História Delusional - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Visualizações 551
Palavras 4.245
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, a lingerie que a Bella está usando é essa da foto. :)

Capítulo 6 - Declarações.


Fanfic / Fanfiction Delusional - Capítulo 6 - Declarações.

- Beba, beba bastante. – Ashton pediu enquanto eu virava minha bebida. Eu o encarei, achando graça.

- Parece até que você não gostou. – Eu falei, rindo, enquanto ele me acompanhava para sairmos um pouco para andar. Eu deixei o copo de bebida numa mesinha de canto e segui ao lado dele.

- Não, eu gostei. – Ele falou, sem graça. – Mas, você disse que era ruim.

- Mas, não tanto. – Eu falei, rindo e ele sorriu para mim.

- Não tanto? Dá para aguentar mais uma vez? – Ele perguntou, esperançoso, me fazendo dar uma gargalhada.

- Desculpe pelo modo como te tratei antes. – Eu resolvi falar, enquanto atravessávamos a rua para o calçadão.

- Tudo bem. – Ele disse, distraído. – Você estava bem?

- Estava... Só... Você festeja bastante. Luke disse que no final você me acharia para ganhar o tratamento mágico.

- Isso soa bem estranho. – Ele falou, achando graça e eu mordi o lábio, tímida quando alcançamos a areia. – Ei, Bella... – Ele me chamou, me puxando pelo pulso para parar de andar. – Você não quer mais?

- Não, não é isso. – Eu falei, sem jeito e deixei que ele me segurasse pela cintura. – Eu só... Não te conheço e não sei bem o que esperar.

- É aquela história sobre quantas fãs eu já levei para o quarto? – Ele perguntou, desconfiado e eu assenti, me encolhendo. – Bella... – Ele respirou fundo, enquanto a brisa batia em nossos rostos. A noite estava estrelada, mas Ashton era o único que tinha minha atenção. – Eu juro para você que não acontece com tanta frequência assim. – Ele falou, sorrindo. – Essas festas tipo a de hoje acontecem direto. E eu não vou mentir, às vezes, rola de ficar com alguma garota. Mas, levar para o quarto é difícil. Sinceramente, a turnê em si é muito cansativa e nenhum de nós fica pensando em que garota iremos levar para passar a noite. Nós só queremos... Dormir.

- Então, por que você me levou para o seu quarto? – Eu perguntei, sem jeito. – Quer dizer, por que eu? Você viu meu twitter, Ash. Eu era uma fã bem...

- Fiel? – Ele perguntou, rindo. – Que me conhecia bem? Que me apoiava?

- Que puxava seu saco! – Eu ralhei, sem paciência. – Eu não achei que você ficaria com fãs assim.

- Bom, eu não escolho as garotas por categoria tipo “fãs” e “não fãs”. – Ele falou, sério. – Eu só... Eu só sigo o que eu sinto como qualquer outro cara. Você me vê como Ashton da banda, mas você deveria me ver só como Ashton, um garoto qualquer que pode se interessar, ir em encontros com uma garota. É tão difícil assim de acreditar que eu achei você bonita? E que naquela balada, eu só decidi ficar com você, porque eu estava afim? É a explicação mais simples, Bella, pare de ficar remoendo as coisas e procurando uma explicação de ouro. Eu só vi você lá e, claro, eu sabia que você se interessava por mim. Então, falei: “por que não?” e tentei. Eu gostei de você, me senti atraído e queria te levar para o meu quarto.

- Você tem razão. – Eu assenti, achando graça. – Eu preciso te ver como um cara mais normal.

- Obrigado. – Ele agradeceu, aliviado. – Mas, se você quiser me ver como o Ashton da banda e quiser me agradar como uma fã fazendo mais um rodada daquele oral, eu não vou reclamar. Sinta-se à vontade. – Eu dei uma risada alta e bati no braço dele, me divertindo.

- Nessas horas você quer que eu seja uma fã e você o baterista famoso? – Eu disse, rindo.

- Por favor, lembre-se disso toda vez que estivermos na cama. – Ele me provocou, enquanto voltávamos a andar. – Eu não vou ficar chateado se você me agradar da mesma maneira que puxava meu saco no twitter.

- Você é um idiota! – Eu falei, rindo e isso o fez rir também. Ele passou o braço em volta do meu pescoço para andar e me puxou para perto, me dando um beijo na cabeça. Eu respirei fundo, finalmente curtindo o momento sem neuras. Mas, logo algo chamou minha atenção e eu parei.

