História Defense Attorney - Capítulo 9


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Categorias Gabriella Wilde, Justin Bieber
Personagens Gabriella Wilde, Justin Bieber
Tags Advogado, Gabriella Wilde, Justin Bieber, Relação, Sexo
Exibições 58
Palavras 5.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu falei que não iria demorar tanto para atualizar. Mereço uma salva de palmas mim...

O que eu posso dizer desse capítulo? Bom hoje tem..... Vocês são irão saber se lerem. Portanto nao vou tomar os seus tempo e bora ler.

Se vocês perceberam a fic esta de capa nova. Feita pela talentosa da Mari @tchimin ficou divosa esta capa.

Então boa leitura e nos vemos lá embaixo.

Capítulo 9 - I do not like to be teased. And I like not to share.


Fanfic / Fanfiction Defense Attorney - Capítulo 9 - I do not like to be teased. And I like not to share.

​Narrado por Brittainy.

Depois que Justin partiu, corri para casa e fui diretamente para a cozinha. Abri o freezer, mas depois fechei de novo. Se eu continuasse com isso, eu dobraria meu peso antes que o meu estágio acabasse.

Felizmente para mim, Alice insistia que nunca poderia ser fotografada com a mesma roupa duas vezes, fazendo com que seus belos vestidos e seu guarda-roupa chique viessem diretamente para mim. Desde o incidente com Justin, no elevador, eu estava com uma nova obsessão: usar peças sexy debaixo de qualquer roupa que eu vestisse. E funcionava como um impulso adicional de confiança também.  Já era ruim o sufuciente que a última vez que vi o cara mais maravilhoso do mundo eu estivesse usando jeans rasgado, uma camiseta suja e com um coque desleixado na cabeça.

Agarrei um belo vestido Chanel verde do meu armário. Alice tinha me dado há cinco anos, mas nunca tive razão para usá-lo antes de hoje à noite. Não era da estação, mas nunca teria que servir. O corpete com decote em formato de coração abraçava meus seios, elevando-os e deixando meu colo à mostra. Enrolei meu cabelo em cachos e, em seguida, os prendi uma trança lateral frouxa. Com os lábios entre abertos, apliquei a máscara para cílios com cuidado para não embolar.

- Cacete! Você está sexy, gata. - disse Alice entrando em meu quarto. Ela estava deslumbrante num vestido creme Valentino em cetim.

- Olha quem fala. Você está linda, amiga. - rodei meu dedo, pedindo a ela para virar. - As vantagens de ter um namorado rico.

- Correção.  Somos apenas amigos. - disse ela com um sorriso travesso.

- Amigos é o cacete. Nenhum dos meus amigos compra pra mim as coisas que ele compra para você. - me virei para o espelho, para terminar de aplicar a máscara para cílios.  - Ele ama você Ali, e ele adora demonstrar isso te enchendo de presentes caros. Quando você vai admitir que o ama também?

Ela caminhou até meu armário e pegou o gloss labial da minha bolsa de maquiagem.

- Você sabe que não tenho tempo para me prender a ele. Meu foco principal é na minha carreira.

- Sim, mas o que acontecerá quando ele se cansar de esperar por você? Você já deu o fora nele em inúmeras ocasiões.  - fechei a máscara e peguei um batom nude.

- Ele sabe o que eu acho de tudo isso. Não tenho tempo para me prender num relancionamento com ele. Ele sabe que pode seguir em frente, se quiser, e que o que temos é apenas diversão. 

Se você está dizendo.... - falei, antes de aplicar a última camada de brilho labial. Eu sabia que, se Nathan a deixasse ela ficaria devastada.

- Vocês duas estão prontas? - Lucas enfiou a cabeça para dentro do meu quarto. Ele caminhou até Alice e lhe deu um beijo suave na bochecha, antes de caminhar até a mim, beijando-me. - Porra Britt, vou precisar lutar com todos os caras para mantê-los afastados de você durante a noite toda inteira.

- Sério isso? - perguntou Alice, adicionando combustível ao fogo. - A gatinha com garras afiadas que existe dentro dele emergiu.

- Parem com isso vocês dois. Vamos lá ou iremos nos atrasar.

(...)

