História Decaídos e divididos - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dor, Drama, Ilha, Revelaçoes, Romance, Sala, Sobrevivencia, Suícidio
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Palavras 1.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Algo a espreita...

Capítulo 4 - Discussão (Marcos)


Todos estavam, reunidos no acampamento A. Karla a representante da sala C consolava, Sam e uma garota da turma B que estavam com os olhos vermelhos de tanto chorar. 

Me lembrei de minha irmã, Grace ela também chorou assim quando nosso cachorro morreu... Eu e ela passamos por diversas dificuldades, desde que nossos país passaram a viajar pelo mundo com o trabalho de arqueologia coisas antigas blá,blá,blá. 

— pessoa... — Tiago começou — infelizmente nosso colega Erike 

— colega não e a palvra... 

Ele me deu um olhar de censurae depois continuou:

— ele morreu! — todos se calaram e olharam para Tomás com horror — aparentemente o abriram e retiraram os órgãos...

— QUE!!! — Saimon gritou — FORAM VOCES — ele apontou para os representantes 

— ei!!! Cara se acalme — eu falei —devi ter sido um animal selvagem 

— não... Um animal não iria retirar os órgãos — Cris falou com cuidado — ele iria comer tudo, não só abrir. 

— Eu sei quem fez isso!!! — uma amiga de Grace, May exclamou — foi um monstro! Com brpernas igualmente finas, tinha o tamanho de mais ou menos 2,50...

— a vamos fique tranquila monstros não existem! — eu disse 

— Marcos eu vi também! — Grace exaltou 

Aquilo não poderia ser verdade, mas Grace nunca mentiria sobre isso... 

— se você diz conte onde viu — ela me olhou com o seu olhar de “ obrigada” 

...

Bem, eu e May logo apos a busca nos destroços fomos procurar uma algo para comer que não foce banana verde, e ao subirmos na maciera ao leste dos destroços. Notamos algo intrigante na arvore, ela estava toda arranhada e resgada, como se uma coisa passace as garras para tentar derrubala. 

Mesmo assim não dei muinta atenção a isso já que era algo banal uma coincidência,eu e May lá de cima mesmo vimos Erike, não normal estava correndo de algo com um machado de emergência na mão... Aquilo nos deixou meio intrigadas e curiosas, até vermos algo grande e rápido passar pelas arvores atrás de Erike.

Depois disso corremos e ate a praia é só ouvimos os gritos, na densa e misteriosa floresta. 

 ...

Notei que meu pelo estava arrpiado, se isso fosse verdade estaríamos perdidos... Não isso não era verdade, aquela historia era absurda de mais para ser verdade.

Foi Cris quem começou a falar:

— mas isso ainda não parece estra certo — ele olhou a volta — por que os órgãos?

— não, Fasso ideia... — Grace falou 

— irmã que historia absurda isso não existe — ela me fuzilou com o olhar 

— foda-se — ele olhou para May — nos não mentimos droga!!! 

— vamos ver então! — eu olhei para saimon e depois para Cris — topam ir atrás de um monstro? 

— o que você tem na cabeça? — Grace gritou — não vou te deixar ir atrás de uma criatura dessa!

— eu não pedi sua permissão — olhei para ambos novamente — vocês vem ou não!?!? 

— que ideia idiota! — Cris falou — se a um monstro não importa, e se for um serial killer ou um animal? 

— eu vou — Saimon falou 

— ótimo vamos 

Saímos ao som de murmuros, e mais outros dois estudantes da turma B nos seguiram, uma parte de Mim realmente acreditava que isso era tudo um mau entendido, e não avia criatura. Outra parte acreditava que Grace falava a verdade, e estava disposta a matar o que fosse para proteger minha irmã, eu não vou deixa-la morrer. 

...

caminhamos até o meio da ilha, lá a vegetação era tanta, que se tornava quase impossível enxergar o caminho, Saimon e eu fomos a frente, por mais que eu e ele tivéssemos nossas diferenças sabíamos que não adiantaria brigar por elas. 

Achamos uma clarera abandonada pela luz, se a criatura realmente exitisse estaria alí, fomos entrando. A principio não avia nada. Então parecia que essa tal criatura fosse só uma fantasia de minha irmã. 

— Cade o Fred? — um dos garotos perguntou 

notei que eramos três, e não quatro como a cinco minutos atrás. 

— talvez ele se perdeu — falei 

— não ele estava aqui a alguns segundos — o garoto da turma B, suava e tinha lagrimas no rosto — droga a coisa o pegou! 

— ei que porra é ebom?!?! — Saimom apontou para um rastro de sangue que dava para dentro de uma caverna — cara isso não e bom

— Isso já e mais do que necessário para provar que a coisa e real — Saimom anúncio — vamos embora 

— é o Fred?  — o garoto perguntou 

— não à tempo, essa coisa logo voltará — Saimom murmurou — vamos!

Saimom, saio correndo para a floresta, o garoto correu para a caverna.

— Merda! — eu corri também para à caverna 

Isso me lembrou quando eu erá pequeno e papai me levava para a casa do vovô, no sítio. Eu corria e pulava feito um idiota.

A caverna não era toda escura ela estava cheia de tochas, é lá avia varias passagens... E vigas de madeira, isso significava, que alguem realmente já estivera ali. 

Ouvi um grito mais a frente, e segui fui atrás do som, notei em quanto corria vários ossos e chapéus de mineradores. Aquilo era um filme de terror só podia. 

Os gritos finalmente pararam, mais a frente avia uma escuridão e um barulho de correntes. quando avançar, mas derrepente a cabeça de Fred veio rolando em minha direção. 

Tive vontade de vomitar, mas eu não poderia me dar ao luxo de parar e vomitar, tinha que sair dali, e garantir que essa coisa não mataria mais ninguém.

Corri o mais rápido que pude, ouvi algo atrás de min, passos. Quase tropecei duas vezes, eu não pudia morrer tinha que proteger Grace e meus amigos Cris, Tiago, Sam. 

Tive uma ideia, chutei uma viga e fiz com que uma parte da caverna desmoronasse, isso só me daria tempo. 

Vi a saída, sair seria fácil difícil seria achar o caminho de volta. Não avia som algum atrás de min. A criatura estava ainda mais atrás, a dois metros da saida. Quando algo pegou meu pé, e cai a mesma coisa começou a me arrastar para o interior da caverna. 

Enquanto me debatia vi a coisa, era igual descreveram, alta magra... Porem tinha a pele toda queimada e não usava roupa, mas isso não era problema, já que não avia nada a cobrir. Um dos olhos estava com uma grande cicatris ela era cega de um olho, era careca com orlhas pontudas e horrendas. Dentes podres e pontiagudos.

Fui levantado, e minha garganta foi perfurada por algo pontiagudo. Um guincho, fui enforcado e a dor era imensa queria lutar mas eu sabia que morreria, minha visão foi se escurecendo e só pude pensar. 

Grace, me perdoi por favor...

Então tudo sumiu, e um silêncio se fez. Eu estava morto.

  




Notas Finais


Algo bem maligno e diabólico...


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