História Defensores do continente - Interativa - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eae gente! Aqui estou eu para mais um capítulo! As vagas estão abertas ainda!

Capítulo 3 - As ameaças chegam


Fanfic / Fanfiction Defensores do continente - Interativa - Capítulo 3 - As ameaças chegam

Quando Denyel chegou no palácio de Azari, infelizmente os guardas não o deixaram passar.

- Mas vocês não viram tudo aquilo que aconteceu? Isso foi causado por um distúrbio no mundo espiritual, e com certeza os reis tem sacerdotes ao seu dispor para ver o que tá acontecendo, eu preciso saber, olha, eu sou um ceifador. - Denyel fez aparecer sua foice. - Eu quero saber o que está havendo. - Os guardas se entreolharam, pensativos.

- Você faz parte de qual ordem? - Perguntou um deles, Denyel ficou com uma cara de que algo tinha dado ruim.

- Ordem? Bom… eu ainda não me aliei a nenhuma, mas…- O outro guarda soltou uma risada rápida.

- Você é um novato garoto? Por favor, peça para algum dos seus superiores vir aqui e nós podemos chamar os sacerdotes. - Respondeu o guarda, de forma ríspida.

- Olha, eu posso ser novato, mas não quer dizer que eu seja um completo inútil. - Disse Denyel, encarando os guardas.

- Para assuntos desse nível, você não conseguiria fazer nada, agora dê o fora daqui antes que… - Então se ouviu uma explosão por perto, todos olharam para uma das torres do castelo, que estava em chamas. - O quarto da princesa!

- Agh… dá licença! - Denyel empurrou um dos guardas e saiu correndo pela entrada, saltando o portão, e deixando ambos de boca aberta.

- Hey! Volte aqui! - Um dos guardas atirou sua lança contra Denyel, que se defendeu com sua foice, em seguida ele se cobriu com sua capa, sumindo da vista  dos guardas. - Droga… ele consegue se ocultar?

- Ele não deve ser tão novato assim… - Analisou o guarda, então eles abriram os portões e foram até onde havia ocorrido a explosão, porém, do lado de fora, uma jovem de véu observava toda aquela cena.

- Pelos deuses, podia ter sido você! - Disse uma pequena luz perto da jovem.

- Eu sei… e é por isso que preciso da ajuda dos escolhidos… - A jovem então entrou pelos portões enquanto uma multidão se formava a frente do castelo. Enquanto isso, na entrada da torre destruída, os guardas estavam no chão, inconscientes, e muitos deles estavam feridos, nesse momento mais guardas chegavam para ajudar, mas uma sombra passou por eles, cortando suas espadas e quebrando suas armaduras, os guardas tentaram atacá-la, mas ela tomou forma, a forma de um homem alto e muito magro, de pele cinza e cabelos escuros, ele trazia nas mãos uma corrente com lâminas nas pontas, ele vestia uma capa vermelha.

- Vocês humanos são tão… insignificantes! - Ele fez suas correntes se moverem e acertou todos os guardas, acabando com eles em instantes, e depois os olhando com seus olhos amarelos sinistros. - Mas é uma pena que a princesa não esteja aqui. Seria um problema a menos para lidar depois.

- Parado! - Nesse momento os dois guardas do portão chegaram, apontando suas lanças para o estranho ser. - De joelhos, e largue as correntes!

- Quer que largue… tudo bem. - O ser arremessou as correntes contra os guardas, elas voaram em sua direção muito rápido, mas antes de os acertar, elas foram paradas no meio do ar, como se fossem rebatidas, e acabaram caindo no chão, deixando os guardas confusos. - Vocês não vieram sozinhos. - Os olhos do ser brilharam em amarelo, ele olhou ao redor e viu uma sombra erguida a frente dos guardas. - Ai está! - Ele balançou as correntes, acertando a sombra que via, porém ela recuou, escapando do golpe, então Denyel tirou sua capa, se revelando.