Nathan estava esperando por nós no térreo, com as taças de champanhe na mão.  Apesar de Alice não se decidir sobre ele, eu e ele éramos amigos há anos. Eu só queria que eles dois se resolvessem e ficassem juntos. Nathan era um tipo raro: extremamente rico, mas nunca ostentava o que tinha, nem se sentia melhor do que ninguém,  além de ser incrivelmente sexy. Ambos pareciam modelos de capa. O cabelo de Alice mudava com o clima, mas nunca era algo muito vibrante. Ela sempre se certificava de que ele complementasse as características suaves de Nathan, mesmo que ela nunca admitisse isso. Ele era muito mais alto do que ela, magro e em forma, mas não musculoso, com o cabelo castanhos e olhos verdes.

A limusine parou no tapete vermelho, e as cameras imediatamente começaram a piscar assim que Nathan saiu do carro. Ele pegou a mão de Alice e escoltou para fora, segurando-a ao seu lado, garantindo que cada foto fosse tirada deles juntos. Lucas saiu atrás de Alice e virou-se para mim. As cameras continuaram por todo o tapete vermelho, seguindo Nathan e Alice, e ignorando Lucas e eu, os Zé Ninguém. 

- Madame? - Luc brincou, curvando-se e esticando a mão. 

- Obrigada, gentil senhor.  - tentei fazer o meu melhor sotaque sulista, enquanto seus lábios suavemente beijaram as costas da minha mão. - O que uma mulher precisa fazer para ganhar um pouco de atenção por aqui? - nós dois rimos.

Lucas segurou minha mão enquanto caminhávamos pelo tapete vermelho.  Nós não fomos fotografados, mas fomos convidados a caminhas lentamente, de modo que a imprensa teve tempo suficiente com Nathan. Quando estávamos no meio do tapete, uma nova limusine parou e a multidão de fotógrafos correu para registrar a nova chegada. Luc e eu olhamos um para o outro e para trás de nós, tentando ver quem poderia ser o recém-chegado. Dei de ombros e seguimos até nos aproximarmos de Alice e Nathan.

O salão de baile do Waldorf Hotel tinha sido magicamente transformado. Uma área foi dedicada a um leilão silencioso, o outro lado ostentava um bar pródigo com mesas altas para as pessoas socializarem. O local adjacente estava cheio de mesas de jantar, uma pista de dança e uma banda de jazz. O Lucas e eu seguimos para a área do bar enquanto Alice e Nathan foram conferir os itens para o leilão. Ficamos parados perto de uma mesa alta e uma garçonete se aproximou con duas taças de champanhe. 

- A boa vida. - disse Luc. Nós brindamos nossas taças e bebemos um gole da bebida borbulhante. Lucas me puxou para mais perto e sussurrou em meu ouvido. - Então, devo agir como o namorado superprotetor ou o melhor amigo amoroso? Posso ser qualquer um. - ele piscou. Coloquei minha cabeça em seu ombro.

- Que tal o melhor amigo amoroso? E, se eu precisar de você pode virar o namorado psicopata louco. - ele beijou o topo da minha cabeça.

- O melhor amigo amoroso é fácil de fazer.

Risinhos agudos acompanharam um pequeno grupo de pessoas, quando eles ocuparam a mesa atrás de nós.  Havia um grupo de homens e mulheres ao redor de alguém que eu não conseguia ver quem era. Lucas e eu continuamos a olhar, na esperança de ter o vislumbre de uma celebridade. Quando o homem à minha frente se moveu para pegar uma bebida com a garçonete, uma abertura no meio do grupo me conectou imediatamente com aquela íris dourada, e eu ofeguei, em busca de ar. Justin estava olhando diretamente para mim, mordendo o lábio inferior.

E o prêmio para a pesso com a pior sorte do mundo vai para... Mim.

Lucas baixou os lábios para os meus ouvidos.

- Esse é o herdeiro Bieber, certo?

Eu não podia responder-lhe, meus olhos estavam grudados no homem que tinha me deixado sem fôlego, diante da sua casa. O sorriso malicioso de Justin desapareceu, e um olhar que assumi que era de raiva apareceu em seu rosto. Consegui afastar meus olhos para observar o grupo que o rodeava. Ele tinha mulheres fazendo fila para falar com ele, incluindo uma morena deslumbrante que tinha mãos bem cuidadas, apoiadas em seu bíceps. 

Voltei a olhar Justin uma última vez, antes de enfrentar Luc.

- Brittainy? - Luc falou baixinho no meu ouvido. - Você o conhece?

- Por favor, aja como o namorado superprotetor. O tipo arrogante.

