História Delinquent Brother - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jihope, Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Kookmin
Visualizações 185
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 2 - 2 - What about a diet?


Jimin Pov's:

– Atrasado outra vez?!

– Me desculpe, sr. Yang. – Reverenciei-me ao professor que batia impacientemente os pés no chão. – Não vai acontecer de novo.

– Ha-ha! – Riu zombando. Ouvi os risinhos abafados da classe, ninguém ousaria fazer um pio quando o professor ficava estressado, principalmente, com os alunos que perdiam o horário de suas aulas. – Você diz isso toda vez que se atrasa! Sente-se logo e pare de gastar meu tempo, Park.

– Sim, professor. – Os ombros encolhidos, caminhei por entre as carteiras dos estudantes que seguravam o riso, ou me olhavam com desgosto.

Sentei-me na única mesa vaga da sala lotada bem próxima a janela, felizmente, caso me sentisse entediado nas aulas seguintes, poderia admirar a paisagem de Itaewan.

– O Jungkook outra vez? – Dei um pulinho da cadeira, assustado. Estava tão distraído que não havia notado meu único amigo dentro da escola, Seokjin, sentado ao meu lado.

– Sim. – Suspirei cansado.

– Qual foi a proeza que ele aprontou dessa vez? – Indagou, mantendo o olhar fixo no professor que recolhia alguns de seus matérias sob a mesa desgastada e pichada por vândalos.

– Café quente.

– O quê? – Encarou-me com os olhos esbugalhados.

– Ele empurrou a xícara e... – Mostrei minha coxa que ainda ardia, coberta pela calça jeans azul-marinho.

Jin bufou.

– Sério, Jimin. Você precisa contar o que seu irmão anda aprontando para seus pais, ele literalmente maltrata você e ainda sai impune. – Largou a caneta sob o livro de química com questões inacabadas. – Eu fico revoltado por não conseguir fazer nada contra esse idiota.

Pois é, Seokjin também odeia o Jungkook, mas diferente de mim, ele tem motivos que justificam toda sua rincha com o mais novo.

– Eu também me sinto inválido, mesmo afrontando ele, mas sei lá... Eu tenho medo do que meu irmão pode fazer.

– Às vezes, fico pensando se nós não tacamos pedra na cruz para sofrer na mão desse bastardo.

– No lugar da pedra, eu colocaria uma rocha inteira porque ninguém merece aturar o falsário do meu irmão.

– A conversa dos dois está boa? Porque não sei se vocês notaram, mas estamos no meio da aula e eu não quero ninguém de papo furado! – Professor Yang chamou nossa atenção, os braços fortemente cruzados acima do peito. Eu e Jin ficamos em silêncio recebendo os olhares curiosos da classe. – Principalmente, você senhor Park Jimin que não tem uma reputação boa na minha matéria. – Droga... Esse professor é muito insuportável, não entendo toda sua cisma comigo desde nosso primeiro dia de aula... Bom, eu chego atrasado ás vezes por causa das relíquias de Jungkook, como por exemplo: Me deixar trancado dentro de casa, derramar leite nas minhas roupas, roubar meu dinheiro do transporte, sumir com meus materiais propositalmente para que eu perdesse tempo procurando-os a casa inteira. Mas nada justifica toda implicância desse professor comigo.

Se ele fosse um velho – como a maioria dos professores da escola –, eu diria que sua idade não estava processando junto com os neurônios fritos durante todos os anos de vida, dessa forma teria um motivo para todo seu mal-humor, mas não, Yang tem apenas vinte e cinco anos. É um rapaz novo que carrega consigo a alma de um velho carrancudo e rabugento.

Engoli em seco, pegando o livro de química dentro da bolsa e abrindo na página anotada na lousa.

(...)

– Eu não suporto aquele professor. – Seokjin trincava os dentes de raiva, andando lentamente na fila com uma bandeja na mão para receber os lanches do refeitório. Andava logo atrás dele.

– Será que na vida passada também tacamos pedra na cruz com esse professor?

Jin riu.

– Com certeza.

A mulher que nós atendia na cantina nos olhou com a mesma cara de bunda de todo santo dia, jogando de qualquer jeito e com muita má vontade nossos lanches embrulhados no plástico e o suco nos copos. Às vezes, eu temia comer desses alimentos pela maneira como as mulheres os preparam, não por falta de higiene nem nada, mas digamos que por falta de certo carinho e cuidado. Claro que, trabalhar no refeitório servindo alunos esfomeados não era o melhor emprego do mundo, mas se não gosta dê oportunidade a pessoas que realmente precisam, já que nos últimos meses é raridade encontrar emprego até mesmo naqueles que são desmerecidos por muita gente.

