História Delirious Love - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Justin Bieber, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Dangerous Love, Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Segunda Temporada, Violencia
Exibições 679
Palavras 5.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello :)

Capítulo 36 - Congratulations


Fanfic / Fanfiction Delirious Love - Capítulo 36 - Congratulations

 “Enquanto estou deitada em seu peito. Fico aqui pensando, garoto, é só um palpite. Mas algo me diz que sou melhor do que as outras. Eu não estou tentando te apressar, mas caramba. Estou uma bagunça, uma bagunça, uma bagunça. E se parece certo, prometo que não me importo. E se parece certo, prometa que ficará aqui a noite toda. Só deixa eu te amar, te amar. Só deixa eu te amar, te amar. Só deixa eu te amar, te amar. Só deixa eu te amar, te amar...”Let Me Love You, Ariana Grande feat. Lil Wayne.

 

POINT OF VIEW ROXIE HERNANDEZ / BROOKLYN SOMERS

— Bem vindos de volta turma! – Anunciei com um sorriso grande. —Então... Digam-me, como foram as férias de vocês? Legais, chatas, maravilhosas, entediantes...

— A minha foi legal, meus pais e eu fomos viajar. Eu ganhei uma boneca nova! –Exclamou Caroline feliz.

—Meu dente caiu, eu fiquei dodói, mas logo logo passou.

— Foi chato! – Bufou Matt com os olhos vidrados no vídeo game.

— Matt você tem três segundos para guardar essa coisa antes que eu pegue. –Ele arregala os olhos e eu levanto o dedo, indicando a contagem, no dois ele já havia guardado. — Ótimo!

— Eu amei o meu, fui para outro país junto com a minha mãe e compramos muitas coisas!

— Eu fui no parque de diversão, depois fomos para casa da minha avó, ela faz o melhor bolo do mundo!!! – Exclamou Anna contente.

— Meu pai conseguiu tirar folga e me ensinou e nadar. – Kyle ajeitou os óculos que caia. Sorri contente.

— Viajei para vários lugares com a minha família, foram as melhores férias da minha vida! – Desta vez foi Jake.

Meu sorriso aumentou.

— E o seu professora Roxie?

— Fui viajar com a minha família, para o Brasil, depois Caribe e por fim, as Ilhas Maldivas!

— Uau! – Exclamaram surpresos.

— Essa semana iremos fazer muitas coisas legais, começando agora... Prontos?! –Assentiram rapidamente. — Muitas crianças na idade de vocês fazem cápsula do tempo. Como funciona ela? Vamos fazer um desenho e uma carta contando como vocês estão, se estão felizes, ou não, o que tem deixado vocês tristes ou incomodados, o primeiro amor, essas coisas e guardar dentro de uma cápsula, por fim enterrar na frente da escola e abrir apenas quando se formarem. Muitos de vocês não sabem muito escrever, por isso antes disso iremos treinar muito e eu ajudarei vocês em tudo que puder. Depois, na sexta feira faremos o famoso passeio que pediram ao cinema! –Não pude nem terminar e gritaram animados, já se inclinando para o lado para comentar com o coleguinha.

— Silêncio, por favor! Deu! Acalmem, ok?! – Fizeram o que eu pedi depois de longos segundos. — Iremos ver Procurando a Dory, depois iremos lanchar. Preciso que entreguem para seus um bilhete, na qual terão que assinar e darem 80 dólares.

O alvoroço começou. Muitos não queriam ver Dory, outros queriam.

— Quem acha que VAI poder ir? – Destaquei o vai e logo milhares de mãos pequenas foram erguidas, apenas três pessoas não levantaram: Matt, Anna e Kiara, a aluna nova. — Oh, por quê?

— Meu pai terá uma festa na sexta e como sempre terei que ficar para ajudar! –Revirou os olhos.

— Bom, eu vou me mudar. – Anna fez uma careta e eu desmanchei meu sorriso.

— Para onde?

— Montreal, meu trabalha em uma concessionária e transferiram ele para lá. Por um lado é bom e por outro é ruim.

— Entendo, mas vocês vão ter uma vida melhor e fará novos amigos. – Ela assentiu sorrindo. — Isso me deu uma ótima ideia.

— QUAL?

— Vamos fazer uma festa de despedida para Anna, ela se muda sexta, podemos fazer quinta. O que acham, querem fazer?

— Eu tô’ dentro!

— Vou trazer o refrigerante!

— E eu o bolo de chocolate, minha avó faz o melhor!

— E a bala?

— E bom, eu trarei um presente. – Sorri animada me virando para o quadro. — Vou anotar os nomes de cada um e o que cada um pode trazer. —Pera, mas e você Kiara?

— Ahn, é que... Hm, meus pais não tem dinheiro. – Suas bochechas coraram.

— Meu anjo, não se preocupa, apenas leve o bilhete e eu pago.

