História Demon - Capítulo 2


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Ash, Bongo, Brad, Cake, Dona Tromba, Finn, Fionna, Guy, Hudson Abadder, Jake, Keila, Lady Íris, Marceline, Marshall Lee, Personagens Originais, Princesa Caroço, Princesa De Fogo, Princesa Jujuba, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Rainha Gelada, Rei Gelado
Visualizações 18
Palavras 1.645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Orange, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HAHAHAHA Eu voltei!
Não vou demorar muito...
Só curtam o cap

Capítulo 2 - Segunda-feira


Fanfic / Fanfiction Demon - Capítulo 2 - Segunda-feira

~Gumball pov's~

Seus olhos brilhavam num vermelho intenso, enquanto sua lingua serpenteava desde meu maxilar até minha clavícula, deixando mordidas e chupões no caminho ou em pontos perfeitamente aleatórios. Eu não suportaria por tanto tempo, eu precisava de mais

*L-Lee! – Gritei seu nome em um gemido enquanto levantava minha cintura vergonhosamente implorando por mais, mas eu queria, eu precisava de mais!

Ele atendeu meu pedido, foi descendo tortuosamente devagar, passando sua deliciosa lingua em todo trajeto e quando seus dentes finalmente se prenderem no cós de minha cueca...

Acordo saltando da cama, suado e precisando de um banho gelado. Enquanto aproveito meu banho me permito lhe explicar. Já se passaram três dias desde o dia em que o vi, Marshall-Lee, o garoto de cabelo perfeitamente desalinhado que conheci graças a ideia de minha irmã de irmos a um pub.

Entenda, não estou reclamando, foi uma noite divertida até e, sem contar da ressaca do dia seguinte e do fato de eu não me lembrar de algumas coisas, foi relaxante. No entanto eu agradeceria se pudesse ter minhas noites bem dormidas de volta. Desde aquela noite, tenho tido sonhos bem... Quentes, com alguém que eu simplesmente me auto-forcei a admitir que o que se passou pela minha cabeça sobre ele aquela noite, foi apenas curiosidade.

Algo sobre ele é sombrio e profundo, eu pude sentir isso claramente, mas não posso me dar o luxo de ficar vagando nesse universo agora. Tenho uma reunião importante em... 5 minutos?!

Merda! Me arrumei o mais rápido que pude e na mesma velocidade saí, ignorando café da manhã e o mordomo menta, terei que me desculpar com ele depois. Por sorte o local era próximo e eu não teria que me preocupar em pegar ônibus, "você não tem carro?" você pergunta... E não, não sou o tipo de pessoa que admira tanto essa criação.

Andei rapidamente até o prédio administrativo e vejo meu secretário, Ben, se aproximando apressado e me dirijo com ele para a sala de reunião. Assim que entro na sala me deparo com a sala vejo o "rei fogo" me olhando com desaprovação.

*Atrasado, senhor Bubblegum. – Ele solta um leve bufo com meu pedido de desculpas gaguejado e logo começamos a reunião.

Por incrível que pareça, por trás de toda essa pose explosiva e imponente, ele é um grande amigo de meu pai e depois que eu assumi o lugar do mesmo na empresa, o mais velho me ajudou bastante. E, agora, finalmente o convenci a ajudar mais financeiramente e em troca tenho que fazer uma tatuagem, isso mesmo, UMA TATUAGEM!! Ele ultrapassou o nível da loucura!

Vamos entender melhor a situação, uma de nossas ações caiu, para repor preciso de um financiamento e ele tem um amigo famoso que virá direto de L.A para vê-lo e pediu sua ajuda, pois queria fazer uma tatuagem e eu serei a cobaia de teste num tatuador de centro. Onde já se viu, uma coisa dessas! Derrotado, aceitei a proposta e pego uma carona com ele para o local.

*Obrigado pela carona, Senhor Firenstim. – Agradeci e me virei para o local segurando a risada, a pronúncia de seu nome é engraçadíssima.

Levantei meu olhar para a placa de anuncio, com muitas fotos de tatuagens, que eu espero não serem como as propagandas do McDonald's.

~Marshall- Lee On~

Argh, como eu odeio segundas-feiras! Além de ser normalmente um dia parado, está um calor infernal aqui dentro e, sem contar a dor de cabeça que estou, fui proibido de beber alguma das bebidas que oferecemos para os clientes, afinal qual melhor anestésico se não o álcool!

Estava limpando a agulha quando escuto o sino da porta anunciando algum cliente, ajeitei as coisas. Pelo menos meu local de trabalho não é um dos piores, é enfeitadinho​.

Primeiro temos uma sala de espera (ou recepção) com alguns bancos de couro encostados numa parede com pôsteres variados de varias bandas e na parede oposta algumas amostras dos desenhos, no final temos a bancada com o computador e o caixa, que de lá saía uma música calma, depois da porta se vê minha área favorita, sala de planejamento, na qual começo os desenhos e ao lado uma parede com uma geladeira cheia de bebidas dos mais variados tipos, no fundo a sala com isolamento acústico das tatuagens, ali se transforma corpo em arte.

Assim que chego na recepção me deparo com uma figura rosada que não me é estranha, aparentemente surpreso em me ver, assim como eu estava, quem quebrou o silêncio fui eu.

*Ora, se não é o rosinha engomadinho de sexta passada! A que devo a honra? – Falei sorrindo de canto o vendo se "empompar" para começar a falar.

