História Deixar De Amar Você - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine Bangtam Boys, Imagine Bts, Imagine Jeon Jungkook, Imagine Jungkook, Jeon Jungkook, Jungkook
Exibições 618
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem💕

Capítulo 3 - A Próxima


Jeon Jungkook

Janeiro 2018 - 07:03 a.m

Big Hit Entertainment 

Chegando na empresa, disse um "bom dia" entusiasmado para todas as pessoas que passavam por mim, algumas me olharam estranho, não por cumprimentá-las, porque sempre faço isso, mas sim por causa do meu entusiamo exagerado. Lisa ficou feliz, tanto que até ganhou um beijo na bochecha quando veio apertar minha mão e saiu saltitante depois. 

Atravessei os corredores e, ao enxergar seus cabelos cobrindo o encosto de sua cadeira, apressei ainda mais meus passos para ir ao seu encontro.

– Bom dia! – praticamente gritei em seu ouvido. 

________ pulou na cadeira e se virou depressa, ao ver que tratava-se de mim, levou a mão ao peito para regular a respiração. 

– Quer me matar? – questionou olhando-me impassível. 

– Não, apenas te dizer um bom dia super animado. 

Ela riu, aquela risada gostosa que fiquei lembrando a noite toda enquanto rolava na cama recordando cada pedaço de nosso encontro. 

– Bom dia. – disse depois de um tempo. 

– A gente pode conversar depois? Na sala do café? 

– Claro. – assentiu. – Que horas?

– Hummm... – olhei para cima, pensativo. – 09:30?

– Tudo bem. 

Saí da divisória de _______ e comecei a caminhar rumo à minha. Muitos funcionários olhavam-me desacreditados, pois nunca me viram conversar com ______ de uma maneira natural e com um sorriso no rosto, apenas olhares fuziladores, carrancas e provocações que acabavam com um de nós soltando fumaça pelas orelhas. 

– Parece que, agora, vocês estão se dando bem... – comentou Jimin que também observava de longe meu diálogo com a brasileira. 

– Exato, ela não é tão chata quanto eu imaginava. – me sentei em minha cadeira, colocando as mãos nas bordas da mesa e indo para frente com o assento, prendendo-me entre os dois móveis.

– Então o encontro foi bom? 

– Sim, muito. 

Jimin tinha conhecimento do encontro porquê, por ser meu melhor amigo, eu contava a maioria das coisas que me aconteciam para o mesmo. Muitas vezes pelos conselhos que me dava, mas também gostava de conversar com alguém como se estivesse no colegial. 

– Que pena, era engraçado ver os dois em uma rixa. – riu com sua típica risada alta, virando-se novamente para sua mesa. 

– Talvez ela ainda role por um tempo. – falei. – Sou muito competitivo. 

– Eu que o diga. 

✴ 

Passei pela mesa de _______ 09:25, fazendo um sinal com a cabeça para que ela me encontrasse lá. A mesma assentiu em resposta e, cinco minutos depois, a sala do café já estava preenchida apenas por nós dois.

– Eu quero sair de novo. – fui direto.

– De novo? Nossa cara, já se apaixonou por mim? – debochou. 

– Não, é que... – de repente, como nos desenhos, uma lâmpada piscou bem acima de minha cabeça. – Talvez sim, o passeio de ontem me fez ver como você é diferente. 

– Completamente diferente da megera que você imaginava, né? – ela ignorou meu comentário anterior, então percebi que aquilo a deixou desconfortável.

– Sim, você é legal. 

– Você também. – sorri amplo. 

– Então, quer sair de novo? Hoje ou amanhã? Se bem que, se fosse hoje, amanhã eu iria te chamar de novo. 

________ me olhou com os olhos arregalados, fazendo uma careta muito engraçada por estar surpresa. Depois rimos, rimos porque somos dois loucos que se odiaram por um bom tempo até percebemos que poderíamos nos amar sem dificuldade alguma. 