— Não precisa prof...

— Eu faço questão, vai ser divertido.

— Mas...

— Sem más, apenas aceite como um presente. – Pisquei para ela que sorriu.

Todos trariam alguma coisa, mínima que fosse. No intervalo, tratei de falar com a Diretora que achou uma ótima ideia. Antes de ir para a sala dos professores, passei pelo refeitório e vi Jake sentado junto de alguns amigos comendo seu lanche e acenei para ele, que devolveu.

— Então, Roxie, é casada? – Perguntou o professor David, de educação física.

— Ahn, não. – Ele sorriu. — Mas namoro.       

Seu sorriso se desfez, no mesmo instante.

— Tem filhos, Srta. Hernandez? – A vice-diretora questionou, enquanto bebericava seu café quente.

— Tenho sim. – Não entrei em mais detalhes e ela não perguntou.

— Quantos anos tem, Roxie? – Era a pedagoga da escola, todos resolveram querer saber da minha vida agora?

— Oh, não se pergunta a idade de uma mulher. – Ela soltou uma risada.

— Diria que tem em torno de 22 anos. – Eu tinha 20, mas ninguém precisava saber.

— Passou perto.

— Você se tornou professora por quê? Já passei inúmeras vezes em frente a sua casa e vi que tem uma boa vida, excelente.

— Como sabe onde eu moro?

— Moro a dois quarteirões da sua casa.

— Entendi. – Não cai na sua conversa. — Minha mãe era professora e eu sempre a ajudava quando podia, ela tinha um grande amor em lecionar então me inspirei nisso. Só que eu sempre amei crianças, preferi ensinar os pequenos.

— Você parece gostar bastante do que faz.

— Gosto sim, comecei há pouco tempo, mas gosto bastante.

Depois disso o assunto encerrou e eu pude comer meu lanche em paz.

Tocou o sinal para mais períodos de aula e eu me apressei a voltar para sala antes que começassem as perguntas novamente.

Os alunos chegaram junto comigo e sorri entrando na sala.

— Como foi o intervalo de vocês? – Perguntei e sentei, pronta para ouvir muitas histórias.

— Hoje vou passar algo que envolve matemática. – Ouço o couro de “Aahhh”.—, gente, é muito fácil. Vocês vão ver.

Levantei pegando o giz e escrevendo no quadro negro, as equações de adição. Coloquei em torno de quatro exemplos e seis questões.

— Parem o que estão fazendo e prestem atenção em mim agora, por favor. – Alguns terminaram de copiar e largaram o lápis. — Obrigada. Nesse primeiro exemplo aqui, temos uma conta de 1+1. Peguem um lápis. – Pedi e assim fizeram. — Ótimo! Agora peguem outro lápis. – Novamente. — Quantos lápis vocês tem?

— DOIS!!!

— Exatamente. Entenderam até aí? – Assentiram. — Vamos aumentar um pouco. Lembrem-se do que fizemos com os lápis, ok? Nesse outro exemplo é 4+2. E nessa minha mão, eu tenho quatro balas. – Mostrei minha mão. — E nessa outra eu tenho duas. Agora, me ajudem a contar quantas eu tenho...

No começo para eles foram difícil, eu aumentava algumas vezes os números e isso os deixava frustrado, mas no fim todos conseguiram e sorri satisfeita ao entregar as balas para cada um mostrando sua recompensa.

— Tem dever de casa e espero que pelo menos tentem, amanhã, quem mais acertar vai ganhar uma surpresa. Não se esqueçam de falar com os pais sobre a festa para Anna e o passeio sexta, tudo bem? Podem arrumar os materiais de vocês.

— Tem que trazer o bilhete assinado até quando, professora?

— Até quinta feira, nada mais e nada menos. Quando seus pais ou responsáveis virem buscar vocês, já mostrem. – Alguns assentiram e outros já estavam na porta esperando pelos pais. Abri a porta vermelha ficando do lado de fora e vi os pais chegarem. Despedi-me de cada até ficar Jake e Caroline.

— Vamos, crianças. Esperaremos lá fora, por que preciso fechar a sala. – Fechei as janelas e terminei de organizar. Peguei minha bolsa junto de minha pasta e chaveei a sala. Cada um ao meu lado e sorri para a Diretora que aguardava até o último aluno do lado de fora.

— Mamãe, podemos brincar? – Meu filho perguntou, puxando minha roupa sem força. Olho para a área de brinquedos e assinto.

Carol e Jake me entregaram suas mochilas e foram brincar, enquanto eu me sentava no banco de lápis colorido do lado de fora, peguei meu celular discando já o número de Bieber. No segundo toque, ele atende.

Oi amor.

— Tudo pronto para hoje?

— Nossa, oi, né?

— Ah, olá babe.

