História Deliciosa Punição - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hidan, Kakuzu
Tags Hidan, Kakuzu, Lemon, Yaoi
Exibições 227
Palavras 2.518
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Minha primeira fic com Kakuzu e Hidan... Estou me sentindo mais pervertida que o normal XD
Sem mais delongas, espero que gostem! Boa leitura *-*

Capítulo 1 - Capítulo Único


Estava numa situação… Engraçada e bizarra ao mesmo tempo. Enquanto dirigia de volta para casa, tinha a vaga impressão – provocada pela tensão que emanava do corpo alheio em ondas fervorosas – de que, só não havia sido morto – ainda – por estar dirigindo, e que sendo assim o outro não iria querer provocar um acidente visto que o concerto do carro lhe custaria caro – e se havia uma coisa que aquela pessoa não gostava, era gastar dinheiro.

O engraçado de tudo aquilo era que em momento algum desde que saíram do local em que Hidan cultuava seu deus, Jashin, o moreno não havia dito uma só palavra. E também era o bizarro. O que aquele avarento de merda estaria pensando?

Olhou-o de soslaio por um segundo antes de virar a esquina que dava para a rua em que moravam.

Hidan definitivamente não entendia como havia chegado àquele ponto – o de morar com Kakuzu. Eles brigavam à cada cinco minutos, o albino tinha vontade de esmurrar o outro à cada quatro, na maioria das vezes, as brigas aconteciam em menos de três minutos de uma discussão intensa.

Que porra ele estava pensando?

Que merda estava fazendo?

Caralho, Hidan! – sua mente lhe zombava. Bem, pelo menos o sexo era bom.

Um sorrisinho lhe tomou os lábios:

– De que porra você tá rindo, Hidan? – A voz grave e irritadiça do outro finalmente soou no ambiente limitado do automóvel.

Hidan sorriu ainda mais largamente, sarcástico:

Porra nenhuma. Só de você que está com essa cara de quem deu e não gozou – Explicou, simples.

– Você me arrasta para aquela desgraça de adoração de um deus de merda, e ainda quer reclamar da minha cara seu bastardo? – Indagou Kakuzu, o rosto crispando-se de frustração. Iria acertar um soco naquela cara branca de Hidan dali a pouco, podia apostar.

– Não ouse falar de Jashin, seu babaca do caralho; espero que ele puna você fazendo-o ficar de pau mole para o resto da vida – Hidan praguejou, dividido entre a diversão e a fúria.

Detestava quando aquele frouxo de meio pau resolvia insultar Jashin – como se o deus tivesse culpa de Kakuzu fazer da própria vida uma perda de tempo insatisfatória. Quem tinha culpa se ele insistia em ser ranzinza e antipático? Que fosse para a casa do caralho com suas blasfêmias.

– Seu deus de quinta categoria não me apavora, bastardinho. A única coisa a ser temida é o dinheiro, ele é que move o mundo. – Desenhou, desinteressado.

– Enfia esse dinheiro que tanto ama no teu rabo e pare de ficar insultando Jashin. Ou vou ter de te sacrificar como oferenda – Hidan estreitou os olhos para o moreno, após estacionar o carro na garagem da casa, saindo antes que este pudesse revidar e batendo a porta.

Ouviu claramente quando a porta do carona foi aberta e fechada em seguida. Vagou às cegas no escuro, procurando pela porta e entrando na casa sem dificuldades.

Tateava a parede em busca do interruptor quando seu braço de repente, havia sido preso em suas costa; arfou em surpresa:

– Seu filho da puta, que porra é essa que está fazendo?! – Esbravejou para Kakuzu, reconhecendo as mãos do outro, quando seu rosto chocou-se contra a parede, seu corpo sendo prensado com o do moreno.

– Quero ver ficar falando essas porcarias quando eu estiver te fodendo, seu merda – Murmurou roucamente no ouvido do albino, sentindo-o tremer.

– Que… Caralhos Kakuzu, que droga é essa, cacete? – Insistiu Hidan, o rosto sendo esmagado embora o tom de voz do mais velho lhe houvesse provocado arrepios.

– Você havia falado de punição, não é? – O moreno perguntou, e então apertou ainda mais o pulso do menor em suas costas quando não houve resposta: – Não é? Responda, desgraçado. – Ordenou.

