História Delirious Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Justin Bieber, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Criminal, Dangerous Love, Demi Lovato, Justin Bieber
Visualizações 361
Palavras 1.426
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEEEEEEEEEEEEGUEEEEEEI! Tô preparada pra atacar... Quando o grave bater eu vou quicaaaaaaar

Capítulo 4 - Revenge


Fanfic / Fanfiction Delirious Love - Capítulo 4 - Revenge

“Sua luz está dentro de mim. Como um rugido feroz. Como algo nascido no oceano. Você está em minhas veias. Sua voz é serenidade. Quando o sol se põe. E a força que encontrei. Está em minhas veias. Nossa história nos liga. Como o certo e errado. Sua mão na minha. Marchando à batida das tempestades. E nós andamos juntos até a luz. E meu amor será sua armadura esta noite. Nós somos corações de leão. E nós permanecemos juntos enfrentando uma guerra. E nosso amor conquistará tudo. Nós somos corações de leão...” — Lionheart, Demi Lovato.

POINT OF VIEW BROOKE SOMERS/ ROXIE HERNANDEZ

Sufocada, era assim que me sentia. Não tinha mais controle do meu corpo, um concreto grande e pesado estava sobre minhas pernas enquanto lutava pela busca do oxigênio. Minha visão estava turva, o que eu via era apenas fumaça e o fogo dominando o local. Ouvia gritos, mas não reconhecia a voz. Minha garganta está seca, a fumaça rapidamente invade meus pulmões enquanto tento me levantar. Era isso, o meu fim estava próximo? Não tinha mais forças para gritar, procurava ajuda, mas todos já haviam saído do galpão. Apenas restou eu ali. Nunca pensei que morreria assim, nunca pensei que poderia perder uma batalha ganhando a morte. Nunca pensei que viveria um amor e descobriria desejos insanos, nunca pensei que iria voltar á dar o perdão recebendo a paixão. Nunca pensei em morrer sem antes de fazer o que sempre quis, nunca pensei que a morte chegaria para mim, não agora. No fundo, eu sabia que isso iria acontecer. Não arrependo-me de nada que fiz, não me arrependo de ter matado tantas pessoas e de amar. Para mim eu não perdi a batalha, pois sei que ela não tinha acabado. É apenas um começo do jogo, faltam peças para fechar o quebra-cabeça.
 

A água fria já havia se aquecido. Depois de longos minutos, os raios solares refletiam na água tocando minha pele. Tum-Tum, Tum-Tum, Tum-Tum. Era o som do meu coração, fechava os olhos concentrando-me apenas no som. Meus pulmões doíam, mas eu podia aguentar. Quando abri lentamente meus olhos pude ver meus cabelos negros e curtos nadarem, meu corpo estava mais leve do que uma pena, mas minha mente estava mais pesada do que uma arma. Olhei para a ponta dos meus dedos que estavam enrugadas. Desejei ficar ali para sempre. 

Colei os braços no meu corpo em posição reta dando impulso com meus pés para cima até minha cabeça estar fora d’água. Escutei passos pesados, do tipo de pessoa que anda com o calcanhar. Levantei o olhar observando a garota de cabelos compridos ondulados e castanhos claros. Nadei até a borda da piscina de chão colocando a palma das minhas mãos no mármore quente pelo Sol. Sentei ali mesmo pegando a toalha branca de algodão secando meus cabelos curtos. 

— Quando vai contar a verdade para todos? – Suspirei ao escutar essa pergunta. 

— Hoje. 

— Justin está realmente mal, sabe o quanto foi difícil mentir para ele? Para Charles? Ele está se destruindo. 

— Acha que eu não sei? Observei-o por todos esses meses, mesmo longe. 

— Tudo por vingança, não é? – Eu sabia que ela estava irritada. 

— Amélia. 

— Não, Brooke. Você foi egoísta em fazer isso, só pensou em você. – Levantei rapidamente a fazendo recuar dois passos. 

— Apenas pensando em mim? Tudo que eu fiz foi por cada um de vocês! Acha que esse papo de: Poderíamos resolver todos juntos, ajudaria? Charles, Ryan, você, Christian e Justin não tinham capacidade de enfrentar isso. Acha mesmo que estariam vivos caso eu estivesse? 

— Olha só... 

— Não! Caso contrário Harry já teria te matado, Louis acabaria com meu irmão. E com todos. A última coisa que pensei quando tomei essa decisão foi em mim. Eu apenas queria a segurança de todos. Eu posso ser a pessoa mais insensível desse mundo, mas... Mas... 

— Mas o que? 

— Deixa. – Respirei fundo secando meu corpo. 

Subi as escadas rapidamente sem ligar de meus pés estarem molhados. O biquíni preto já começara a me incomodar. Avisto a última porta do corredor extenso e caminho em passos rápidos e pesados pelo carpete bege claro. Abri a porta entrando no meu quarto. Papel de parede preto, no teto um candelabro de cristal no meio do quarto. A cama de lado perto da varanda com as cortinas pretas de seda. A televisão de plasma na frente da cama em cima de uma estante pequena, ao lado meu closet de vidro. 90% do meu quarto era preto. Não sei por que fiz isso, mas gostei do resultado. 