- Tem certeza? - ele olhou para trás,  para Justin, então de volta para mim. - Pude sentor o calor emanar de vocês dois. - ele sussurrou baixinho. Ficando de pé,  levei meus lábios a poucos centímetros dos dele.

- Luc, meu amor, aquele é o Justin Drew Bieber. O cara com quem eu quase dormir, aquele que me prendeu no elevador, isso para não mencionar que ele é o advogado de defesa no caso que estou trabalhando. Então,  por favor, namorado excessivamente ciumento.

A mão de Luc, segurou meu rosto. Ele roçou os lábios suavemente nos meus, antes de beijar minha bochecha.

- Seu desejo é uma ordem.

Senti meu corpo relaxar por uma fração de segundo antes de a minha pele começar a formigar. ​Isso só acontece quando ele está por perto.​ Fechei os olhos, preparando-me para sua voz ou seu toque.

- Brittainy. - disse Justin.

Meus joelhos enfraqueceram  e o suor começou a se formar na parte de trás do meu pescoço. Virei para encará-lo. Luc limpou a garganta, parando ao meu lado.

- Justin. - eu disse, minha voz quase inaudível.

- Com essa, são três vezes em um dia.  - suas sobrancelhas ergueram-se ligeiramente.

Balancei a cabeça educadamente, divagando na minha cabeça, tentando pensar em algo a dizer.

- Drew, não vai me apresentar? - a voz irritante da sua acompanhante combinava perfeitamente com os seus seios enormes e falsos, que estavam expostos para o mundo ver em seu vestido de paetê prata. Quem usa paetê em um evento de caridade?

Ciúmes não era um sentimento que eu costumava sentir, mas não pude evitar. Eu não podia tê-lo, mas não queria que ninguém o tivesse. Não havia outra maneira de colocar isso.

- Brittainy.... E acho que nós já nos conhecemos. - ele estendeu a mão para Luc.

- Lucas Sullivan. - Luc respondeu, apertando a mão dele. Passei meus braços por entre o braço de Luc, segurando-o mais próximo de mim, como apoio.

- Prazer, está é Sally.

- Mandy. - ela rapidamente corrigiu.

Inclinei a cabeça ligeiramente para a direita e o olhei para Justin. Ele nem se quer sabe o nome dela. Um pequeno sorriso apareceu em seu rosto e ele deu de ombros, não se importando em ter dito o nome errado. Ele não se corrigiu ou pediu desculpas a ela. Simplesmente continuou a olhar para mim, até que seus olhos viajaram para minha mão esquerda, que estava entrelaçada com a de Lucas. Ele ergueu a sobrancelha, silenciosamente questionando quem era Luc.

- Então,  como você conheceu o Drew? - Mandy perguntou. Seu braço estava apoiado em seu bíceps e ela apoiou a cabeça no ombro dele. Marcando território.  Uma parte de mim queria arrancar seus olhos com as unhas falsas dela. Meus olhos encontraram os de Justin e retribuí seu olhar interrogativo de antes.

 - Brittainy é advogada de um caso que estou trabalhando. 

- O quê? O que você quis dizer com um caso? Caso de quê? - Mandy bateu os cílios,  fazendo charminho para ele. Lucas riu baixinho.

-  É um trabalho. - Justin falou, mal escondendo seu aborrecimento.

- Bem, precisamos encontrar nossos amigos. Foi um prazer conhecê-la, Amanda. Justin. - eu disse, puxando a mão de Lucas.

- É apenas Mandy. - ela inclinou a cabeça.

Sorri para ela, em seguida, virei na direção do leilão,  deixando Luc liderar o caminho. Comecei a caminhar, quando senti a mão de Justin no meu cotovelo. Soltei a mão de Lucas e virei ligeiramente para os olhos brilhantes de Justin.

- Não gosto de compartilhar. - ele disse num sussurro baixo.

Eu também não gosto de compartilhar!

- Que bom que você não precisa. Mandy parece muito contente em tê-lo para si.- puxei meu braço para fora do seu domínio e sorri.

Lucas me puxou junto a ele, colocando a mão nas minhas costase me orientando no meio da multidão.  Deixei Justin onde ele esta a e não olhei para trás,  meu coração batendo a mil por hora. Quando eu sabia que ele já não podia nos ver, parei e agarrei duas taças de champanhe. Entreguei uma a Lucas e acabei com a minha em três grandes goles. Então ele me entregou sua taça e acabei com ela também. 

- Você está bem? - perguntou Lucas, tirando as taças vazias das minhas mãos e colocando-as sobre a mesa.