A bandeja nas mãos, caminhamos para uma mesa no centro do refeitório, as outras mais escondidas estava ocupadas por grupos de alunos bem maiores que o nosso.

– Eu odeio esse lugar, não vejo a hora de nos formarmos. – Seokjin bufou, desembrulhando o sanduíche e mordiscando-o em seguida.

– É nosso último ano, veja pelo lado positivo.

Três garotos com risos maliciosos passaram atrás de Seokjin, dando um tapa na cabeça do mais velho que pulou pelo susto deixando seus óculos quadrados caírem na mesa.

O responsável pelo tapa era Kim Namjoon, o capitão do time mais popular de basquete da escola. Ele teve a audácia de olhar para trás e sorrir debochadamente para Jin que pressionava fortemente os punhos destacando seus tendões.

– Espero que no jogo da semana que vem, ganhe uma bela bolada no meio da cara. – O garoto resmungou, pegando o óculos caído, e pondo-o no rosto novamente. – Ah, mas eu vou torcer para que isso aconteça.

– Eu não entendo como ele pôde ficar tão implicante com você. – Beberiquei o suco de maracujá que tinha gosto de água suja.

– Quem deve ser o responsável? – Perguntou irônico e sorriu forçado, lançando o olhar ao meu irmão que adentrava o refeitório com várias garotas e garotos lhe cercando como se fosse alguma celebridade.

– Jungkook. – Disse com indiferença, trazendo minha atenção a bandeja com os alimentos que de fato era muito mais interessante.

– Tudo que seu irmão toca, estraga.

Depois que o Namjoon começou a se envolver com Jeon que adentrou ao time de basquete, após ser convidado pelo treinador que o assistiu jogar na educação física, o relacionamento de Jin com o amigo desandou completamente. Jungkook deve ter colocado ideias erradas na cabeça de Namjoon que, infelizmente, deixou-se influenciar e agora trata a pessoa que era considerada amigo do peito como se fosse um saco de lixo.

Mais uma das razões para a lista do porque eu não gosto de Jungkook.

(...)

Sabe aqueles gritinhos desafinados de fãs que vêem seu ídolo no show ao vivo pela primeira vez? Ou quando eles postam selcas e leva todo mundo a loucura? É exatamente isso que se passa no refeitório que foi construído exclusivamente para os alunos alimentarem-se, mas outras pessoas não o usam para isto, e sim, para ficar amostrando-se só porque ganhou músculos com as atividades esportivas.

– Todos esses gritos por causa de um tanquinho? Sério? – Jin perguntou. Assistíamos com desgosto a imagem do meu irmão levantando a camisa e expondo seus músculos bem definidos do abdômen. Não podia negar, Jeon tinha um corpo muito bom para um garoto de dezessete anos. – Você também tem tanquinho e não fica se amostrando.

– Não vejo necessidade de receber tanta atenção de pessoas interesseiras.

– E como anda as aulas? Vai mesmo se apresentar?

– Eu acho que sim. – Estava muito ansioso para as futuras apresentações do balé. Desde que era mais novo tomei gosto pela dança e não conseguia viver sem ela. – O professor quer me colocar no papel principal e tó muito nervoso.

– Que isso, Jimin... – Seokjin levantou-se junto a mim, com a bandeja na mão. – Você dança super bem, tenho certeza que vai conseguir fazer sua estreia perfeitamente.

– Espero que sim.

(...)

Despedi-me de Jin no termino das aulas integrais, era muito cansativo ter que passar quase o dia inteiro trancafiado dentro da escola fora que odiava também pelo fato de não permitir-me passar a tarde com meus pais, já que nos outros dias da semana eu ensaiava e voltava para casa apenas à noite.

Caminhava lentamente para a estação, mas desfiz o caminho e voltei pelo mais longo até em casa, pois Jeon estava com a namoradinha irritante que tem uma voz insuportável de pato atropelado com esquizofrenia. Eu preferia andar e perder alguns quilos do que ficar a viajem inteira com aqueles dois trocando palavras nada castas para com o outro.

(...)

– Mãe, estou em casa! – Fechei a porta, deixando meus sapatos na entrada. Os calçados de Jeon estavam recolhidos no canto.

– Na cozinha! – A mesma proferiu alto. Em passos lentos e cansados, fui em direção a mesma, passando pela sala onde meu irmão e meu pai assistiam televisão juntos.

Eu não gostava disso, não suportava ver meu pai trocando sorrisos sinceros com Jeon e esse retribuindo com os falsos, suportando a presença do mais velho por obrigação. Quantas vezes eu já cheguei em casa e me deparei com uma discussão sua a respeito do pai e mãe sobre o divórcio? Houve uma época que era frequente, e isso magoava meu pai, mas com o decorrer do tempo o assunto encerrou-se e forçadamente, Jeon pediu desculpas ao meu pai que por ter um coração bom, aceitou de bom grado.