- É aquele moleque! - Disse um deles.

- De nada por salvar vocês! - Disse o jovem, girando sua foice.

- Mas seu truque de ficar invisível não funciona comigo rapaz. - O ser então fez suas correntes atacarem Denyel, que as rebateu com sua foice.

- Eu não usaria nem se quisesse! - O jovem avançou, girando sua arma e desferindo um golpe em seu oponente, que esticou suas correntes a sua frente, bloqueando o golpe. - Eu… só posso usar uma vez por um tempo bem curto… depois… demora pra poder usar de novo! - Denyel girou seu corpo, desferindo um chute no seu inimigo, que recuou para não ser atingido.

- Ora… então não preciso mais da minha visão oculta. - Os olhos do ser voltaram ao normal. - Que assim seja, posso concentrar toda minha magia para matar você e achar a princesa logo! - Ele segurou suas correntes, pronto para atacar, mas foi interrompido.

- Não é necessário me procurar! - Todos voltaram sua atenção para a entrada do local, lá a jovem de véu os observava.

- Você… - Denyel a reconheceu do templo do tempo. Ela tirou seu véu, mostrando seu rosto.

- Sou a princesa Lydia Vin Elyan - Disse ela, deixando o ceifador boquiaberto.

- Tá de brincadeira. - Ele ficou desconcertado por ter falado daquela forma com a princesa.

- Você acaba de me poupar muito tempo. - O ser se transformou numa sombra e foi até a princesa num piscar de olhos, mas quando a sombra ia atingir a princesa, uma barreira mágica dourada a rodeou, bloqueando o ataque.

- Antes de tocar na princesa terá de enfrentar meu poder! - Tenshou tomou sua forma de fada, e criou um pulso mágico que afastou a sombra, que voltou a sua form humanóide.

- Hum… uma fada… parece que alguns habitantes do mundo espiritual gostam mesmo dos deste mundo.

- E você, espírito, o que faz aqui? - Perguntou Tenshou, deixando todos impressionados, nem mesmo Denyel pode identificar o ser como um espírito.

- Eu vim para tomar o que é nosso por direito, fada. - Disse ele. - Os espíritos e as fadas já suportaram este mundo tempo demais, e por isso esse mundo deve ser nosso! Nós concedemos a magia para todos esses seres… inferiores.

- Está errado! - Disse Tenshou. - A magia é um dom universal, todos podem usufruir dela, e achar que somos os donos da magia é muito egoísmo, afinal, ela também nos foi ensinada um dia!

- Sim, mas ela nos foi ensinada pelos próprios deuses! - O ser fechou seu punho. - Somos os mais próximos dos deuses, fada, somos aqueles que devem estar a frente deste mundo! Ele deve ser nosso para governar, bem como nossa posição no universo manda!

- Você só pode estar louco! - Tenshou criou uma luz no local. - Saia daqui antes que eu te mande para o poço mais fundo do tártaro!

- Hehe… como quiser. - Ele se envolveu com as sombras. - Mas saiba que eu não sou o único espírito a pensar dessa forma fada… assim como há fadas que pensam diferente de você. - Então seu poder desapareceu, e Tenshou ficou muito angustiado.

- Isso… o que ele queria? - Perguntou a princesa.

- Ele queria te matar… ele sabe que você é uma pessoa que conversa livremente com o mundo espiritual, então seria um problema para seus planos.

- Mas que planos? - Perguntou Denyel, se colocando perto deles.

- Eu não sei… - Disse Tenshou, parecendo desanimado. Denyel olhou para a princesa com receio.

- Me… desculpe pelo que disse mais cedo. - Disse o jovem.

- Não tem problema. Acho que coloquei pressão demais em você. - Disse ela, com um meio sorriso. - Mas… creio que você tenha mudado de ideia depois disso tudo.

- Se você diz depois de ver o espírito lunático quase te matar e ainda saber que tem mais espíritos por aí que querem dominar nosso mundo… é… você acertou. - Disse o rapaz, olhando para a princesa.