— Sim, tudo pronto. Depois quando o jantar acabar, falamos com meus pais. — Seu tom era cansado.

— Podemos falar por Skype.

— Não sei se eles sabem mexer muito bem.

— Sua mãe tem Twitter, Justin. — Ele ri.

— Ou podemos marcar deles virem aqui.

— Pode ser, mas me diga, como está as coisas aí?

— Cansativo, Niall está muito quieto, mas Chaz conseguiu rastreá-lo e descobrimos que ele está no Caribe.

— Atrasado ele.

— Sim, porém, já estamos planejando tudo. O pegaremos quando ele pisar em Stratford. Horan está fraco em relação á seguranças.

Ele deve estar querendo arrancar minha cabeça por saber que Livian está comigo.

— Estamos fazendo de tudo, Brooke. – Bufou.

— Querem ajuda? – Olhei Jake, que entregava uma flor roxa para Carol e sorri com isso.

— De jeito nenhum, você deixou isso em nossas mãos.

— Eu sei que vão conseguir. Vocês são de cinco e eu sempre fui uma. Quanto mais ideias e planos, melhor. Não confie apenas no plano A.

— Brooklyn, você fala como se eu fosse amador. Esqueceu quem é o maior traficante do Canadá?

— Você era o maior, você agora é o terceiro. Esqueceu? – Já fazia um bom tempo que Justin e os meninos não faziam algo, eram apenas lugares pequenos, bancos pequenos.

— Não me lembra disso. – Eu sabia que nenhum deles gostava disso.

— Ainda dá tempo de correr atrás.

— Eu perdi cargas, as boates estão falindo, os fornecedores quem largar fora.

— Sua negatividade me comove. – Brinquei.

— Estou falando sério, Brooklyn.

— Foi mal, mas sabe, dá tempo de alcançar o topo novamente. Quer uma ajudinha?

— Lá vem... – Respirou fundo, pude até idealizar ele fechando os olhos ou bagunçando os cabelos. — Diga.

— Peter está com uma carga enorme para chegar sábado. E quinta, é de armas. Alejandro, seu fornecedor, segunda feira irá assina parceria com o Brasil e Cuba. E as boates, bom, tem alguém que pode te ajudar.

— Pera, como sabe disso tudo?

— Peter agora é aliado de Londres, ou seja, de Niall. E Alejandro também era fornecedor de Ian.

— E quem pode me ajudar nas boates?

— Belinda, ela já foi dançarina antes de fazer faculdade e era chefe das garotas.

— Já disse que te amo? – Sorri.

— Já, mas não me incomodo de ouvir novamente. – Dei de ombros. — Agora vai, passe para os meninos e detone tudo, baby.

— Eu te amo, mande um beijo para nossos filhos. –Sorri.

Jake está tentando conquistando uma menina, mas repasso e bom, pode ser filha.

— Esse é o meu garoto! – Reviro os olhos com seu tom orgulhoso. — E vai ser um menino, intuição de pai não falha.

— Quem disse que você é o pai? – Seguro a risada.

— Brooklyn, Brooklyn, não testa a minha paciência.

— É o que eu mais sei fazer. Beijos, eu te amo. – Nem o esperei responder, assim que vi a mãe de Caroline chegando afobada segurando um vestido rosa em suas mãos.

— CAROLINE, VENHA LOGO! – Fiz careta quando seu tom agudo invade meus ouvidos.

A vejo correr segurando na mão de Jake e tento reprimir um riso quando vejo suas bochechas coradas. Entrego sua mochila e ela sorri agradecendo.

— Temos que nos arrumar para o casamento da sua tia, querida.

— Mãe, esse é o Austin. – Puxa meu filho que está acanhado.

— Ah, sim, sim. Já vi, agora vamos!

— Mãe da Carol? – Meu filho a chama. Assinto para ele que dá um passo à frente. — Eu gostaria muito de sair com a sua filha para tomar sorvete, se permitir.

Own, céus! Jake está tão fofo e droga! A mãe de Caroline parece não acreditar e até olha para o meu menino com desdém, mas assim que vê meu olhar muda sua postura. Ficando ainda pior.

— Creio que não, rapaz. Minha filha não é para você. – O que? Jake abaixa a cabeça, triste.

— Com licença. – A paro. E uso meu tom mais grave e sério. Minha vontade era de matar essa mulher. — O meu filho está pedindo para sair com a sua filha, eles são apenas crianças. E afinal, eu estarei com eles. Se a desculpa seria as condições do meu filho, sinto lhe informar, mas só a sujeira do sapato dele compra sua vida. – Murmurei a última coisa apenas para ela.

— Irei falar com o pai de Carol, tudo bem?

— Sim! – Abre aquele sorriso que faz suas covinhas dizerem olá. Sorrio para ele, mas logo volto meu olhar fulminante á ela.

