História Defective Tragedy - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Gêmeos, Jingyeom, Pepigyeom, Yugnior
Visualizações 143
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá~
Nem demorei, viu? Haha xD Pelo menos por enquanto tá tudo tranquilo e to conseguindo atualizar consideravelmente com frequência...
Eu nem ia postar hoje, mas mudei de ideia de última hora.
Muito obrigada por todos os comentários e favoritos!
Espero que gostem. E me perdoem por qualquer erro.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 03


Fanfic / Fanfiction Defective Tragedy - Capítulo 4 - Capítulo 03

 

Seus dentes não paravam um instante de morder a tampinha da caneta enquanto encarava o caderno com algumas poucas anotações desleixadas sem de fato dar atenção ao que estava escrito ali. Muito menos conseguia prestar atenção em toda a explicação que o professor de coreano dava na frente da classe; de qualquer forma, nem o pensamento de que deveria parar de ficar tão disperso e focar nos estudos lhe passava pela mente.

YuGyeom não parava de pensar em outra coisa. Seu irmão. Como diabos havia chegado naquela situação, afinal de contas? Fazia dois dias desde que Jackson Wang havia o rondado daquela forma e jogado a bomba, fugindo no instante seguinte com uma desculpa qualquer de que estava atrasado para a próxima aula e o deixando descrente para trás. Graças a ele quase perdeu a aula seguinte e não tirava aquilo da cabeça. E o pior de tudo era que não conseguiu encontrar o maldito chinês em lugar algum para lhe explicar aquela história direito. Parecia até que ele estava fugindo de dar uma satisfação.

Afinal de contas, por que deveria confiar em uma pessoa que nunca tinha visto na vida e que claramente parecia não bater muito bem das ideias? Aquilo podia muito bem ser uma grande mentira e Jackson Wang não passar de um grande stalker com os seus meios de informações. Seus pais jamais haviam lhe falado a respeito de um irmão ou irmã antes e eles nem tinham motivos para esconderem esse tipo de informação dele. Ou eles realmente não sabiam disso?

— Arg! — por fim retirou a caneta da boca, praticamente se deitando sobre a sua carteira e recebendo um olhar de seu colega, sentado ao seu lado na mesa dupla.

— Eu sei que você deve estar passando por um baita dilema, mas, cara — YuGyeom virou um pouco a cabeça para encarar o ruivo de pele amorenada ao seu lado, que o encarava com uma das sobrancelhas arqueadas — dá pra parar de ficar toda horas suspirando e resmungando?

YuGyeom suspirou fundo e ignorando a careta que seu colega fez, voltou a se erguer e se apoiar contra o encosto da cadeira.

— Foi mal, BamBam.

— Só… Pare com isso. ‘Tá me incomodando pra caralho.

YuGyeom concordou silenciosamente, voltando o olhar para o professor sem entender bulhufas do que ele estava dizendo. Ótimo, estava sendo um aluno maravilhoso. Desviou o sigilo para o caderno cheio de anotações e notas do ruivo ao seu lado, espiando as letras um tanto engraçadas e quase incompreensíveis para si — o que denunciava que BamBam era claramente um estrangeiro e talvez por isso estivesse tão a fim de prestar tanta atenção na aula de coreano.

Quando BamBam cobriu o caderno com os braços, fitando-o de forma ameaçadora, YuGyeom voltou a olhá-lo no rosto.

— De onde você é mesmo, BamBam? — tentou ser amigável, mas recebeu uma afronta desconfiada.

— Tailândia.

— Por que veio da Tailândia para estudar aqui?

— Na verdade, eu já moro na Coreia há algum tempo — explicou sem se aprofundar. YuGyeom não insistiu, mas se curvou na direção do rapaz magro e esguio, fazendo-o se curvar para manter um espaço saudável entre eles. Sem nem ao menos pedir permissão, puxou um pouco o caderno debaixo dos braços de BamBam para vislumbrar as anotações.

— Sua grafia é confusa e você está trocando alguns caracteres.

