História DEMON - Taehyung - [BTS] - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Bts, Demon, Evil, Faculdade, Hentai, Selfinserction, Taehyung
Visualizações 204
Palavras 1.794
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Dirty Party


Fanfic / Fanfiction DEMON - Taehyung - [BTS] - Capítulo 9 - Dirty Party

•ANNE ON•

Estava no ponto de ônibus à esperar e ouvindo Issues.

"Por que esse garoto insiste em encher meu saco?" - Pensei.

Estava distraída e perdi o raro ônibus passar, sentei no banco para esperar o próximo e este estava quebrado. Caí sentada no cimento e arranhei os braços. Só me ferro, porra!

Depois de meia hora, consegui chegar no outro ponto para o outro ônibus. A distância não é grande, mas as direções são opostas.

Assim que abri a porta de casa, senti uma mistura de perfumes no ar. Sunny estava de banho tomado e toda arrumada no sofá. Este já estava pronto para ela dormir.

- Tudo bem, Su?

- Tudo ótimo. Onde esteve?

- Fui passear com uma das idosas do asilo. E você, onde vai tão bonita?

- Tem uma festa hoje, não soube?

- De quem é o aniversário?

- Aniversário nenhum, boba.

- Então é festa de quê?

- É só curtição, menina! Vai com a gente! Você só estuda e vai naquele asilo, vamos aproveitar a noite, beber.

- Tô sem grana... Gastei muito hoje.

- Ai, para de fugir, nem é pago. Agora vai logo se arrumar. Mia já saiu do banho faz tempo.

Entrei no quarto, eu queria mesmo era ficar deitada vendo televisão e ir dormir, mas acho que não vai ser tão ruim assim se eu sair um pouco. Nunca vou em festas mesmo.

- Unnie! Vai conosco na festa?

- Vou sim. Quer que seque seus cabelos?

- Por favor!

Estava secando os cabelos de Mia quando lembrei de Namjoon.

- Mia, você está brava com o Namjoon?

- Não. Por quê?

- É que ele veio todo preocupado falar comigo hoje. Achou até que você estava doente.

- Ah, eu gosto de fazer isso com ele.

- Deixar ele preocupado? - Perguntei chocada.

- Não, sua boba! Deixar ele aos meus pés, entende?

- Com saudades?

-Tipo isso. Ai! Você é muito inocente, Unnie! Meu Deus. Parece até que eu que sou a mais velha.

Nós duas gargalhamos. Terminei de escovar os curtos cabelos dela e deixei com ondas naturais. Ela olhou no espelho sorrindo.

- TRRRRIII! Unnie, Saranghae! - Me abraçou quase me sufocando. - Agora se arruma. Vou me maquiar.

Enquanto ela se maquiava, tomei meu banho. Ela colocou os Kpops altos na caixa de som e admito que já estou até gostando de escutar essas músicas. Já vi alguns clipes, são muito legais. Essas bandinhas, quer dizer, grupos, são talentosos.

- Unnie, o que vai vestir? - Perguntou asism que saí do banho.

- Hm... Pensei nesta calça e esta blusa. - Analisei o armário exibindo as peças que falei. - E esse casaco, com esse tênis e bolsa.

- Unnie! Olha para mim. - A olhei. - Não vai aparecer vestida assim na festa. Por favor, né! Nada sexy! Vamos arranjar um oppa para você trocar umas ideias hoje.

- Oppa? Não obrigada. Estou bem. Mas o que eu visto então?

- Você quase não tem roupa, viu. Ô SUNNY! VEM AQUI!

- O que foi? - Ela apareceu correndo na porta do quarto.

- Veste ela, pelo amor de G-Deus!

- Opa! Look? Yay!

Sunny me puxou para a sala e abriu o gaveteiro com suas roupas. Pegou uma saia de couro preta, uma blusa de alcinha, branca e larga, com uma rosa no canto, parecia de seda, decote em V e um blazer vermelho sangue, entregou uma bolsa de festa preta com lantejoulas e alça de ferro preto.