— Foi ótimo falar com você. – Ela sorri falsamente. — Até mais Carol, não se esqueça do passeio e da festa.

— Tchau tia Roxie! – Aceno para ela.

— Desde quando você gosta da Carol? – Pergunto ao meu filho, caminhando até o carro.

— Ah, sabe como é. – Franzo o cenho.

— Não, não sei como é rapazinho. – O ajudo a afivelar o cinto da cadeirinha do carro.

— Eu gosto dela faz muuuuuito tempo.

— Mas... – Perco a fala. — Você é apenas um bebê, meu bebê. Bebês não têm encontros.

— O papai disse que eu já sou um homem.

— Pare de ouvir seu pai. É sério. – Falo olhando ele pelo espelho retrovisor. — Antes de irmos para casa, vamos passar no shopping.

Ele me ignora, meu Deus! Jake mal tem cinco anos. Ligo o rádio e coloco meu celular conectado, a voz de Kanye West soa em E.T da Katy Perry. Depois Gnash, Ariana Grande e eu iria matar Amélia por ter tanta música Pop no meu celular.

— Chegamos. – Avisei, estacionando.

— Podemos comprar o presente da Anna? – Jake questionou ao meu lado quando passamos pela porta dupla de vidro fumê automática.

— Claro!

O shopping estava com poucas pessoas, primeiro fomos a uma loja de bebês e crianças até três anos. Jake encarava tudo confuso, mas não deixava de me seguir. Eu sentia meus olhos crisparem pelas lágrimas, funguei tentando controlar o choro que parecia preso na garganta como se fosse segurado por concreto. Era uma emoção diferente. Era irracional, intenso, bonito, encantador. Não haviam inventado palavra para descrever tudo que acontecia comigo, ali e agora.

— Por que estamos aqui? – Perguntou franzindo o cenho ao me ver pegando um sapatinho de bebê branco.

— Primeiro iremos comprar as coisas, comprar o presente da Anna e então, vamos comer algo e te conto.

— Tudo bem!

Eu continuei olhando um pouco mais, mas resolvi pegar o branco. Fui até o caixa e paguei. Iria embrulhar para presente quando chegasse em casa. Saímos da loja e fomos até outra, especializada em brinquedos.

— O que ela gosta?

— De desenhar, ela diz que um dia será uma grande desenhista.

— Eu notei, ela desenha muito bem. – Avistei a atendente se aproximando, com um sorriso fraco nos lábios.

— O que desejam?

— Eu vou comprar um presente para minha aluna, ela gosta de desenhar. Tem aqueles estojos aqui? – Ela pensa por alguns segundos e logo assente, fez sinal para a seguirmos e assim fizemos.

— Temos de vários jeitos. O pequeno vem apenas 24 cores de lápis de cor, quatro lápis grafite especializados em desenhos, para contorno, contraste e o básico. O médio de 54 e o grande de 100.

— O que vem no 100?

— 100 lápis de cor, borracha, apontador, oito lápis, grafites, canetas e alguns esboços para treinamento.

A atendente me mostrou, abrindo o enorme estojo quadrado revelando os objetos e olhei para Jake que assentiu fazendo um sinal positivo.

— Vamos levar.

— Embrulhar para presente?

— Sim. – Tirei a carteira da bolsa. — Vai querer algo, meu amor?

— Hm, não. – Assinto e vou até a caixa.

Paguei o presente e segurei a sacola, agradeci e chamei Jake para voltar.

— Agora, vamos aonde?

— SUBWAAAAY! – Gritou feliz.

Ri fraco negando, caminhamos um pouco mais. E subimos a escada rolante e encontramos o Subway, pedi para Jake escolher a mesa enquanto eu ia fazer o pedido. Não sei como meu filho reagiria com tudo isso, talvez gostasse da ideia de ter um irmão/irmão ou odiasse, eu não queria que ele se sentisse como uma segunda opção.

— Então, se lembra da pergunta que me fez lá na loja. – Ele assente, dando uma mordida grande no seu sanduiche e o repreendo por isso. — Refaça.

— Por que estamos aqui?

Suspirei.

— Quando estávamos no Caribe, eu descobri que estou grávida, Jake. Bom, você vai ter um irmãozinho ou irmãzinha. – Soltei a bomba e o vi engolir a seco. Relaxei na cadeira, deitando minhas costas.

— Isso quer dizer que vão me devolver para Niall?

Arregalei os olhos.

— O que? Claro que não! Jamais volte a dizer um absurdo desses novamente, ouviu? –Ele assente de cabeça baixa, suspirei fortemente pegando sua mão e acariciando. — Você é meu filho e eu te amo, você não irá ficar em segundo plano, eu e Justin não iremos te trocar, muito menos te devolver. Você é nosso, ok?

Ele passou eterno segundos quieto, me deixando agoniada.

— Vai ser uma menina. – Tentei esconder o sorriso, mas ao ver suas covinhas não pude evitar.

