História Delirious Love - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Justin Bieber, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Dangerous Love, Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Segunda Temporada, Violencia
Exibições 638
Palavras 3.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


I'M BACK BITCHES!

Eu disse que voltaria e voltei, finalmente! Ouvimos o coro de Santa Helena irmãos! Eu sinto que estou bem melhor, bem melhor que antes, eu pude conversar com meus pais, me abrir com meus amigos, ter decisões sem medos e me desafiar. Fico muito feliz por aqueles comentários que me incentivaram e eu apenas agradeço, vocês são incríveis e não o que seria de mim sem vocês. Esse capítulo eu já tinha escrito assim como váaaarios, porém os perdi e isso me deixou desmotivada, mas falei com algumas leitoras e elas me ajudaram muito. Estou estupidamente ansiosa para a reação de vocês com esse capítulo e peço que me perdoem pelos erros. Bom, let's go girls!

Capítulo 34 - Positive


Fanfic / Fanfiction Delirious Love - Capítulo 34 - Positive

“Embale sua escova de dente querida. Embale sua blusa favorita. Faça uma retirada. Tire toda sua economia. Porque se não deixarmos esta cidade. Talvez nunca consigamos. Eu não nasci para me afogar, baby venha. Esqueça o que o padre brennan disse. Nós não nascemos em pecado. Deixe um recado em sua cama. Deixe a sua mãe saber que você está segura. E quando ela acorda. Vamos ter dirigido através do estado. Vamos ter dirigido a noite toda, baby venha...” — Sleep On The Floor, The Luminners.

Caribe.

POINT OF VIEW ROXIE HERNANDEZ / BROOKLYN SOMERS

— Você não pode fugir de mim, baby! – Jake arregalou os olhos e saiu correndo ao me ver levantar. Tentei correr o mais devagar possível só para ver o sorriso de satisfação em seu rosto.

— Mamãe, mamãe, mamãe! – Gritava entre gargalhadas.

Sentia a água gelada nos meus pés, os respingos acertarem minhas pernas e molhar parte do meu vestido estampado, continuei correndo em direção ao meu filho que tentava dar passos maiores que as pernas pequenas e gordinhas.

É engraçado como as coisas mudam tão de repente. Há alguns meses atrás, eu estaria destruindo um quarto de hotel por ter que relembrar a morte do meu filho e agora, bom, agora eu estou com ele em segurança. Vendo Jake tão feliz me fazia feliz, me fazia esquecer-se de todos os problemas e desafios que eu enfrentaria daqui para frente para proteger minha família. Só que, apenas de ver o sorriso de todos, sentia que valeria a pena e eu lutaria com todas as minhas forças, até o meu último suspiro para os manterem em segurança.

Corri mais rápido quando vi meu pequeno cair na areia, eu vi as lágrimas se formarem em seus olhos e o som do choramingo de dor. Abaixei-me em frente de Jake, vendo que ele tinha machucado o joelho, tinha alguns filetes de sangue. Não foi profundo, apenas ralou, mas o suficiente para ver meu maior presente chorar.

— Calma, amor, vai passar. Vem com a mamãe – Ele estendeu seus braços e o peguei no colo com dificuldades. Mesmo estando quase com cinco anos e pesando quase 17 kg, ele continua sendo meu bebê. — Vamos limpar isso, passar remédio e almoçar, ok?

— Vai doer mãe! – Deitou sua cabeça em meu peito.

— Prometo que não irá doer nadinha. Confia em mim.

O apertei em meus braços o levando em direção ao Hotel.

Belinda e Amélia estavam no Spa desde ás onze da manhã, sendo que já era duas e alguma coisa. Justin e Ryan continuaram jogando futebol na praia. Christian, Zayn e Charles estavam comendo. Depois do que ocorreu com Dominic, achei melhor os trazer junto. Não é uma matéria fácil explicar isso, mas ninguém questionou e todos pareciam estar se dando bem, até demais.

