História Decisões Do Coração (Namjoon e Jin) - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Nanjoom, Suga, Taehyung
Exibições 25
Palavras 2.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu amo essa foto do utt
<3 <3

Capítulo 19 - Você quer?


Fanfic / Fanfiction Decisões Do Coração (Namjoon e Jin) - Capítulo 19 - Você quer?

POV. Estela

Já era noite, bufei enquanto olhava para o teto do quarto… eu poderia fazer alguma massa demorada, mas eu estragaria ela com toda essa desatenção. Continuei deitada vendo o tempo passar, mesmo que nós não vejamos ele passar, mas eu via.

Me perguntava o porque de Namjoon não ter me contatado… eu queria vê-lo, sentia já uma dor no estômago, será que ele está mal ainda?

Sentei-me na cama e fui para cozinha, como a dona Sang Ni resolveu sair com o Yoongi, eu estava sozinha, afinal meu irmão não dorme mais de três noites seguidas em casa, talvez ele esteja com alguém… uma mulher boa eu espero, queria ser tia logo.

Comecei a vasculhar as comidas que eu poderia ter no armário, eu precisava fazer uma bela de uma compra de estoque, odeio quando acabam. Sem fome fui até a geladeira e peguei chá gelado, comecei a beber de forma como se o mundo fosse acabar ali naquele momento, abri novamente a geladeira e encontrei uma barra de chocolate amargo… Só um pedaço não faz mal.

Peguei o a barra e retirei um pedaço, provei e simplesmente gemi com tanto sabor bom em minha boca, estava prestes a comer mais, mas deixei cair quando me assustei com o som da companhia… Quem será?

POV. Namjoon

Assim que olhei para meus pais que viam no corredor, vi a noiva que me arranjaram acompanhando eles, os três sorriam alegres por me verem. Estava ao lado do meu hyung Jin, eu queria simplesmente sumir dali. Quando chegaram até perto de mim eu precisei ser frio com ela, Rachel tem que desistir dessa ideia de casamento.

— Por que a trouxeram? — perguntei olhando para meus pais.

— Ela é sua noiva e estava preocupada com você Namjoon, não trate ela assim. — minha mãe fala.

— Eomeoni… Não precisa reclamar com ele. — Rachel diz, fico chocado como ela a chama. (Na Coreia do Sul, é comum e bem presente que quando os filhos estão noivos, os genros ou noras chamem seus sogros de pai e mãe.)

— Yah, ela não é sua mãe. — falo um tanto alto, acabando por chamar atenção de alguns ali. — aigoo. — saio rápido dali, não queria sermão dos meus pais e muito menos ver a Rachel com raiva.

Segui para o estacionamento e meus pais também, decidi ir para minha casa no mesmo carro que o Jin, ele me levaria e meus pais estavam muito “chateados” para que eu fosse com eles, claro que antes de ir Rachel fez sua cena de preocupação e foi para seu próprio carro, até parece que acredito em sua devoção pelo “noivo”.

Entrei no carro e me encostei no banco, me sentia pressionado com toda essa história de noivado, a única pessoa que me preocupa em tudo isso é a Estela.

— Não trate sua noiva assim Namjoon, entendo que não queira casar, mas tente ser um pouco menos agressivo. — Jin hyung dizia o meu lado no carro.

— Hyung, eu não quero e não vou me casar, você sabe que quando não gosto de uma mulher eu não finjo simpatia, e do jeito que essa louca é, eu sei que ela está aprovando essa ideia ridícula de casamento.

— Por que mudou? — não entendo a pergunta, por que eu mudei?

— Nunca quis casar hyung. — digo normalmente.

— Mas nunca negou mulher. — ele tinha razão… — em outras ocasiões, você aproveitaria disso tudo, e está totalmente; incomodado com isso tudo. Por quê?

— Porque… sei lá hyung, apenas não quero mais ser desse jeito. — ele parece acreditar.

Chegamos em casa e é obvio que eu ouviria poucas e boas dos meus pais, mas infelizmente eu não deixaria que ficassem sem ouvir nada.

— Seu pai lhe chama no escritório Namjoon. — a governanta veio me chamar. Assinto e vou para o escritório.

Chego e logo vejo minha mãe sentada, com uma careta de raiva em seu rosto, me sento e espero começarem com todo o falatório.

— O que pensa que está fazendo? — meu pai pergunta.

— Aqui sentado. — respondo olhando para minhas pernas, subo meu olhar devagar.

— Trate a Rachel melhor, ou serei obrigado… — o corto.

— Obrigado a que se é você quem obriga? É você quem decide, quem manda… obrigado por quem? Pela sua ganância? Ora essa, até parece que alguém conseguiria lhe persuadir de forma com que fizesse você mudar de ideia, pois tudo tem que ser do seu jeito, se não… não funciona.