— E desde quando isso é da sua conta? — YuGyeom ergueu o olhar para BamBam e sorriu.

— Mas a sua pronúncia é ótima. — A expressão até então irritada de BamBam se suavizou um pouco e ele pareceu relaxar quando YuGyeom voltou a se sentar normalmente em sua cadeira. — Pode me emprestar depois? Eu não prestei muita atenção na aula. Se isso compensa, posso tentar te ajudar com sua ortografia.

BamBam o analisou de modo analítico, tentando encontrar qualquer sinal de que ele estivesse aprontando alguma coisa. Por fim, respirou fundo ao notar que ele não parecia ser esse tipo de pessoa e demonstrava estar sendo sincero. De fato, tinha notado que ele mal tinha prestado atenção na aula.

— Tudo bem.

YuGyeom sorriu amplamente.

— Valeu, cara.

 

. . .

 

— Qual é o problema dele? — Mark Tuan indagou sentado ao lado de JinYoung na lanchonete, encarando um Jackson completamente alheio e pensativo enquanto brincava com a sua comida.

JinYoung deu de ombros, saboreando seu almoço.

— Sei lá, ele ‘tá esquisito faz dias.

Erguendo-se um pouco e se curvando por sobre a mesa, Mark desferiu um belo tapa contra a cabeça de Jackson, que o encarou enfezado.

— Idiota! O que você ‘tá fazendo?

— Eu que pergunto — o americano de cabelos dourados rebateu com as sobrancelhas encrespadas. — Que bicho te mordeu? Não é normal você ficar quieto assim por mais de dez minutos.

Jackson variou o olhar entre Mark e JinYoung, que também o fitava em plena curiosidade. Por fim, balançou a cabeça negativamente.

— Não é nada.

Ambos os seus amigos não acreditaram em uma palavra sequer do chinês, mas nada disseram a respeito. JinYoung foi o primeiro a se levantar assim que terminou o almoço e se afastou para abandonar a louça suja e partir, contudo, quando Mark se levantou para fazer o mesmo, Jackson se ergueu segurando seu pulso e o impedindo. O americano o fitou confuso.

— Eu preciso te contar uma coisa — não foi necessária mais explicações para que Mark voltasse a se sentar.

— É o motivo pra você estar esquisito assim?

— Mais ou menos — Jackson bufou. — Na verdade, nem sei se você vai acreditar. Seria melhor você ver com os seus próprios olhos.

— Do que você ‘tá falando?

Mesmo estando completamente confuso com tudo aquilo, quando Wang lhe pediu que o seguisse e pararam no prédio de Engenharia, Mark não protestou. No entanto, a coisa começava a mudar de ângulo quando tinha que se esgueirar do lado de fora da cafeteria do prédio para ver sabe-se lá o que Jackson queria tanto lhe mostrar. Receber aqueles olhares curiosos de algumas calouras, que sorriam e cochichavam ao vê-los espiando o local não era muito agradável.

— Então, vai dizer o que exatamente a gente ‘tá procurando?

— Shhhhhhhhhh — Mark bufou, cruzando os braços e parando de olhar de forma perdida pelo local. O que diabos Jackson queria tanto lhe mostrar? Quando recebeu um puxão no braço e quase caiu, Tuan desferiu um tapa na cabeça do chinês folgado. Teria reclamado se ele não tivesse lhe interrompido. — Achei, achei, achei! Olha! Do outro lado da cafeteria, numa das últimas mesas, o cara de cabelo preto e camisa listrada. Olha!

Ainda incerto, Mark se esgueirou junto a Jackson e procurando o que ele havia lhe apontado. A primeiro momento, demorou um pouco para perceber o que Jackson queria dizer, mas no instante seguinte suas pálpebras dobraram de tamanho.

— Espera, SeungHyun?!

— Na verdade, o nome dele é YuGyeom — Jackson corrigiu, parando de espionar o rapaz que comia tranquilamente junto com outros garotos. Mark o imitou, pensativo e sem saber que conclusões tirar daquilo tudo.