Antes de ficar no Hotel, estávamos nas cabanas flutuantes. Porém, deu problema nos banheiros e consegui quartos para nós. A cabana era dividida em quatro quartos sobre a água clara. Eu, Bieber e Jake ficávamos no mesmo, Charles e Amélia em um, Christian e Ryan em outro e Zayn e Belinda no último. Era surpreendente como minha família crescia. Eu sentia que podia confiar em Zayn, até por que ele estava fazendo bem a Belinda e eu via os olhos de ambos saírem faíscas cada vez que se encontravam, chegava a criar uma tensão sexual e eu achava graça, óbvio.

Entrei no meu andar e passei o cartão pela porta, autorizando a entrada. Vi que Jake estava quase dormindo, por isso tratei de ser rápida.

— Não quero, nãoooooo – Resmungou assim que tirei a roupa molhada que grudava em seu corpo. —, não mãe!

— Nada disso, banho mocinho! Depois você dorme, não, depois não. Ainda tem que comer. Não é bom você dormir sem comer algo antes, está desde manhã se comer e ficou nesse sol. Droga deveria ter passado mais protetor solar em você. Olha como você est...

— Eu to’ meio enjoado, mamãe.

— O que o seu pai deu para você comer? – Perguntei enquanto molhava seus cabelos.

— Comemos melancia, eu gostei, acho que vai ser minha fruta preferida agora. E depois a titia Amélia me deu bolo. – Parei de secar seu corpo com a toalha dos vingadores e o encarei séria.

— Eu não acredito nisso! – Céus! Deram melancia e alimento com leite, eu não acredito! — Não dá para deixar você com seu pai, não dá!

— Desculpa... – Abaixou a cabeça.

— Não é culpa sua amor. – Beijei sua bochecha e sentindo-há um pouco quente, seu rosto estava corado demonstrando estar com febre. Ele pegou insolação, eu iria matar o Bieber.

Terminei de vestir Jake e o deitei na cama, sem deixa-lo se cobrir, por que poderia piorar sua febre. Dei um remédio para aliviar sua febre e o deixei tomando água, para ajudar no enjoo. Sentei ao seu lado, vendo seus olhinhos fechando. Passei a palma das minhas mãos sobre sua testa, pescoço e barriga para ver se passava, mas nada. Então molhei um dos seus panos colocando nele.

— Ach... – Interrompi minha fala assim que me sinto um pouco tonta, me apoio na parede buscando respirar fundo para me acalmar, mas logo corro para o banheiro despejando todo meu café da manhã. Sentia todo o gosto amargo subir pela minha garganta, o impulso que meu estômago fazia e a irritação com isso.

Sentei no chão, respirando fundo novamente, mas isso só me fez por até o que eu não tinha no estômago para fora. Encostei minha cabeça na parede sentindo tudo girar, céus!

— BROOKE? BROOKE? PELO AMOR DE DEUS, ACORDA! – Eu não conseguia identificar de quem era aquela voz, meus olhos pareciam pesados como se eu tivesse dormido por anos. Não estava claro, mas o pouco de claridade foi o suficiente para eu fecha-los novamente.

Seus dedos eram ásperos, davam tapas leves em meu rosto, mas eu sentia suas mãos molhadas de suor toda vez que tocava nos meus braços me chacoalhando. Eu conhecia aquele perfume.

— C-Chaz... – Sussurrei. — J-Jake, ca... Cadê ele?

— Calma, ele está bem. Belinda disse que a febre dele baixou e ele esta bem, fica calma. – Assenti tentando me mexer, mas aquela posição acabou comigo. Eu me sentia tão cansada, parecia que ocorria uma explosão de sentimentos dentro de mim, tudo me deixava cansada, estressada, nervosa. — Vou te dar um banho, vem!

Meu irmão me daria um banho? Não deu nem tempo de eu protestar, quando senti tudo ficar escuro novamente e eu só ouvi um “Fica comigo”.

[...]

— Não acredito que me deu banho! – Puxei o pente da sua mão com brutalidade, mas ele arranca de mim e eu cerro as sobrancelhas.

— Cala a boca Brooke, somos irmãos. Não tem nada aí que eu já não tenha visto.

— PUTA MERDA CHARLES!

