História Deep Love - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, BtoB, EXO, Girls' Generation, Got7, I.O.I, Monsta X, Red Velvet, TWICE
Tags Joyri, Seulrene
Exibições 47
Palavras 1.658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estou entrando em semana de provas, então, provavelmente vai demorar mais pra atualizar(ou não, né, porque eu sou vagabunda).
Boa leitura e ignorem os erros ❤

Capítulo 7 - Abraço


Fanfic / Fanfiction Deep Love - Capítulo 7 - Abraço

Kim YeRim

Sábado, 18h.

Eu estava me arrumando pra sair com Chaeyeon, ela disse que iríamos a um restaurante, eu particularmente, não gosto de ir a lugares assim. 

Coloquei um vestido rodado e vermelho e um sapatinho branco. Não me preocupei muito com maquiagem, passei com um rímel e estava ótimo. 

Enquanto descia as escadas, percebi que minha mãe não estava em casa, procurei meu pai com o olhar, também não estava em casa. Desisti e fui em direção a saída, eu e Chaeyeon iríamos nos encontrar na praça.

(...)

Enquanto eu caminhava, me senti sendo puxada.

— Eu tenho uma faca!!! – olhei pra quem tinha me puxado — Ah, Joy...

— Você não tem faca nenhuma – ela deu um sorriso.

— O que você quer, Joy? – me soltei.

— Que as coisas se resolvam sem ninguém nos atrapalhar! – ela cruzou os braços.

— As coisas já estão resolvidas! – revirei os olhos.

— Então, me dê um abraço – ela sorriu fofa.

— Tá calor. – dei um passo pra trás.

— 17° não é calor. – ela me puxou colando nossos corpos.

— Que coisa estranha, Joy... – tentei me afastar, mas a ruiva passou os braços envolta do meu pescoço, me dando um forte abraço.

Separei o abraço rapidamente e ajeitei meu vestido.

— Sem agarramento. E eu tô atrasada, tendo que ir encontrar a Chaeyeon! – comecei a andar, mas Joy me puxou novamente.

— Tchau pra você também. – ela disse séria, mas, logo depois deu um sorriso e beijou meu rosto.

Apenas me soltei e dei um sorriso.

— Tchau, Joy – comecei a andar em direção a praça.

Alguns minutos de caminhada, eu já estava na praça. Chaeyeon estava sentada num banco, perto de um arbusto. Usava um vestido branco com renda, bem delicado, um laço no cabelo de mesma cor. Ela estava linda.

— Ei... – me sentei ao seu lado.

— Oi! – ela se virou pra mim sorrindo. — Você está linda, uau!

— Você também. – dei um sorriso.


Park SooYoung

— Seulgi, ela me tratou mal de novo! – eu gritava enquanto Seulgi lambia os dedos cheios de gordura do frango empanado que estávamos comendo.

— Joy, você tá afim da Yeri? Porque isso não é normal...quanto surto. – ela passou o guardanapo nos lábios.

— Eu não estou afim da Yeri, ela é minha melhor amiga, ew! – gritei com uma expressão de nojo.

Yeri era minha melhor e eu, definitivamente, nunca teria nada com ela. E nem queria!

— Ok, pare de se doer. Ela se afastou de mim e da Irene também, é normal quando pessoas se apaixonam. – Seulgi levou a lata de coca-cola a boca.

— Mas, com a Momo e Wonho, ela não fez isso. – cruzei os braços.

— Ela também não se entregou a Momo e Wonho. Por favor, Joy. Deixa de ser egoísta, você fez burrada e ela se afastou. Nesse tempo, ela deu uma chance a Chaeyeon e te deixou um pouco de lado. – Seulgi falava séria.

— Mas, eu sou a melhor amiga dela. É injusto! 

— Injusto? Você escondeu coisas importantes da garota, não vem bancar a melhor amiga agora.

Revirei os olhos e apenas desisti do assunto.


