História Delicioso Chef - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Comedia, Exo
Exibições 1.069
Palavras 3.096
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi oi olha eu brotando depois de mil anos q. Tenho que parar de sumir se quiser continuar com essa vida de (tentar) escrever fanfics. Eu demoro muito pra fazer as coisas, tenho tantas ideias mas a preguiça toma conta do meu ser :')

Eeenfim, escrevi essa putariazinha de ChanBaek do nada mas tá engraçadinha acho que vocês vão gostar!

Boa leitura <3

Capítulo 1 - Que Linguição!


Fanfic / Fanfiction Delicioso Chef - Capítulo 1 - Que Linguição!

 

É um inferno trabalhar nessa cozinha.

Esse bando de gente pra lá e pra cá, gritando e me dando ordens. Pareço um escravo.

Estou aqui por quatro meses e a única razão pela qual eu ainda não joguei um balde de óleo quente na cara de alguém, se chama Park Chanyeol. Meu patrão deliciosamente delicioso. Dono do restaurante e um chefe de cozinha renomado.

Na verdade existem outras razões, mas acho que não preciso ficar dizendo que o aluguel do meu apartamento minúsculo está atrasado e que a mensalidade da faculdade também. Eu não devia ter gastado o tiquinho de dinheiro que eu tinha comprando aquele par de tênis caríssimo, mas poxa, é tão lindo, todo branco com detalhes em azul... E eu AMO azul. Eu realmente precisava comprar.

Enfim, voltando ao assunto sobre meu chefe gostosão, ah, ele é maravilhoso. Aquela voz grossa, aquela altura, as mãos enormes... Sempre que o vejo criando novos pratos e amassando algumas massas imagino como deve ser a sensação de ter minha bunda sendo amassada também.

Quer dizer, imaginava até duas semanas atrás.

 

 

Era quarta-feira e estava eu aqui nesse buraco do satanás limpando o chão cheio de respingos de molho, pedaços de alimentos e marcas de sapatos, enquanto meus “colegas” insuportáveis fofocavam e faziam piadas sobre o assistente que mais parecia um burro de carga, vulgo eu. O restaurante já havia fechado e apenas os funcionários ainda estavam aqui, como fazem todas as noites.

- Hey, moleque! – O ajudante principal de Chanyeol veio me torrar a paciência. – Ficou aquela sujeira ali ó.

E eu na maior inocência e burrice, fui olhar mais de perto o lugar para onde ele havia apontado.

- Não tem nada de sujeira aqui. – O olhei e revirei os olhos. Minha paciência já não estava muito grande.

Quando ia voltar até o canto onde faltava pra eu terminar de limpar, o desgraçado teve a coragem de pegar um pote que continha extrato de tomate e jogar no chão.

- Agora tem.

O fuzilei com os olhos. Me deu uns cinco minutos de ódio e desci o barraco.

Desculpa mas não sou obrigado a aturar esse tipo de humilhação.

- Escuta aqui, quem você pensa que é pra achar que pode fazer isso? Hein? Só porque é o subchefe ou sei lá o quê acha que pode me tratar assim? Você não é nada.

O nojento ficou em silêncio e seu clubinho de baba ovos também.  Percebi que ficaram um pouco chocados com minha reação. Eles sempre tiravam uma comigo e eu sempre os ignorava, não esperavam que eu ficasse daquele jeito.

Quando eu estava prestes a tomar um belo de um xingo, Chanyeol apareceu perguntando o que estava acontecendo, por causa do barulho do meu grito. É eu gritei, tinha ficado puto ué.

- É esse faxineirozinho aí, olha a bagunça que ele deixou, queria ir embora sem terminar o serviço.

- É mentira! Eu nã-

- Silêncio! – Chanyeol ordenou com aquela voz grave, fazendo eu me calar. – Vocês podem ir embora, ainda estão aqui por quê? Sendo que amanhã quero que venham mais cedo para me ajudarem a testar novas receitas? E você Baekhyun, vamos ter uma conversinha.

O mentiroso e o ninho de cobras obedeceram a Chanyeol e saíram de lá um pouco assustados, mas não perderam a oportunidade de darem seus risinhos debochados.