O ar ali dentro estava gélido fazendo com que uma onda de calafrios percorresse meu corpo. Caminhei até o banheiro ao lado do closet vendo o enorme espelho atrás da pia de mármore. Tirei meu biquíni colocando no cesto de roupa. Tomei um banho rápido, apenas para relaxar um pouco. 

Olhei-me no espelho aprovando minha escolha. Usava um vestido de couro sem mangas, que tinha um fecho no meio. Tinha um colarinho pequeno, deixei um pouco aberto no meio deixando meus seios fartos. Calçava um salto preto aberto. Meus cabelos secos e com a franja para o lado. A maquiagem nada forte, apenas para dar uma corada. 

Peguei minha bolsa em cima da cama checando se tudo estava no lugar. Arma, celular, carteira e necessarie. Sai do meu quarto chaveando o mesmo, coloquei a chave no bolso da frente da bolsa antes de descer as escadas. Observo América e Blake discutindo no jardim, e Amélia se levantou do sofá assim que me viu. 

— Decidi que apenas o Justin vai saber que estou viva. 

— Por quê? 

— Ele conseguiu sequestrar Harry, daqui á dois dias eu apareço para mata-lo. 

— Então... Pera, você mudou o plano? 

— Sim. Primeiro vou matar Harry, ou deixar o Justin fazer as honras. Depois Tomlinson, e por último Niall. 

— Por que ele por último? 

— Para saber que estou chegando. – Pisquei para ela antes de abrir a porta que dá direto na garagem. Usei minha Ferrari 458 Itália branca. 

— Você nem disfarça usando esses carros. 

— Quer carona para algum lugar? – Perguntei colocando a bolsa no banco passageiro. 

— Não, vou dar uma volta. – Fiz sinal de Ok para Amélia dando partida. Sai pelos portões da casa de Blake e Amélia, ou minha. Eu havia comprado uma casa exatamente na frente da de Justin. 

— We only said goodbye with words. I died a hundred times… – Cantarolei uma parte da música que tocava, Back To Black da Amy Winehouse. 

Parei na frente da mansão de Tomlinson, fiquei cerca de 30 minutos ali quando ouço o ronco do motor de um carro. Pelo espelho retrovisor vejo que é Justin. Meu plano estava ocorrendo tudo bem por enquanto. Liguei o pisca-pisca do carro antes de sair cantando pneu. Demorou um tempo até ele começar a me seguir. 

Confesso que estava receosa com isso. Fiquei tanto tempo me escondendo, mas mesmo assim seu rosto continuava gravado na minha mente. Cada toque, beijo, sorriso ou fala preso em meu coração. Eu sentia saudade até dos seus sorrisos apaixonados, principalmente deles. Fazia-me se sentir especial, mas tinha medo de como ele iria reagir. 

Subi os vidros do carro pisando fundo no acelerador assim que chegamos no bairro conhecido. Fiquei quase 15 minutos tentando despistar ele, assim que consigo estaciono o carro na frente da nossa casa. Saio do veículo pegando minha bolsa antes de entrar na casa. Tudo continuava igual, os quadros, mas meio sujo e empoeirado. Talvez Justin estivesse tentando esquecer nossas lembranças, e vindo aqui apenas pioraria. Era estranho saber que alguém estava tentando superar que você morreu. 

Vou até o nosso quarto vendo a cama arruma, apenas o barulho do meu salto em contato com o chão. Fui até a janela vendo que ele saia do carro. Respirei fundo fechando os olhos assim que escuto o som dos seus passos, meu coração acelera. Cada vez mais ele se aproxima, e então sinto sua presença atrás de mim. Minhas pernas ficam bambas e a garganta seca quando escuto a rouquidão da sua voz embriagada pelo choro. 

— Brooke? 

Girei meus calcanhares no salto engolindo seco assim que meus olhos param nele. Justin tem o olhar perdido ao mesmo tempo marejado. Fecho a mão um tanto nervosa, mas dou um passo em sua direção. 

— Brooke. – Ele fala como se estivesse vendo uma assombração. 

— Sou eu. – Tentei sorrir. Justin recua dois passos deixando com que suas lágrimas mostrassem sua dor. 

— Você... É você mesmo? 

— Sim. – Senti uma lágrima escorrer de meus olhos sem permissão. 

— Não! Você é apenas um fruto da minha imaginação. Você morreu

Aquilo acabou comigo.

 


Notas Finais


Estou feliz por estar de volta, eu amo vocês e vocês me inspiram a continuar. Sério, por que senão fosse por vocês eu já teria dado adeus ao site e a história, obrigada por serem minha base.

XOXO, Dangerous Mom ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...