- Que foi? – Ashton perguntou, distraído.

- Hum. – Eu resmunguei, achando graça. Lá estava a Cassie no mar, àquela hora da noite, beijando Luke fucking Hemmings. Minha promessa estava paga.

- É a sua amiga? – Ashton perguntou, surpreso.

- É, é ela sim. – Eu disse, rindo. – Eu disse para ela que se ficasse com você algum dia, faria ela ficar com o Luke.

- Oh. – Ashton me olhou, surpreso. – Então, você pensava em ficar comigo. – Eu o encarei, em dúvida, tentando não rir.

- Você sabe que Ashton Girls pensam, já pensaram ou ainda pensarão em ficar com você, né? Quer dizer, não só Ashton Girls, Michael Girls, Luke Girls, Calum Girls... – Eu comecei a falar, rindo.

- É fato que as fãs nos acham bonitos. – Ashton tentou discutir. – Não é fato que todas pensam em ficar com a gente.

- Como você é iludido. – Eu falei, sem conseguir parar de rir.

Então, uma gritaria nos interrompeu. Michael estava correndo sem camiseta rumo ao mar e seguido por diversas pessoas que incluíam Calum Hood e minhas amigas Evelyn e Alex. Eu observei, surpresa, enquanto minhas amigas tiravam as roupas e ficavam só de calcinha e sutiã. Que loucura. Elas tinham bebido demais.

Eu tive que rir e Ashton também riu, mas logo parou e me encarou:

- Que tal?

- Quê? – Eu perguntei, desconfiada.

- Vamos? – Ele perguntou, sorrindo.

- Ahhh, não é uma boa ideia. – Eu lembrei da lingerie cara e de renda preta que eu estava usando justamente porque sabia das intenções de Ashton.

- Vamos! – Ele insistiu, me segurando pela mão.

- Ai, tá bom. – Eu falei, sem jeito. Ashton tirou a camiseta e a calça, ficando só de cueca e eu tirei a minha camiseta e saia. Ele me encarou, surpreso, colocando a mão na boca, me fazendo corar imediatamente. – Eu disse que não era uma boa ideia. – Eu falei, cruzando os braços, envergonhada, mas ele riu.

- Será que dá tempo de fugirmos para o quarto? – Ele falou, baixinho, me provocando. – Se a gente correr bem rápido...

- EI, VAMOS LOGO! – Alex gritou para nós de dentro do mar. Eu ri, sem jeito e fui em direção ao mar com Ashton ao meu lado. A água estava gelada, mas eu encarei até o fim. Eu mal cheguei na altura que todos estavam e Cassie já me puxou pelo pulso para cochichar no meu ouvido:

- Eu vou te matar. – Ela falou, agressiva, mas isso só me fez rir.

- Você conseguiu. – Eu comemorei, baixinho.

- Você disse que eu era experiente. – Ela ralhou.

- Ops. – Eu falei, fingindo estar arrependida. – Mas, é de boa, amiga, vai no fluxo. Ele faz as coisas e você segue.

- Eu acho que ir para cama com alguém não é só seguir o fluxo. – Ela disse, sem paciência.

- É sim, vai na fé. – Eu tentei tranquiliza-la.

- Estou sobrando, é isso mesmo? – Alex nos interrompeu, de repente.

- Como assim? – Eu perguntei, confusa.

- Você está com o Ashton, a Cassie conseguiu o Luke e a Evelyn... A Evelyn tá na batalha com o Michael. Ela conseguiu um selinho até agora.

- Só um selinho? – Eu perguntei, surpresa. Obviamente, estávamos falando em português para evitar sermos entendidas pelos meninos.

- Só. – Alex falou, fazendo uma careta. – Michael está sendo bem fiel à Crystal.

- Oh. – Eu exclamei, surpresa. Eu observei enquanto Calum e Ashton conversavam sobre algo, animados. Luke nadava sozinho, meio excluído e Michael gritava animado com os amigos e Evelyn. – Tem o Calum ainda! – Eu tentei ser otimista.

- Eu não tenho cara de pau. – Alex admitiu. – Eu sou sociável, mas não...

- Quer que eu tente juntar vocês também? – Eu perguntei, esperançosa.

- Não. – Alex negou, desanimada. – Está tudo bem. Afinal, amanhã é o último dia deles aqui.