— Calado. — ele me encara, mostrando nada da ira que tem por dentro. — você lembra da minha proposta? Espero que não pense que vou deixar escapar do casamento.

— Por que querem me casar? — isso vai além dos negócios, tenho certeza.

— Porque está na hora. — ele cruza os braços recostando-se a cadeira.

— Me dê uma resposta mais plausível. — insisto.

— Eu quero vê-lo casado. — minha mãe fala, fazendo com que lhe encare.

— E quanto ao que eu quero, talvez eu queira ficar com outra pessoa, ou ser livre, me deixem decidir, afinal a vida é minha.

— A vida é sua, mas você está em minha casa, sem trabalhar ainda por cima. E isso vai mudar a partir de amanhã, esteja na empresa no horário inicial de trabalho, se você não vai… — interrompo-o.

— Não. Já disse o que realmente pretendo fazer. — lembro do que impus para trabalhar.

— Você precisa controlar minha empresa, você é o segundo homem da família. — meu pai fala.

— Mande sua filha, ela adoraria me ver longe da empresa, eu não quero comandar ela, nem fazer parte dela. — lembro a menina cuja me dizem ser irmã.

— A questão é essa? Não querer? E suas obrigações? Quer viver como um filho mimado a vida toda, Namjoon? Sempre? Meu bem, por favor, case-se com a Rachel, ela é uma boa moça e de integridade. — sua voz sai desesperada para que me faça aceitar.

— Não. Quer me ver trabalhando? Me dê o que pedi a um tempo, sabe que eu adoraria trabalhar como diretor de uma escola de inglês, por que não me dá isso? Deixe sua filha controlando a empresa. — a um tempo, pedi a meu pai que me desse o dinheiro de investimento para construir uma escola de inglês, sempre fui apaixonado por essa língua e sempre me interessou aprender, tanto que sempre fiz viagens frequentes para os Estados Unidos, pois adoro estar lá.

— Namjoon, pare. Você deve trabalhar na empresa do seu pai, estar lá, eu não duvido da capacidade da Yang Mi, mas ela é casada e só deve assumir caso você falte… — minha mãe tenta.

— E eu estou faltando, só não estou como vou continuar a faltar. — falei me levantando e indo até a porta, até que paro depois de ouvir isso:

— Se quiser sua escola terá de casar com a Rachel. — meu pai fala. Lhe encaro.

— O quê? — ele não pode fazer isso.

— Darei o dinheiro, farei com que construam e seja bem qualificada e respeitada, mas com a condição de se casar com a Rachel. — saio daquele escritório antes que diga alguma merda com meus pais e me arrependa.

Fui até a sala e então percebi que minha irmã vinha com seu marido. Ela é tão idiota por ter aceitado as chantagens do papai.

— Oppa, pelo que vejo está bem. — anda em minha direção e para ao lado do marido.

— Sim. — bufo.

— Você parece um pouco alterado, aconteceu alguma coisa, cunhado? — esse eu nunca quis intimidade, a família é riquíssima e foi isso que fez com que minha irmã se casasse com ele.

— Mal saiu do hospital e tenho que aguentar meu pai pondo pressão para que eu case com alguém que nem amo… tudo pelo dinheiro… — o casal ali ficou calado, eles sabem do que estou falando. — sem ofensas ao casal. — alfineto e vejo minha irmã mudar de feição. — annyeong.

Saio de casa, pego um táxi e paro na casa dela…

Entro e na portaria vejo que não é o mesmo senhor de antes quando eu vim aqui. Olhei para ele e sorri cumprimentando, logo fui retribuído, passei direto para o elevador. Sorte a minha que ele não quis saber que morador sou, na verdade isso é até ruim, pois desse jeito a segurança se mostra ser horrível… Claro que vou me aproveitar disso.

Chegando no andar do apartamento da Estela eu paro bruscamente assim que saio do elevador, percebo então que sai de casa sem nem ao menos tomar banho, certo que tomei um bom banho antes de sair do hospital, mas mesmo assim…

Droga…

Parei diante de um espelho que havia na porta, coloquei os cabelos para trás e alinhei com os dedos os fios das sobrancelhas, e então sinto o cheiro de minha boca… Droga… tenho certeza que tenho alguma bala no casaco… cadê? Procuro no bolso do casaco, no bolso da calça… Onde está? Anchei quando verifiquei o bolso da frente da calça. Menta, que sorte.

Mastiguei uma bala e coloquei outra na boca retirando dela todo seu sabor, frescor e cheiro bom. Andei até a porta e então apertei a campainha… Esperei alguns segundos e então ouvi o som de porta abrir.