— O que isso significa?

— Significa que, ou SeungHyun tinha um irmão gêmeo esse tempo todo, ou aquele garoto é algum tipo de Doppelgänger.

Mark passou uma das mãos pelos fios dourados, bagunçando-os levemente e perplexo.

— JinYoung sabe disso?

Jackson deu de ombros.

— Acha mesmo que ele estaria bem se soubesse?

Mark balançou a cabeça em sinal positivo, concordando com a suposição de Jackson. Os dois sabiam que o amigo não estava nada bem e ele nem ao menos se dava ao trabalho de disfarçar tanto assim. Não conseguia pensar numa reação do Park em relação a um suposto irmão do falecido namorado, talvez fosse uma tragédia.

— Você pretendia contar pra ele? — Mark indagou, curioso e preocupado ao mesmo tempo.

— Eu… Não sei. Por isso eu ‘tô contando para você. O que acha que a gente deveria fazer?

Mark refletiu por alguns instantes sem saber exatamente que atitude tomar. Aquilo poderia destruir Park ainda mais, saber que havia uma pessoa com a mesma aparência de SeungHyun por aí… Talvez não fosse bom.

— Acho melhor deixar esse assunto quieto — Mark decretou.

— E se eles se esbarrarem por aí?

— JinYoung ainda não ‘tá com cabeça para isso. Ele precisa de um tempo.

— Ainda assim, acho arrisc-

— Você! — Com a interrupção, Mark e Jackson lançaram um olhar para a porta da cafeteria e Wang quase engasgou ao notar a forma irritada que YuGyeom lhe fuzilava.

— YuGyeom, oi — Jackson sorriu amarelo e Kim estreitou os olhos ao se aproximar dele, nem notando Mark o analisando.

— Oi? Só isso? — YuGyeom cruzou os braços, exigente.

— Ahn… Tudo bom com você?

— Não! — respondeu, irritado. Jackson coçou a nuca completamente sem graça e lançando uma olhadela a Mark, que deu de ombros. — Você ‘tá me seguindo?

— Não exatamente.

— Então o que ‘tá fazendo aqui? Querendo contar mais uma mentira?

Jackson fez uma careta, indignado.

— Você acha que eu menti?

— Então é mesmo verdade? — a expressão de YuGyeom se suavizou e se transformou, parecendo ter se tornado pura confusão e choque.

— Bom… Não acho que seja um bom momento para a gente falar sobre isso, saca?

— O que aconteceu? — Mark se intrometeu, recebendo o olhar de YuGyeom que só então pareceu se dar conta de sua presença. Ao notar a curiosidade nas íris do garoto, o americano sorriu. — Me chamo Mark Tuan.

— Oh, sou Kim YuGyeom. É um prazer, Mark…

— Hyung — Mark completou, recebendo um olhar de confusão. — Sou mais velho que você, provavelmente. — Os lábios de YuGyeom se entreabriram soltando um “ah” mudo e não protestando. — E então, o que esse inútil fez?

— Mark! — o americano pareceu ignorar completamente o protesto de Jackson, que estalou os lábios em indignação. — Em minha legítima defesa, eu não fiz nada. Apenas contei para ele sobre… Aquilo.

Com descrença, Mark fuzilou Jackson totalmente incrédulo do quão linguarudo o amigo poderia ser às vezes. Por fim, volveu a atenção a YuGyeom e abriu um pequeno sorriso.

— Desculpe, YuGyeom, mas acho que a conversa entre vocês vai ter que ficar para outro dia. A gente tem um compromisso agora — agarrando Jackson pelos ombros, Mark o virou e começou a empurrá-lo para longe dali.

— E-espera! Eu realmente preciso…!

— Outra hora, YuGyeom! Outra hora! — Mark novamente interpelou, deixando o Kim abismado para trás enquanto os observava sumirem de seu campo de visão. Eles estavam fugindo ou o quê?

— Será que dá para você parar de me empurrar? — Jackson reclamou, recebendo um empurrão mais forte que o fez gritar indignado e receber olhares curiosos das pessoas ao redor.