*Vim fazer uma tatuagem – Palmas para o senhor óbvio! Simplesmente fiz um sinal de mão para que me seguisse e entrei na sala de planejamento.

*Alguma ideia de como vai querer? Deixe-me advinhar, um unicórnio! — Soltei rindo enquanto ele observava alguns esboços, não consigo evitar não me envergonhar com alguém observando tanto meus desenhos.

*Seus desenhos são muito bons – Pronto corei! Mas acho que ele não percebeu nem o que falou, o que me salva! — Quero algo parecido com esse!

Um desenho simples, uma coroa pequena com uma pedra azul nada muito difícil. (Autora: pra quem não sabe é a própria cora do Príncipe Chiclete)

*Certo, onde vai fazer? — Ele apontou para o punho, apontei para uma de uma machado que eu tenho — Igual a essa?

Após vê-lo concordar, eu pego um papel para desenhar nas proporções certas, que eu olhava enquanto ele se mantinha observando-me desenhar, me deixando um pouco incomodado, mas não me importei. Esse garoto tem alguma coisa pra conseguir me deixar desconcertado.

Com desenho terminado, olhei a hora e depois de calcular um pouco, ve-jo que não vai dar tempo de terminar a tatuagem contando ou não com meu almoço e o fato de fecharmos mais cedo às segundas.

— É, rosinha, não vai dar para fazermos hoje, fica com uma cópia do desenho e volta amanhã as... – Procurei um bom horário para amanhã – duas, você vai ser a última de amanhã.

— Certo – Ele pressionou os lábios antes de confirmar, irritado com o apelido? Muito provavelmente! Respirei fundo, não acredito, no que estou prestes a fazer!

— Ok, eu vou fechar agora e ir almoçar, você... Você quer vir junto? — Alguém me explica o porquê de eu ter feito isso? Já foi-se. Só esperar ele recusar.

— Claro, por que não? – Ele soltou sorrindo, sorriso brilhante e certinho esse, hein! Sorrio de canto e, depois de fechar tudo vou até meu querido, maravilhoso Opala antigo preto, versão quatro portas!

Com extremo carinho, entro no carro e abro a porta para o garoto entrar, o que olhei com puro desespero ao ouvir a porta bater com certa força. O mesmo da de ombros e, após revirar os olhos, finalmente dou a partida e, depois de apreciar o barulho do motor, vou em direção ao Starbucks, pegando um capuccino rápido e voltando quase rindo do grande ponto de interrogação no rosto do de cabelos rosados.

*É um trato que tenho com minha irmã, se eu levo um capuccino pra ela, consigo almoço de graça... Iremos passar no pub antes de continuarmos. – Assim que ele dá de ombros, entrego de qualquer jeito o copo para ele segurar e continuo caminho.

Minutos depois chegamos ao pub com a infeliz noticia de que minha irmã já havia saido com alguém que nem me dei o trabalho de ouvir e simplesmente saí.

*Mudança de planos, rosinha, minha irmã saiu! Fala onde é sua casa que eu te deixo lá. – Ele dá as coordenadas e eu dou partida mais uma vez, haja gasolina!b

*Obrigada – Ele para um pouco, mordendo os lábios antes de sair, agora, por que eu não paro de encarar?! Ele cora um pouco ao me ver encarando e resolve falar — Por que não entra e almoça aqui? Ja deve ter algo aqui em casa e você deve estar com fome...

Pera, ele me convidou pra entrar? Essa é nova. Aceitei cauteloso e assim que saímos do carro e observo a casa, não chega ao nível mansão, mas com certeza não é pequena! Assim que entramos um sujeito engraçado e baixinho que assim que fui apresentado ao mordomo, o mesmo me ofereceu uma bala de menta, que eu aceitei.

Ele anunciou o almoço e eu acompanhei o rosado, observando os tons variando entre simples e luxuosos da casa.

— Nós o chamamos de mordomo menta, sabe por causa das balas... — Ele soltou numa tentativa de quebrar o silêncio enquanto nos serviamos, o que me fez soltar uma risada nasalada e continuar o assunto.

O almoço foi divertido, conversamos sobre vários assuntos e descobri muito mais sobre ele do que naquela sexta-feira. E até que temos gostos bem parecidos, mas ao mesmo tempo opostos, como a discussão que tivemos sobre açaí, ele gosta e eu não, o que quase me rendeu uma morte por engasgo.

Depois, eu não pude de deixar de notar a quantidade de jogos que ele tinha e entramos num de luta, que ele estava ganhando de mim sem eu nem ter tirado nem um pouco da vida dele!

— Pô, se quer me fuder, me beija primeiro! – Alguém me explica, por que ele corou? Ignora Marsh, só tenta ganhar dele logo!

Depois de mais algumas derrotas, eu declarei que precisava ir embora e depois de nos despedirmos e eu já estar dirigindo de volta pra casa, eu finalmente parei para​ pensar que agimos como se nos conhecêssemos a muito tempo o dia todo, sendo que se nos vimos duas vezes foi muito! Estranho, mas eu realmente me senti confortável, não posso negar.

— Isso é coisa da sua cabeça, relaxa... – murmurei e depois de estacionar o carro, acendi um cigarro e entrei em casa, me deparando uma cena muito impressionante! — Marceline! O que eu falei sobre trazer pessoas aqui pra casa! Principalmente quando se é pra transar!

Detesto ser empata foda, mas eu precisava gritar isso antes de rir, muito.


Notas Finais


E aí? O que acharam? Vou deixa-los livres para comentarem! Sem pressão!


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