— O que faz aqui? — pergunta me encarando, me aproximo rápido e então a beijo… Espero que a menta da bala seja boa mesmo. Seus braços estão estirados de forma surpresa, beijo sua boca de forma devoradora… Oh Estela, por que tão gostosa? Espera, isso é chocolate? Seus braços tomam meus ombros e minha mão direita vai até seu cabelo enquanto a outra segura forte sua cintura, a essa hora as nossas línguas já estavam em guerra, batalhando por espaço ou apenas por contato. Terminei o beijo com uma mordida leve e um outro beijo, porém casto.

— Vim ver você, afinal eu sai do hospital e não pude sair com você… Por quê? Fiz mal vir? — abraço seu corpo me curvando até a altura de sua orelha e falo baixo.

— Não é que… — ela suspira. — achei estranho.

— Hum… — solto-a. Suas mãos estavam em meu tronco e aos poucos saíram, deixando um frio me abater. — vim cobrar nossa brincadeira.

— O quê? — pergunta confusa.

— A de médico e enfermeira. — sorrio malicioso.

— Ai, idiota. Eu estava comendo e você me interrompeu para isso? Ainda mais, você só veio aqui para perguntar besteira? — me dá dois tapas leves.

Olho-a e ela me parece fingir estar irritada, chuto a porta e ela fecha-se fazendo pouco som, vejo que Estela falaria alguma coisa mais calou-se quando me viu tirar o casaco. Andei em sua direção e segurei sua mão, atacando novamente sua boca.

Nossos labios nunca foram tão torturados quanto naquele momento, segurei seu quadril junto ao meu corpo de forma que pudesse sentir cada parte de seu ao meu corpo. Ainda com os lábios unidos, fui até o sofá andando devagar, Estela não pareceu se importar e apenas se deixou levar.

Derrubei nossos corpos no sofá, ficando por cima do dela, adoro puxar levemente os fios cacheados dela, enterrei meus dedos entre seus cabelos e desfiz o beijo, parti então para seu pescoço e deixei beijos molhados naquela região, podia já ouvir seus suspiros, o pescoço deve ser uma região sensível para ela, suas mãos foram para debaixo da minha blusa.

Quero ver o quão ousada ela pode ser.

Separei nossos corpos e vi Estela me encarando confusa, puxei seu corpo para cima do meu e então seu semblante muda para surpresa. Seguro seu pescoço e aproximo nossos rostos.

— Apenas retribua as carícias, baixinha. — junto novamente nossos lábios.

Minha mão esquerda cerca sua cintura, unindo ainda mais nossos corpos. As mãos dela seguram em meus ombros, enquanto nossos lábios dançam um com o outro, puxo sua cabeça para trás fazendo nossas bocas se afastarem, mas antes que eu faça alguma outra coisa, Estela avança com as mãos agora em meu abdome e beija meu pescoço, solto um suspiro quando ela faz isso, uma de suas mãos vai para meu cabelo e toca meu couro cabeludo… Droga, já sinto minha ereção ganhar vida.

— Estela… — chamo-a quando ela beija meus lábios e morde o inferior puxando-o para frente. Ela me beija e então me surpreendo com sua ousadia, enquanto beijava meu pescoço e mordia meu queixo, sem aviso prévio ela rebola por cima de meu colo, ela sabe o efeito que isso tem? Arfo, aquele contanto estava me deixando louco, eu preciso do corpo dela nu, e agora. — Estela, assim nós vamos acabar… — repousa os braços em cada lado dos meus ombros.

— Fazendo amor? — pergunta desprendendo-se do beijo rapidamente. Amor? Eu nunca fiz isso, apenas… transei… — sexo, quero dizer… — ela parece ter percebido meu espanto com o “Fazendo amor?”.

— É. — encaro ela e logo depois seus lábios inchados pelos contatos. — você quer? — pergunto selando rápido nossos labios, menos de um segundo.

— Apenas… — se aproxima do meu ouvido e fala baixo, creio que sua vergonha deva tê-la deixado assim, acanhada de falar alto, como se as paredes tivessem ouvido. — faz bastante tempo que eu não faço… então eu… — ela para, talvez timidez faça com que ela trave.

— Bastante quanto? — pergunto com curiosidade e também surpresa.

— Bastante tipo: desde a morte dos meus pais… — encaro ela, ficamos assim durante um tempo, minhas mãos estão em sua cintura ainda, tanto tempo assim? Por que uma mulher como Estela está sozinha a tanto tempo? Por que sem sexo a tanto tempo?

Devagar, quase como que com dor, vejo ela ir se pondo reta e saindo de perto do meu corpo, porém puxo-a de volta para mesma posição apertando mais forte, caço seus olhos e vejo um brilho lindo naquele mar negro, selo os nossos lábios, no começo suave e aos poucos se transformando em algo forte e urgente.

 


Notas Finais


Apenas uma ponte para as próximas emoções... <3


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