– É, caralho. Falei de uma porra de punição de Jashin, e daí? – Gritou de volta, irritando-se e querendo muito acertar um murro no outro. Que diabos era aquilo? Kakuzu havia pirado de vez ou o que?!

– Jashin não vai punir ninguém; eu vou. – Continuou, a voz tornando-se mais grave, e então girou o corpo do outro rápida e facilmente, jogando-o contra a parede com ainda mais violência vendo os olhos alheios cintilando mesmo no escuro; o desgraçado estava gostando, é claro. Kakuzu sabia que aquele filho da puta gostava de uma sacanagem principalmente quando envolvia dor. Pois bem, daria um jeito naquele pervertidinho de meia tigela – Vou punir você, Hidan, por me arrastar para aquele seu culto de desocupados.

– Desocupados é o cacet…

– Cala essa boca – Ordenou, interrompendo-o e agarrando-lhe os fios claros com força, puxando um pouco – Não quero saber desse seu deus desgraçado; vou ensinar você a não me arrastar para essas porras desnecessárias – Estreitou os olhos – Você ainda pode aceitar por bem…

– Meu pau no teu rabo, velhote de merda – Cuspiu as palavras, embora pudesse sentir seu baixo ventre a dar fisgadas, o corpo esquentando.

– Você é bem mais burro do que aparenta, Hidan – Kakuzu estalou a língua em desaprovação, e então prendeu ambos os braços do albino, tocando os lábios nos dele antes de afastar-se de repente.

Apertou com força os braços do mais novo, outra vez prendendo-os nas costas enquanto guiava um Hidan resistente escada à cima:

– Eu vou te matar; vou arrancar seu pau – Ameaçou.

– Você parece mais interessado no meu pau hoje, do que nós outros dias – O moreno zombou – Talvez eu devesse calar essa sua maldita boca enfiando-o aí.

– Pervertido do inferno – Xingou, sendo jogado com brutalidade na cama assim que entraram no quarto, a luz apagada.

Kakuzu arrancou a blusa enquanto aproximava-se da cama a passos lentos e calculados, devorando o outro com o olhar predatório, logo depois de acender a luz.

Hidan ergueu a cabeça do colchão macio, o estômago contraindo-se com o perigo que transbordava dos olhos do moreno quando este ajoelhou-se na cama, um dos joelhos entre suas pernas. Já estava de pau duro e nem haviam feito nada ainda. Tinha certeza de que aquele velhote desgraçado iria pirar sua cabeça antes de fazer de fato qualquer coisa. O pior? Hidan sabia que o outro conseguiria.

– Já excitado? – Indagou ironicamente, agarrando o membro do albino sobre as roupas e apertando-o.

– Vá se foder – Hidan xingou novamente, incapaz de conter-se.

– É exatamente o que eu pretendo; foder você – Concordou o maior, ficando sobre o albino e segurando-lhe o pescoço, pressionando: – Vou foder você com tanta força que não vai conseguir andar por uma semana, pirralho – Murmurou, aproximando a boca à dele.

E então capturou-lhe os lábios com os seus, com força, as mãos deslizando para os cabelos claros e puxando-os enquanto esmagava a boca de Hidan, ditando o ritmo do beijo, sugando e mordendo com força suficiente para arracar-lhe sangue do lábio inferior, para logo explorar a cavidade úmida com sua língua, voluptoso e luxuriante.

Um gemido baixo ficou preso na garganta de Hidan ao sentir a outra mão do moreno entrar por baixo de sua calça depois de desabotoa-la sem dificuldades; Kakuzu agarrara seu membro, apertando a glande com certa força, os dedos roçando torturantemente a extensão, para logo larga-lo e romper o beijo, saindo de cima de si:

– Desgraçado… – Suspirou baixo, a calça sendo tirada de seu corpo sem cuidado algum, junto à boxer.

Kakuzu segurou as pernas do albino, levantando-as, mordeu o interior de uma das coxas antes de lamber vagarosamente toda extensão do membro alheio.

Hidan gemeu alto, contorcendo-se. Kakuzu abocanhou-lhe a glande, chupando-a, largando as pernas do outro segurou o pênis inchado e duro de Hidan com uma das mãos, apertando e os testículos com a outra; beliscou-os com força:

– Filho da puta! – Urrou o mais novo, e então gemeu ao ter o pênis engolido pela boca quente de Kakuzu.