– Boa noite, pai. – Cumprimentei o mais velho que sorriu largamente. Jeon pousou o olhar sobre mim, aguardando nosso teatrinho diário. – Você nem me esperou, irmão.

– Desculpa, Minnie. – Ele se levanta, e me abraça, afagando meus cabelos. Eu quero morrer. – Eu não estava me sentindo muito bem por isso vim na frente. – Fez uma falsa carinha tristonha que convenceria as pessoas que não o conhecesse.

– O mais importante é a sua saúde. – Sorri sem mostrar os dentes, tocando suas bochechas. – Agora, me solta que eu preciso falar com a mamãe.

– Eu fico muito feliz de ver vocês dois se dando tão bem. – Meu pai falou, os olhos brilhando de felicidade. Antes de morarmos juntos, ele cogitou que eu e Jeon não nós daríamos bem. No passado, bem no início da nossa relação, começamos a gostar da presença do outro desde o dia que parei de encobrir todas as merdas que meu irmão fazia e ele arranjar mais um motivo para me odiar.

– E eu fico muito feliz por trazer o Jimin a minha vida, papai. – Desgraçado falso. – Eu não sei como me veria sem a presença do meu, irmãozinho. – Jeon abraçou-me com mais força, me fazendo prender o fôlego por um momento.

– Irmãozinho? – Forcei a risada. – Eu sou o mais velho, sabia? – Aproveitei a situação para beliscar sua bochecha com certa força.

Ele beliscou a minha também sem nenhum pingo de delicadeza, meus olhos marejaram.

– É tão fofo, Minnie. – Jungkook não passa de um maldito vingativo. Ele solta minhas bochechas e se afasta. – Melhor você ir logo, antes que a mamãe brigue conosco. – Bocejou. – Estou muito cansando, vou descansar agora.

– Boa noite, Jeon. – Meu pai acenou com um sorriso e Jungkook sorriu forçado de novo, subindo rapidamente os lances de escada.

(...)

Minha mãe não queria falar nada demais, apenas disse que deixaria nosso almoço pronto para o dia seguinte. Ela fica muito preocupado conosco, ainda mais quando envolve nossa alimentação.

Larguei minhas coisas no quarto, e fui direto tomar banho, queria descansar e estar preparado para ensaiar no dia seguinte sem nenhuma dor de cabeça, mas a vida não está ao meu favor porque assim que fecho a porta do banheiro e começo a me despir distraidamente, vejo um silhueta de costas pela cortina branca que divide o box do resto do banheiro. Eu ficaria mais aliviado se fosse um demônio ou entidades sobrenaturais que decidiram dar uma passada aqui em casa e se lavar, mas nenhuma dessas coisas eram possíveis e restava eu acreditar que estava desesperado, silenciosamente, recolhendo minhas roupas largadas no chão ao mesmo tempo que tentava vesti-las sem que Jeon notasse minha presença, entretanto, meu braço esbarrou no frasco de shampoo em cima da pia o que fez ele cair no chão, num barulho altíssimo que chamou a atenção do mais alto.

Praguejei-me mentalmente e Jeon puxou a cortina, instintivamente cobri meus olhos, tentando enxergar o rosto confuso do outro no pequeno espaço por entre meus dedos.

Não olha para baixo.

– O que diabos você tá fazendo aqui? – Perguntou irritado.

– E-Eu p-pensei que e-estivesse vazio. – Mal consegui falar sem parecer um gago.

Não olha para baixo.

– Vazio com a porta fechada? – Riu em escárnio. – Sempre soube que era um depravado.

– Como é que é? – Retirei as mãos do rosto, sentindo meu corpo ser tomado pela raiva. – Acha que eu perderia meu tempo para ver você pelado?

– Acho. – Respondeu simplista. – Eu sempre suspeitei que você curtisse a outra fruta.

Merda.

– E-Eu não "curto a outra fruta", babaca. – Fiz as aspas com os dedos. – E mesmo se curtisse não faria esforço algum para ver você pelado.

– Já acabou ou vai sair? – Estendeu a mão para a porta. Estalei a língua e girei os calcanhares, girando a maçaneta e numa tentativa falha, puxando-a para abrir a porta que decidiu emperrar na pior hora.

– Tá emperrada... – Murmurei, ainda de costas para o mais novo que aproximou-se de mim, colando as costas molhadas na minha enquanto puxava a maçaneta que, consequentemente, pela força que fora usada, fez com que a porta viesse com tudo na minha testa.