- Estou muito agradecida. - Disse ela, com uma pequena reverência. - Por favor, fique aqui no castelo essa noite, você pode desfrutar do palácio de Azari e amanhã partir para a missão… creio que até lá Pyro já tenha me trazido a pessoa que pedi, ela será sua companheira, e logo os espíritos me revelarão seus próximos companheiros.

- Tá, mas… e quanto ao seu quarto? - Perguntou Denyel, olhando para os escombros.

- Eu posso usar um dos vários aqui no castelo. Amanhã creio que já tenham consertado a torre. - Disse a princesa.

- Amanhã? Nossa, que rápido. - Disse o jovem, impressionado.

- Sim, as coisas se consertam bem rápido por aqui. - Ele deu um sorriso bobo, denyel riu junto dela, a princesa então guiou Denyel até um dos quartos do castelo, e lá o jovem aproveitou para tirar sua capa, e percebeu algo enrolado nela.

- Choko! - O bebê javali estava enrolado nos tecidos. - Nossa, eu esqueci de você! Me desculpa! - Quando desenrolou o animal, este lhe deu uma cabeçada furiosa, que não machucou Denyel por conta do tamanho do animal. - Tá… eu acho que merecia isso… mas me perdoa por favor. - Ele colocou Choko na cama do quarto. - Vamos fazer assim, hoje a cama é sua e eu durmo no chão, ok? - Ele viu Choko cheirar os lençóis e em seguida se aconchegar neles para tirar um cochilo. - Tá… isso deve ser um ok.

 

Em Sieming, na tribo de Socalu, a principal do país, o palácio do sultão acabara de abrir suas portas para a saída de uma pessoa.

- Ah… adoro quando os negócios dão certo. - Disse Ellen, alongando seus braços. - Bom, mas depois de um bom trabalho, sempre vem o outro, não é, fadinha?

- Não minimize um ser do outro mundo. - Respondeu a fada, ao lado da mulher.

- Que seja, apenas me siga e logo estaremos em minha mansão pessoal aqui em Sieming, ao por do sol partiremos para Azari.

- Entendo mas… quando você deu a localização do templo, você disse o que houe com ele quando chegamos? - Perguntou Pyro.

- Isso já é informação desnecessária. - Disse a mulher. - Se ele descobrir, com certeza virá até mim querendo ajuda, e ai eu ganho mais pelo trabalho.

- Dragões gostam mesmo de acumular tesouros. - Disse a fada, observando a mulher.

- Não acumulo só por acumular, como a maioria dos dragões fazem, eu gasto com tudo que há de melhor no continente. - Ellen andou na direção de uma grande casa. - É aqui que eu moro, venha, você pode me falar mais sobre esse trabalho aqui.

- Sim, farei isso. - Respondeu Pyro.


Em Wader, o templo do gelo já estava mais calmo, e as sacerdotisas estavam no vilarejo ao lado do templo. Ennie estava em sua casa, fazendo uma xícara de café para si. Quando pronto, ela se sentou em sua mesa e soprou a xícara, o vapor quente emanou do recipiente e subiu, se misturando com o ar. Ennie tomou um gole da bebida quente e voltou a pensar no ocorrido de mais cedo. Mesmo tentando esquecer, ela não conseguia tirar as imagens do templo do gelo da sua cabeça, nem de pensar no que poderia ter provocado tamanha perturbação. Nesse instante ela tomou uma decisão. Ennie recolheu algumas moedas de prata que tinha limpou sua casa, deixando-a impecável. Então ela colocou sua roupa de frio e mais algumas em sua mala e saiu, ela se dirigia até a estação de trem do vilarejo, onde ela tomaria o trem para Rylai, a capital de Wader, e de lá, partiria para Azari. Ela estava decidida em checar o templo do tempo, porém muita coisa ainda espera pela jovem sacerdotisa em Azari.


Notas Finais


Por hoje é só, até mais!


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