E eu fiquei lá, parado segurando um esfregão feito uma estátua. Eu não podia ser demitido, não agora, já havia sido difícil arrumar emprego nessa bosta de trabalho. Eu fiquei com o cu na mão.

Ele olhou para a bagunça no chão e veio caminhando devagar em minha direção, levantou o rosto e me encarou. Foi a única vez que senti medo dele. Medo que não durou muito tempo, pois ao invés de me dar uma bronca, ele sorriu.

E puta merda, que sorriso lindo.

- N-não vai gritar comigo?

- Por que eu faria isso?

- Bom, é que...

- Achou que eu iria te demitir? Eu vi tudo o que aquele safado do Sehun fez. Eu ‘tava escondido ali na porta e só fingi pra ver como ele reagiria. – Fez um bico de insatisfação. – É o melhor cozinheiro aqui depois de mim, mas é um mentiroso, não posso ter pessoas assim trabalhando comigo. Amanhã mesmo vou mandá-lo embora.

Fiquei com vários pontos de interrogação rodando pelo meu cérebro. Mas adorei ouvir aquilo e sem perceber dei um leve sorriso de canto. Chanyeol notou.

- Anda, pode ficar feliz e comemorar, eu sei o quando você o odeia. Pode me agradecer também.

Abaixei a cabeça e soltei um riso. Quando voltei a olhá-lo, o agradeci.

- Obrigado, chefe.

- Eu acho que mereço mais que apenas um obrigado, Baekhyun.

A expressão dele mudou. E aquele sorriso fofo e divertido se transformou num sorriso extremamente sensual e obsceno.

Continuei parado no mesmo lugar vendo ele se aproximar e ficar menos de cinco centímetros perto de mim.

- Acha que eu nunca percebi o jeito que você me olha? Ah Baekhyun... Você nem disfarça.

Senti meu rosto queimar de vergonha. Sério que eu deixava tão óbvio assim? Bom, a culpa não é minha se ele parece um pornô ambulante.

- Não precisa ficar vermelho desse jeito...

Meu coração faltou sair pela boca quando ele pôs seus dedos da mão esquerda em meu queixo repentinamente e me puxou para um beijo. Claro que não me afastei, mas estava tão surpreso que não tive tempo de raciocinar aquela situação. Então, continuei parado sem retribuir o selar até que ele se afastou e ficou me olhando, com uma cara confusa.

- O que foi? Não quer me beijar?

- Não é isso, é que...

Ele sorriu novamente de forma fofa, como da primeira vez.

- Você fica uma graça todo tímido desse jeito.

Após dizer aquilo ele se aproximou novamente, agora colocando suas mãos em volta da minha cintura, me apertando contra seu corpo.

“Deixa eu te mostrar como se usa uma linguiça que não precise ser cortada e nem frita.”

Sim, ele disse isso. Eu teria começado a rir dessa frase tosca se ele não fosse tão gostoso e não tivesse uma voz orgásmica.

Meu Deus do céu. Que homem!

Ele selou nossos lábios novamente e dessa vez – claro – que retribuí. Senti sua língua quente entrar em minha boca e ir de encontro com a minha. Eu tinha minhas mãos nesse momento na nuca dele, acariciando aqueles cabelos negros.

Chanyeol me puxava cada vez mais para perto, colando nossos corpos o máximo que podia. Suas mãos grandes passeavam por minhas costas e sua destra desceu até minha bunda, apertando com força uma das nádegas.

Nosso beijo continuou por mais alguns minutos até que eu mesmo o parei. Não sei por que diabos fiz aquilo. Eu ‘tava doido pra me esfregar naquele homem. Mas não posso negar, eu meio que me senti estranho naquele momento. Me parecia errado estar aos amassos com meu chefe no lugar onde trabalhamos. Talvez fosse por que nunca havia feito isso. Imaginar ele amassando minha bunda era uma coisa, mas fazer assim do nada era outra.

- Chefe, eu acho melhor...

- Baekkie, você não está mais no seu horário de trabalho. Nesse momento me chame apenas de Chanyeol.