- Certo. – Eu assenti, preocupada. Meu coração se apertou, porque ela estava certa. Amanhã era o último dia e show dos meninos. Eles partiriam na manhã seguinte para São Paulo. Acontece que eu também ia para São Paulo, porque Cassie morava lá e eu ia passar alguns dias com ela. Mas, isso não significava que eu fosse encontrar o Ash por lá, até porque eu não tinha dinheiro e nem comprei um ingresso para o show de lá.

- Vá aproveitar. – Alex falou, de repente, me acordando dos meus pensamentos. – Eu vou ficar com os meninos. – Ela gesticulou, apontando para Michael e Calum, enquanto Cassie já estava de volta para Luke.

- Ok. – Eu assenti e nadei para Ashton que sorriu para mim e me puxou para perto num abraço. – Está gostando do Brasil pelo menos? – Eu decidi perguntar e passei os braços em volta do seu pescoço.

- Do Brasil e de uma brasileira. – Ele confessou me fazendo sorrir.

-Ei! – Um segurança assobiou para nós. – Saiam! – Eu soltei Ashton, meio confusa, enquanto todos já saíam da água. – Alguém pode fotografar vocês.

- Estraga prazeres, heim, John? – Calum tirou sarro, enquanto saía da água. Os seguranças esperavam pacientes e riam da situação.

- Vamos voltar para o hotel? – Ashton perguntou quando voltamos para a areia e pegamos nossa roupa.

- Hum, pode ser. – É claro que podia ser. Eu já imaginava que dali iriamos para o hotel. Sem muito tempo, todos nós corremos de volta para o hotel em nossas roupas de baixo. Eu nem se quer tive tempo de ver para onde Cassie e as outras foram, porque Ashton me puxou pela mão por um elevador. Nós entramos nele e Ashton ficou pressionando o botão de “fechar a porta”.

- Não abre, não abre. – Ele pedia, rindo e me fazendo rir também. Ia ser uma cena e tanto se alguém nos visse só com as roupas de baixo ali no elevador. Mas, se eu colocasse minha roupa agora, ficaria encharcada. Então, apenas fiz o que todos fizeram. Não sei se era o efeito da bebida ou toda a felicidade que me consumia, mas não conseguíamos parar de rir, mesmo quando chegamos ao andar e ele me puxou pela mão correndo para o quarto antes que alguém nos visse.

Para a minha surpresa, no momento em que a porta se fechou, Ashton me puxou pela cintura e me beijou, ávido. Eu sorri entre o beijo, tentando acompanhar a empolgação dele.

Então, Ashton começou a andar comigo para o banheiro e só parou de me beijar para ligar o chuveiro numa água quente e relaxante. Ele sorriu para mim, enquanto eu senti a água bater na minha pele. Eu nunca esqueceria daqueles olhos verdes, mesmo quando ele tivesse ido embora de vez.

- Acho que nunca fiz algo assim. – Eu confessei, sorrindo.

- Assim como? O banho no mar só com as roupas de baixo ou... Nós?

- Os dois. – Eu confessei e ele sorriu, voltando a me beijar. Seus braços me envolveram e eu não sentia mais qualquer resquício da água gelada do mar. Ali era quente e relaxante. Seus beijos desceram pelo meu pescoço e eu afundei minha mão em seu cabelo molhado. Estava acabando. Era só isso que ficava na minha cabeça, então tentei aproveitar.

Ele desceu os beijos pelo meu corpo, mas não tirou meu sutiã. Talvez, ele tivesse gostado da lingerie. Em vez disso, ele beijou minha barriga de leve, me dando um arrepio e continuou percorrendo o caminho até chegar na minha calcinha. Essa roupa sim, ele tirou. Eu fiquei subitamente nervosa. Eu sabia o que ele queria fazer, mas era algo que eu não teria controle nenhum e isso me deixava tensa.

Sua língua quente entrou em contato com a minha intimidade e eu mordi o lábio, ainda tentando relaxar. Ele fazia bem devagar, com a ponta da língua, como se esperasse que eu me acostumasse antes. Então, aos poucos, eu simplesmente cedi aos carinhos e passei a mão pelo cabelo dele, deixando que ele finalmente usasse a língua inteira em mim. Eu dei o primeiro gemido quando o senti passar a língua por toda a extensão da minha intimidade e ele percebeu que aquele era o sinal certo para continuar. Ele segurou minhas coxas com as mãos, as apertando de leve e continuou a passar sua língua lá embaixo. Eu me segurei na parede, porque era difícil manter o controle e Ashton usou sua língua para tentar me penetrar, me fazendo dar um gemido mais alto. Isso só o encorajou mais e logo ele subiu, sugando meu ponto de prazer, me fazendo gemer em agradecimento. Eu abri os olhos e vi que Ashton estava concentrado, de olhos fechados e usando sua boca de todas as maneiras ali. Eu observei por um tempo, sem acreditar, era a melhor sensação possível.