— Como pode saber se nem eu sei? – Mordi meu sanduiche. 

— Eu sinto.

— E como irmão mais velho você vai proteger ela, não vai?

— Vou, vou leva-la na escola e segurar sua mãozinha no primeiro dia. E AH! – Arregalou os olhos amêndoas, parecendo se lembrar de algo. — Eu ensino ela a andar de bicicleta!

Dei risada.

— Pode deixar.

— Quando vamos ver ela?

— Ela está se formando na minha barriga.

— Sério? – Fez careta. — E não dói?

Neguei: — Não, ela é do tamanho de um grão de feijão.

— Como ela vai andar de bicicleta então?

— Ela vai se formar, ficar grande e então sair, crescer e crescer. Então poderá andar.

— Nossa, vai demorar?

Balancei a cabeça, indicando mais ou menos.

— Mamãe? – O olho esperando que prossiga. — O que você queria ser quando crescesse?

Oh!

Desviei o olhar, vasculhando minha memória e quando encontrei, senti como se levasse uma grande rasteira das minhas lembranças.

— Eu queria ser bailarina, meu pai me levou na minha primeira aula de Ballet. Comecei quando tinha sua ideia, era meu amor dançar.

— Você parou de dançar por quê?

— Fiquei grávida.

Seus olhos saltaram.

— De novo?

Neguei rindo.

— Era minha primeira vez, fiquei grávida de você.

— Mas, então por que eu morei com tio Niall?

— É uma história muito complicada.

— Você não me queria mais? – Seu tom mudou para triste.

— Você era, é, a coisa que eu mais queria. Você era meu tudo.

— Não entendo.

— Um dia vai entender, prometo. – Ele assente, ainda confuso.

— Quando você dançava o que sentia? – Franzi o cenho, não entendo o porquê das perguntas, mas contei.

— Sentia como se nada no mundo pudesse me derrubar, me sentia livre. Não ligava para a dor nos meus pés pelo gesso da sapatilha, nem se a roupa me incomodava. Cada vez que eu dançava, era como se eu fosse um pássaro voando. Nada me machucava, me incomodava. Eu sentia que podia ser eu mesma.

Seu sorriso aumentou. Suas íris brilhavam de emoção.

— Por que da pergunta?

— Nada não. – O encarei desconfiada, vendo um sorriso sapeca.

— Sabe que pode contar tudo para mim, não sabe?

Assente sem pestanejar.

— É que, e-eu, ér... – Gaguejou. — Eu gosto de dançar.

Não pude deixar de sorrir com a sua confissão. Mesmo com vergonha, eu notava seu rosto se iluminar me ouvindo falar da dança, ao pronunciar a palavra.

— Nunca te vi dançar.

— Eu tenho medo do que vão dizer.

— Não ligue para o que vão dizer, seja você mesmo. Se gosta de dançar, isso faz parte de si, nunca deixe ninguém mudar isso.

— Eu danço street dance.

— WOW! – Aquilo me surpreendeu. — Você precisa me mostrar isso!

Ele tinha mesmo quatro anos? Jake tinha tantos sonhos, um amor tão bonito, paixonites.

— Uma vez, quando eu voltava da casa, vi um grupo dançando e eu gostei. Mas, não sei se danço muito bem. – Os lábios entraram em linha reta, parecia decepcionado.

— Filho, você ama dançar? – Ele pensa, mas assente com convicção. — Então você sabe dançar muito bem.

— Obrigada mamãe! – Saiu do seu lugar e me abraçou fortemente, seu rosto estava em meu peito e eu acariciei seus cabelos, beijando com ternura seus cabelos.

— Nunca desista do que quer, Austin. Se quiser dançar, dance. Ninguém vive sem sonhos. Eu acredito em você, meu amor. Se quiser dançar aqui e agora, dance. Eu te amo e sempre vou te apoiar. – Sussurrei para ele. — Hoje, se quiser, depois que dormirem você me mostra seus passos, beleza?

— Uhum. – Continuou abraçado em mim.

— Você e seu irmão ou irmão, são tudo para mim.

[...]

— Suba e tome um banho, mocinho! – Anunciei ao vê-lo subir as escadas. Fui até a cozinha, procurando por Marta. A senhora de certa idade estava falando com as empregadas. — Marta?

— Sim, menina? Quer algo para comer? Um sanduiche, torta? – Perguntou me analisando como sempre faz, para certificar que estou inteira.

— Não quero nada, mas gostaria de saber do jantar de hoje. Tudo pronto?

— Isso que eu estava falando com Judith e Eliza. Já estamos preparando a sala de jantar como pediu e o jantar faremos um pouco mais tarde para não esfriar, a sobremesa pronta e as bebidas na geladeira.

