História Demangel - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Palavras 1.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Não me batam!!!!!! Me desculpe por não atualizar a fic. Eu estava viajando com a escola de terça e quarta e não tive tempo. Maaas, isso não importa. Oq importa é hj tem dois capítulos e amanhã tmb para recompensar os dias perdidos!
Normalmente vou atualizar a fic de sextas, sabado e domigo pq durante a semana tenho escola.
OBRIGADO E BORA LER MOÇO
*ou moça, não sei*

Capítulo 5 - Why?


(Sany on)

 

Eu estava me preparando para meu dia. Há tanto tempo eu desejo sair e explorar lá fora... Realmente meu pai me ama muito para me deixar.

- SANY FILHA! VENHA VAMOS CONFERIR O QUE LEVAR PARA O PARQUE! - ele me chamou da sala e eu fui até ele. - Água?

- Ok.

- Pacote de bolachas?

- Ok.

- Óculos de sol?

- Ok.

- Boné?

- Ok.

- Está de tênis, não?

- Estou sim. - eu não sabia como conter minha alegria, realmente estava muito animada com a ideia de ir ao parque pela primeira vez desde que nasci. Quando eu era bem pequenina, gostava de ficar lá trás da casa do Joshua. Era bonito, ou melhor, ainda é muito lindo. Aquelas flores que existem me trazem paz e tranquilidade. 

 

 

(Flashback on)

Estávamos atrás da casa naquele campo imenso de flores numa tarde fresca. Havia acabado de completar 7 anos. Estava de vestido rosa-claro com saia a até o joelho, sapatos da mesma cor do vertido e cabelos presos em maria-chiquinha.

- Papai, papai! Olha aquela borboleta ali! Ela tá encima da margarida! Ela não é linda papai?

- É sim filha, assim como você.

- Eu posso pegá-la?

- Sany, não pegue ela. Ela pode machucar as asinhas. 

- Mas então o que eu faço?

- Apena deixe-a ali. Não acha mais bonito ela ali do que na sua mão?

- Ela é muito bonita sim, mas eu queria vê-la de perto - cruzei meus bracinhos e fiz bico 

- Pode chegar perto pequena.

-Pode?

- Claro, Mas não toque tudo bem?

- EBA!

Eu cheguei perto dela e analisei cada parte sua. Ela era rosa com detalhes em preto e branco. Ela voou e pousou em meu nariz fazendo cócegas e logo voou para um rumo desconhecido.

- Papai eu queria ser uma flor.

- Por que minha linda?

- Porque além delas serem lindas, eu ia poder encostar na borboleta.

- Não querida. Você já é uma florzinha!

Pulou em mim e me atacou fazendo cócegas.

(Flashback off)

 

 - Bem... Vamos filha?

 - Vamos pai.

Ele abriu a porta e eu senti a luz do sol no meu rosto. Pela primeira vez eu vi a rua. Haviam algumas pessoas passando por lá. Observei cada uma que passava e elas eram todas diferentes. Não evitei um sorriso e meu pai percebeu.

 - Está feliz querida?

- Você não abe o quanto - me aproximei dele e lhe dei um abraço.

- Eu imagino como se sente - retribuiu o abraço carinhosamente.

 

(Sany off)

 

 [...]

 

(Anônimo on)

Eles estavam chegando no parque. Finalmente sentaram em um banco depois da garota correr atrás de uma borboleta e esbarrar com uma criança, lhe pagando um pirulito. Realmente, era ela. Parecida com a mãe, só que com cabelos na altura do ombro. Decidi não acabar com a felicidade de "pai e filha" tão rápido e esperei o padre sair de perto dela. Ouvia de longe sua conversa:

"- Está gostando do passeio querida?

- Muito! Pai eu sou tão grata por isso, nem imagina.

- Que bom que você está feliz. Vou comprar um sorvete, quer?

- Claro!

- Sabor...?

- Abacaxi.

- Ok. Quer vir junto? A sorveteria é aqui do lado.

- Pai não se preocupe, você só vai comprar sorvete.

- Ta, mas fica esperta tá?! Se chegar alguém estranho por perto, mete os golpe de karatê! - fez uma pose rídicula de ninja e a garota riu.

