História Deixe-me entrar - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 8
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Capítulo 7


  "Já haviam se passado 3 meses. 3 meses sem nenhum sinal deles.

  Eu e Justin entramos para a Caça, e isso tem sido a única distração na nossa vida.

  Júlia voltou para a universidade e ficou de avisar caso visse algo.

  Até os 2 meses, eu e Justin éramos odiados. Todos os soldados da Caça nos olhavam com desgosto, ódio, nojo.

Por quê?

  Bom, eu por ser irmã de um infectado, e o Justin por andar comigo.

   Agora, eles nos odeiam menos, as pessoas viram que somos normais e que estávamos ali pelo mesmo objetivo que eles, tentar proteger o mundo.
Isso até parece coisa de super heróis dos quadrinhos, até queríamos que fosse, mas a situação tá bem ruim.
Mortes em todos os cantos do mundo, cada vez mais frequentes, os Conselhos estão sem saber o que fazer. Estamos tendo que recrutar adolescentes de outras cidades para a nossa, e isso está deixando as coisas ainda mais desorganizadas.

  Estamos perdidos."

— A.B, o sr.Jensen está te chamando. — A voz de Christian me tirou dos devaneios.

— Uh? Já estou indo... Obrigado, Beadles.

  Chris era um dos que me odiava no início, ele e Justin eram amigos de infância, ele sempre sentiu uma pontada de ciúmes, e quando parei de conversar com Justin, Chris tomou as dores dele. Ainda não somos amigos, mas pelo menos agora ele me respeita.

  Levantei-me, guardei o caderninho preto no casaco e usei a caneta para prender meu cabelo em um coque, indo a caminho da sala de meu pai em seguida.

  Era incrível como todos ficavam atraentes na roupa de caça, menos eu.
Já tentei tamanhos maiores, menores, mas nunca me sinto bem, com um ar de importância, pareço uma idiota.

Dei duas batidas na porta, ouvindo um "entre" em seguida, e então entrei.

— O senhor queria falar comigo? — Tento sorrir simpática, mas seu olhar sério me intimidou.

— Senhorita Jensen, eu... Bom, temos uma missão para você. — Ele tentou calcular as palavras, o que só piorou a situação.

Tentei ficar em pé, mas as minhas pernas falharam e só consegui me jogar no pufe que tinha perto da porta.

— Mas pai...

— Senhor... Aqui dentro é senhor. — Ele corrigiu-me. — você irá com o Butler, o Somers, os Beadles e o Bieber. Você e o Butler serão os chefes de missão, pois demonstraram maior desempenho nesses últimos treinos. Sem discussões. Será uma coisa simples. Há infectados se passando por humanos donos de um bar. Até que será divertido.

— Sim, senhor. — Disse entre dentes. — Mais alguma coisa, senhor?

— Não, senhorita Jensen. Você e seus soldados estão liberados, podem se juntar para decidir como irão atacar hoje. Pode ir.

  Hoje?

  Sem falar nada, levantei-me e sai da sala apressada. Encontrei os meninos ao lado de fora, mas não disse nada, apenas passei entre eles e segui para a saída do prédio.

— Abby, o que houve? — Justin me gritou e eu parei.

— Você sabia? — Perguntei sem me virar para olha-lo.

— Sim...

— Você não me contou. Por que não contou? Justin, eu não estou preparada, eu tenho medo e você sabe o porquê.

— Abby, não é nada demais. Iremos com calma, vamos bolar um plano primeiro e depois nós... Droga, eu não faço idéia. Mas o Ryan sabe, ele é o melhor entre nós. E você, nossa, como é maravilhoso te ver treinando, A.B. Você é ótima.

— Você fala isso porque é meu amigo.

— Ah pelo amor de Deus, Jensen. Pare de infantilidade, você é ótima. Deixe de ser uma bebê chorona. — Chris zombou enquanto vinha até nós.

— Pra quem odiava ela, até que ta elogiando muito ein. — Justin comentou e riu.

— Não fique ciúmes, Bieber. — Chaz o abraçou de lado.

— Nossa, uma reunião de amigos, que emocionante, mas isso não está ajudando ela em nada, seus babacas. — Caitlin surgiu de trás deles os empurrando. — Abby, eu já fui em uma missão assim, é tipo uma missão inicial, um start para a vida agitada e perigosa dentro da Caça.

— Agitada e perigosa? Eles trabalham com um sistema totalmente babaca, ao invés de mandar os mais experientes para as missões mais difíceis e deixar os iniciantes treinando, eles fazem ao contrário e é por isso que estamos na merda.

— Já acabou com o discurso, Chris?

— Sim.

— Ótimo, então vamos para a minha casa comer alguma coisa enquanto pensamos no que fazer, que tal? — Chaz ofereceu, aparentemente empolgado com a situação.

— Não haja como se isso fosse bom. —  Falei irritada e voltei a andar.

— Por isso ninguém gosta de você. — Chris gritou.

— Sabem o que parecemos? Adolescentes normais. Sabem o que deveríamos ser? O oposto. Parem de conversinha, temos uma missão. A porra do mundo tá a ponto de ser infectado e vocês só ligam pro próprio pênis. Vão pra merda.

— Sua irmã é um máximo. — Chaz comentou rindo.

— Da para pararem de enrolar? — Perguntei, impaciente.

E então ouvi passos e logo todos estavam ao meu lado.

{...}

— Bom, crianças... — Ryan se pôs em pé a nossa frente e colocou seu óculos.— Esqueçam tudo o que assistiram nos filmes sobre "vampiros". Os nossos infectados não têm pele s e não podem desligar as emoções, eles não têm um lado humano para desligar. Aquela boate é como um restaurante para eles. Jovens cheios de energias é o prato preferido deles.
Alho não resolve. Se vocês apontarem um crucifixo, eles vão rir das sua s caras. Água benta, nem pensar. E sim, tem alguns que tratam os infectados como demônios em geral. Eles não são tão velozes, mas são mais rápido que nós. A famosa estaca resolve, mas não é qualquer gravetinho. O Conselho tem uma árvore especial de onde eles fazem as estacas, mas nunca foi revelado o nome. É preciso saber lutar, isso nós sabemos. É preciso ter agilidade, isso nós temos. Precisam de mais alguma coisa?

— Por que você não é um dos chefes da Caça? — Perguntei.

— Porque eles são burros e só colocam ignorantes no cargo.

— ah... E eles podem... invadir nossa mente?

— Uh? Não. Não podem.

— E nós? — Perguntei já com vergonha, todos estavam olhando duvidosos.

— Definitivamente, não. Nós não somos sobrenaturais, A.B.

— Existe algum ser que possa?

— Não que eu saiba. Por que está tão interessada?

— Gosto de saber das coisas. — Sorri nervosa.

— Ok... mais alguém? Não? Ninguém? Então vamos continuar. Bom, não deve haver muitos, uns 5 ou 6, nós somos o bastante. Não é difícil atacar, é só usar as técnicas de luta que aprendemos. Mas o principal é: Não deixem eles morderem vocês. Se caso alguém for mordido, será morto também. Entendido?

  Aquilo me causou um frio na barriga. Fomos criados para elimina-los, mas será que nenhum merece salvação? Nem o Owen?

— Bom, é isso. Vamos a Caça.

 
 


Notas Finais


Mais um, espero que gostem.
Com amo e carinho,
Luh. ❣


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...