- Estou bem. Ele simplesmente provoca coisas em mim.

Ele pegou mais duas bebidas de uma garçonete que passava e rapidamente me entregou outra taça.

- Sério,  a tensão sexual entre vocês dois... Me senti desconfortável só em estar lá. 

Respirei fundo antes de beber minha nova taça de champanhe. De repente, lembrei-me de uma coisa.

- Por quê você o chamou de herdeiro Bieber?

- Você não sabe? - perguntou Luc. Balancei a cabeça em resposta.Não fazia ideia de que ele era herdeiro de algo. - Você busca todo mundo no Google, mas não fez isso com ele?

- Não, Luc. Alice me mostrou alguns artigos sobre ele, mas eu estava pirando na época e não pesquisei quem ele era. Coloca pra fora. - troquei minha taça vazia por uma cheia, quando a garçonete passou. Como não havia um freezer que eu pudesse atacar, o champanhe teria que servir.

- Ele é Justin Drew Bieber. Isso você já sabe. Sua família tem negócios de todos os tipos, desde hotéis e cassinos até o setor imobiliário. Eles têm negócios em Dubai, Itália, Nova Deli, Rio e acho que ele foi destaque da Forbes, como uns dos dez bilionários solteiros mais cobiçados.

Tomei um gole da quarta taça, olhando de volta para onde Justin estava.

- Mas ele tem seu próprio escritório de advocacia e coloca a mão na massa em seus casos. Se você fosse tão rico assim, por quê iria trabalhar cerca de oitenta horas por semana? - Luc beijou minha testa.

- Faça seu trabalho de casa, Brittainy. Ele é um cara muito bom, que doa muito dinheiro para caridade, a de hoje esta inclusa. Ele tem um enorme coração quando se trata de ajudar as crianças.

Tomei outro gole, odiando ainda mais não poder ficar com Justin. Claro que ele era perfeito. Eu precisava ficar longe do perfeito, rico, galã que apoia a caridade. Minha carreira estava no caminho.

-Vamos lá. Vamos encontrar Alice e Nathan.

Luc e eu andamos pela área de leilão.  A cada passo longe de Justin, meu coração doía com tanto medo por estar longe dele e, ao mesmo tempo, por estar na mesma sala que ele. Não conseguia evitar. A cada oportunidade que eu tinha, eu olhava ao redor, tentando localizar ele e Mandy. Eu só precisava de um vislumbre, uma pequena dose para o meu vício. 

- Sabe, se eu fosse seu namorado, fucaria muito ciumento com o fato de que você não consegue parar de ohar para ele. - Luc sussurrou, antes de se aproximar de Alice. Enfiei meu cotovelo em suas costelas e sua risada alegre trouxe um sorriso ao meu rosto.

- Vocês encontraram algo que chamou sua atenção? - perguntou Alice.

- Brittainy sim. Quer dizer, não alguma coisa, mas alguém.  - Luc respondeu.

- Lucas! - me afastei dele.

- Quem? - Alice perguntou.

- Justin Bieber está aqui, acompanhado, e pedi a Luc para agir como o meu namorado para que ele recue. Sem sermão,  ok! Vamos aproveitar a noite.

 - Entendi. Sem sermão. 

Seguimos para a proxima sala e encontramos nossos lugares. Compartilhamos ambiguidades com os amigos e colegas de Nathan; enquanto o primeiro prato era servido. Tive que me forçar a não olhar ao redor da sala, à procura de Justin, e Luc puxou a cadeira para mais perto da minha, agindo como o namorado superprotetor. De vez em quando, ele colocava o braço em minhas costas, tirava uma mecha de cabelo do meu rosto, e beijava minha têmpora ou meu ombro nu. Por sermos amigos há tanto tempo, era fácil para nós estarmos tão próximos e nos sentirmos confortáveis. 

Antes do jantar ser servido, a banda anunciou que a pista de dança estava aberta. Quase todos em nossa mesa se levantaram e seguiram pela multidão,  em direção à pista de dança. Olhei para Luc.

- Não se atreva a objetar, Brittainy. - Luc se levantou e me puxou para seus braços. Ele beijou minha bochecha e sussurrou em meu ouvido. - Mantenha a calma. Justin está sentado na mesa atrás de nós e vai ver você a noite toda, por isso, não entre em pânico quando o ver.

Olhei nos olhos castanhos profundos de Luc e aproximei minha testa dos seus lábios. 

- Obrigada, querido. 

