História Deixe-me ir - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Cashton, Mashton, Muke, Muke Clemmings
Exibições 27
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, Pandcornios! Sz
Estão bem? Espero que sim!
Primeiramente, me perdoem pela demora. Infelizmente a minha operadora não tem ajudado muito com a Internet T.T
Deixei um trexinho do tão misterioso passado de Michael, apenas parar vocês abrirem mais os olhos. Hauahuahua
Muito obrigada pelos favoritos e comentários sz
Vocês são demais!
Bora ler!

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Deixe-me ir - Capítulo 5 - Capítulo Cinco

CHAPTER FIVE

“ — O sangue em minhas veias é feita de erros” - Jet Black Heart

                         ~***~

   “— Se isso machuca? — o garoto cuspia nas palavras, deixando com que suas lágrimas rolassem — Preferia mil vezes que cravasse uma faca em meu peito. O que, aliás, não parece uma péssima ideia, não acha?

                            ~***~

  As cores do Jardim pareciam mais vivas, de alguma forma. As Rosas pareciam mais vermelhas do que nunca; a grama estava mais verde do que o comum. Ou, talvez, não.

  Liz sorria, encostada no batente da porta, enquanto encarava seu filho que suspirava olhando pela janela. Ela sabia que havia algo diferente em seu filho. Afinal, ela é mãe. Mães sabem de tudo sobre seus filhos.

  Ele olhara para ela, um tanto assustado, rindo em seguida. Liz rira juntamente a ele.                 

    — Bom dia, mamãe!

     — Bom dia, querido!

Luke levantou-se da cama totalmente animado. Ele tinha — mas, recusava-se a aceitar — seus bons motivos para querer ir a escola e Andrew acabara por percebendo a empolgação maior do filho. O que, de fato, era estranho. Ele estava se esforçando de mais na matemática.

   — Lindo dia, não acha papai?! — comentou, totalmente admiridado. Andrew simplesmente assentiu, abaixando um pouco o jornal para que pudesse encara-lo.

     O garoto pegara alguma fruta e voltara para seu quarto. Hoje ele iria caprichar no banho. Queria estar cheiroso e totalmente estiloso. Tudo isso por conta das três aulas seguidas de matemática.

      Matemática. Bléh!

— O que há com ele? — murmurou Andrew para Liz, que deu uma risadinha baixa.

  — Apaixonado, meu amor. — respondeu — Nosso “filhotinho” está apaixonado.

                          ~***~

   Era um dia ensolarado, porém a brisa fria rondava a atmosfera de Sydney. O frio era bom. Iria haver arco-íris,  de fato. Luke ficara mais feliz com isso.

  Seu pai deixará com que ele fosse e voltasse para escola sozinho. Ele sentia-se mais adulto e confortável assim, embora tivesse medo.

    — Don’t Cry, Tonight! — cantarolou, segurando o celular como se fosse o microfone. Sentiu-se livre o bastante para gritar, da pior maneira possível, aproveitando que não havia ninguém na rua.

    O loiro congelou assim que ouvira uma gargalhada alta, olhando para trás.

       — Puta merda, Luke!    — disse o Moreno entre os risos.

        Luke corara.

         — C-Calum?

        O Moreno ainda gargalhava, deixando Luke rigorosamente corado.

        — Desculpa. — Calum suspirou, controlando-se. — Não sabia que sua rota passava por aqui.

        Ele decidira, então, que mudar de assunto era uma boa opção, ja que odiava deixar seus amigos frustados.

     — Mora por aqui?

  Calum assentiu.

  O mesmo afirmou que morava em uma rua à duas quadras dali, também lhe disse que costumava pegar atalho, porém decidira ir a pé. O que, de certa forma, foi bom.

  Não demorou muito para que os meninos chegassem na escola. Ainda estava cedo, então tiveram tempo o bastante para conversarem coisas aleatórias.

  Luke comentara à Calum o quão bonito o Moreno ficara com aqueles óculos de sol, fazendo com que o mesmo confessasse que não sentia-se avontade com aquilo “na cara”. O loiro ficara confuso.

    — Vem comigo!

  Calum, então, puxara o garoto para o banheiro. Olhou para os lados, certificando-se que não havia ninguém, além deles e retirou seus óculos escuros.                        