- Ta bom pai, eu vou ficar de olho." - riu mais um pouco e eu vi o padre se afastar dela em direção a sorveteria. Tratei logo de agir.

Fui andando devagar até ela com as mãos no bolso do meu moletom preto com capuz. Quando parei em sua frente ela perguntou:

- Precisa de ajuda moço? 

- Na verdade sim.

- Então me diga o que posso fazer para ajudá-lo - fechou os olhos com um sorriso.

- Venha comigo - puxei seu braço

- Espera, e-eu n-não po-s-sso! - tentou se soltar e eu segurei mais forte - Por favor me solte! ME SOLTE! LARGA MEU BRAÇO! - ela se debatia e eu a arrastava cada vez mais rápido - SOCORRO!

- Fica quieta garota se não vai ser pior! - ela gritava e chorava.

Já estávamos perto de um beco e eu sinto alguém atrás de mim. 

- SOLTE MINHA FILHA SEU DESGRAÇADO! - rapidamente a joguei dentro do beco e deu um soco certeiro no maxilar do padre. Ele caiu no chão e eu continuei o batendo e a garota gritava para eu parar.

- PARA POR FAVOR! NÃO MACHUCA ELE!

- SANY CORRA! - como o padre ainda falava - ME DEIXE E SE SALVE! - dei um chute na barriga e ele desmaiou.

- NÃO SAIO SEM VOCÊ!

- Já chega. - parei de bater no indivíduo e agarrei a garota novamente - Diga tchau pro papai querida, você não o verá mais. - ditei o feitiço e já estávamos nos teletransportando para o céu.

- PAI! - ela gritou.

 

*******************************

 

Chegamos ao local e rapidamente levei a garota para o chefe.

- Aqui está, como pediu chefe.

Ele bateu palmas lentamente e se pronunciou virando a cadeira para nós.

- Ora, ora, ora. Finalmente te achamos. Você fez um ótimo trabalho, Taeyong, encontramos um agente bom para o trabalho, se livrou da morte, huh querido? Você fez em duas horas o que mUITOS LEVARAM ANOS PARA FAZER! MEUS PARABÉNS! - ela estava chorando baixo olhando para os próprios pés - Sabe quanto tempo demorou? Quer saber? RESPONDA GAROTA! - ele se levantou e pegou no queixo dela o colocando em direção aos seus olhos. Ela apenas chorou mais e mais, cheguei a achar que ela ia se desidratar, porque pensa no tanto de água que saiu ela. - FORAM 18 ANOS PROCURANDO VOCÊ GRACINHA! FORAM 18 ANOS MEUS PERDIDOS TENTANDO TE ENCONTRAR PARA NO FINAL VOCÊ ACABAR MORTA! VOCÊ ESTAVA NAQUELE LUGARZINHO COM O PAPAIZINHO FALSO TODA LIVRE DAQUI ACHANDO QUE ESCAPARIA DE MIM? - deu um tapa na cara dela, se acalmou e se sentou novamente virando a cadeira para a janela. Começou a gargalhar maleficamente e por fim disse: - Leve-na para o calabouço. AGORA! AMANHÃ ELA SERÁ EXECUTADA! E NÃO A DEIXE FUGIR! - e gargalhou mais.

- Obrigado, chefe. - peguei no braço da garota e a algemei. Levei ela até o calabouço e a tranquei numa cela qualquer.

- Por favor, me diga onde estou! - ela segurou nas grades chorando - Me diga onde está meu pai! ele está bem? ME DIGA ALGO POR FAVOR, EU IMPLORO! FAÇA O QUE QUISER COMIGO MAS NÃO O MACHUQUE!

- Escuta aqui princesinha, você está no mundo superior. Apenas posso te dar essa informação,

- POR QUE ESTOU AQUI?

- POR QUE VOCÊ VAI MORRER! - disse por fim girando as chaves da cela na minha mão saindo daquele lugar rindo.

 

(Taeyong off)


Notas Finais


TEM PRÓXIMO HJ HEIN! daqui a pouco!

<3 BEIJO NO KOKORO


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