– Okay, pode ser. – escorou-se na bancada atrás de si, tomando uma pose um tanto quanto sexy. – Aonde vai ser? 

– Acho que gostaria em ir em um lugar quente. – digo desviando meu olhar de sua posição, para evitar pensamentos impuros. 

– Por causa do frio? – assenti. – Hum, que tal algum café? 

– Seria legal, mas também podíamos ir em uma casa de Fondue! – me animei com a idéia, virando minha cabeça novamente para encará-la. 

– Nossa! Seria perfeito! Você conhece alguma? Porque eu conheço uma ótima. 

– Ah, eu conheço, mas quero ver a sua. – respondi. 

– Certo, que tal depois do expediente? Nós encontramos de novo no estacionamento? 

– Tudo bem, só não me faça esperar muito. Meu casaco não é tão potente quanto o seu. – ri nasalado. 

– Foi proposital. – respondeu com um olhar indecifrável. 

– Eu sei. 

Desta vez, ________ não demorou tanto para descer e eu não fiquei do lado de fora do carro esperando-a. Quando apareceu no estacionamento, automaticamente identificou meu carro e veio até ele, abrindo a porta e pedindo licença antes de entrar. 

– Você que vai guiar hoje. – avisei, já ligando o carro e saindo do estacionamento. 

– Tudo bem, não é tão longe. 

Segui todas as instruções que ________ me dera e, minutos depois, já nos encontrávamos dentro da casa de Fondue e esperando nosso pedido sair. 

– Como é o Brasil? – lancei uma pergunta aleatória, para quebrar o gelo e dar lugar à nossas conversas mais distantes possíveis. 

– Ah, é bem legal. O clima é meio louco, de manhã frio, a tarde esquenta e de noite volta à congelar, ou acontece tudo ao contrário. – riu baixo, como se estivesse lembrando de seus dias do outro lado do mundo. – É como se ele tivesse humor. 

– E as ações das pessoas determinam a temperatura. – chutei.

– Exato. – olhou-me como se eu conseguisse entender suas idéias mais absurdas. 

– Eu soube que vocês são bem... Receptivos, é verdade? – apoiei os cotovelos sobre a mesa, aproximando-me da garota para mostrar verdadeiro interesse. Não sei ao certo porquê, mas o Brasil sempre foi um país que chamava-me muita atenção.

– Ah, sim, digamos que somos bem diferentes do resto do mundo. – alternava o olhar entre mim e os copos vazios encima da mesa. – Gostamos de  abraçar e encostar as bochechas como cumprimento, ou aperto de mãos, às vezes seguidos por abraços. 

– Acho que, se alguém fizer isso aqui, é mais fácil ser empurrado e olhado de cima abaixo do que retribuído. – disse entre risadas, sendo acompanhado pela garota. – Você sente muita falta de lá?

– Ah –estreitou os olhos. –, sinto falta das pessoas, dos meus amigos, dos lugares que eu costumava ir. 

– Que lugares? – questionei curioso. 

– As praias, os restaurantes que eu ia de vez em quando com meus amigos depois da escola, alguns parques.

– Você está aqui há quanto tempo? Dois anos? – dei um palpite. 

– Quatro, na verdade.

– Nossa... – arregalei os olhos. – Eu esperava que fosse menos. 

– É, faz quatro anos que estou morando aqui e não me arrependo. – sorriu sem mostrar os dentes. 

– Pretende voltar pra lá? Tipo, visitar? 

– Acho que sim, sabe, matar a saudade. 

– Entendi. 

Nem cogitei a ideia dela se mudar novamente, pois a imagem de não ter ela por perto agora era torturadora. Antes era tentadora, entretanto, agora me assusta um pouco. As coisas mudaram tão depressa que as vezes é difícil acompanhar, como quando paro para pensar que, há um tempo nós nem conseguíamos olhar na cara um do outro e agora estamos tendo encontros que ficam cada vez mais divertidos. 