Tudo bem, eu realmente não achava aquilo correto, mas... Ele me chamou de “Baekkie”.

Não resisti.

Quem começou o beijo agora fui eu. Me joguei mesmo, taquei o foda-se. E ele adorou. Segurou minhas pernas me fazendo subir em seu colo e me colocou na mesa grande dessa cozinha industrial. Fiquei sentado na beirada dela com aquele gostoso entre minhas pernas, praticamente me engolindo com a língua.

Levei minhas mãos até os botões de sua camisa social e fui abrindo um por um de cima para baixo, deixando seu peitoral e abdome a mostra. Deslizei meus dedos por entre os gominhos de sua barriga sentindo aquela pele macia.

Ele tinha suas unhas fazendo um pouco de cócegas em minha cintura por baixo da minha camiseta, o avental de limpeza que eu usava já havia sido retirado segundos atrás.

Chanyeol tirou seus lábios dos meus e desceu com eles até meu pescoço, depositando alguns beijos leves para em seguida começar a lamber.

Aquilo me arrepiou todo e senti uma pontada forte em meu baixo ventre quando o mesmo disse com aquela voz sexy:

“Eu vou te saborear todinho.”

Porra me subiu um fogo, fiquei mais quente do que os fornos que tem aqui quando estão assando frango. Sério, esse homem me deixou – e me deixa – todo coisado.

Retirei por completo sua camisa desabotoada, e Chanyeol fez o mesmo em mim me deixando apenas de calça assim como ele.

Ficamos mais um tempo naquela brincadeira de beijos e lambidas até que ele resolveu abrir o meu zíper. Foi algo tão rápido e desesperado que quando notei já estava totalmente nu e todo arreganhado, sentindo suas mãos ágeis em meu membro, massageando. Joguei a cabeça para trás e soltei um gemido arrastado. Ele riu e se abaixou ficando com a boca em cima dos meus testículos.

- Você gosta disso, hm, Baekkie? Olha pra mim.

O olhei como pediu, e foi a melhor visão que já tive em toda minha vida.

Ele pôs a língua para fora e a passou por minhas bolas. Sua mão direita segurava meu pênis e com o dedão ele apertava a glande.

Eu tinha meus lábios entreabertos e a respiração pesada. E quando bateu uma vontade enorme de gritar, mordi a parte inferior.

Chanyeol continuava trabalhando naquela região, mas não demorou muito para que subisse sua língua até a extensão do membro dando várias lambidas e uma chupada forte na ponta.

- Chany... – Chamei seu nome manhoso.

Ele se levantou, voltando a ficar com seu rosto próximo ao meu. Sem dizer nada abriu o zíper de sua calça social, abaixou o tecido preto junto com a cueca ficando com seu pênis – devo lembrar que é gigante – para fora.

Fiquei salivando quando botei meus olhos naquele pau.

- Vem cá, Baekhyun. Vem provar esse linguição.

E que linguição.

Desci da mesa rápido e fiquei de joelhos em sua frente, olhei para cima e Chanyeol sorria maliciosamente. Segurei seu membro pulsante com as duas mãos, sem perder o contato visual com ele.

Comecei dando beijos leves por toda a extensão, vendo Chanyeol abrir a boca numa respiração pesada e jogar a cabeça para trás.

Continuei com os beijos até chegar na parte da glande, e ali brinquei com minha língua  fazendo movimentos circulares. Lambi tudo o que tinha direito daquele pênis latejante.

Chanyeol levou suas mãos até meus cabelos e afundou os dedos entre as madeixas, fazendo uma carícia gostosa. Ele empurrou seu quadril para frente ansiando mais pelo toque de minha boca.

- Baekkie... Me chupa. – Pediu com uma voz rouca.

Obedecendo, abocanhei seu falo com vontade o engolindo por completo, chegando a tê-lo tocando em minha garganta. Eu fazia movimentos de vai e vem com minha cabeça, devagar, sentindo todo o gosto amargo causado pelo pré-gozo que escorria.