— Fica quieta, B! – Olhei no espelho enquanto estava sentada como índio em cima da cama, Charles estava atrás de mim penteando meus cabelos. Sim, ele fazia isso como se qualquer movimento fosse arrancar todos os meus cabelos. Lembro-me quando tinha preguiça de escovar meus cabelos e ele fazia para mim. Dessa maneira, com cuidado, como se pudesse me quebrar. — O que está acontecendo com você?

— Eu não sei, isso anda acontecendo frequentemente. E estou me odiando, é como se eu perdesse controle de mim.

— Por que não contou para ninguém?

— Tenho medo de saber o que é.

— Vai ficar tudo bem. – Engatinhei até a cama, me deixando nela.

— Deita aqui. – Bati do meu lado. Chaz retirou seus chinelos e deitou-se ao meu lado. — Me promete que se algo acontecer comigo vai tomar conta deles.

— Brooke, e...

— Por favor, Charles. Eu tô’ te pedindo. Você sabe que eu dei uma chance de vocês me mostrarem que podem me ajudar, mas eu não vou estar aqui pelo resto da minha vida, sabe que eu corro mais perigo todos os dias do que vocês.

Meu irmão respirou fundo, engolindo á seco e beijou o topo da minha cabeça. Esse era a sua promessa.

Não sei quanto tempo fiquei deitada, mas foi o suficiente para eu apagar novamente. Eu acordei era de noite, com Amélia e Belinda gritando que teria um Luau e elas queria ir, que todos iriam.

Enquanto as meninas estavam no meu quarto, junto com meu filho. Estava sentada sobre a tampa do vaso, encarando aquelas coisas em minhas mãos sem acreditar. Isso não poderia estar acontecendo, não era possível. Não tinha, tinha? Era surreal. Sentia meu corpo todo trêmulo e minha garganta seca. Aquilo parecia me encarar. Como seriam as coisas daqui para frente?

Para piorar, como eu pude não perceber aquilo.

Eu tinha enjoos constantes principalmente com o perfume de Justin, algo que nunca aconteceu. Se havia uma fruta que detestava era manga e era a única coisa que eu comia. Nunca fui fã de camarão e de repente passei a comer sempre. Mas, minha menstruação havia chegando ou não... Foi apenas naquele dia. Estava atrasada, mudava de humor rapidamente. Não era difícil notar, eu estava sensível. Pés inchados e o ventre também.

Levantei largando-os sobre o balcão de mármore do banheiro. Encarei meu reflexo. Meus cabelos estavam mais compridos, mas não tanto e ondulados pelos Bobs que eu usei antes, trajava um vestido longo estampado branco, ombros caídos e que ia até os meus pés, pelo fato dele estarem inchados, resolvi por uma sandália aberta de pedras.

Suspirei fitando novamente.

Positivo

Positivo

Positivo

Os três deram positivos.

— Eu estou grávida – Minha voz saiu mais baixa que o esperado. Senti meus olhos inundarem de lágrimas, mas não derrubei nenhuma. Funguei e olhei para cima piscando diversas vezes. — Ai meu Deus, o que eu vou fazer?

— Brooke! Vamos logo!

Com o susto que levei com a voz de Justin, deixei os testes caírem na pia. Balancei a cabeça os guardando na gaveta, cobrindo com as toalhas. Abri a porta e um ser alto quase caí sobre mim.

— Estava ouvindo atrás da porta? – Arqueio a sobrancelha.

— Não, quer dizer, sim, mas quando fui ouvir você tinha ficado quieta e achei que tivesse acontecido algo. – Falou rapidamente, atropelando as palavras. Encarei Justin desconfiadamente.

— Sei...

— Você está deslumbrante. E hm, gostosa. – Falou me puxando e colocando a palma da sua mão sobre minha bunda, ri fraco.

— Estou de vestido longo e estampado, não tem como.

— Amor, já viu o tamanho da sua bunda? Até com vestido ela aparece. – Selou meus lábios e senti suas mãos apertando com mais força.

— Quer dizer que eu estou gorda?