  Luke pôs a mão sobre a boca. Ele não sabia se surpriendia-se pelo roxo ao redor do olho esquerdo do amigo ou, pelo fato de Calum ter envolvido-se em uma briga. Nunca, sequer, imaginara isso dele.

        — Não foi nada demais, eu juro.  — Calum começou a defender-se, procurando por uma desculpa.  — Sabe como é, né? O time de futebol não se “agrada” muito de nós, time de basquete.

    O loiro franziu a testa.

        — Você está bem?

 O mais velho suspirou e assentiu.    

    — Não ligue para isso. — murmurou.

 Foi a vez do maior suspirar, apoiando-se na pia.

        — Luke?

    A dor que o loiro sentia em sua cabeça era agonizante. Um “pib” ecoava sem parar, fazendo-o levar a mão até a mesma, sentando-se sobre o chão.

   Calum não pensara duas vezes antes de pegar o garoto — com certa dificuldade — no colo e leva-lo para a enfermaria. Por Luke ser mais alto e pesado que o Moreno, demorou um pouco para que ele chegasse ao seu destino. Desesperado, o menor o colocara sobre a maca, fazendo com que a enfermeira viesse de imediato.

     — O que houve?! — perguntara ela, um tanto assustada, pegando tudo o que fosse necessário para examina-lo.

     Hood tentara dizer o que estava acontecendo, porém a adrenalina de seu corpo não deixava. Estava nervoso.

     — C-Calum... — sussurrou o loiro, percebendo o estado do amigo — Vá para a aula, por favor. Ficarei bem.     

      — Não, eu…

      — Por favor…

    Calum suspirara, hesitando por um momento. Encarou Luke por mais alguns segundos e deu-se por vencido.

     — Tá, tudo bem. — suspirou — fique bem.

   Depositou, então, um beijo sobre a bochecha do amigo, que corou com o ato. Esqueceu-se — por pouco tempo — da existência da dor em sua cabeça, que em seguida, parecia piorar.

                         ~***~

  A recomendação da enfermeira era: permanecer deitado, até que estivesse sentindo-se bem o suficiente e, lógico, tivesse a permissão dela. Ela impressionou-se por ele a obdecer. Era nova de mais e, raramente, tinha respeito de um aluno. por conta disso, criaram uma “zona” de “amizade” legal.

  A garota tivera que levantar-se, encaminhando-se para a outra parte da pequena enfermaria. Algum aluno chegara e teria de atende-lo.

  — Ah, é você... — a enfermeira tentava no.máximo, esconder sua pequena felicidade em vê-lo ali, pois, embora tivessem a mesma idade, era errado.— O que aprontou dessa vez?

 O garoto soltou uma gargalhada. Ela sabia a resposta.

 — Eu só vim dar uma passadinha.

 A curiosidade de Luke despertara juntamente ao seus estintos. Ele conhecia aquela voz. Ah, se conhecia.  Esquivou-se, com dificuldade, tentando espiar ao outro lado da enfermaria.

 Kenneth estremecera.

  — O que houve com sua boca? — perguntou em um murmúrio, afastando-se, enquanto o aluno insistia em aproximar-se.

 — Nada de mais.

 — Brigas de novo, Clifford?

 — Já disse, nada de mais.

   As intenções de Michael era a mesma: dar uns amaços em Kenneth e sair como se nada houvesse acontecido. Assim que suas mãos pousaram sobre a cintura da moça, Luke — de propósito — deixou com que algo caísse sobre o chão, assustando-a.

   A garota correra para ver o estado do loiro.

  — Acho que estou bem melhor. — afirmou ele, levantando-se, antes que pudesse dizer algo. — De certa forma, obrigado.

   Deu um sorriso fraco e decidiu retirar-se. Claro que passar por perto de Clifford, sem nenhum “efeito colateral” era muito difícil. Prendeu a respiração, não conseguindo evitar com que sua pele arrepiasse, assim que passara pelo de olhos verdes, que sorriu de maneira cínica.        

     Por algum motivo, Luke tinha a certeza de que sua “zona-da-amizade-favorável” com Kenneth havia sido quebrada, sem nem, ao menos, começar direito.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Me desculpem pelos erros - escrevo pelo celular e tal.
Pessoal, comentem, por favor! Quero interagir com vocês, assim vou saber se estou indo bem ou não.
Amo vocês
Beijinhos da tia Jujubs sz


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