— Cala a boca, Jackson. Você só faz merda. Como você pôde ter dito pra ele sobre o SeungHyun?

— Na verdade, eu só disse que conhecia o irmão dele.

— Ele ao menos sabe que o irmão dele está morto? — Jackson não respondeu, só então se dando conta da merda que tinha feito. Como seria a reação de YuGyeom quando soubesse que o irmão recém descoberto estava em um Columbário? — Você só faz merda mesmo.

Quando chegaram do lado de fora do prédio, Mark parou de o empurrar e os dois passaram a andar em meio aos outros alunos pelo campus em completo silêncio.

— Eles realmente se parecem, né? — Jackson comentou como quem não queria nada, mas contemplativo e um tanto sentimental.

— Muito, até a voz. — Mark concordou, suspirando. — Mas o jeito como falam e agem são diferentes, sabe? Pelo pouco que a gente conversou, deu pra perceber isso. Dá pra notar as diferenças facilmente, mesmo sendo tão parecidos.

— Talvez realmente não seja uma boa o JinYoung ficar sabendo disso por enquanto.

Entre as poucas coisas que Mark e Jackson concordavam, essa se tornou mais uma delas.

 

. . .

 

Era realmente uma missão complexa tentar interpretar o que estava escrito ali. Sentado de frente para a sua escrivaninha, com o quarto vazio e silencioso, YuGyeom respirou fundo ainda com a testa vincada e abandonou a caneta de lado, levando ambas as mãos aos cabelos e os bagunçando. Teria um baita trabalho para ajudar BamBam. Céus, ele era terrível! Como o próprio conseguia ler o que escrevia? Todas as vezes em que encarava as folhas, imaginava estar lendo uma língua de outro planeta.

Quando a porta se abriu, foi a deixa de YuGyeom, que empurrou a cadeira de rodinhas para o lado, virando-se para encarar YoungJae.

— E aí, cara? — Choi cumprimentou, jogando tudo o que carregava sobre a cama e se jogando deitado na mesma em seguida.

— Boa noite, hyung — YuGyeom retribuiu sorrindo um pouco ao notar a expressão exausta do mais velho e não perdeu a oportunidade de soar sarcástico. — Você parece cansado.

— Eu ‘tô morto — o mais novo meneou o cabeça negativamente, achando YoungJae realmente exagerado. Nem era para tanto, aquela era apenas a primeira semana de aula. Repentinamente, YoungJae se sentou como se tivesse se lembrado de algo realmente importante. — A confraternização…

— Então você também foi chamado? — YuGyeom se espreguiçou, esticando os braços preguiçosamente e sem demonstrar muita importância ao assunto.

Não sabia se era sorte ou uma infelicidade, mas naquele ano o reitor da universidade havia proibido que os veteranos fizessem algum tipo de brincadeira com os calouros uma vez que no ano anterior a coisa foi um pouco séria demais — algo sobre tinta, bebida, nudez, internet e que rendeu a um pobre coitado o resto do ano recebendo bullying, dois veteranos quase expulsos e processados. A pessoa em questão até desistiu da faculdade depois de dois meses aturando a brincadeira de mal gosto. Apesar de tudo, sem a permissão para o trote, alguns sunbae decidiram fazer um tipo de confraternização para dar as boas vindas aos novatos fora do campus.

— Sim, parece que vai ser bem grande. Estão chamando quase todo mundo.

— Haja espaço.

— Vai ser numa chácara de um ex-aluno de medicina, ouvi dizer que é bem grande. — YoungJae voltou a se deitar, todo preguiçoso.

— Hyung, tome banho antes de dormir, seu porco. — Em resposta, YoungJae apenas resmungou. Bufando e nem ousando insistir, YuGyeom voltou o olhar para o caderno, acabando por resmungar contrariado. Juntou os materiais necessários e se levantou. — Hyung, eu volto logo. — Recebendo outro resmungo como resposta, YuGyeom chutou de leve a perna de YoungJae, que praticamente rosnou em fúria e o fez rir antes de deixá-lo sozinho com a sua preguiça.