Logo eu já tinha fechado os olhos novamente e tentei me equilibrar, usando as duas mãos para me segurar na parede. Então, Ashton decidiu usar um dedo para me penetrar, enquanto sua língua continuava no meu ponto de prazer. Eu gemi e ele não parou, penetrando dois dedos de uma vez. Ele ficou fazendo os movimentos assim por um tempo, até que eu estivesse totalmente descontrolada. Os gemidos eram audíveis e eu me preocupava se alguém conseguiria ouvir fora dali. Sua língua continuava em mim e ele finalmente penetrou um terceiro dedo. Era demais, ele fazia os movimentos rapidamente enquanto sua língua não parava, um pouco mais a cima.

Foi enquanto ele sugava meu ponto de prazer que eu senti o orgasmo chegar. Eu gemi o nome dele, enquanto minhas pernas começavam a fraquejar, mas ele não parava ali embaixo. Assim que meu corpo se acalmou, ele tirou os dedos devagar e passou a língua uma última vez lá, me dando um arrepio e foi subindo com beijos de leve pelo meu corpo até chegar no meu rosto.

Eu estava ofegante e ri baixinho, tímida. Ele sorriu para mim e me abraçou, me dando um beijo no ombro.

- O seu gosto é maravilhoso. – Ele sussurrou, me fazendo rir.

- Mentiroso. Você está falando isso, porque eu falei do seu... – Eu o acusei, mas ele apenas riu e me beijou de novo.

- Estou falando a verdade. – Ele insistiu e desligou o chuveiro. Eu achei que iriamos finalmente nos secar, mas em vez disso, ele tirou o meu sutiã e voltou a me beijar. Eu estava completamente relaxada depois do primeiro orgasmo, então puxei a cueca dele para que ela caísse no chão. Eu podia sentir que o membro dele estava completamente ereto, mas ele não me deu tempo de fazer nada.

Ashton continuou a me beijar e foi me guiando de volta para o quarto e me deitou na cama.

- Vamos molhar tudo. – Eu sussurrei, mas ele me ignorou, me beijando de novo para me calar. Eu me rendi, enquanto sentia seu peso sobre mim.

 

Sem esperar por isso, eu senti Ashton penetrar minha intimidade com seu membro. Eu dei um gemido, surpresa, interrompendo o beijo enquanto ele colocou o membro inteiro, de uma vez só, de repente. Ele me encarou, atento e segurou na minha coxa, começando a fazer os movimentos sem esperar que eu me acostumasse. Como ele já tinha feito oral em mim antes, eu soltei um gemido alto, porque tudo ainda estava sensível. Ele sorriu e beijou meu rosto, aumentando um pouco a velocidade. Eu sorri de volta e relaxei, deixando ele entrar e sair de mim. Ele me pressionou contra a cama e apertou minha coxa com mais força, dando um gemido abafado enquanto ele afundava seu rosto em meu pescoço.

- Você me deixa com vontade de mais... – Ele confessou, com dificuldade, me penetrando com mais força, indo um pouco mais fundo. – E mais... – Ele repetiu, indo mais fundo e eu gemi, porque não estava acostumada com o tamanho.

Ele abriu mais minhas coxas, como se esperasse poder ir mais fundo e foi exatamente isso que ele tentou fazer, me penetrando num único soco fundo. Eu gemi, fincando as unhas em suas costas para não gritar. Ele não ia super rápido, só ia com força e fundo. Suas mãos quase me machucavam, mas ele me segurava tentando me manter parada no mesmo lugar, do jeito que ele queria. Ele gemia cada vez que chegava até o fundo e isso só me fazia querer ficar parada. Era uma sensação nova deixar ele no controle. De repente, Ashton parou e levantou o rosto para em encarar. Eu segurei em seu maxilar e o puxei para um beijo lento que ele correspondeu, parado, dentro de mim. Mas, assim que o beijo terminou, ele finalmente se retirou de mim e eu sabia o que ele queria. Ele estava procurando a outra entrada, atrás, e logo a achou. Eu me mantive parada, encarando os olhos verdes de perto, enquanto ele entrou com um pouco de dificuldade. Eu mordi o lábio, tentando conter a dor, enquanto ele chegou até o fundo, dando um gemido contido.