Depois de ter conversado com Marta, subi para meu quarto e terminei de embalar o presente. Tomei um banho refrescante e saí. Justin não havia dado nenhum sinal ainda, mas eu sabia que tanto ele como os meninos estavam dando tudo de si nisso.

Vesti minha lingerie, peguei meu hidratante e comecei a passar, mas algo estava me deixando inquieta. Eu me sentia sendo observada, procurei pelos cantos do quarto, até parar na janela e prendi a respiração pelo susto. Um homem de capuz estava parado me olhando, apenas seis passos de distância de mim. Eu o encarei, ele me encarou.

O homem abaixou a cabeça para pegar sua arma e pude ver seus lábios formando um sorriso. Rapidamente, corri até ele e acertei um soco no vidro o puxando pelo pescoço e chutando sua arma fora.

— QUEM É VOCÊ? FALA PORRA! – Chutei seu rosto com o cotovelo.

— Acha que eu sou como os outros, Primeira Dama?

— Como assim Primeira Dama?

— Então quer dizer que não sabe como é chamada agora?

Em um movimento rápido, bato sua cabeça na mesa ao lado da minha cama o fazendo cair e gemer de dor, mas não foi o suficiente para desmaiar. Abri a gaveta retirando minha Glock batendo o cano em sua cabeça com força. Ao vê-lo desmaiado, peguei meu celular discando o número do chefe dos seguranças pedindo dois dos seus homens. Em poucos segundos os passos pesados de Will e Steven invadem o quarto.

— Chamou chefia?

— Sim, o amarrem e coloquem no porta malas do meu carro. – Joguei a chave do meu carro para Will que assentiu e pegou o homem junto de Steven levando para baixo.

Coloquei uma calça jeans clara e uma blusa branca colada, calcei meu salto alto fechado, arrumei meus cabelos e passei uma maquiagem leve. Antes de descer, pedi para Marta tomar conta de Jake por algumas horas e dei um beijo em meu filho que estava jogando vídeo game.

— Tudo pronto chefia, como mandou. – Will anunciou me entregando as chaves do carro.

— Obrigada e ah, eu não pago vocês para ficarem vendo revista pornô e sim para cuidar dessa casa e da nossa segurança, então façam essa merda bem feita. Se isso repetir, 10% de vocês vão parar no saco e eu ainda visito a família de cada um. Passe o aviso.

— Sim Srta. Somers.

— Will, você é um ótimo segurança, faz tudo pela sua família. Quero que cuide do meu filho, estou confiando meu maior tesouro em você, espero que não traía minha confiança. Te pagarei bem mais para isso.

— A Senhorita e seu irmão me ajudaram muito, jamais faria isso e obrigada. – Agradeceu sorrindo.

Dei partido com o carro, atravessei os portões e acelerei assim que estava na estrada. Coloquei meu celular no suporto do painel do carro e liguei para Justin.

— PORRA CHRISTIAN, FAZ ISSO LOGO MERDA!

— Não grita, Justin.

— Oi amor, desculpa. – Ele estava estressado.

Estão em qual galpão?

—Do norte, é menor, mas não chama tanta atenção como os outros, mas por que?

— Estou levando uma surpresa para vocês.

— O que houve? – Seu tom era preocupado.

Estava sendo vigiada e eu... – Parei rapidamente de falar. Niall o mandou, só podia ser ele.

Acha que eu sou como os outros, Primeira Dama?

Parei para pensar no que ele dizia. Só podia ser o Niall, não haveria outra pessoa. Diminui a velocidade, quase parando. E se fosse mais um homem bomba? Nenhum assassino seria tão idiota a pouco de se entregar tão fácil assim. Só se ele quisesse...

— Brooke? Amor, você está aí? Amor?

— Justin

— O QUE HOUVE? BROOKE? – Gritou desesperado.

— Esquece o que eu disse, não estou mais indo para o galpão.

— O que? Por quê?

 — Niall o mandou aqui, ele não se entregaria tão fácil, só se soubesse que eu o mandaria até o galpão. ESSE FILHO DA PUTA ME USOU PARA TE ACHAR, CARALHO! –Bati a mão com força no volante.

— Onde você está? Vamos para aí.

— Fique calmo, eu resolvo isso.

— Você não vai resolver nada, não pode se estressar, nem nada. Espera que estamos aí.

— É isso que ele quer, Justin. Ultimamente você anda sumido e ele já deve desconfiar o porquê, só preciso eliminar essa surpresa.

— Nada disso. Venha com ele até aqui.

— Ficou maluco?

— Eu tenho um plano, precisamos que ele abra a boca.

— É arriscado.

— Você nos deu carta branca, esqueceu? Apenas faça isso.

— Tudo bem. – Encerrei a ligação.

 Dirigi por alguns minutos, e logo cheguei ao galpão. Estacionei o carro e enquanto descia, peguei um pano em minha bolsa o molhando, vi os meninos se aproximarem. Abri o porta malas e puxei o homem largando no chão.