Em poucos instantes, saiu do elevador no oitavo andar e caminhou pelo largo corredor vazio e cheio de portas. Por sorte BamBam tinha lhe falado onde habitava enquanto conversavam mais cedo sobre todo o tipo de coisa; apesar de ser um tanto arisco no começo, com o tempo o ruivo conseguia se soltar facilmente e manter uma conversa agradável.

Com os olhos atentos sobre os números e identificações, ficou aliviado ao ver o nome estranho do tailandês em uma das portas e nem pensou duas vezes antes de bater contra a mesma, esperando e repetindo o ato mais algumas vezes. Quando ouviu o som de uma batente sendo aberta, desviou o olhar para a porta ao lado vendo um cara saindo pela mesma e a trancar antes de se virar. YuGyeom franziu as sobrancelhas ao sentir o olhar se fixar em sua direção com uma expressão espantada. A mesma que Jackson havia feito quando se encontram pela primeira vez há alguns dias. Mas que diabos?

— YuGyeom — quando a entrada do quarto de BamBam se abriu, ele desviou a atenção para o ruivo e notando a sua expressão confusa. — O que você ‘tá fazendo aqui?

— Eu não consegui entender a sua letra, então pensei que pudesse me ajudar a passar isso a limpo — respondeu um tanto distraído e lançando um olhar de relance para o garoto praticamente paralisado no corredor. Qual era o fucking problema com o pessoal daquela universidade? Um tanto desconfortável, virou-se para o rapaz. — Aconteceu alguma coisa? Eu ‘tô cagado, ou por acaso virei um fantasma?

Ao contrário do que esperava, ter se pronunciado a ele teve a reação inversa que havia imaginado. Ele esbugalhou os olhos, ainda mais espantado, e deu um passo em falso para trás, tropeçando e quase caindo, mas se apoiando na parede e conseguindo manter o equilíbrio.

— N-não, eu só… É que… — YuGyeom ficou completamente chocado. Por que ele estava tão nervoso? — Não é nada! E-eu… ‘tô indo.

YuGyeom o observou se encolher contra a parede ao passar por si, como se ele pudesse voar no garoto assustado e o devorar. Qual é? Não era nenhum chupacabra, qual era o problema dele? Assim que ele se afastou ainda atento na sua direção, o rapaz lhe deu as costas e saiu correndo até o elevador, apertando o botão freneticamente.

— Ok, que porra foi essa? — BamBam perguntou, vendo o vizinho de dormitório praticamente pular dentro do elevador assim que a porta se abriu. A testa enrugada em confusão.

— Eu sei lá — YuGyeom respondeu, voltando-se para o ruivo. — Quem é ele?

— O JeongGuk? — o coreano deu de ombros. — Ele é um cara legal, não sei porque ele agiu assim.

— Ah. — Será que aquilo tinha ligação com o que Jackson disse? O seu suposto irmão? Afastou o pensamento da mente, por mais que aquilo estivesse lhe dando um nó. — Você vai me ajudar com isso? — Quando YuGyeom ergueu os cadernos, os ombros de BamBam caíram um pouco em desanimação, mas ele não relutou em abrir espaço para que seu colega na aula de coreano entrasse. — Valeu, Bam!

 


Notas Finais


Columbário é onde ficam as cinzas dos cadáveres, pra quem não sabe. E sim, nem eu sabia até pesquisar.
Bambam deu o ar da graça! <3 Assim como o Mark, claro.
Ah, não sei se perceberam, mas o falecido Seunghyun tem o sobrenome Im *moon face* Isso não é pra ser nenhum segredo, então acho que já entenderam o que eu quero dizer, né? Não? >.< Espero que sim kkkkkk
Eu não tenho muito o que dizer T^T Normalmente eu sempre falo muito nas notas, mas eu meio que perdi essa mania... Eu gostava de tagarelar por aqui...
Se tudo der certo, não demoro!
Beijos :*


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