Luc me levou pela mão enquanto eu me esforçava a não olhar para Justin. Mas, no segundo em que o vi, com a minha visão periférica, meu coração começou a bater forte no meu peito. Tentei manter minha mente sob controle, me lembrando de que, não importava o quanto eu ansiava por seu toque, ele estava fora dos limites. Luc me girou, antes de me puxar de volta para ele. Ele descançou as mãos na parte inferior das minhas costas e liderou o caminho.

A dança e a música afastaram meus pensamentos de Justin por alguns minutos, mas um toque inesperado em meu ombro me assustou e eu girei. Uma mulher idosa estava sorrindo radiante para mim. A sombra azul-água que ela usava nos olhos era da mesma cor do seu vestido.

- Posso interromper? - ela perguntou.

- Claro. - tirei minha mão do ombro de Luc. - Tenha cuidado com ele. Ele gosta de girar. sorri antes de me afastar.

Não querendo esperar para que a canção terminasse, decidi voltar para a nossa mesa. Eu estava começando a sentir os efeitos do álcool e minha pele estava formigando novamente.

- Posso ter uma dança, ou será que o seu namorado se opõe? 

Travei, com a respiração presa em meus pulmões.  Quando olhei para Luc, ele estava muito ocupado na pista de dança para me salvar. Olhei para Alice também,  mad ela não estava à vista.

- É apenas uma dança, Brittainy, no meio de uma pista de dança repleta de pessoas. Eu não vou te morder.... Desta vez. - olhei para seus olhos perspicazes,  e ele sorriu diabolicamente para mim.

Ah, que merda. Quando a minha mão encontrou a dele, uma carga elétrica correu pelo meu corpo.

- Uma dança, Drew.

Senti-me como a Cinderela, dançando com o Príncipe Encantado, no baile. Ele me levou para o meio do salão e me puxou com força contra ele.

- Se você quiser que seja apenas uma dança inocente, não me chame assim. - ele grunhiu baixo em meu ouvido, e senti o arrepio percorrer meu corpo. - Frio? - brincou ele, seus dedos circulando minha pele nua acima do vestido.

Balançamos de um lado para o outro, seu perfume inebriante invadido meus sentidos. Tentei prender minha respiração para que eu não levasse acidentalmente meu nariz ao seu pescoço para cheirá-lo, mas doi inútil. Eu queria seu perfume espalhado sobre mim. Tentando focar minha imaginação, que não parava de vagar, quebrei o silêncio entre nós. 

- Eu deveria chamá-lo de Bieber, em vez disso?

- Não,  esse é o nome da minha família. - ele me puxou para mais perto e deslizou a ponta do seu nariz na minha bochecha.

- Por quê você usa Drew? - a pele do meu rosto estava formigando com a sua proximidade.

- Por quê você não me disse que tinha um namorado! - ele perguntou, pressionando a minha parte inferior das minhas costas, fazendo meu peito colar no seu.

- Você primeiro. - ele moveu suas mãos mais para baixo, em minhas costas, logo acima sa curva da minha bunda.

- Você negocia como um advogado.-ele riu. - Bieber é o meu nome de família.  Eu não queria que o meu sobrenome me ajudasse a entrar em Harvard ou moldasse o meu futuro. Queria que minhas notas falassem por mim, para que eu crescesse com esforço próprio, alcançando o sucesso. E, como meu pai duvidava que eu pudesse, trabalhei muito mais para fazer acontecer.

-Então você é o herdeiro Bieber?

- Sim, assim como meu irmão mais novo e minja irmã. Mas já falei o suficiente sobre mim. Sua vez.

- Lucas e eu nos conhecemos há muito tempo. Nós nos conhecemos na faculdade.

- Não me importo com isso, Brittainy. Perguntei se ele era seu namorado. Eu não gosto de compartilhar.  Não vou compartilhar. E quero você. Então não minta. Ele é seu namorado?

- Por quê  eu mentiria? E, além disso, você esta aqui com outra pessoa, não é? - me afastei de suas mãos,  dando um passo para trás para que eu pudesse olhar diretamente para aqueles olhos cativantes.  - Quero deixar algo muito claro oara você,  Justin. Eu não sou sua para ser compartilhada.

Sua mão levantou, aproximando-se para empurrar o cabelo atrás da minha orelha, mas ele parou, deixando-a cair ao lado dele, sem dizer uma palavra.

- Britt, querida? - virei a cabeça e olhei para Luc.