— O que?! – Disse alto. — Óbvio que não, Brooke.

— Eu sei que não.

— Você anda mais louca que o normal.

— O quer dizer com isso? – Me virei para ele e Justin bagunçou os cabelos frustrado. Gargalhei disso.

— Vamos. – Segurou minha mão entrelaçando nossos dedos. Vi Jake mais a frente no colo de Christian que sorriu ao me ver e por segundos, me senti culpada pelo fato dos seus olhos brilharem ao me ver.

Muitas pessoas haviam sidas convidadas para o Luau na praia. Parece que seria em comemoração ao dono do Hotel. Tocava uma música animada, mulheres com sutiãs de coco e saias de folhas, era tudo muito exótico e eu gostei disso. Haviam homens caminhando por todos os lados cuspindo fogo, milhares de mesas espalhadas e atrações artísticas em todos os lugares. Um bar perto na qual um casal servia e garçons. Tinha até cabanas. Algumas pessoas chegavam e iam para o mar, não importava se fosse de noite.

— Uau. – Foi à única coisa que eu disse vendo como as mulheres dançavam, não era algo vulgar, mas era quente como balançavam o quadril.

— Acho que estou no céu.

Murmurou Christian quando uma mulher negra, dos cabelos cacheados e os olhos tão escuros como a noite passou. Ela era realmente linda.

— Vai falar com ela galã. – Apontei com a cabeça, mostrando que ela estava no bar.

— O que? Não! – Tomou um gole do seu Martini.

— Deixa de ser medroso, ela está de olho em você. – Ri fraco ao ver seus olhos saltarem.

— Como sabe? – Estávamos sentados em nossa mesa de dez lugares, sendo que erámos nove. Eu e Amélia erámos as únicas que não estávamos bebendo algo alcóolico, junto de Jake. — E que milagre é esse que você não está bebendo?

— Ela olha para você a cada quinze segundos esperando que você vá chegar nela. Dispensou dois homens e quando vocês se encaram, ela sorri e mexe no cabelo.

Beadles me encarou sem acreditar. Pisquei para ele.

— Eu... Eu não posso. – Engoliu á seco.

— Por que não? – Virei-me para Jake, o ajudando a cortar a carne.

— Eu posso achar muitas mulheres bonitas, mas eu não consigo ficar com uma quando o meu primeiro e único amor está perto de mim. É como se só ela importasse. –Levantei o olhar vendo que Chris me encarava, agradeci por Justin estar entretido com os meninos.

— Chris...

— Tudo bem, tá’ tudo bem.

— Por que não chama ela para ficar conosco? – Ele fez careta, me fazendo rir. Tirando um pouco da tensão.

— Ok, vou lá. – Assenti o vendo caminhar em direção á ela.

— Não sei ainda o que fazer no casamento, eu quero e não quero uma coisa grande. Eu não tenho muitos amigos, na verdade, tenho vocês apenas. – Amélia comentou.

— Então faça algo pequeno.

— Mas eu quero um casamento grande, vai ser o maior casamento que Stratford já viu.

— Por que não fazem algo diferente? Algo divertido? – Perguntei e Amélia olhou para meu irmão que pensou.

— Pessoal, com licença. Essa é Twila. – Olhamos em direção a Beadles, que tinha a mão nas costas de Twila, que sorriu acenando.

— Prazer em conhecê-los.

Seu sorriso mostrava que ela estava nervosa e tímida. E eu tinha gostado dela. Levantei e a cumprimentei.

— Prazer, Brooke. Esse é o Justin, meu namorado, Jake meu filho. Charles, meu irmão e que está noivo de Amélia. Belinda, Zayn e Ryan. – Fui apontando para cada um. — Sente-se.

— Oh, obrigada. – Chris puxou a cadeira para ela. — Vocês são de onde?

— Canadá e você? – Ryan respondeu.

— França.

— Sério? Não parece. – Levei uma garfada no risoto de camarão até a boca.

— Por quê? – Ela perguntou antes de pedir um prato.

— Desculpa, mas você tem corpo de brasileira. Mas seu sotaque mostra que é francesa.

