História Definindo Pais e Amor - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Ronald Weasley, Severo Snape, Tom Riddle Jr.
Tags Harry Potter, Hermione Granger, Severus Snape, Snamione, Ss/hg, Tom Riddle
Exibições 68
Palavras 1.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A todo mundo que que achou interessante de ler até aqui, muito obrigado.
Tá ruim, tá ruim, mais farei o possível para melhorar (não criei expectativas, isso possivelmente não acontecerá)

Capítulo 4 - O desconhecido


O clima se sentia sombrio e melancólico, o frio apenas ajudava a reforçar esse sentimento. Em uma casa sem nome e sem endereço se encontravam duas pessoas vestidas de preto cada um com o rosto coberto com capuz, com auras fúnebres, um deles era tão macabro e sinistro, que fazia a sala em que estava ficar tensa. Até o próprio calor da lareira não se atrevia aparecer.

- Já conseguiu o sangue de unicórnio? - perguntou o primeiro homem que estava na janela, apreciando o clima presente, sua voz saia tão fria e cruel, que a pior criatura saia correndo de medo assim que ouvia.

- Ainda não, mas já está certo, pedi a Severus, e até o fim da semana ele trará a mim. – respondeu o outro homem, tirando o capuz e revelando o rosto, ele se dirigiu até a lareira chegado perto o máximo possível, tentando em vão se esquentar, ao contrário do outro homem ele não estava apreciado o clima presente.

- Snape, o mestre de poções – falou em voz debochada o homem que permanecia com o capuz cobrindo o rosto. - eu não confio nele, e se você faz você continua sendo ingênuo Tom.

- Eu não sou ingênuo e não me chame assim. Severus é um leal seguidor, não que ele esteja ciente, mas eu confio nele, e se você não faz é problema seu.

O home encapuzado saltou uma risada atroz e sem emoção.

- Depois de tudo, eu vejo que ainda resta sentimentos tolos em você Tom.

- Pare com essas tolices, Severus é o melhor seguidor que tenho, nunca me desobedeceu ou fez algo desconfiável, sempre seguiu ordens, como eu disse, confio nele.

- Nenhuma pessoa que já amou é confiável. – cuspiu venenosamente o homem misterioso. – Ou você não se lembra do amor do seu precioso mestre de poções com aquela sangue-ruim?

- Isso foi a muito tempo, Severus era jovem, era tolo por acreditar em algo como o amor, ele aprendeu sua lição. Isso fez dele um comensal melhor.

- Sim, e se me lembro bem você e ele não são tão diferentes quanto a isso. – o homem disse em voz provocativa.

- Eu já disse para nunca falar sobre isso, eu fui idiota e tolo por acreditar em sentimentos bobos assim uma vez, não cometerei o mesmo erro e nem deixarei sentimentos insignificantes ficarem no meu caminho novamente, poder e dominação são as únicas coisas que importam.

- É isso mesmo meu garoto, poder e dominação é o que importa. É como eu disse a você a muito tempo, se foque em ganhar poder e dominar o mundo, e o resto cairá a seus pés.

- Não se preocupe eu aprendi a lição. – respondeu Tom que olhava fixamente o fogo.

O homem que ainda estava na janela, se vira e observa Tom que estava em profundos pensamentos, ele não gosta nada disso, ele precisa pensar em algo rápido para tirar Tom dessa linha de pensamento, qualquer sentimento que não seja a maldade e crueldade nunca são bem-vindos. Então ele se aproxima de Tom e coloca a mão em seu ombro.

- Me conte como vão os preparativos para o recrutamento de mais comensais.

Voldemort está de voltar, seu rosto se transforma no mesmo instante, o que antes era um rosto calmo e sem emoção, agora tem um sorriso macabro, e seus olhos são a própria maldade.

- Pensei que nunca fosse perguntar, eu estou mandado meus comensais para recrutarem bruxos do Instituto de Durmstrang e região, eu acredito que darão bons seguidores e a melhor parte é que Dumbledore e sua valiosa Ordem da Fênix não esperam por isso.

- é um ótimo plano, quando você está pensando em enviar seus comensais.

- Em torno de duas semanas, talvez até antes, preciso selecionar quem enviarei e quem ficará a frente dessa missão, pensei em colocar Severus como líder da operação, ele pode ser um mestre em poções, mais é muito poderoso e habilidoso.

- NÃO! Não quero que Snape tenha conhecimento desse recrutamento, nenhuma palavra será tida a ele, me ouviu Tom, nenhuma palavra, esse recrutamento será feito no mais sigilo possível.

- Quantas vez tenho que dizer que Severus é confiável...

Mas o homem o interrompeu, ele não confiava em Snape, para ele Snape era mais um bonequinho de Dumbledore, Tom não acreditava nisso, mas ele mostraria a Tom a quem realmente a lealdade de Snape pertencia. Ele não podia esperar por esse dia.

- Você confia nele, eu não faço. Apenas dessa vez não diga a ele, e nem a nenhum outro comensal que não irá participar desse recrutamento, sigilo absoluto.

Tom já esteja mais que irritado com tudo isso, porque ele não podia ver que Severus é um leal seguidor?. Se não fosse por... se fosse por.... bem, por aquilo, ele mataria esse homem com suas próprias mãos. Quem você está enganando Tom? Não, você não mataria, ele foi o único que esteve sempre do seu lado, seu conselheiro, o único que tentou avisá-lo.

- Eu não direi nada, pelo menos não dessa vez, mais não fique achando que pode me dar ordens.

- Eu nunca sonharia em dar ordens a você, você é o Lord das Trevas.

- correto, não se esqueça disso. Bem, eu vou indo, tenho muito a preparar.

Tom não esperou por nenhuma palavra de despedida e se virou para sair, quando estava a dois passos da porta, uma voz o parou.

- você ficou feliz com a morte dos pais da menina sangue-ruim?

- Foi você! – Tom respondeu chocado.  

- Sim.

- Porquê? Você sabe como me sinto com mortes desnecessárias.

- Foi por isso que fiz isso, você pode ser o Lord das Trevas, mais precisar aprender que quando mais mortes melhor, isso coloca medo nas pessoas, e é através desse medo que vamos conseguir alcançar nosso objetivo. É por isso que estou aqui , enquanto você não gosta de mortes desnecessárias, eu acho bem divertido. – respondeu o homem com um sorriso sinistro. – porém isso é uma falha, e precisa ser revolvido. O que você acha que vão pensar do Lord das Trevas, quando souberem que não foi ele que matou os Potters?

- Ninguém vai pensar nada, porque nunca iram descobrir.

O homem mais uma vez lançou um sorriso macabro e malicioso e saiu do quarto em direção ao interior da casa.

Tom o observou ir, ele não admitiria a ninguém nem mesmo a ele próprio, mais aquele homem o enchia de temor. Tom balançou a cabeça e foi embora, tinha coisas mais importantes pra pensar.

Em umas das janelas, o homem observava Tom saindo da casa e aparatando.

- Nada ficará em nosso caminho Tom, eu farei de você inteiramente Voldemort, arrancarei toda a humanidade que você insisti em ter dentro de você. – falou o homem encapuzado em voz alta com um olhar cheio de significados. 


Notas Finais


depois dessa eu fiquei: WTF? rsrsrsrsrs
Nem pra ele revelar quem é! Poxa carinha, tira o capuz.


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