- Caramba... – Ele resmungou, me dando um chupão no pescoço antes de começar a se movimentar. Eu apertei suas costas com um pouco de força para poder aguentar toda a dor e ele se movimentou devagar. – Você é tão apertada. – Ele falou, agoniado e enfiou tudo de uma vez com força, me fazendo dar um gemido bem mais alto. Eu tinha sentido um pouco de dor, mas no final era prazeroso.

Então, logo após isso, ele começou a ir mais rápido, o que me fez acostumar com ele dentro de mim. Em pouco tempo, eu estava relaxada. Eu observei seu rosto, tão perto do meu. Ele mantinha os olhos fechados, totalmente concentrado no que sentia e me invadia rapidamente, soltando um gemido ou outro às vezes.

Era impossível não sorrir com aquela cena. Eu gemia o nome dele, porque a cena em combinação com os movimentos era ótima. Ele abriu os olhos, me flagrando enquanto eu o encarava e sorriu para mim.

- O que foi? – Ele perguntou, sem jeito e abaixou o rosto para beijar meu pescoço.

- Nada. – Eu me neguei a contar e fechei os olhos, sentindo os beijos enquanto ele continuava os movimentos ali embaixo.

Aquela vez tinha sido mais longa que a nossa primeira. Ele realmente demorou muito para chegar lá, porque toda vez que ele estava perto, ele desacelerava o ritmo e parava, tentando se conter, como se pudesse aproveitar um pouco mais antes de terminar. Eu já estava ficando quase louca, querendo chegar lá também, mas ele não parava de me penetrar atrás, me deixando só na vontade.

Então, da última vez, ele perdeu completamente o controle. Ele foi tão rápido e tão forte que eu voltei a sentir um pouco de dor, mas não pedi para ele parar, porque ele gemia bem mais alto do que qualquer outra vez. Eu mantive os olhos abertos para observá-lo. Ele me tinha do jeito que queria e não estava nem um pouco preocupado com a minha dor, ele só queria ir mais forte, mais rápido e mais fundo.

- Sua bunda é tão gostosa, vamos ter que fazer mais vezes. – Ele pediu antes mesmo de terminar, me fazendo sorrir. Era o suficiente, ele gemeu alto, sem controle e eu sabia que ele tinha chego lá. Seu membro começou a pulsar dentro de mim e ele sentiu espasmos por todo o corpo. – Merda... Ah... Merda... – Ele repetia baixinho, enquanto o membro continuava a pulsar. – Ah... Bella...

Eu sorri para ele quando ele finalmente se acalmou. Eu nem me importava de não ter chego lá, porque ele parecia que tinha se aliviado todo em mim do jeito que ele queria. Aquilo era excitante, de certa forma. Mas, para a minha surpresa, ele tirou o membro devagar de mim e deitou, me puxando para cima dele e me beijou. Eu deitei sobre ele, mas logo ele sussurrou entre o beijo:

- Sobe.

- Como? – Eu parei de beijar e o encarei, confusa.

- Sobe no meu rosto. – Ele pediu e eu mordi o lábio, sem jeito. – Eu quero, Bella. – Ele me tranquilizou e eu senti que estava corando, mas andei de quatro até que minha intimidade ficasse na altura do rosto dele. Senti suas mãos segurarem minhas pernas e abaixei um pouco o quadril, sentindo a língua dele novamente em mim. Eu continuei de quatro e ele continuou deitado, totalmente relaxado. Eu gemi baixinho quando ele me penetrou com dois dedos direto e continuou com a língua no ponto de prazer. A outra mão abraçava minha coxa, me trazendo para perto. Dessa vez, era diferente da primeira também. Ele fazia bem devagar, quase sonolento, porque tinha tido um orgasmo há pouco tempo. Ele tirou o dedo de mim quando sentiu que eu relaxei e abraçou as duas coxas dessa vez, me puxando para perto e usou só a língua até o final.

