se Yurio não tivesse sentado ele iria cair.

Ao contrário de como ele fazia as coisas com seus clientes, Otabek era voraz, incansável, e sugava Yurio sem muita finesse, mas com força o bastante para fazer ele pular na cama. A imagem daquele homem de joelhos, corpo nu com sua boca em Yurio era incrível, mas nada melhor do que poder sentir aquela língua se enrolando nele.

“Beka…” Yurio suspirou para si mesmo. Otabek respondeu com mais uma sucção forte, mas logo soltou o membro de Yurio.

Não havia qualquer detalhe combinado entre os dois, mas Yurio já imaginou que naquela noite ele iria ter que oferecer seu corpo para Otabek. Porém nada o preparou para a língua de Otabek em sua entrada. O homem lambia ele como o sugou, com voracidade, como se fosse um animal querendo comer a sua caça, ou montar para procriar. Era quase selvagem, mas ainda assim havia carinho, havia algo doce e sensual naquilo.

A língua de Otabek foi com calma tentando penetrar em Yurio, mas ele já estava preparado de antemão, por isso ela entrou fácil. E sim, muitos homens haviam feito sexo com Yurio em sua vida, mas a sensação de ter a língua de Otabek lá dentro era incrível. Seria melhor ainda na hora em que ele colocasse seu membro lá dentro.

E ainda bem que não demorou muito.

Tirar o resto das roupas foi caótico, mas os dois fizeram aquilo rápido. Otabek produziu do nada uma camisinha e um pote de lubrificante, que ele colocou do lado de Yurio. Sem nem pedir nada ele preparou seu membro, mas Yurio não era um iniciante, porque ele colocou o lubrificante em seus dedos e logo procedeu a empurrar dois de deles para dentro de si mesmo.

“Ah,” ele fechou os olhos, tentando imaginar que era Otabek fazendo aquilo, e quando abriu, viu seu homem transfigurado naquela imagem.

Yurio abriu suas pernas ainda mais, tirou seus dedos de dentro, e quando Otabek não se moveu, colocou três em sua entrada dessa vez, mas não teve tempo de penetrar com força. Otabek foi rápido em avançar por cima de Yurio, tirando os dedos dele dali e posicionando o seu membro.

Ele não pediu licença, apenas deixou que sua cabeça entrasse, e quando o fez, empurrou-se todo para dentro.

Os dois gemeram alto.

As mãos de Yurio se enrolaram no pescoço de Otabek, e suas pernas nas costas dele. Enquanto ele se acostumava a Otabek dentro de seu corpo, Yurio fechou os olhos, tentando guardar aquele momento para sempre. Ele sentiu os lábios de Otabek beijando a sua bochecha, e depois suas pálpebras.

“Por favor, Otabek,” ele implorou, e não precisou de muito para o homem começar a mexer.

O fogo já queimava alto e forte entre eles dois, e Otabek não foi rogado para estocar seu membro dentro de Yurio. Nas primeiras vezes até foi com mais cuidado, mas depois ele não conseguiu mais controlar os movimentos de seu corpo, e só deixou que os desejos carnais o consumissem.

Não tinha do que reclamar, porque aquela queimação em sua pele era divina, e Yurio queria mais daquilo. Ele pressionou suas pernas nas costas de Otabek, e o homem continuou a penetrar nele com mais força. A cama se movia do lugar, o chão gemia junto com eles. Suor começou a pingar dos cabelos de Otabek, e os lábios dos dois se encontraram e um beijo que parecia mais uma briga.

A sensação de estar completamente rodeado por coisas que Yurio gostava era nova, e como aquilo tudo era Otabek em seu ambiente, a cama dele com seu cheiro, parecia que a mente de Yurio causava ilusões. Se antes ele não conseguia esquecer de imagens do passado, agora era difícil pensar em outra coisa a não ser no homem em cima dele. Naquele homem enfiando fundo em Yurio, agarrando ele com seus braços, beijando ele com força.

Naquele homem que colocou uma de suas mãos entre eles dois e agarrou no membro de Yurio, fazendo ele começar a subir e subir, alcançar o mais alto até cair como numa montanha russa, junto com seu gozo a voar pelos ares.

Otabek também gozou no instante seguinte, porque Yurio conseguiu sentir o membro dele pulsando lá dentro com as batidas do seu coração, e os dois estavam ofegantes, sem ar para poder falar.

Entretanto a troca de olhares, o entendimento de que algo perfeito havia acontecido, aquilo já era o suficiente. Especialmente quando Otabek encostou seus lábios em Yurio, dessa vez com calma, serenidade. E também porque estavam esgotados.

Yurio queria guardar cada momento daquela noite para nunca mais esquecer.

“Eu não quero perder o gosto de você na minha boca nunca…” comentou Otabek.

“Eu também não.



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