- Sim, querido, já vou lá. - me virei para sar uma última olhada em Justin, levantando minha sobrancelha para ele. - Obrigada pela dança, Drew.

Luc e eu caminhamos de volta para nossa mesa, minhas pernas trêmulas.

- Obrigada por me salvar. - consegui respirar. Os poucos minutos que passei com Justin tinha sido o suficiente para deixar meu centro doendo de desejo. Tinha sido tão intenso, apesar de que ninguém olhando para nós poderia dizer. O fato de que eu poderia colocar minha carreira a perder nem se quer passou pela minha cabeça. Quando suas mãos estavam em mim, a única coisa que importava era Justin.

- No começo, pensei em não fazer nada. Vocês dois estavam tão ligados, que senti como se estivesse me intrometendo.  - Luc falou, puxando a cadeira para mim.

- Não,  foi bem você ter feito.  Nada pode acontecer entre nós. 

Acalmei meus nervos com uma taça de vinho. Alice estava tão feliz ao lado de Nathan, que ela não percebeu minha angústia. Não que eu quisesse atrapalhá-la. Era raro ela agir tão carinhosa publicamente com Nathan. Além disso, com todas as longas horas que ela passava no hospital, a última coisa que eu queria era que ela se preocupasse.

Luc fez uma rápida parada no bar e voltou com duad vodcas com tônica.

- Algo um pouco mais forte para começar a festa. - eu não lhe disse que já estava sentindo-me tonta do champanhe e do vinho quando peguei a vodca com a tônica e tomei um gole do cristal delicado. Luc sentou-se e concentrou-se no filé mignon.  Eu me desliguei do resto da mesa enquanto provava do molho de limão e manteiga do meu linguado.

- Britt, você tem que experimentar este molho Madeira. - Luc trouxe o garfo até minha boca e eu a abri para ele. Alice disse algo que chamou sua atenção nesye momento, fazendo com que a cabeça dele virasse e o garfo caísse. Não consegui levantar a tempo de evitar que o molho caísse sobre o meu vestido.- Oh, meu Deus sinto muito.

Bati meu guardanapo no local, mas não ajudou. Eu não podia comprar outro vestido como este nem podia pagar a conta da lavagem a seco para limpar um vestido assim. Empurrei a cadeira para longe da mesa.

- Eu já volto. Eu preciso limpar isso antes que estrague.

Corri para o banheiro, tentando o meu melhor para esconder a pequena mancha na minha coxa. A fila do lado se fora do toalete feminino não andava, me deixando nervosa. Havia apenas algumas pessoas na minha frente, mas comecei a entrar em pânico. 

- Senhora, existe outro banheiro que eu possa usar? - perguntei a uma atendente. Eu nunca tinha ido a um banheiro onde as pias ficavam dentro das cabines. E se você apenas quisesse lavar as mãos? 

- Sim. - ela sorriu educadamente. - Passe pela porta grande e suba o lance de escadas. O banheiro é no lado direito.

Agradeci-lhe e corri para fora do banheiro. Subi as escadas, lutando para conseguir subir rápido o suficiente com aquele vestido. Vi a porta do banheiro. Empurrei-a abrindo, e fui direto para a pia. Pegando uma toalha de mão da pilha, molhei-a antes de passar na mancha. Várias vezes eu repeti o processo, até que a mancha escura tornou-se mais leve. Nervosa, apliquei um pouco de sabão e esfreguei no tecido.

- Por favor, Deus. Por favor, não deixe que essa mancha não saia.

Levei a toalha e encostei-a contra o meu vestido uma última vez antes de caminhar até o secador de mãos, levando meu vestido sob ele. Levantei-me e esperei, observando a mancha molhads lentamente secar. Dez minutos mais tarde, o meu vestido estava seco e o local onde havia um pequeno círculo marrom estava agora completamente desaparecido. Obrigada, Senhor. Usei o banheiro e lavei as mãos, em seguida, dei uma ultima olhada no espelho antes de decidir voltar para baixo.

Abri a porta do banheiro. Justin estava se aproximando, o fogo queimando em seus olhos. Parei, mas ele não abrandou. Ele pegou minha mão me levando com ele, enquanto continuava a andar. Eu não protestei, meu corpo, voluntariamente, obedecendo ao seu pedido. Ele continuou a mover-se, dando passos largos pelo ccorredor enquanto eu corria atrás dele em meus saltos de dez centímetros. 

- Aonde você está me levando? - questionei.