Kim YeRim

Eu e Chaeyeon estávamos num restaurante, eu não poderia estar mais desconfortável com os olhares tortos e sussurros. Mas, Chaeyeon parecia não ligar, estava feliz. 

Eu estava quase acabando a refeição, ela disse que pediria uma sobremesa.

— Eu não vou querer – sorri alisando sua mão.

Eu estava me entregando a Chaeyeon, eu tinha uma sensação boa, penso que não vou me arrepender. Ela é carinhosa, ela é linda e boa, me faz bem. Acho que no momento, só preciso estar com ela.

Chaeyeon pediu uma fatia de torta de morango. Eu bebia vinho enquanto ela comia a fatia. Eu odiava vinho, mas, ela gostava e eu só queria agradar. Passei o jantar inteiro querendo cuspir aquela bebida amarga.

— Já podemos ir? – ela sorriu limpando os lábios com um guardanapo.

— Podemos, sim. – dei um sorriso.

Por fim, pagamos a conta e saímos de mãos dadas do restaurante. Decidimos ficar mais um pouco na praça antes de irmos pra casa.

— Yeri... – ela me olhou.

— Diz! – me virei pra garota.

— Eu não sei se é cedo, mas, eu estou gostando mesmo de você! – ela mordeu o lábio inferior com certo nervosismo.

— É recíproco! Talvez, seja cedo, mas, eu não estou ligando pra isso no momento! – eu sorri colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha.

Chaeyeon se aproximou rapidamente, segurei seu rosto e a beijei. Ficamos alguns minutos assim, até ouvir gritos.

— SUAS LÉSBICAS NOJENTAS!

— ISSO É FALTA DE HOMEM!

— VÃO PARA O INFERNO!

— EU NÃO SOU OBRIGADO A VER ESSA POUCA VERGONHA!

Nos separamos rapidamente olhando pros lados, Chaeyeon abaixou a cabeça.

— Não é a primeira vez que acontece comigo... – ela disse baixo.

— Tá tudo bem, vamos sair daqui. – segurei sua mão.

Começamos a caminhar rápido, eu convidei Chaeyeon pra ir até minha casa, ela aceitou.

Meus pais ainda não estavam em casa, isso me incomodava. Com a situação atual do casamento, eu me preocupava bastante.

Levei Chaeyeon até o meu quarto, a mesma sentou na cama e abaixou a cabeça.

— Eu... – ela suspirou — Não é a primeira vez, eu deveria ter poupado a gente disso...

— Não tem problema! – me sentei do seu lado — Tá tudo bem, sério. Eu não quero que fique abalada por esse tipo de coisa – eu a abracei.

Ficamos mais um tempo abraçadas. Ela me disse que já teria que ir pra casa, pois estava ficando tarde. Levei Chaeyeon até a porta.

— Um beijo despedida? – sorri.

Ela me puxou e segurou meu rosto, levei minhas mãos até sua cintura. Foi um beijo bem calmo e demorado. Chaeyeon deu um sorriso e começou a andar, fiquei observando até ela sumir de minha vista.

Entrei em casa, fui até a cozinha pegar uma fruta, subi as escadas rapidamente. Estava afim de entrar no site, não sei porquê... mas tem sido viciante.

Me deitei na cama já pegando o notebook e digitando NVWO616.onion. Mais uma coordenada apareceu na tela de fundo branco, tratei de pegar e jogar no google maps, a coordenada era o Carnegie Museum of Natural History. Eu e Joy adoravamos visitar esse museu, apesar dela nunca entender ou saber de nada do era exposto. Eu não entendia porquê essas coordenadas sempre davam em lugares que me lembravam a Joy. Talvez eu estivesse maluca.

Depois de ver o lugar, voltei a página, dessa vez estava tudo preto e uma frase em letras vermelhas. 

"Do you like this place?" 

Haviam duas opções.