- E coloca esse salto aqui. - Entregou um salto agulha, bico fino, na cor do blazer com um laço delicado na frente.

- Não é muito alto não?

- É perfeito, desde que consiga andar...

- Vou secar os cabelos, me maquiar e me visto.

- Isso mesmo. Abusa da make nos olhos. Vai logo, meu amigo vai nos buscar às nove.

Eram sete horas, corri pro banheiro e fiz uma maquiagem com esfumado preto, marcada com bronzer e iluminador e um batom mate cor de boca; os cabelos estavam com beach waves. Coloquei a roupa, a blusa dentro da saia e saindo pela cintura em balonê. Calcei os saltos e fui para a sala para as duas avaliarem o visual. Sorte que Sunny tem o mesmo manequim e calça a mesma coisa que eu.

- O que acharam? - Disse abrindo a porta. - Meus seios não estão muito expostos?

- Wuuuh! Você está linda demais, Unnie! Seus olhos então...

- Obrigada, Mia. Herdei da vovó, soube que ela era alemã.

- Por isso é tão branquela, loira e zoiuda?

- Sim, Sunny. - Me fingi de brava, mas logo ri.

¤PLIM¤

Sunny olhou o celular.

- Meu amigo chegou, vamos?

- Vamos. - Eu e Mia falamos juntas. Acho que até estou mais animada para essa festa. Nunca fui numa "social" assim.

Entremos no carro, fomos as três atrás, no banco da frente tinha um veterano da faculdade e Heechul.

- Oi, Anne! Tudo bem, meninas? - Heechul perguntou, agora de cabelos rosa.

- Vocês se conhecem, Anne? - Sunny perguntou.

- Heechul é do meu curso. - Respondi.

- Ah, que legal. Ele é o namorado do meu amigo, esse é o Leeteuk. - Sunny apresentou o amigo.

- Sério? Nem sabia que você namorava, Heechul! Por isso some nos intervalos?

- Ah, é.  Eu não falo muito porque as pessoas às vezes acham estranho dois homens...

- Que isso, amar não é errado em forma alguma.

- Eu sempre falo isso para ele, obrigado Anne. - Leeteuk respondeu.

[...]

Chegando no condomínio já se via as luzes coloridas e um pouco da música de longe.

Leeteuk estacionou o carro numa vaga bem longe de onde vinha o som alto e luzes, andamos até uma linda casa com parede de pedras e esta estava rodeada de carros caros. Os de Taehyung e Jin estavam alí também, que droga, sempre eles.

- De quem é a casa? - Perguntei para Mia.

- Deve ser de algum veterano. Não precisa se preocupar, aqui nunca deu polícia.

- Por que daria?

Antes que me respondesse, ao entrar na casa já pude ver a quantidade de bêbados e gente se pegando. Logo na porta, um rapaz alto e forte nos parou.

- Aceitam? - Ele perguntou com uma mão no bolso e outra cutucando o nariz. Não pode ser o que estou pensando...

- Não é a nossa praia. Valeu aí, amigão. - Heechul deu tapinhas no ombro do homem.

- É impressão minha ou ele estava oferecendo pó?

- Ele estava. - Leeteuk confirmou. - Cuidado com o que comem ou bebem, por favor.

-Hey, amor! Olha o que tenho para você. - Namjoon apareceu abraçando Mia por trás.

- Namjoonie! Obrigada!

- Que isso, Mia? - Perguntei vendo ela pegar um pirulito de cor esverdeada.

- É de maconha. É maravilhoso! Quer um? - Ela respondeu.

- Não, obrigada. - Leeteuk, Heechul e Sunny já tinham sumido. Mia saiu com Namjoon e estes também logo sumiram.

Fiquei andando pela casa, o que mais via era gente chapada de bebida e drogas, gente se pegando e uns quase transando na frente de todos. Tinham jovens vomitando pelos cantos e na piscina tinha o DJ com o nariz todo branco, pessoas sentadas na borda com copos de bebidas, roupas molhadas e com a seda entre os dedos.

