História Decisões Do Coração (Namjoon e Jin) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Nanjoom, Suga, Taehyung
Exibições 37
Palavras 1.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*-*

Capítulo 12 - Confiar e ser traído


Fanfic / Fanfiction Decisões Do Coração (Namjoon e Jin) - Capítulo 12 - Confiar e ser traído

POV. Hoseok

Eu poderia estar em casa, mas estou aqui na empresa. Fui chamado urgentemente pela minha contadora Jang Ayume. Só vim porque ela estava muito assustada e parecia que ia ter um surto se eu não aparecesse.

—Ayume, o que foi? Sua voz estava estranha ao telefone eu… – pergunto assim que chego em sua sala.

—O vice-presidente se demitiu.

—Por qual motivo o Jorge se demitiu? – era muito estranho, afinal o Jorge era vice-presidente da empresa desde a época do meu pai vivo.

—Eu não sei, e nem estou acusando ele…

—Acusando de quê? – ela vira o computador e me mostra uma página da empresa. Meus olhos quase saltam, eu não entendia como aquilo aconteceu, eu só queria a explicação, eu não havia feito aquilo, então quem?

—O que isso significa Ayume? – eu tremia mais que vara verde em dia de ventania.

—Eu não sei, não foi eu, mas algo me diz que o Jorge sabe.

A capacidade do ser humano na maldade é imensa, todos nós temos um lado mal, alguns despertam toda sua maldade e um pouco a mais, já alguns não despertam maldade alguma. Um dos meus erros foi confiar num lobo vestido em pele de carneiro.

Se eu pudesse voltar atrás eu me alertaria do que estaria por vir…

—Abeoji… Dowajuseyo (Dowajuseyo – me ajuda).

POV. Estela

Sang Ni estava no meu escritório falando sobre a noite da premiação, eu quase não escutei, ela mais sorria do que falava e além do mais, eu estava perdida em pensamentos próprios. Me lembrava do beijo que Jin havia me dado, eu realmente não entendia, e ainda tinha o Namjoon, que sumiu e sim eu sentia um pouquinho, bem pouquinho, de falta das brincadeiras dele, embora o tenha visto com outra mulher, vai ver ele cansou de tentar me conquistar.

Mas o Jin também se mostrou um torpe bem atirado, hoje mais cedo havia visto ele com uma garota loira e asiática, ela é linda eu confesso, mais eu achei bem estranho o braço que ela deu nele e ele tentou expelir. Esses homens são tão estranhos…

Voltei a estaca zero.

—Estela. – é o Hoseok, ele gritou da parte de baixo do apartamento.

—Estou no escritório. – ele entra com o rosto machucado, o que será que foi desta vez? – o que aconteceu?

— Por que está machucado? – Sang Ni questiona quando vê ele, ela se levanta da poltrona e vai até meu irmão. Hoseok está sério, ele geralmente fica envergonhado quando briga.

—Oppa, o que aconteceu? – ele deixa Sang Ni avaliar ele, mas segura as mãos dela impedindo-a de continuar.

—Vá preparar os curativos para mim, por favor. Preciso falar com minha irmã a sós.

—Também quero saber o motivo dos machucados Hoseok… – Sang Ni se preocupa, estou abismada com tanta passividade do Hoseok.

—Dongsaeng, faça o que seu oppa mandou. Vá para baixo e deixe pronto os curativos.

Agora eu sei que o assunto foi sério, Hoseok nunca usa essa formalidade com Sang Ni, eles sempre foram mais amigos do que oppa e dongsaeng. Sang Ni parou por instantes.

—Eu… Eu espero lá em baixo oppa, não demore se não vai doer mais na hora de limpar. — Hoseok fez afirmativa com a cabeça. — depois continuamos unnie. – Sang Ni percebeu que o assunto é realmente sério, repetindo: Hoseok nunca usa sua moral com Sang Ni a não ser em casos extremos.

Me lembro da última vez, foi quando… O papai e a mamãe morreram, ele já está me assustando.

—Alguém morreu?

—Não. Apenas meu orgulho…

—O que aconteceu? – ele fica em silêncio. – oppa! Fala logo.

—Quinze milhões de wons da empresa foram roubados, pelo vice-presidente (Wons – moeda coreana).

Eu não tive reação… Perdi toda minha consistência e me afundei na poltrona. Encarei o meu irmão para ver se tinha um mínimo rastro de risada em seu rosto, mas ao contrário, ele estava mais sério que nunca.

—Quinze milhões? De wons? – minha respiração acelera, meu peito sobe e desce sem parar. – Como assim quinze milhões, Hoseok? Quinze?

—Não grita Estela, você acha que eu não me apavorei também?

—Como aconteceu isso? Meu Deus, quinze milhões… É cerca de nove por cento da empresa, isso é muita coisa. – me levanto com as mãos na cabeça.

—Você acha que não sei? Recebi essa notícia de manhã, acha que não estou completamente puto com tudo isso? Nem comer durante o dia eu comi.

—Você disse que foi o Jorge quem retirou o dinheiro… Como sabe?

—Assim que o dinheiro sumiu ele se demitiu e comprou uma passagem para o Japão. Fui atrás dele e consegui alcançá-lo, contei o que aconteceu, então perguntei se ele sabia de algo, daí ele admitiu que retirou o dinheiro… Ele deu um documento aprovado com meu carimbo dizendo que eu permitia a retirada da quantia, para afins de um projeto. Que na realidade não existe porra nenhuma.

—Por isso está machucado, você bateu nele?

—Sim, eu fui até a delegacia e denunciei, mas vai demorar meses, talvez anos até que saia o processo… E o dinheiro é para pagar o banco…

—As dívidas que foram abertas por conta da próxima filial na China?

