História Deixe que nosso amor os mate! - Capítulo 20


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Dick Grayson, Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Personagens Originais
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Esquadrão Suicida, Harley Quinn, Joker, Lucy, Romance
Exibições 195
Palavras 682
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Luta, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Suicide Squad is Coming part. VI


Fanfic / Fanfiction Deixe que nosso amor os mate! - Capítulo 20 - Suicide Squad is Coming part. VI

"E você está parecendo louco e você está parecendo errado
Nós parecemos que nos pertencemos
E uma vez que eu tenha você, é um fato
Bebê, não dá pra voltar atrás

Deixe-me, deixe-me impressionada 
Deixe-me, deixe-me obcecada"

 

 

Quando o Batsy pulou para o cômodo em que estávamos, eu fui a primeira a atingi-lo com meu taco, chutando seu abdômen e enroscando minhas pernas em seu pescoço, tentando mantê-lo fora do foco do meu pudinzinho, mas ele, como sempre, conseguiu se soltar de mim, me jogando contra a parede. Capitão Bumerangue veio logo em seguida, numa batalha corporal que não consegui decifrar ao certo, pois estava prestando atenção na chamada auditiva que o Pistoleiro recebeu de Rick.

“Use os outros como distração, nossa prioridade é o Agente Xeque-Mate”.

Ergui-me instantâneamente do chão assim que Cap. foi jogado em minha direção. Me desviei rapidamente, vendo Killer Croc morder um dos braços mecanizados do Batsy enquanto o Pistoleiro e o El Diablo se aprontaram a ir em direção ao Sr. C. Meu amorzinho correu para trás de Johnny Johnny junto com o piloto, abrindo a porta para o corredor, enquanto seu guarda-costas começava a atirar sucessivamente contra os dois.

Corri até eles, ultrapassando as mesas de escritório. Vi Killer Croc jogar Batsy pela abertura da parede, em direção a avenida, antes de eu seguir para fora, levando Johnny Johnny comigo. Ouvi os disparos vindo atrás de nós, provavelmente por Floyd, mas continuamos a correr, descendo as escadarias enquanto as paredes eram cravadas por balas e a poeira se estendia.

- É melhor você entregar ele para nós! - gritou Floyd assim que nos olhou de cima para baixo.

O Sr. C riu, mesmo com a arma apontada para sua cabeça. Ele tirou uma foto do bolso. A foto da filha de Floyd num mercado qualquer, e a jogou para o alto, para que ele a pegasse.

- Eu não faria isso se fosse você.

Floyd pegou a foto e a olhou, boquiaberto, suando mais que o normal.

- Bon Voyage! - gritei, voltando a correr com todos nós para o andar de baixo.

Eu ouvi o grito de Floyd e os disparos sucessivos também. Saber que o Sr. C tinha a foto da filha do Pistoleiro me deixava um tanto incomodada, embora eu aprovasse. Porém, ainda assim, eles não sabiam que já falharam na missão e provavelmente morreriam caso isso acontecesse, droga, aconteceu!

Meu pudinzinho passa dos limites às vezes, e só porque está entediado!

Assim que chegamos ao térreo, um carro preto estava parado à nossa espera. De dentro saíram três de seus capangas mascarados, segurando suas metralhadoras. Um deles entregou a Johnny Johnny uma cinta de bombas, que enrolou no corpo do piloto.

- Eles normalmente não se debatem e dizem: “Por favor, não!”? - perguntei, ficando ao lado do Sr. C, observando o modo como a bomba era ativada no corpo do homem.

- Ele não, ele iria morrer daqui 5 horas!

- Como?

- Câncer.

- Ahhh…

A bomba fora ativada para explodir daqui cinco minutos. Então deixamos o homem ali, parado em frente ao prédio, olhando para o restante das pessoas que corriam atrasadas na evacuação. Entramos no carro que pisou fundo no acelerador. A manta negra pairou pelos céus em meio a noite, ignorando a nossa saída. Claro. Um civil era melhor que um vilão.

Sorrindo, olhei para o Sr. C.

- Se sente melhor agora, amorzinho? - perguntei.

Ele sorriu, passando a mão na testa suada.

- Com certeza! - riu - A cara do Pasteleiro… Viu aquele sorriso? HA-HA! O que neste mundo miserável é mais bonito do que --- um grande e agradável, sorriso bonito?

Seus capangas riam e jogaram seus corpos para dentro das janelas, atirando sem parar em lojas fechadas e diversos outros lugares que eu não podia enxergar. Caindo para a frente da cadeira do piloto, bati nos ombros empoeirados de Johnny Johnny, que continuava quieto, como todas as vezes.

- Sinto muito pelo seu celular, Jonizinho.

- Que celular? - perguntou o Sr.C, me obrigando a virar para ele - Esse daqui?


Notas Finais


Vou tentar postar aqui todos os dias agora, porque eu tenho que voltar, o quanto antes, para a fic central dessa história <3


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