— Minha mãe é brasileira, meu pai é francês. Nasci em Bordéus, mas com 14 anos me mudei para Paris.

— Nossa e como se sente com a rivalidade? – Perguntei e ela riu.

— Eu só descobri quando cheguei a Paris. – Assim que ela olhou para todos, notaram que não estavam entendendo. — Oh, me perdoem. Bordéus é uma cidade construída nas margens do Rio Garonne. É muitas vezes referida como a “Pequena Paris”, e a rivalidade entre o Bordelais e Parisiens é um assunto quente.

— Ah, sempre quis conhecer Nice, já foi lá? – Justin perguntou.

— Sim, de viagem. É muito lindo.

— Trabalha com o que Twila?

— Sou fotógrafa. Mas estou de férias.  – Ela era educada, bonita, simpática e eu vi que Christian estava hipnotizado por ela e me senti bem com isso. — E vocês?

Oh.

— Se te contássemos, teríamos que te matar depois. – Ela gargalhou da frase de Beadles e nós também, mas vi Amélia tensa.

Tudo estava indo como eu queria. Havia planejado há dias essa viagem e nada estragaria. Eu parecia uma louca obsessiva e com essa gravidez - se é que eu estava-, não poderia me arriscar ter problemas. Pela primeira vez, Justin e os meninos teriam que tomar controle de tudo até a hora em que eu não poder mais. Penso no tanto de inimigos que criei ao longo do caminho e o quanto ficariam entusiasmados com a notícia de que, finalmente, Brooke Somers estava fragilizada. Minha máscara havia caído há muito tempo e eu precisava me camuflar novamente. Todos já sabiam quem era a Dama da Noite. Ou eu eliminava todos, ou me eliminava.

Demorei tanto para conquistar tudo, mesmo sem ver. Quando entrei nesse mundo, nem percebi que tinha um ranking. Aquilo para mim era idiotice, sem noção e eu não ligava para isso. Até ter um baile de máscaras, Gold Vs. Silver, o Gold era chamado os assassinos de nível cinco e Silver de quatro para baixo. Foi naquele dia em que eu entrei, ninguém me reconheceu, era qualquer para todos. E então Donavon Fitzpatrick, grande magnata e serial killer de Whashington disse meu nome, Dama da Noite, e eu fui nomeada a maior assassina dos Estados Unidos.

A primeira mulher a ocupar seu lugar. Olhando todos da sacada, enquanto recebia uma joia na qual eu explodi há alguns anos, recebendo aplausos e olhares através de máscaras que eu tinha certeza que todos que me aplaudiram, queriam sacar as armas e atirar em mim. Mas Donavon sempre me entendeu, ele fez de tudo para cair no ranking, por que conheceu alguém... E agora eu o entendia, eu tinha alguém, eu tinha uma família. E só ele poderia me ajudar. A história da minha morte falsa havia caído como luva, mas depois que Niall colocou minha cabeça como prêmio, a notícia se espalhou como vinho na água. Rapidamente.

Olhei em volta, na mesa. Justin brincava com Jake que tinha a boca suja de molho. Charles paparicava a barriga de Amélia que tinha um volume bem pequeno, mas que com a sua blusa justa, mostrava. Zayn fazia Belinda rir como eu nunca tinha visto e eu sabia que ela estava em boas mãos, caso contrário daria um tiro em sua boca. Christian a cada palavra que saía da boca de Twila ficava mais interessado, ou fingia muito bem. E Ryan, bom, ele estava dançando todo desengonçado na pista, mas arrancando boas gargalhadas da ruiva que ele tirou para dançar. Parecia até um comercial de televisão, todos felizes. Típico comercial de supermercado.

Ri do meu pensamento.

— No que tanto pensa? – Justin sussurrou em meu ouvido, seguido de um beijo.

— Na nossa família. Em como tudo mudou.

— Falando assim, parece até a chefe da família. – Soou divertido e gargalhei tombando a cabeça para trás.

— E eu sou, baby.

— Não discordo.