—Exato. E de garantia dei a própria filial. – sento novamente e me entristeço.

—A empresa dos nossos pais oppa… E agora?

—Eu darei um jeito enquanto não for levado a julgamento…

—Que jeito Hoseok? Não temos esse dinheiro… Nem que nós juntemos todo o dinheiro da família…

—Não vou pedir dinheiro aos tios. Acha que foi de graça a entrada da empresa na China?

—Não me diga que… – encaro ele. – pediu ajuda aos tios? – ele afirma. – estamos ferrados…

—Amanhã vou ao banco. – ele se levanta. – estou com fome, me deixa dormir aqui, por favor…

—Sempre. Vou fazer comida e pensar em algo…

—Vou explicar essa situação a Sang Ni enquanto ela cuida de mim. Me sinto todo quebrado, e olha que nem é fisicamente…

Saímos do escritório, vou direto para cozinha indo preparar alguma coisa leve para comer. Olho as panelas, frigideiras, talheres e tento pensar em algo… Ouço um pouco da conversa do meu irmão com a minha dongsaeng, ela está bem surpresa, porém sempre apoiando ele.

Queimo não sei quantas verduras… Odeio o estrago de comida.

POV. Namjoon

—Você é tão chato.  – tantos dias para essa menina cumprir seu papel de me atazanar e ela vem quando decido ir atrás da Estela? Essa ideia de levar ela ao shopping é horrível, já são três da tarde, desse jeito Estela não vai deixar que eu a leve para sair depois. Tenho certeza que ela me viu com essa menina ontem, Estela deve estar pensando que troquei ela por essa mimada da Rachel.

—Estamos quites então. – a voz dela me irrita. – de qual família você é mesmo? – estamos em uma loja feminina, ela está vestindo em um vestido rosa pink que vai até o joelho, até que o corpo dela é bonito… Mas aquela ocidental me chama mais atenção.

—Família Gwang, dos produtos farmacêuticos Gwang. – finalmente ela escolheu o vestido.

— Você só gosta de rosa? – eu prefiro outras cores, como preto.

—Qual cor gosta? – seguro minha blusa, ela é preta. Ela se vira pra atendente e fala: – troque está cor por um preto. – a atendente assina que sim e vai buscar, observo toda a cena estranhando. – obrigada, vou pagar.

—Por que trocou por um preto? Está tentando me agradar? – ela está com o vestido em mãos.

—Vamos nos casar, devo agradar meu futuro marido. – acho que ela não entendeu que casamentos arranjados não são legais.

—Escuta, eu não posso me casar com você, melhor você achar um meio de evitar isso. – ponho a mão no ombro dela fazendo ela parar de andar.

—Por que não pode se casar comigo? – sua cabeça deita de lado, examino sua expressão… O que aconteceu com essa doida?

—Ora, pelo obvio garota. Eu não te amo. – ela parece surpresa.

—Minha mãe disse que você pode acabar me amando.

—Não me diga que quer esse casamento. – ela olha para os lados tentando fugir da resposta. – você quer?

—Com você? – ela sorri curto, um sorriso meigo. – sim. – sento em uma cadeira que está próxima… – por que sentou novamente? Ainda quero dar uma olhada nos saltos e nas bolsas, só compramos cinco pares de roupas e dois vestidos.

—Escuta Rachel… – me levanto e olho bem pra ela. – eu não te amo e não posso ficar com você, sabe por quê? – ela apenas me encara. – porque eu já gosto de outra pessoa.

Ela pensa silenciosamente… Até que fala.

—Não importa, não quero desmanchar o noivado, e nossas famílias também não, você vai ter que acabar com esse namorico e aceitar que será meu marido. – ela volta a andar. – não vem?

Elá é louca… Olho para ela e então faço a melhor decisão do dia.

– Eu vou sim, mas é para onde eu quiser. – vou em direção ao estacionamento do shopping, ela me segui o tempo todo. Entro no carro as pressas e tento sair de lá, mas a garota entra na frente do carro. – entra no carro.

— O quê?

— Entra. – ela entra e então dou partida, chego na casa dela então deixo ela lá. – nosso passeio acabou, e se quiser me ver não ache que é só chegar que eu irei, entenda: eu não vou me casar com você.

Saio dali rápido. Até parece que vou parar de me encontrar com a Estela, eu sequer sabia que sentia alguma coisa por ela, mas essa afirmação mais cedo me fez ver que algo nasce aqui dentro… E mesmo que meu pai e todos da face da terra tentem, eu não vou me casar.

Chego até o café da Estela, mas está fechado, então ligo para ela que logo me atende.

Alô.

Oi Estela. Quanto tempo. Você está em casa?

Sim… Você queria alguma coisa? – a voz dela está estranha.

Apenas te ver. Você está bem? Parece meio abalada.

Você por acaso virou adivinho? – ouço uma pequena risada.

Então realmente aconteceu algo?

Sim. Você… Está com tempo?

Pra você sim. – ela ri.

Seu paquerador de uma figa.

Quer sair comigo?

Promete que vai me levar a algum lugar calmo?

Prometo, se me contar o que aconteceu, e se eu puder ajudar.

Eu prometo contar, mas não prometo deixar que me ajude, então? Pegar ou largar.

Está bem.

Depois de pegar o endereço da casa dela, o que era bom só assim eu já estava sabendo onde ir das próximas vezes, fomos para um parque, apenas nós dois estávamos lá. Sentamos em um banco e então ela me começou a contar… Eu queria que ela tivesse me beijado e assim eu faria ela esquecer seus problemas antes mesmo de me contar, mas como ela está mal eu tenho que entender…

 


Notas Finais


*-* Bye


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