— Sua vadia! – Murmurou entredentes assim que chuto seu rosto.

— Me chame de vadia de novo e eu terei o prazer de esmagar o seu pênis.

— V.A.D.I.A. – Disse separadamente.

Pisei no meio de suas pernas com o salto o fazendo gritar e tentar agarrar minha perna, pisava várias vezes e esmagava com raiva. Seus gritos eram altos.

— Eu avisei.

— Vamos amarrar ele.

— Não toque em mim. – Ficou de pé. — Eu não vou cantar nada para vocês, filhos da puta.

Puxei seu pescoço para trás colocando o pano molhado de formol. Ele se debateu tentando me atingir.

— Shiu, tenha bons sonhos. – Sussurrei em seu ouvido. Seu corpo caiu mole no chão. Respirei fundo, encarando os meninos que olhavam tudo de maneira... Surpresa? — Agora é com vocês e o revistem.

— Hm, ok. Quer que eu vá com você? – Justin questionou.

— Oh, não, pode ficar. Não esqueça que terá nosso jantar meninos. – Eles fazem um sinal carregando o homem.

Entrei no carro, antes de dar partida Justin coloca seu tronco para dentro do veículo e sela meus lábios lentamente. Cheguei a tempo de ver Belinda e Amélia na sala vendo vestidos de noiva.

— O que estão fazendo?

— Preparando meu casamento. – Merda.

— Acho que não deveria preparar agora.

— Por quê?

— Você está grávida, sua pressão é alta e precisa de todo descanso do mundo agora. O planejamento do casamento apenas iria de estressar e além do mais, essa é a melhor fase pra acompanhar o crescimento do seu bebê. Talvez seja melhor esperar ele nascer, as coisas estão se acalmando e tanto você, como Chaz poderão planejar isso, juntos. – Ela pensou por contáveis quarenta segundos.

— É, tem razão. Meu bebê precisa de total dedicação minha. Quero planejar o quarto logo, mas preciso saber o sexo.

— Aposto que será um menino.

— Chaz também disse isso, como sabe?

— Sua barriga está pontuda, geralmente quando é menino ela fica assim, já a gravidez de menina se expande a barriga.

— Uau. – Belinda murmurou.

— Preciso que me ajudem com o chá de fraldas. – Pediu fazendo bico. — Sei que faltam uns meses, mas eu queria muito fazer uma festinha.

Suspirei pesado sentindo enjoo com o perfume de Belinda, sentei de frente para ela e começamos a planejar e dar ideias. Depois de muito tempo, os meninos chegaram e ficaram bebendo na sala, se divertindo junto com Amélia e Belinda. Subo as escadas, entrando no penúltimo quarto, vendo Christian conversando com Livian. Ambos olham para mim e solto uma risada.

— Foi mal atrapalhar, mas eu precisava conversar com a Livian.

— Tudo bem. – Sorriu de canto. 

— Logo devolvo a sua garota, relaxa. – Ela cora, ele se engasga.

— Ela não é minha garota. / Eu não a garota dele. – Dizem ao mesmo tempo e olho para cada um com um sorrisinho malicioso.

Ainda.

Beadles coçou a nuca antes de sair do quarto e sentei na ponta da cama.

— Está melhor?

— Uhum.

— Ótimo! Vim aqui para te propor um acordo.

— Qual? – Endireitou-se na cama, soltando uma lufada de ar.

— Você vai me contar tudo que sabe, exatamente tudo que viu, ouviu, te disseram para me ajudar a derrubar Niall, em troca eu te dou um novo recomeço, uma vida de novo, proteção.

— Eu aceito. – Disse convicta, sem pestanejar. — Antes de dizer tudo, preciso que me ajude em algo.

— Se estiver em meu alcance.

Livian levantou a blusa e retirou um curativo do abdômen, mostrando uma cicatriz pequena, mas evidente, com os pontos intactos.

— Antes de eu fugir, Niall implantou um rastreador em mim.

Aquilo foi um balde água fria em cima de mim. Niall nunca tinha invadido meu território como hoje de manhã e agora eu sabia o porque. O homem era uma distração e Livian o ponto de tudo. Ele sabia desde o começo onde ela esteve.

— Desculpa, me desculpe mesmo, eu não sabia como contar, eu... – Sai correndo do quarto, chamando pelos meninos, parei no segundo degrau.

— O que houve, B? – Chaz questionou, saindo de perto de Amélia.

— Niall implantou um rastreador em Livian antes de ela fugir, ele sempre soube onde ela esteve. O homem foi apenas uma distração ou uma bomba, tudo que vocês têm naquele galpão é para derrubar ele e ele colocou a maior arma dele lá dentro.

Entreolharam-se, assustados. Todos perderam a fala.

— Merda!