- E aí, delícia! Sozinha? - Cochicharam em meu ouvido, virei e era Jimin totalmente bêbado. - Ah, oi Anne. Desculpa.

"Que idiota!"

Ele saiu andando, logo ví o grupinho do demônio numa mesa perto do Dj. Estavam alí fumando maconha e bebendo, faltavam apenas Namjoon, Jimin - que está caçando uma garota por aí - e Jungkook.

A música estava boa, eu poderia muito bem dançar se outras pessoas estivessem normais e dançando, mas não, parecia um antro. Eu só queria ir embora logo.

- O que está fazendo aqui? - A voz de bêbado do Yoongi soou ao meu lado.

- Nem sei. Minhas amigas me trouxeram e estou odiando.

- Então vá embora. É careta igual Jungkook.

- Ele que está certo de não se meter em um lugar desses. Estou indo embora mesmo. - Olhei por cima do ombro dele e logo avistei Taehyung caindo na piscina, e ele não levantou.

Corri para a borda e ele estava boiando de rosto para baixo. Eu odeio ele, mas nunca o deixaria morrer. Todos alí estavam tão malucos que nem repararam. Estiquei o braço mas não o alcancei. Eu não podia me meter na piscina com as roupas e bolsa de Sunny, peguei a rede de limpar piscina e usei o cabo metálico para aproximar o corpo dele. O puxei pelos braços e ele estava de olhos fechados e sem repirar.

Apertei várias vezes seu peito, abri sua boca, tapei o nariz e antes que assoprasse ele cuspiu a água pro lado.

- O que vo-você ia fazer comigo, sua maluca?

- Você caiu na água e desmaiou.

- Aish, sai de perto. - Ele levantou cambaleando pros lados, o segurei antes que fosse ao chão.

- O que você ingeriu?

- Cerveja e maconha.

- Pra quê, cara?

- Me divertir.

- E não dá para se divertir sem?

- Minha vida é um... - Antes que completasse, vomitou tudo no chão.

- Vamos. Você precisa de ajuda... Aliás, todos precisam...

Andamos até a cozinha e o coloquei num banco de plástico, procurei por pão e água.

- Toma, isso vai ajudar. - Falei.

- Não tô com fome.

- Não interessa! Pão ajuda a amenizar a tua bebedeira e você precisa se hidratar.

- Por que está cuidando de mim, lixo humano?

- Lixo humano? - Perguntei chateada com o que escutei.

- É... - Disse com um sorriso idiota na cara.

- Se vira, Kim Taehyung. Já deu para mim.

Saí andando à procura de minhas amigas para avisar que ia embora. Não achei nenhuma das duas. Estava com pouco dinheiro na bolsa, então saí andando pelo condomínio escuro para ir até o ponto de ônibus.

Estava perto da guarita quando alguém me puxou tapando minha boca, me arrastou à força até um lugar cheio de árvores e escuro dentro do condomínio. Era um jovem bem arrumado, mas completamente bêbado.

- Uma obra de arte dessas não devia estar andando sozinha pela rua escura. - Falou totalmente embriagado. - O lobo mau costuma comer mocinhas inocentes.

Ele esfregava o nariz em minha pele e dava beijos em meu pescoço.

- Me solta! Seu bêbado! Me solta!! - Gritei.

- Não vai doer nada. Pare de frescura, sua puta.

- Não sou desse tipo, me solte! Anda, estou pedindo.

O rapaz era muito mais forte que eu, me abusou num gramado sujo do condomínio. Ele me feriu, por dentro e por fora. Me xingou milhares de vezes e me bateu, logo depois caiu ao meu lado e dormiu.

Eu não podia acreditar que um homem havia me abusado, que eu tinha perdido a virgindade com um bêbado qualquer e não com a pessoa especial que eu esperava e me guardava.

Depois de chorar muito, me levantei e ví minha calcinha arrebentada no chão. Olhei bem na cara do sujeito, então saí andando contendo o choro, peguei um ônibus para o hospital, eu precisava ser forte...



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