Ele parou de andar e socou alguns números, num teclado, em seguida, uma pequena sala de conferências se abriu. As luzes ascenderam imediatamente quando entramos. Quando a porta se fechou atrás de nós,  justin me puxou para ele. Trouxe meu coepo contra o dele, sua ereção duramente pressionada contra meu abdômen.

- Eu não gosto de ser provocado.- ele levou a mão ao meu queixo, puxando meu rosto para encará-lo. - E não gosto de compartilhar. Nem gosto de meias respostas de merda. Mas Deus sabe que preciso estar enterrado em você. - minha calcinha de renda umedeceu de excitação, enquanto ele continuou. - Fazendo você se contorcer... Fazendo seu corpo convulsionar. - ele baixou os lábios para o meu pescoço, beijando-o suavemente. - Eu quero você, Brittainy. Deixe-me tê-la. Permita que a tome.

As conversas com Alice e Luc passavam pela minha cabeça, mas eu não pude negar a fome. Minha carreira não importava. O caso não tinha importância. Tudo o que importava era como ele iria me fazer sentir. Balancei a cabeça.

 - Sim, Justin. - meu corpo estava doendo pelo seu toque. - Por favor. - eu o ouvi rosnar,  mordendo firmemente o meu pescoço, e a dor só intensificou meu desejo por ele.

Ele me guiou até a mesa e seguroi meu queixo, meu rosto se movendo para o lado e expondo o meu pescoço. Sua respiração me fe arrepiar, e minha respiração ficou press em meus pulmões. A mão de Justin estava no meu traseiro, cobrindo minha bunda firmemente, e os seus lábios roçaram suavemente meu pescoço antes que sua língua deixasse um rastro molhado. Incapaz de controlar a minha respiração, ofeguei por oxigênio, que aparentemente havia deixado o quarto no momento em que tínhamos entrado. Movendo as mãos pela minha espinha, ele mordeu minha clavícula, fazendo-me gemer sob seu toque.

A mão de Justin brincou com o meu zíper, antes de ele abaixá-lo, e minha pele inflamou quando me vi com minhas costas expostas. Encontrei seu olhar e seus lábios encontraram os meus, acariciando a minha língua com a sua, enquanto meu vestido caía no chão. Pensar que meu vestido caro poderia ficar arruinado já não era mais uma preocupação. Ele se afastou para olhar para mim.

- Porra... Você está incrivelmente linda. - agradeci à Victoria's Secret pelo efeito do sutiã de renda preto, sem alças, combinando com a calcinha.

- Você só vai olhar? - questionei, sorrindo para ele.

Ele abaixou-se diante de mim, pegando minha calcinha. Agarrei-me a seus ombeos enquanto ele a tirava, empurrando-a no bolso de trás,  da mesma maneira que ele fez no Quay. Balancei a cabeça, sorrindo para ele. Ele deslizou as mãos até a parte de trás da minhas coxas, tocando a minha bunda. Levando o nariz aos meus cabelos, ele respirou fundo.

- Eu quero passar um bom tempo com você,  aprender tudo o que te deixa louca. - ele gradualmente me tocou, deixando beijos suaves sobre meu corpo enquanto falava.  - Mas, hoje, preciso saber se você está mentindo pra mim.

Antes que eu tivesse tempo para registrar o que ele estava dizendo, sua boca caiu sobre a minha. Um gemido escapou-me quando abri a boca para ele, sua língua explorando a minha. Ele tinha gosto de uísque e hortelã. Envolvendo meus braços ao redor dele, enfiei meus dedos em seus cabelos e o puxei suavemente, abrindo mais a minha boca para ele. Meu corpo estava submetendo-se a ele a cada beijo que ele dava, sua boca e língua me atormentando. Ele moveu a boca para o meu pescoço, empurrando meu corpo para trás, até minhas coxas baterem na mesa.

Empoleirada sobre a madeira fria de cerejeira, abri minhas pernas para ele. Justin tirou um pequeno pacote plástico do bolso de trás, antes de abaixar a calça e a cueca boxer. Inclinei-me para trás, admirando o seu comprimento longo e grosso, e minha boca encheu de água, quando minhas paredes vaginais pulsaram para ele, pedindo-lhe que aliviasse a dor que eu sentia. Ele rasgou o invólucro plástico dourado, puxando o látex para fora e deslizando-o por seu eixo os segundos parecem horas enquanto eu esperava, pronta para ele.