— Eu estou feliz. – Olhei para ele e senti aquelas coisas, borboletas voando no meu estômago, uma sensação gostosa e meu coração dançar salsa.

— Se você está feliz, eu também estou. – Murmurou a centímetros dos meus lábios, e logo os tomou como eu tanto queria. Nunca me cansaria de seus beijos, todos pareciam diferentes e todos me deixavam mais entregue á ele.

— Eu te amo. – Dissemos juntos e deitei minha cabeça em seu ombro.

— Ainda vou te fazer Sra. Bieber.

— Sonha alto, sonha alto. Mas cuidado com o tombo. – Ri fraco. Eu não pensava em me casar com Justin, não sei, gostaria sim, mas para mim tanto faz. O importante erámos estar juntos.

— Se o tombo for com você, por mim tudo bem.

— Olha, eu já fiz o pedido de namoro. Casamento quem pede é você. – Ouvi sua risada gostosa e instantaneamente, sorri junto.

— Acho que mereço outro pedido, mal me lembro daquele.

— Meu maior presente foi o seu sim. Meu pior pesadelo foi quando você vomitou nos meus sapatos. – Justin me afastou e arregalou os olhos, mas gargalhou, ele ria tanto que saia lágrimas de seus olhos e eu sorri. — Mas tudo bem, faço outro. Com direito á aliança e tudo mais.

— Vou cobrar.

— Eu até anotei no meu bloco de notas. – Desbloqueei a tela e mostrei para Bieber, que riu.

— A cada dia que passa, eu te amo mais.

— Eu sei.

— Não estraga o clima romântico, Brooklyn.

— Cada átomo meu, promete amar e cuidar de cada átomo seu. – Jurei fitando seus olhos e dessa vez, eu tomei seus lábios.

[...]

— Eu quero fazer uma surpresa para Amélia, talvez ela vá gostar.

— Você é muito romântico, a surpreenda. Quer ajuda? – Chaz segurou minha mão esquerda me girando vagarosamente rindo da minha pergunta.

— Você? Ajudando-me?

— Claro, tenho até umas ideias.

— Me diga uma e se eu gostar deixo você me ajudar.

— Ok, enquanto ela apenas começa pensando nas coisas. Nós iremos já fazendo. O casamento vai acontecer na casa de campo.

— Mas...

— Fica quieto. Ela já terá que ir para lá no mesmo dia para se aprontar. Toda decoração será sob luzes, não esquece que ela quer algo pequeno. Estava pensando em chamar umas amigas sua, ela tinha amigas, não sei se sabe. Até o altar, vai ter a pequena ponte para atravessar o lago e dali em diante, vamos fazer a decoração com branco e rosa. Um arco coberto de pétalas com luzes claras e nas árvores. A festa vai ser no jardim, vamos por uns 100 convidados mais ou menos. Perto do palco, na qual terá uma banda, vamos fazer passar vídeos de vocês dois... – Fui contando para Christian o que eu tinha em mente. —Pretendem fazer antes de o bebê nascer ou depois?

— Antes, óbvio. Quanto mais rápido melhor.

— MEU DEUS, EU TIVE UMA IDEIA MUITO FODA! – Gritei me separando de meu irmão e colocando as mãos na boca.

— Qual?

— Já tentou gravar os batimentos de vocês dois, ou melhor, do bebê?

Seus olhos arregalaram-se, mas ele havia entendido.

— Você é um gênio. – Me abraçou.

— TIRE AS MÃOS DA MINHA MULHER CHARLES! – Gritou Justin dançando com Amélia.

— TIRE VOCÊ AS MÃOS DA MINHA BIEBER! – Idiotas.

— Tenho uma coisa para te contar e quero que seja o primeiro, a saber.

— Você é lésbica?

— Oh, não, mas já fiquei com garotas. Confesso e não é ruim, é ótimo.

— Verdade. – Ri fraco.

— Fiz três testes hoje de gravidez, todos deram positivos.

— O que? – Se soltou de mim.

— Sim, mas pode ter dado errado, né?

— Três testes? Óbvio que não. Caralho, eu vou ser tio!

