História Delírio - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias K.A.R.D
Personagens B.M, J.Seph
Tags Bseph, Drama, Kard, Yaoi
Visualizações 63
Palavras 598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Irei começar com essa fanfic sobre o KARD. Fique atento, pois terá Yaoi.
Pretendo lançar atualizá-la semanalmente.
Espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


O relógio da cozinha já marcava sete horas da noite, quando Somin e Jiwoo começaram a gritar uma com a outra freneticamente:

– Você sempre erra! – acusou Somin, apontando o dedo para o rosto de Jiwoo. – Realmente, não sei o que você faz nessa porcaria de grupo, só sabe implicar comigo e com os outros e sempre – enfatizou – sempre se acha o melhor!

– Cale a boca! – fungou Jiwoo, como se fosse levantar de onde estava sentando e dar um soco em Somin. – Você não tem direito de falar nada, e, afinal, a discussão não era nem com você! Era com ele – e apontou o dedo para o manager.

– Pessoal, chega. Acalme-se, Jiwoo. Resolver isso com cabeça quente não vai resultar em nada. Na verdade, Baek nem fez isso que você falou – intrometeu BM, sentando-se à mesa novamente, já que havia levantado para separar as duas. O que BM queria dizer era que Jiwoo acusou Baek de mentir dela ter faltado aos ensaios para ir a cafeteria com umas amigas da universidade.

Não era do feitio de Jiwoo mentir para sair às compras, principalmente faltar aos ensaios. Mas Jiwoo havia mudado e estava com um comportamento estranho. E tinha realmente faltado ao ensaio na quarta-feira para simplesmente perambular pelas ruas.

Mas, quando na verdade, ela só estava cansada: o grupo acabara de chegar de tour pela América, e faltava uma semana para o debut. 

Baek, tentando melhorar o ar de discussão, voltando-se a todos:

– Que tal uma pizza, pessoal? J.Seph, – disse, levantando-se para pegar o telefone e levar até o lugar onde estava os meninos – Ligue e peça uma pizza pra gente. Não se esqueça do refrigerante e, por favor, muito catchup! – finalizou o pedido voltando à mesa.

J.Seph pegou o telefone da mão do mais velho e começou a discar o número aleatoriamente, pensando em tudo menos na maldita pizza. Baek ficou intrigado, e tomou o telefone se sua mão. J.Seph estava realmente nervoso, ansioso e cansado. Mas o que mais lhe atormentada era a lembrança do beijo que BM lhe deu no backstage no show em Canadá.

Voltou à realidade e fez o que o manaer havia lhe pedido. A pizza de calabresa chegou – a preferida de Baek – e todos comeram harmoniosamente. A mesa estava em silêncio quando Baek, na intenção de provocar Jiwoo, passou suas pernas entre as da loira, instigando alguma reação dela. Logo Jiwoo ficou vermelha e todos riram da brincadeira do manager.

Somin já havia feito as pazes com Jiwoo e as duas se encontravam agora deitadas na sala com o smartphone na mão, passeando pelo IG de look fashion. Baek pediu licença e se retirou, pegando a chave de sua moto para dirigir de volta ao seu condomínio que ficava há mais ou menos 7 quadras do dormitório. BM, então, auxiliou o manager e o agradeceu pela companhia, fechando então a porta da frente.

J.Seph estava na cozinha, terminando de lavar a louça da janta, bocejando, mas com os pensamentos ainda no maldito beijo que BM lhe deu. Ele não entendia. Terminando de secar a louça, vestiu-se e foi para cama, colocando seu pijama com estampa da Adidas.

Deitando-se, colocou os fones de ouvido de seu iPod que estava no criado-mudo. Deixou os pensamentos o envolverem; era como uma orquestra, preenchendo a acústica com seu som. Sentia dúvidas, dúvidas estas que o estrangulavam cada vez mais, pois ele não se lembrava como e quando estes sentimentos o envolveram. Sedento pelas respostas, dormiu, ao barulho da chuva que caia lá fora, misturado ao acorde duvidosamente romântica da música que ouvia, questionando seus próprios sentimentos.


Notas Finais


Até o primeiro capítulo, pessoal.


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