Nenhuma palavra foi dita, a comunicação entre nós perdida quando ele se alinhou com a minha abertura. Arqueei minhas costas e gritei quando ele deslizou dentro de mim com um impulso firme, a espessura súbita me enchendo de dor e prazer. Ele segurou meu rosto e passou o polegar sobre meus lábios, meus dentes mordendo e sugando-o enquanto me adaptava a ele.

- Porra, você é tão...  - seus lábios roçaram em meu pescoço, deixando uma sensação de queimação onde quer que ele tocasse. - Apertada. Cacete, tão apertada.

Suas palavras foram a minha ruína. Ele começou a bombear dentro de mim, despertando uma dor doce profundamente dentro de mim. Baixando os braços, ele passou os dedos apertando meus quadris, a ponta da sua unha empurrando a minha pele, cada vez que ele entrava. Segurando-me com firmeza, ele empurrou para frente e para trás, indo mais profundamente a cada vez. Grunhidos escaparam dele, enquanto ele continuava, e senti meu orgasmo se formar. Ele retirou-se, puxando suas calças mais para baixo, antes de entrar novamente, seus quadris colados nos meus, eu sentia suas bolas. Meus olhos rolaram, quando senti minha libertação se aproximando. Eu não conseguia respirar enquanto esperava os primeiros choques de prazer fluírem por mim. Meu corpo começou a apertar. Eu estava quase lá. Estendi meu braço e acariciei meu clitóris. 

Ele empurrou para dentro de mim uma última vez, antes de puxar para fora completamente, sua mão segurando meu pulso me bloqueando.

- Agora, Brittainy, eu preciso da verdade ou vou deixar você sair daqui morrendo por um orgasmo. - ele trouxe a ponta do pênis para o meu clitóris inchado, esfregando sempre muito gentil. - Lucas é o seu namorado? - ele perguntou antes de empurrar seu pênis profundamente em mim uma vez, movendo seus quadris, e então rapidamente retirando esfregando em meu clitóris novamente. Eu estava a beira da utopia. Eu precisava gozar ou ia explodir.

- Por favor! Não, ele não é. Por favor, Justin, me fode. - implorei pelo climax que meu corpo estava desejando. Ele sofria para chegar ao auge.

Ele deslizou de volta para mim, segurando minhas coxas e me segurando no lugar. Mordendo meu ombro, ele bombeou em mim até que eu estava quase lá. Finalmente gozei e ondas de felicidade tomaram meu corpo enquanto eu convulsionava. Justin apertou ainda mais, impulsionando profundamente em mim antes de encontrar sua própria libertação. Passei meus braços ao redor do seu corpo, segurando-o quando ele balançou.

A realidade me tomou quando a névoa de luxúria dissipou. Fiquei perdida por um tempo. Para piorar a situação Justin, o Sr. Fora dos limites, estava deitado em cima de mim.

- Eu... Eu tenho que ir. - murmurei. Empurrei Justin de cima de mim, então agarrei o meu vestido do chão. - Justin. - fiz uma pausa enquanto puxava meu vestido para cima. - Isto não pode...

- Não. - ele jogou o preservativo no lixo, em seguida enfiou a camisa em suas calças antes de caminhar até mim. Ele apertou seus lábios o lado meu cabelo e sussurrou. - Vamos falar sobre isso mais tarde.

Eu não discuti. Abri a porta e fui direto lá para baixo. Mas, antes de entrar na sala grande, dei um último suspiro para me recompor.

Merda.Eu o quero novamente.

 


Notas Finais


Pessoal desculpe algum erro que eu cometi. Ja esta tarde não deu tempo de revisar. Pois o capitulo é muito grande e deu preguiça. Então me perdoem.

Hot finalmente! Não foi aquele hor nossa que calor e tals. Mas quero deixar aquele hot mais para frente. Então se acalmem.

Agradecer a todos os favoritos, comentarios e visualizações que a fic teve. Obrigada. E espero que tenha bastante comentario porque estou a esse horario com um capitulo desse tamanho atualizando para vocês

Agradecer a Mari @tchimin pela capa divosa que ela fez para a fic. Obrigada linda talentosa.

E bom sobre a capa desse capitulo ignorem é apenas uma amostra de como eu imagino que Britt estava vestida para esse evento.

E uma última coisa. O Nathan ele tem a aparência do Zac Efron. E os outros personagens eu irei atribuir e falo a vocês. É isso galera e Boa Noite. Até o próximo e comentem se não vou atormentar seus sonhos. Beijocas.


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