Com toda a paciência e bem lento, como se quisesse me recompensar por não ter sido delicado antes, ele explorou cada detalhe da minha intimidade com a língua, me fazendo gemer seu nome, agoniada. Em pouco tempo, era eu quem pressionava minha intimidade em direção à sua boca e isso fazia ele sugar com mais força lá embaixo. Ele apertava meu bumbum com vontade e continuava ali, fazendo todos os movimentos certeiros e quando eu queria algo diferente, eu conduzia e mudava o ponto em que a língua dele deveria pousar. E, foi assim até o fim. Os gemidos não saíram altos de mim, porque estávamos calmos. Ele só soube que eu estava chegando lá, porque eu já rebolava sem controle, lentamente, enquanto os lábios dele faziam todo o trabalho junto com a língua. Não tinha um lugar da minha intimidade que ele não conhecia agora e eu gemi seu nome quando cheguei lá. O orgasmo se espalhou em prazer por todo o meu corpo e eu pressionei minha intimidade contra sua boca enquanto ele apertava meu bumbum. Quando finalmente, eu me acalmei, eu saí de cima dele e caí na cama, exausta.

Ele virou para mim, sorrindo e cansado.

- Você é bom nisso. – Eu tive que admitir. Homens não eram muito bons em sexo oral, essa é que era a verdade. Mas, Ashton parecia saber exatamente o que fazer até o fim.

- Obrigado. – Ele agradeceu, achando graça e me puxou para deitar no peito dele. – Escute... – Ele pediu e eu levantei o rosto para encará-lo. – Amanhã é o último dia no Rio... – Ele falou, sem jeito. – Eu tenho um show à noite, mas... Eu ia gostar se você estivesse aqui quando eu voltar. Se você quiser ir junto, eu posso conseguir um passe para você assistir ao show.

- Sério? – Eu perguntei, meio cética.

- Sério. – Ele disse, afastando o cabelo do meu rosto. – Aguenta ver mais um?

- Eu aguento vários. – Eu fui sincera, fazendo ele rir. – Eu vou gostar de ver o show de novo. – Eu admiti. – Afinal, eu não vou poder ver em São Paulo mesmo estando por lá. – Eu joguei a ideia no ar, porque precisava saber o que ele pensava e ele me olhou, perplexo.

- Você vai estar em São Paulo?

- Cassie, a minha amiga que ficou com o Luke... Ela mora lá. Eu vou passar uns dias com ela. – Eu admiti.

- Bom... – Ele pensou por um momento. – Acho que não vamos precisar nos despedir já, então.

- Eu não quero que pareça que eu estou te seguindo. – Eu falei, rindo. – Você pode encerrar tudo por aqui, Ash. Eu só... Eu já tinha marcado de ir para lá.

- Não... – Ele se apressou a dizer. – Pelo contrário, eu vou ficar feliz. Você já tem passagens para São Paulo? Porque, acho que podemos ver se tem lugares...

- Eu tenho. – Eu me apressei a dizer, porque não queria explorá-lo. – A gente comprou antecipadamente.

- Ah... – Ele falou, ainda pensativo. – Então, vamos deixar rolar? – Ele perguntou, de repente. – Amanhã você vai ao show e nós podemos voltar para cá, ficar juntos e... Em São Paulo, eu te aviso o hotel que vamos ficar. Nós podemos nos ver e...

- Tudo bem. – Eu falei, nervosa. – Sério, Ash, sem pressão.

- Por que você está tensa? – Ele perguntou, estranhando e eu me sentei, sem jeito.

- Nada. – Eu ri, nervosa e ele se sentou ao meu lado, preocupado. – Eu fico com medo que você ache que eu estou te pressionando ou te seguindo.

- Eu não acho. – Ele falou, rindo e beijou meu ombro. – Acho que é sorte você estar por lá, pelo menos, vamos poder adiar a despedida e... Nos divertirmos um pouco mais, né?

- Certo. – Eu falei, sorrindo e corando. Ele riu do meu jeito e me deu um beijo no rosto.

- Relaxe, garota. Eu estou curtindo do mesmo jeito que você, está bem? Eu não estou sendo forçado a fazer sexo nem nada do gênero. – Ele fez piada, me fazendo rir. – Mas, se você quiser me forçar...

- Ash! – Eu dei uma gargalhada e ele riu também, me abraçando.

- Ah, eu esqueci que você já viu aquelas contas do instagram. – Ele continuou a piada, me fazendo rir mais.

- Aquilo foi uma surpresa para mim, heim? – Eu confessei e ele riu, sem jeito, passando a mão no rosto. – Ashton Irwin, todo pai, todo certinho, sensível e gentil...

- Eu ainda sou tudo isso. – Ele disse, rindo. – Mas, na cama... Por que não aproveitar?

- Você está aproveitando comigo? – Eu perguntei, sorrindo.

- Com certeza, eu estou. – Ele me garantiu, me fazendo rir. 



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