— Vou contar logo para todos, mas quero que mantenha em segredo por enquanto, quero ter 100% de certeza. Sabe o que isso significa? – Voltamos a dançar. Seu sorriso era enorme e o meu nem se falava.

— O que?

— Você, Justin e os meninos vão ter que entrar em ação. Agora é com vocês.

— Prometo não te decepcionar. – Beijou o topo da minha cabeça.

— Você nunca me decepcionou.

A música havia acabado e eu decidi ir me sentar, estava cansada e Jake já estava no décimo sono em meu colo. Christian sentou-se ao meu lado, ingerindo um gole da sua bebida, que podia sentir o cheiro de morango e vodca. Logo Ryan também chegou e posicionou sua câmera semiprofissional em nossa direção.

— Digam X. – Eu dei um sorriso, um tanto cansado e senti o olhar de Beadles queimando sobre em mim, enquanto segurava Jake em meus braços.

Senti o clique.

— Como ficou? – Perguntei curiosa.

— Uau. – Fitou sua câmera. Antes de questionar o porquê da sua expressão, Butler virou a câmera em nossa direção e até eu o entendi.

Minhas bochechas estavam coradas pelo calor, meu sorriso era simples e cansado, mas bonito. Jake no meu colo adormecido e Christian olhando para mim de maneira apaixonante. Parecíamos um casal.

— Eu quero essa foto. – Dissemos juntos e eu ri com isso.

— Pode deixar. – Logo Ryan se afastou indo tirar outras fotos.

Não conversei com Christian, nosso silêncio estava confortável e ambos os sentimentos isso. Estava fitando Justin, quando sinto alguém me encarando e procurei, até achar os olhos escuros e os cabelos loiros correndo sem quebrar o contato comigo, seu olhar pedia socorro.

— Livian? LIVIAN? – Disse mais alto, coloquei Jake nos braços de Beadles que o pegou sem entender e corri na direção da loira.

— LIVIAN! – Gritei assim que ela se assusta e bate em um garçom, caindo no chão desacordada.

Sacudi seu corpo magro, tentando a fazer acordar.  Livian murmurou algo e tentou levantar, sem sucesso. Pedi para que se afastassem enquanto a ajudava levantar-se.

— Consegue caminhar? – Ela tentou dizer algo e apagou no meu colo.

— Droga! – Murmurei. Chamei Justin com a mão e ele vem em minha direção, confuso. — Amor, me ajuda aqui com ela.

— Ok. – Segura em seu colo.

— Está tudo bem pessoal, já podem voltar ao que estavam fazendo!

— O que vamos fazer com ela?

— Por a no quarto, se ela está aqui, Niall também está. Vou chamar todos de volta.


Notas Finais


HEY EVERYBODY! Sim, nossa baby Brooke está grávida! AEEEEEEEEEEEE! Se lembrem daquele spoiler chamado Stone Cold? Pois bem, isso explica um pouco. A família em clima de paz -por pouco tempo-, que amor. Sentem saudades da Dama da Noite? Daqui á dois capítulos ela volta e volta com força. ENTÃOOOO? O que acharam? Eu espero que tenham gostado, obrigada por não terem desistido da Fanfic. Livian is back motherfuckers, acham que isso será fácil? Eu falei com algumas leitoras que sentia que tinha perdido muitas de vocês, mas eu agradeço imensamente pelo carinho de todos que sempre me apoiaram e tudo mais, vocês são importantes pra mim e amo cada um.

Querem entrar no grupo do Whats? Deixem seus números nos comentários, separe para não ficar TELEFONE REMOVIDO. Opa, meu pai está ouvindo Justin, ninguém me segura!

Snap: nikollemarya
Twitter: @mothwerfuckr
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=DZdowMZa4fk


Playlist de Delirious Love, cada música conta sobre essa temporada.

Backstreet Boys - Incomplete
Adele - Hello
Demi Lovato - Kingdom Come
Justin Bieber - Trust
Demi Lovato - Stone Cold
Rachel Platten - Stand By You
Selena Gomez - Same Old Love

Xoxo, Dangerous Mom ♥


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