O moreno chupava-o com intensidade, a cabeça descendo e subindo entre as pernas do outro com velocidade – Hidan podia sentir seu pau bater na garganta do mais velho, o que provocava-lhe ainda mais gemidos –, a língua áspera de Kakuzu serpenteava pelo membro do albino, e ele jamais diminuía a velocidade do oral.

Hidan tremeu, sentindo-se próximo do ápice, ansioso para derramar-se na boca ávida do mais velho. Quando estava prestes à gozar, Kakuzu parou, apertando-lhe a glande com força, impedindo-o de satisfazer-se:

– Ah, caralho! NÃO, PORRA! KAKUZU SEU BASTARDO! – Gritou, afundando a cabeça nos travesseiros, o corpo ainda trêmulo.

– Punição. Lembra, merdinha? – O moreno debochou com humor negro.

Hidan estava prestes a explodir quando o outro largou-lhe o membro, e sua agonia só aumentava; estivera tão perto de gozar!!! Aquele filho da puta…!

O moreno amaranhou os dedos nos cabelos claros e puxou-os, fazendo com que uma careta atravessasse o rosto do albino enquanto este sentava-se na cama, contrariado. Abriu a própria calça, o pênis saltando para fora, duro como rocha. Apontou-o para Hidan:

– Chupa. Agora – Ordenou.

O albino gemeu, excitado como nunca e engatinhou até estar com o rosto à sentimentos do membro do outro; Kakuzu esfregou-o em seu rosto, a glande pingava o pré-gozo:

– Hidan. Vamos, eu sei que você quer chupar meu pau, desgraçado. Não me enrole – Apressou.

E sem esperar por mais estímulos, Hidan segurou-o, lambendo a glande, abocanhando-a em seguida e descendo por toda a extensão grossa do pênis do outro com a boca; os cantos de seus lábios ardia, mas estava pouco se fodendo; desceu e subiu rápido com os lábios pelo pau do moreno, forçando-o cada vez mais para dentro, a língua passando pelas veias, tirando-o vez ou outra para lambe-lo e logo tornando a engoli-lo, sentindo-o bater em sua garganta enquanto o mais velho agarrava-lhe os cabelos e passava a ditar a velocidade à medida em que se aproximava do ápice.

Gozou na boca do albino, o sêmen escorrendo pelos cantos dos lábios rosados do mesmo. Quando puxou o membro para fora da boca de Hidan, tornou a bate-lo em sua face corada:

– Você gosta disso, não gosta? Seu adorador de deuses de merda – Murmurou Kakuzu, e antes que Hidan pudesse manda-lo ao inferno, teve sua blusa puxada pela cabeça e jogada em qualquer canto, sendo empurrado novamente, as costas no colchão.

O moreno tornou a atacar-lhe os lábios, um som obsceno e estalado ecoando pelo quarto quando rompeu o ósculo, girando Hidan na cama, colocando-o de quatro; posicionou-se por trás do mesmo, mordeu com força uma das nádegas pálidas antes de separa-las e enfiar a língua entre elas, alcançando o orifício rosado do mais novo:

– Ah, caralho, caralho, ca… ralho… Ka-Kaku...zu! – Hidan gemia descontroladamente enquanto a língua do outro trabalhava em seu ânus ao mesmo tempo em que este estimulava seu pênis, numa punheta lenta; Kakuzu enfiou dois dedos na entrada do albino, entrando e saindo de seu corpo com pressa, intercalando seus dedos com sua língua, aumentando a velocidade da punheta.

Hidan praticamente gritava de prazer, os olhos revirando nas órbitas quando o mais velho colocou três dedos; tremores percorreram seu corpo os pêlos de sua nuca eriçando-se; queria tanto gozar que chegava a doer.

Mas como da última vez, Kakuzu o impediu, parando os movimentos, apertando-lhe a cabeça de seu pau. Hidan grunhiu, irritado, a cabeça pendendo e encostando nos travesseiros, a respiração saindo numa baforada. O impulso de bater em Kakuzu era tamanho, que ele o teria feito, se o moreno não o houvesse penetrado logo em seguida, de uma só vez num movimento longo e firme, indo fundo e parecendo rasga-lo de dentro para fora:

– AHN… AH!!! – Gemeu, no lugar dos insultos que queria enlouquecidamente gritar para o mais velho.