Após alguns minutos no mesmo ritmo lento, Chanyeol apertou seus dedos que me seguravam pelo cabelo e forçou meu rosto contra sua intimidade, querendo que eu engolisse mais daquele seu pedaço grosso de carne. Cheguei a me engasgar e me afastei um pouco o empurrando com as mãos em suas coxas. Mãos essas que logo deslizaram até a bunda do mesmo, passando de leve as unhas nela.

- Sua boca é tão gostosa de foder, Baekkie... – Ele fazia movimentos bruscos para frente com o quadril ao mesmo tempo em que me puxava, fazendo meu rosto se chocar contra seu baixo ventre. Os gemidos dele ficavam cada vez mais altos, eu estava o deixando louco.

Os movimentos pararam de repente e arfei baixo quando ele retirou seu pau da minha garganta. Voltei a olhá-lo com os lábios vermelhos e levemente inchados e ele me puxou para cima, me fazendo ficar de pé. Me capturou num beijo violento, enfiando sua língua de uma forma afoita, sugando-me.

Sessou o contato das bocas numa mordida em meu lábio inferior. Sorriu de canto e logo me virou de costas para ele, fazendo com que eu me apoiasse com as palmas das mãos em cima da mesa. Deu um tapa em minha bunda que causou uma ardência no local.

Eu tinha meu rosto virado para trás o olhando por cima dos ombros e vi quando ele chupou o seu indicador e médio, da mão direita. Os deixou bem molhados e os direcionou até a minha entrada, que quase implorava para ser penetrada.

Ele rodeou um pouco o buraco e foi metendo um de cada vez. Fechei os olhos e abri a boca num gemido acompanhado de um suspiro.

Quando tinha seus dedos totalmente dentro de mim, começou a fazer movimentos com as pontas deles, como se fizesse cócegas. Era uma delícia.

Os movimentos foram ficando mais rápidos e logo ele socava com força aqueles dedões compridos me fazendo gemer num volume alto. Achei que fosse colocar sua mão toda.

Poxa, bem que eu queria.

- Ah... Baekhyun. Você é tão gostoso. – Ele disse próximo ao meu ouvido quando se inclinou para frente colando seu corpo ao meu. – Você quer que eu te coma só com os dedos? Hm? Ou quer logo que eu meta meu pau em você?

Aquele ar quente em contato com minha pele me arrepiou todo.

- Mete em mim o que você quiser. – Respondi num fio de voz. Estava tão ofegante que mal conseguia pronunciar as palavras.

Ele levantou seu tronco desgrudando nossos corpos e segurou seu pênis depois de retirar seus dedos do meu interior, roçando a cabeça rosada entre minhas nádegas.

Aquilo só me deixava mais excitado, sentia meu membro pulsar de tamanho tesão.

- Chany, anda logo... – Implorei.

Ele riu e finalmente foi forçando seu pênis para que entrasse. Revirei os olhos e gemi arrastado enquanto ele ia se afundando cada vez mais.

Quando havia enfiado tudo, nem esperou para que eu me acostumasse e já foi fazendo movimentos de entrada e saída, que foram ficando rapidamente acelerados.

Ele metia freneticamente fazendo meu corpo ser empurrado com rigidez em cima da mesa. Sua virilha se chocava contra minha bunda causando barulhos que deixavam tudo mais prazeroso.

Naquele momento eu nem me preocupava mais em tentar segurar os gemidos. Urrava tão alto que os sons poderiam ser ouvidos do lado de fora do restaurante vazio.

Aliás, ainda bem que estava vazio.

Chanyeol segurava forte em minha cintura e apertava seus dedos em minha pele com firmeza. Cada estocada era como se eu fosse ser partido ao meio. Estava delirando.

Ele voltou a colar seu peitoral e abdome em minhas costas, se esfregando enquanto continuava com os movimentos. Sua destra largou minha cintura e foi em direção ao meu pescoço segurando o mesmo me puxando para trás.

- Baekhyun... Foder você é delicioso. – Mordeu o lóbulo da minha orelha esquerda.

Seus gemidos roucos em meu ouvido eriçavam todos os pelos do meu corpo.

Sua outra mão saiu também de minha cintura e desceu até meu pênis esquecido. O segurou e começou uma masturbação rápida, seguindo o mesmo ritmo de suas penetrações.

