História Deixe a Neve Cair... Outra Vez! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Daikoku, Iki Hiyori, Kazuma, Kofuku, Kugaha, Kuraha, Mayu, Nora, Personagens Originais, Tenjin, Yato, Yukine
Exibições 38
Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AHAHAHAHAHA VENCI NA VIDA ~
Assim, eu quebrei meu celular maravilhosinho marotinho novinho e tava super deprê, daí o que aconteceu? ISSO MESMO
ONTEM MINHA MÃE ME DEU O ANTIGO DELA
Obrigada, @mãe, eu te amo sz
Feliz aniversário shironeko-chan :3 Desculpa por não poder postar o cap no dia TuT
EU SOU UMA PÉSSIMA FICWRITER WAH TUT SORRY ~demorei demais, mas vou tentar compensar

Capítulo 2 - O deus dos deuses


Então você tem que se animar

Você tem que deixar ir

Você nunca vai ser amado até que você faça por si mesmo

Você tem que enfrentar

Você tem que adquirir o seu

Você nunca conhece o topo até você ficar muito embaixo

 

I'm so Sorry — Imagine Dragons


**** Yumiko's POV ****


Segundo minha deusa, ultimamente eu tenho sido uma boa shinki. Ainda sinto-me preocupada por minha incapacidade de me livrar desse maldito nome que Mizuchi prendeu a mim em uma armadilha, afinal noras contaminam seus deuses. Mas não posso negar que evoluí muito desde que conheci Akane e os outros, até consegui tornar-me uma shinki abençoada!


É claro que a prioridade de um shinki é seu deus, e justamente por isso fui obrigada a afastar-me do deus de agasalho e da garota humana, pois Yami-sama sofre muito ao lembrar deles. Yami-sama quer vê-los mortos e por mais que eu pense que o correto a fazer é matar minha deusa, não posso fazer isso.


— Akane-chan, o que você faria? — Murmurei involuntariamente, desejando que Yami simplesmente não ouvisse minhas lamúrias patéticas.


— O que disse, Yumiko? — A deusa, sentada de forma extremamente formal no trono ao centro de nosso novo templo, questionou-me com ar autoritário.


— N-Nada, Yami-sama. — Respondi, hesitante. — A senhora parece realmente feliz por ter conseguido se tornar uma das deusas da fortuna. — A mulher sorriu, convencida.


— Nossos esforços foram recompensados com um certo atraso, mas valeu a pena esperar. — Gabou-se, deixando-me um pouco desconfortável. — Os céus estão caçando a garota humana graças a nossos esforços, Yumiko. — Senti meu coração apertar, afinal Hiyori não fizera absolutamente nada para simplesmente ser caçada.


— Por que os céus a estão caçando, senhora? — Sequer nos reconhecia mais e percebi isso durante a conversa: Yami e eu, que antigamente éramos como mãe e filha, agora nos tratávamos como patroa e empregada.


— É estreitamente proibido a um ser humano criar laços amorosos com um deus. — Praguejou com desdém. — Somos divindades, ao contrário dos relés mortais que nos devem servir.


Algo que tenho percebido em minha deusa é a tristeza constante que a mesma sente, sempre amargurada e sem o mínimo interesse em sua posição como deusa. Então é isso que um coração partido causa?


— Yumiko. — Esbravejou, fazendo-me estremecer. — Posso saber por que não respondeu a mim? — "Yami realmente me trata como inferior agora."


— P-Perdão, Yami-sama... — Respondi, assustada. — M-Mas como sua hafuri, é meu dever orientar minha deusa ao que é correto. A-Acho que matar um ser humano é errado, mesmo com os céus a seu favor. — E era verdade! Do meu ponto de vista, os céus não fazem necessariamente o que é certo e a vontade dos céus não é absoluta.


— Está se recusando a me servir? — A mulher levantou-se de forma autoritária. — Sabes muito bem que posso punir-te por isso, shinki insolente! 


— N-Não é exatamente isso, minha deusa. — Murmurei, na esperança de que a jovem deusa me ouvisse. E então uma dor estonteante me foi provocada próxima ao peito, como se uma lâmina o tivesse atravessado.


Minha deusa é a prova viva de que se pode enlouquecer por amor.


**** Akane's POV ****


— Para de me incomodar, desgraça! — Grito com o loiro que gargalha em resposta. — Devolve a minha frigideira!


— Você tem que desapegar desse negócio, Akane! — Revirou os olhos, esticando o braço com a frigideira para cima. — Se quer, então pega! 


— Eu não vou bancar a palhaça e pular pra pegar essa coisa! — Dei de ombros e o garoto riu mais alto.


— Tudo é uma questão de prioridades, não é? — Debochou — Infelizmente sua frigideira está comigo e você nunca conseguirá pegá-la. 


— Ah, não? — Perguntei de forma irônica, chutando sua perna esquerda e fazendo com que o loiro caísse no chão. Peguei Rumptels e sorri vitoriosa — A frigideira está nas mãos de quem agora?


— I-Isso foi golpe baixo... — Resmungou, puxando minha perna esquerda de forma que desequilibrei-me e caí. — Baaaka!


— Seu idiota! — Bati em sua cabeça, ambos estávamos deitados no chão, tomados pela falta de ar devida às risadas.


— Vocês estão brincando? — Yato entrou, atrapalhando nossa suposta briga.


— Não, estamos tendo uma conversa muito séria a respeito de frigideiras. — Yukine respondeu, com um ar sério em sua voz e logo caímos em gargalhada.


— Como vocês desperdiçam tempo... — Yato disse, revirando os olhos em sinal de tédio.


— Desculpa aí, metrônomo. — Respondi de forma irônica e Yukine tentou segurar o riso. 


— Vocês realmente estão levando esse barraco todo na brincadeira? — O deus questionou, entristecendo o ar de forma repentina. — Os céus a estarem perseguindo não os preocupa?


— Yato, você sabe muito bem que não é bem assim e... — Yukine respondeu, mas Yato o interrompeu.


— Então... Por quê? — Sua voz saiu como um sussurro e o deus escondia seu rosto, na tentativa de parar as lágrimas. — Por que eles a estão perseguindo ao invés de mim...?


— Yato... — Já não sabia o que dizer para consolá-lo, então eu e Yukine somente o abraçamos até que se acalmasse. — Iremos encontrar uma solução, afinal você é o deus dos deuses, né?


— Hai! — Respondeu, carregando um sorriso triste. 


Mas as coisas são muito mais complicadas do que apenas votos de confiança e pensamentos positivos.



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