— Chris, chame o médico agora. Ryan peça para Haden tirar aquele cara de lá e por no galpão do sul, Charles me ajuda a passar as transições para o nosso computador. – Dei as ordens ao ver que eles estavam sem reações, pegos de surpresa. Meu irmão assentiu, desnorteado e fomos para o escritório.

— Justin? – Chamei.

— Eu estou falhando. – Murmurou.

— Eu também estaria.

Chaz estava passando tudo para seu computador, enquanto eu checava as câmeras de segurança do galpão, notando o homem tentando se soltar.

— A mãe de Niall sumiu. – Olho em direção a porta, vendo Livian se apoiando em Chris. — Só ela pode enfraquecer ele.

Flashback on:

— Quais suas últimas palavras?

— Clarice.

Flashback off:

— Clarice. – Me olharam, depois de muitos minutos todos em silêncio. — O nome dela é Clarice.

Chris, Livian, Justin e Chaz me olharam pedindo para prosseguir. Respirei fundo antes de começar.

— Quando eu viajei de surpresa, fui para Forks e foi lá que encontrei Joseph, pai de Niall e Megan, ele me contou algumas coisas sobre eles e o matei, depois encontrei uma caixa que continha fotos, brinquedos, peças de roupas e vi uma foto de Niall com a mãe.

— Isso pode ser um plano B, Niall pode saber onde estão tudo, mas nunca ouviu nosso plano. – Justin diz me olhando.

— Vamos pensar nisso depois, agora, jantar por que tenho uma surpresa.

— Acho q...

— Ele não vai fazer nada, Chaz, calma. – O tranquilizei. — Horan não seria tão burro a esse ponto de invadir o território, principalmente agora que sabemos do seu plano. — Prossegui.

— Ela tem razão.

Voltamos para sala e chamei as meninas, Ryan havia voltado com a notícia de que, já tinham levado o homem. Fomos para sala de jantar e nos sentamos, todos pareciam surpresos com o banquete. Livian no começo parecia desconfortável, mas Chris fez questão de sentar ao seu lado e sempre a colocar nos assuntos. Na metade do jantar, pedi para Jake pegar o presente no meu quarto e o mesmo fez isso, voltando com a caixa nas mãos.

— Aqui, mamãe. – A peguei.

— Obrigada meu bem, agora se sente.

Arranhei a garganta, chamando a atenção de todos. Os olhares foram diretamente para minha caixa.

— Eu propus esse jantar no intuito de todos saberem, ou quase todos, já que a família de Justin não está aqui. Tanto eu quanto Bieber queríamos dividir essa notícia com as pessoas que mais amamos. Mesmo sendo um ano cheio de emoções, esse ano nos trouxe mais pessoas para a nossa família. – Olhei para Belinda, Zayn, Livian e Jake. — Pessoas que trouxeram a alegria de volta para essa família, que aumentou nossa harmonia. Só que agora, nossa família vai aumentar com a chegada do bebê de Amélia e de mais uma pessoa. – Sorri animada. — No Caribe descobri que estou grávida. Sim e todos sabem, ou quase, o quão isso é importante para mim.  E eu não poderia estar mais feliz por compartilhar isso com quem amo e é importante para mim.

Justin se levantou e me abraçou de lado, depositando um beijo em minha bochecha. Todos comemoravam e faziam suas algazarras.

— Parabéns, ahhhhhh! –Amélia gritou animada, vindo me abraçar. Logo meu irmão, Belinda que disse que queria ser madrinha, Zayn que agradeceu por ter o encaixado na família, Ryan, Livian e por último, Christian.

— Parabéns – Me puxou para um abraço apertado. —, você vai ser uma excelente mãe, você já é uma. Estou muito feliz por vocês.

Soltou-me fazendo um toque com Justin que sorriu.

— Menina Brooke? – Marta me chamou. — Mandaram entregar isso.

Peguei a caixa pequena de suas mãos e coloquei na mesa, abri a mesma revelando um colar com pingente de duas crianças coberto de sangue. Abri o envelope reconhecendo a caligrafia.

As notícias escorrem rápido quando se trata da queda de algo que nos derrubou, acredite, não é apenas eu que desejo sua infelicidade. Parabéns, que ele não dure tanto como a mãe. 

Horan.


Notas Finais


FELIZ NATAL! Ou quase. Bom, desculpem por qualquer erro, eu quis postar hoje por que não sei se conseguiria amanhã ou outro dia, mas está ai e espero mesmo que gostem. Aos poucos Horan vai aparecendo mais na vida deles e muitos segredos serão revelados, ah, aproveitem bem essa família unida por que um vai embora e nunca mais volta, ou serão dois? Hahaha! Obrigada amores por estarem me incentivando a cada capítulo, estou tentando mesmo. Bom Natal e um ótimo Ano Novo para todos, beijos.


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