Não aguentei muito tempo aquela mistura de sensações, e após sentir como se uma corrente elétrica atravessasse meu corpo, cheguei ao meu limite. Gozando na mão de Chanyeol e soltando um grito agudo. Senti minhas pernas fraquejarem e se não fosse por estar sendo prensado e segurado por aqueles dedos enormes, eu teria caído no chão.

Ele continuou penetrando em mim por mais alguns minutos. Ele entrava fundo, tocando em minha próstata e tinha voltado a me segurar pela cintura com as duas mãos. Eu estava mole e jogado em cima da mesa gelada após o melhor orgasmo que já tive na vida, a única coisa que conseguia fazer era continuar gemendo e respirando pesado.

- Baekhyun...

Quando ele chamou meu nome foi a hora em que senti seu sêmen escorrer dentro do meu corpo que estava extasiado. Chanyeol deitou em cima de mim ainda com seu membro soltando o liquido. Seu pênis pulsava em meu interior e ele tinha seus lábios em minha nuca fazendo eu me arrepiar mais uma vez com o ar quente de seu fôlego sobre minha pele.

Nós dois estávamos esgotados. Ficamos naquela posição até que pudéssemos ter forças o suficiente para ficarmos de pé.

Com seu membro já fora de mim ele me virou para frente e nos beijamos novamente, dessa vez mais devagar. Eu conseguia sentir seus batimentos cardíacos acelerados, assim como os meus.

- ‘Tá satisfeito agora? – Perguntei em voz baixa, com meus lábios encostando de leve nos dele. – Já agradeci o suficiente?

- Por hoje sim. – Ele riu e mordiscou meu queixo.

 

Conversamos por mais meia hora e em seguida limpamos tudo. No dia seguinte fiz questão de chegar mais cedo junto com o resto do pessoal só para ver a cara do nojento do Sehun quando fosse demitido. Não perdi a chance de zoar ele quando o vi saindo ‘P da vida’.

Ri mesmo, nem escondi minha alegria. Ridículo, bem feito.

 

 

- Hey Baekhyun! Vai ficar aí olhando pro nada viajando mesmo ou vai voltar pro serviço? Anda faxineiro inútil que eu tenho pressa.

- Ah, claro já vou. – Pois é amigos, a praga do Sehun foi embora, mas o lugar infernal continua o mesmo e eu continuo sendo feito de escravo. Depois da saída dele os seus coleguinhas obviamente ficaram com raiva, pois sabiam que ele havia sido demitido por minha causa, e claro, estão pegando ainda mais no meu pé em relação aos afazeres. Mas agora a diferença é que tenho o lindão do meu Chanyeol – sim, já chamo ele de meu – pra ficar de olho em qualquer um que tentar fazer gracinha pra cima de mim. Depois daquele dia nossos encontros secretos depois do horário fora do restaurante ficaram bem comuns.

E os amassos no carro dele também.

Falando no maravilhoso, ele acabou de entrar na cozinha segurando olhem só, linguiças... E ainda fez questão de dar um sorriso safado me encarando. Eu passei a amar esse tipo de carne depois daquele dia. Por que será não é mesmo?

- Anda Baekhyun! Rápido!

- Já ‘tô indo Jongdae que saco! – Af, Deixa eu ir logo fazer o que preciso antes que eu finalmente crie coragem e bata na cabeça dele com uma frigideira.

Eu já disse que é um inferno trabalhar nessa cozinha? Acho que já né. E por que ainda estou aqui? Bom, eu odeio meu trabalho, mas sou tarado por Park Chanyeol.

 

 


Notas Finais


Por favor perdoem o Chanyeol pela piada idiota comparando a jeba dele com uma linguiça. Eu TIVE que fazer isso çklsjaçh. Como sempre peço desculpas se tiver algum erro, minha miopia deixa passar algumas coisas as vezes.

Espero que tenham gostado, ah, antes de ir, eu posso panfletar uma outra história aqui? Acho que sim né, então, se quiserem dar uma chorada de leve leiam minha angstzinha: https://spiritfanfics.com/historia/onde-estara-o-meu-amor-7155376

Até algum outro dia. Fui! <3


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