"Yes" e "No"

Cliquei em Yes, eu amava o Carnegie Museum of Natural History. A página recarregou com um "I already knew", eu cliquei na seta ao lado, mais uma vez uma frase apareceu.

"This game is not fun yet. Wait for the disappearance of your joy.

O jogo ainda não está divertido Aguarde o sumiço de sua alegria... – li em voz alta. — Que merda é essa?!

O site fechou sozinho, pela primeira vez, eu não sabia o que estava acontecendo. Só sei que, queria e iria descobrir. Esse site me deixou intrigada de tal maneira... 

Tentei acessá-lo novamente, porém, nada aparecia. Eu queria saber quando o jogo ficaria divertido, eu queria saber que alegria era essa. 

Knowledge or joy.

Fiquei pensando por alguns minutos, eu teria escolhido o conhecimento e irei perder a alegria? Quem diabos havia criado esse site, por quê tantas localizações importantes pra mim? Isso era pra todos ou era só pra mim? Eu não conseguia imaginar quem teria a capacidade de algo assim.

Ouvi alguns gritos vindo da sala, meus pais haviam chego em casa. Sai do quarto e desci as escadas rapidamente, meu pai gritava como nunca.

— EU SEMPRE SOUBE, SUHYUN! – ele gritava.

— Sim, George! Eu fiz, eu fiz porque não aguento mais nosso casamento! Você não me faz feliz, entende! 

Eu estava no final da escara, porém, minha presença não importava naquele momento.

— Você não estava me fazendo feliz, mas, eu tenho senso! Eu nunca faria isso com você, pedir um divórcio era bem melhor que fazer isso. – ele estava muito nervoso.

— Eu não poderia pedir divórcio, tem a Yeri...

Quando ela disse aquilo, eu me senti na necessidade de falar.

— Não tem a Yeri coisa nenhuma! – eles finalmente notaram minha presença. — Você não me use como desculpa pra sua falta de caráter! Qual é, mãe? Ter pais separados é uma coisa que não me atrapalharia em nada. O que me atrapalha, é essa palhaçada de vocês! – minha mãe estava de boca aberta.

— O que...

— É, isso! É só isso. Você o traiu porque você quis. Você quem fez esse casamento ser infeliz, ausente! Uma péssima mãe. Eu nunca pude contar com você, por favor... não me use como desculpa, você nunca ligou pro que eu pensava ou sentia. Você é babaca, admita isso. E saia dessa casa! 

— Yeri... – meu pai tentava falar.

— Não, eu cansei de vocês tentarem bancar a família feliz e normal, tratar tudo como se fosse natural. Não é! Não é, por favor, eu não aguento mais! – eu caminhava bufando até a porta.

Eu não esperei pra ouvir o que eles tinham a dizer, só peguei meu skate na garagem, o coloquei no chão, subi no mesmo e dei impulso. 

Fui direto pra casa de Joy, eu não me importava com o clima estranho, só precisava da minha melhor amiga agora. Eu precisava de um ombro pra chorar, de pipoca, sorvete e Rei Leão, logo depois uma maratona de As Apimentadas.

Eu estava na frente da porta de Joy, tomando coragem pra tocar a campainha. Ela poderia estar com Sungjae, e...ah, eu toquei a campainha.

Depois de cinco minutos, Joy abriu a porta. Ela vestia um moletom cinza e seus cabelos estavam presos num rabo de cavalo perfeito. Ela deu um sorriso ao me ver.

— O bom filho, a casa retorna... – ela disse sorrindo.

— Um bom filho, está com problemas em casa. – suspirei — Eu espero que Sungjae não esteja aí.

— Ele não está. Entra.

Ela me deu passagem e eu entrei, fomos direto pro quarto, Joy não me deixou nem responder a sua mãe educadamente. Depois de abrir a porta e revelar seu quarto extremamente bagunçado, a garota se jogou na cama e suspirou.

— O que houve? 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Desculpe se o capítulo ficou curto :(


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