Kakuzu acertou três tapas fortes nas nádegas de Hidan, marcando-as com o formato de sua mão, deixando-as vermelhas enquanto o penetrava, cada vez mais e mais forte, logo atingindo-lhe a próstata com brutalidade; prendeu os quadris do albino entre os dedos, puxando-o para si, afundando-se ainda mais em seu corpo:

– ISSO! MAIS!! AH… KAKU...ZU!!!! – Hidan gemia, e finalmente desistindo de torturá-lo e perdido na sensação de ser comprimido prazerosamente pelas paredes internas do corpo do mais novo, o moreno atendeu seu pedido, acertando-o cada vez mais forte em seu ponto mágico.

– Você gosta disso, não é sua puta? – Indagou Kakuzu, a voz carregada de luxúria e tesão. O desejo intenso percorrendo-lhe as veias.

Bateu novamente na bunda macia do outro:

– Sim, SIM! ME FODE, ME FODE MAIS!? – O menor pedia descontroladamente, agarrando os lençóis em puro prazer, a dor misturando-se à ele, deixando-o insano.

Kakuzu ia e vinha no corpo alheio, forte e rápido sem jamais cessar; e Hidan pouco se fodia para o escândalo que fazia, só queria mais, mais do pau grosso do outro penetrando-o com aquela brutalidade extasiante. Só queria gozar. Queria muito gozar. O som de seus corpos se chocando e dos gemidos roucos do moreno uniam-se aos seus. Estava próximo.

Diferente das últimas duas vezes, quando o corpo do albino tencionou-se e tremeu, Kakuzu não fez nada para impedi-lo de alcançar o ápice; pelo contrário, afundou-se tanto em seu interior que podia ter se tornado parte do corpo alheio, e quando Hidan gozou, melando os lençóis, Kakuzu derramou-se dentro dele, investindo alguma vezes mais e acertando mais e mais tapas em sua pele clara; puxou os cabelos claros, até que as costas de Hidan estivessem coladas em seu dorso. Mordeu o pescoço pálido, chupou-o e tornou a morder com força. Agarrou-lhe o membro novamente:

– Ainda não terminei com você, desgraçado – Murmurou em seu ouvido.

Hidan gemeu novamente, o membro ficando duro na mão do moreno, que começou a masturba-lo. Kakuzu emburrou-o para o colchão, girando-o para que dessa vez, o albino ficasse de frente para ele, e abriu-lhe as pernas, colocando-se entre elas, tornou a invadir-lhe o corpo.

O mais novo arqueou as costas, mordendo os lábios em deleite; Kakuzu abaixou-se na altura de seu pescoço, marcando a pele pálida em todo lugar, apoiava seu peso no colchão com uma mão e com a outra beliscava os mamilos rijos de Hidan, sem jamais parar os movimentos de vai e vem em seu corpo.

O albino podia jurar que iria ficar sem voz, mas pouco se importava; enlaçou a cintura do mais velho com as pernas, gemendo à medida que este aumentava a força, mesmo que parecesse impossível de fazê-lo. Puxou Kakuzu, arranhando-lhe as costas enquanto este apertava sua coxa, mordia seu pescoço. Puxou-lhe os cabelos escuros, levando a face do mesmo até a sua e beijando-o intensamente, sua boca chocando-se com brutalidade à dele, as língua enroscando-se, brigando por espaço.

Dessa vez, Kakuzu veio primeiro, o sêmen jorrando no ânus de Hidan, que melou seus abdômens logo em seguida.

O moreno deitou-se descuidadamente sobre o corpo do outro, sem sair de seu interior:

– Aí caralho, você pesa – Hidan reclamou, a voz arrastando-se pelo cansaço e torpor pós orgasmo.

– Cala essa merda de boca, porra – O moreno ordenou, sem fazer qualquer movimento que indicasse que sairia dali.

– Ainda está me punindo? – Zombou, as pálpebras pesando.

– Me obrigue à ir de novo naquele lixo, e vou esquarteja-lo, bastardo – Ameaçou relaxadamente.

– O único lixo é você, velhote – Revidou, obrigando-se a permanecer acordado.

– Cala a boca, cacete – Kakuzu repetiu, bufando.

– Hun – Finalmente, o albino cedeu, pensando que, se aquilo era a punição, ele não se incomodaria em ser castigado outras vezes.

E então, caiu no sono, o peso do corpo alheio – também já adormecido – sobre o seu. 


Notas Finais


Obrigada por ler e desculpem-me por quaisquer erros? Dem-me opiniões sobre o que acharam!
Kissus ♥


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