– Diga-me, _______, por que não consegue amar? – indaguei, imensamente curioso sobre o seu passado visivelmente conturbado nessa questão. Não queria deixá-la constrangida, longe de mim, só que estava intrigado demais e queria ao menos ter uma pista. 

– Meu ex-chefe. – respondeu ríspida, deixando claro o ódio que ainda sentia pelo tal. 

– Ele te traiu? 

– Me usou. – olhou-me fria como se eu fosse o nojento, o que de fato me deixou incomodou, portanto, ela desviou o olhar notando meu desconforto. – Eu me apaixonei, ele se aproveitou e, bem, me descartou como um brinquedo velho. 

– Filho da puta. – xinguei entredentes, cerrando um de meus punhos com força e o colocando sobre a mesa para não surtar.

– É, eu sei, mas eu superei o imbecil. – deu de ombros, agora parecendo indiferente ao assunto. 

Isso doeu mais do que eu poderia imaginar, só de pensar na garota chorando, completamento abalada, quebra toda a imagem de mulher forte e determinada que eu tinha dela até agora, e isso realmente me machuca. Não quero vê-la chorar, não quero vê-la machucada, quero que sorria, que fiquei feliz de segunda à segunda, sem intervalos para lágrimas. Me acho um pouco egoísta, pois eu quero ser o dono dos teus sorrisos, risadas, suspiros e afins, quero que ela olhe para mim e sinta o coração bombear mais forte, assim como ela já consegue fazer com o meu sem saber. É estranho, eu sei, há pouco tempo eu a odiava e achava-a o ser mais desprezível do universo, todavia, agora eu penso inúmeras vezes antes de ofendê-la, porquê ela se tornou uma das pessoas que eu mais admiro e desejo ter ao meu lado. 

– Okay, okay, não viemos aqui para falar disso. – bati palmas como se estivesse afastado aquele tabu, ganhando um sorriso simpático da garota. – Adoro o seu sorriso. 

Ela corou, pela primeira vez, suas bochechas tomaram um tom avermelhado e eu quase soltei um ruído de encanto, mas guardei esse desejo para mim. Porém, isso não durou muito tempo, logo ela se recompôs e arrumou a postura, sorrindo sacana com o canto dos lábios. 

– Você me adora por inteiro. – empinou o nariz. 

– Certo, você venceu, descobriu o meu segredo. – nossos risos se misturaram, chamando atenção de algumas pessoas. 

– Obrigado. 

As horas passaram, as conversas se estenderam e quando eu menos esperava eu e ela já estávamos do lado de fora do restaurante, caminhando até o estacionamento atrás do estabelecimento. Foi tão rápido, nem que parece que ficamos horas dentro do lugar, virando inúmeros copos de vinho como se fosse água, no entanto, não o suficiente para tirar nossa lucidez. 

__________ estava à andar do meu lado, tagarelando algo sobre sua cor favorita, porém, eu não conseguia entender muito bem porque estava focado em seus lábios abrindo e fechando conforme ela falava. Até tentei disfarçar, mas fiquei sonhando com seu beijo praticante o jantar inteiro. Não me culpo, ela tem os lábios mais marcantes que já vi, mesmo sem batom, eles chamam minha atenção instantaneamente. 

– Chegamos. – anunciou, fazendo-me parar ao seu lado. Olho para frente e vejo o capô do meu carro. Agora que percebi, fiquei tanto tempo em devaneios que nem notei nossa aproximação do estacionamento. 

– ________... – chamei-a. – Lembra que você me disse que beijaria-me na próxima? 

– Sim. 

– Então, essa próxima, pode ser hoje? – ergui meu rosto para olhá-la e, aliviado, sorri quando vislumbrei seu sorriso gentil. 

– Estava me perguntando até agora quanto tempo você levaria para pedir. 


Notas Finais


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