– Ai! – Gritei, passando minha mão na área que fora atingida. – Você tá de sacanagem?! – Virei-me irritadíssimo para o outro que me fitava com indiferença.

– Não é minha culpa que você seja idiota para ficar com a cara colada na porta. – Meu sangue fervia, eu queria bater com essa porta na cabeça dele até que ficasse inconsciente. – Agora, sai logo, antes que eu lhe dê outra portada.

– Como se eu fosse deixar! – Murmurei, saindo do banheiro, ouvindo a porta atrás de mim fechar-se numa batida violenta. – Bate a cabeça, seu idiota!

– O que você disse?! – Ouvi o trinco da porta girar-se e sem pensar duas vezes, corri desesperado para dentro do meu quarto como um filhote de gato assustado.

(...)

Quase trinta minutos depois do incidente do banheiro que Jungkook terminou o banho e eu pude me lavar em paz. Sério, toda essa demora posso garantir que foi proposital, ele não leva esse tempo todo para se banhar.

Com a toalha enrolada no pescoço, desci as escadas apressadamente para despedir-me dos meus pais que arrumavam as coisas para o trabalho. Minha mãe, carinhosa como sempre, me beijou na bochecha e meu pai me deu um de seus abraços reconfortantes. Jungkook não havia descido, apenas berrou do quarto um tchau preguiçoso.

Assim que nos despedimos, fui na cozinha comer alguma coisa antes de dormir, odeio ficar com o estômago roncando a madrugada inteira. Tinha quatro biscoitos de polvilho numa vasilha florida esverdeada nos armários pendurados na parede. Segurei na borda da pia, ficando na ponta dos pés e soergui meu braço numa tentativa falha de alcançar os potes, mas der repentemente, uma mão bem maior que a minha roubou a vasilha. Não precisava me virar e confirmar que essa pessoa era...

– Jungkook! – Chamei o outro que pegou os quatros biscoitos e me deu o pote vazio com os farelos. – Eu ia comer isso!

– Gosto como usa as palavras, pelo menos não é tão burro quanto pensava. – Sorriu cínico, mordendo bem devagar o biscoito. – Você ia comer, não vai mais. – Deu de ombros e subiu para o quarto, fui logo atrás dele, segurando a porta antes que a fechasse na minha cara.

– Você tem quatro biscoitos, me dê pelo menos um!

Jeon levantou uma sobrancelha, e jogou na boca o biscoito.

– Agora, tem três biscoitos.

Controle-se, Jimin! Controle-se! Ele só quer irritar você... Se fossemos irmãos de paz e amor, poderíamos ter divido igualmente os biscoitinhos e todos sairiam felizes, mas não, tem que existir alguma coisa para atrapalhar e tudo culpa desse estúpido.

– Além do mais, irmão...– Ele deu ênfase ao irmão. – Você não pode comer os biscoitos por isso dei os farelos a você.

– Que papo ridículo é esse?! Claro que eu posso comer! – Franzi o cenho, cruzando os braços e sentindo meu rosto esquentar de raiva.

– E eu achando que porco só comia farelo... – Riu brevemente. – Os animais andam evoluindo com o passar dos anos.

Porco?!

– Pro inferno você e esses biscoitos! – Dei de ombros. – Espero que morra engasgado!

– Como pode falar isso? – Fingiu estar ofendido, colocando a mão no peito. – Só queria poupar você de ganhar uns quilinhos a mais, irmão.

– O q-quê?

– Ora! Não notou? – Segurou meu ombro, virando para frente do enorme espelho de seu armário. – Você ganhou peso, Jimin.

Encarava meu reflexo, sentindo uma pontada de medo percorrer meu interior. Ele tá mentindo... Eu não ganhei peso, ganhei? Quer dizer, eu perdi bastante nesses últimos meses por conta dos ensaios e a última vez que pesei-me estava com 49kg. Eu não posso ter ganhado peso em tão pouco tempo...

– Só estou poupando você, irmão. – Jeon fingiu inocência. Ele tá mentindo, sabe como sou obcecado quando se trata do meu peso. – Não quer ficar gordinho na sua estreia quer? Séria uma pena se isso acontecesse porque comeu demais. – Desgraçado! Ele sabe tocar na ferida!

Sai apressado de seu quarto e me tranquei no meu. Retirei minha camisa e parei na frente do espelho, analisando meu tronco despido.

Não tem gordura?... Tem? Não pode ter... Eu não posso engordar! Pelo jeito vou ter que entrar na dieta novamente...


Notas Finais


Se o Jeon é um belo de um filho da p*ta? Com certeza!

Espero que tenham gostado!
Vejo vocês no próximo capítulo. ❤


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