História Decode - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~MateusMendes0

Postado
Categorias Avril Lavigne, Bea Miller (Beatrice Miller), Fifth Harmony, Greyson Chance, Justin Bieber, One Direction, Paramore
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui
Exibições 164
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey! Aqui estou eu, primeira fanfic Camren que eu faço, espero que curtam ela. A história como devem ter percebido tem um clima mais mistico, uma história cheia de mistérios, mas que não foge da comédia, bom, eu espero que a história os agradem. Enfim, boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Decode - Capítulo 1 - Prólogo

 

CAPÍTULO UM 

Camila Cabello POV - Chipping Campden, Inglaterra. - 21:32 11/10/16 

 

  Observo da janela do carro as ruas do vilarejo, nunca havia visto nada parecido. As ruas eram escuras e não tinha ninguém, de princípio eu estranhei, parecia tão cedo para estar todos fechados dentro de suas casas, eu sou de Nova Iorque, talvez seja por isso de minha desconfiança, logo me acalmei. Solto um suspiro pesado ao ver que começa a chover e fecho a janela do carro para não entrar chuva. Observo as gotas derramarem no vidro e lembro-me mais uma vez de minha mãe, ela havia partido, ela não podia ter me deixado, não podia ter nos deixado. Agora eu e meu irmão teremos que morar com nossa tia se não quisermos parar em um orfanato, aparentemente ela é o parente mais próximo da gente. Não que eu não goste de minha tia, mas eu não a conheço, só há vi uma vez e nem me lembro direito, sem falar que eu não faço ideia de como seja meus primos, só sei os nomes, mas nunca os vi, de qualquer modo eu preferia estar com a minha mãe. Olho para o lado e vejo meu irmão, Greyson, inerte em seus pensamentos, deve estar sendo difícil para ele também, mas no momento eu não sou capaz de ajuda-lo quanto a isso se estou na mesma situação, acabaria piorando tudo. Volto meu olhar para através do vidro, apesar do clima sombrio aquelas ruas despertavam minha curiosidade. Por um momento deixo-me relaxar no banco do carro, percebo minha tia olhando para nós do espelho do carro, ela havia ido nos buscar no aeroporto da cidade vizinha. Sinto o carro parar e escuto a voz da minha tia. 

 

- Greyson, Camila, nós chegamos. - A voz dela soava calma, sabia que apesar de estarem distantes ela sentia pela morte da irmã. 

 

- Com licença. - Falo e abro a porta do carro vendo meu irmão e minha tia fazer o mesmo. 

 

- Greyson, vá lá na porta e chame o Justin e Avril para ajuda-los a carregar as malas, tem muita coisa para apenas vocês levarem e eu não consigo com muito peso. - Fala depois de termos pegados as malas do porta-malas e posto-as na calçada. 

 

- Sim, tia Pattie. - Fala meu irmão, minha tia faz um sinal com a cabeça me indicando para ir também, eu o acompanho em direção a porta da casa – muito bonita por sinal – e ele bate nela, fazendo um garoto magro com cabelos castanhos e olhos da cor de mel abri-la, Justin, eu presumo. Logo o meu irmão se põe a falar muito e rapidamente, são nesses momentos que noto a nossa semelhança. - Você é o Justin, né? Eu sou o Greyson, seu primo, e essa aqui é a Camila, minha irmã. A tia Pattie me mandou chamar você e a Avril, para ver se vocês poderiam nos ajudar com as malas... 

 

- Sim, prazer em conhece-los, Greyson e Camila. Esperem só um minuto. - Fala e se vira olhando em uma direção que penso eu ser a sala. - AVRIL! Vem, eles chegaram e precisam de ajuda com as malas. - Em seguida aparece uma garota loira de olhos azuis também magra e bem mais baixa que Justin e para ao seu lado. 

 

-Oh, vocês chegaram! Muito prazer em conhece-los, sou a Avril. - Diz a garota loira, minha prima, Avril.  

 

-Bom, você Greyson leva suas malas para o quarto de Justin, que agora também será seu. E Camila, digo o mesmo para você sobre o quarto da Avril. Garotos, peguem as malas, por favor. - Fala calmamente minha tia que agora estava ao nosso lado. Greyson e Justin vão em direção a calçada pegando as malas e levando-as para dentro da casa comigo e Avril os seguindo em uma direção que logo descubro ser onde ficam os quartos. 

 

- Vamos Greyson, pode colocar as malas de sua irmã aqui. - Fala Avril após ter aberto uma das portas e termos todos entrado no quarto, havia duas camas ali, minha tia já tinha arrumado tudo para quando chegássemos. Ele coloca as malas no chão perto de uma das camas. Eu estava parada ao lado da porta no lado de dentro do quarto. 

  

-Greyson, vamos no nosso quarto. - Fala o primo Justin dando tapas no ombro de Greyson. Eles passam por mim e saem do quarto sem dizerem mais nenhuma palavra a caminho do quarto. 

 

- Vem, você prefere ficar em qual cama?  

 

- Ah, tanto faz. 

 

- Tanto faz não. Escolha. 

 

-Huum... Pode ser aquela perto da janela? 

 

-Claro. Não gosto mesmo de ficar aí já que ás vezes me da um medo olhar para a janela a noite. Não quero te assustar, mas aqui tem uma grande fama de bruxas que passeiam a noite no vilarejo.   

 

- Isso é interessante, nunca tinha vindo para um lugar com fama de bruxaria, mas sempre gostei dessas coisas. 

 

- Interessante? Nossa, vocês da cidade são diferentes mesmo. Se interessar por coisas sobrenaturais.  

- Gosto muito de misticismo, e sabe, é estranho, mas quando olho para a lua sinto algo diferente. Não sei dizer o que é ao certo, só sinto ou imagino que existe alguma força na lua que me olha e conversa comigo. 

 

- Você conversa com a lua? Como assim? Tipo eu com Dorinha, Petra e Lydia? 

 

- Bom, ás vezes precisamos ficar sós para refletirmos algum acontecimento, e a lua é a minha melhor amiga nesses momentos. Eu sei o que esperar dela. É como se ela tivesse me falando, "tudo vai dar certo, acredite". 

 

- Está bem. Bom se importa em desligar a luz? É que hoje fui a escola e o dia foi cansativo e deixamos essa conversa para amanhã. E se não estiver com sono, pode ligar a tv.  

 

- Tudo bem. - Me levanto e caminho em direção ao interruptor que vi ao lado da porta, antes que desligasse vejo uma de minhas malas ainda lá. Me abaixo, abro e pego minhas bonecas que estavam lá. 

 

- O que é isso? - Ouço Avril perguntar. 

 

- Oh, isso? São minhas bonecas. 

 

- Mas elas são bem diferentes. 

 

- Ah! É que elas são bonecas vodu. - Falo. - Sabe, isso me faz dormir feito anjo, gosto muito de dormir com uma dessas fofuras. 

 

- Está bem... boa noite. Acho que vou deixar o quarto só pra você hoje. Tchau. - Ela levanta da cama e começa a andar até a porta. 

 

Eu olho para ela e então a vejo correndo para a sala. - Mas... Hum. - Fecho a porta do quarto e vou a caminho da janela, acho ela não voltaria mesmo para o quarto, fico ali observando a lua. 

 

 

(...) 


Notas Finais


Oi?


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