História Demoniac Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Bobby Singer, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Jody Mills, John Winchester, Ruby, Sam Winchester
Tags Apocalipse, Demoniac, Demonios, Escuridão, Katherine Mcnamara, Love, Vampiros, Winchester
Exibições 16
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É... essa foi rápida para compensar :)

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Demoniac Love - Capítulo 3 - Capítulo 2

Claire Underwood 

Olhei bem no fundo de seus olhos verdes desconfiada. Quem era ele? O que ele procurava no meu quarto? Devia te-lo matado assim que o avistei, pelo menos assim não teriam tantas perguntas rodeando meus pensamentos, impedindo-me de obter tais respostas e simplesmente esquecer. 
O fitei curiosamente enquanto andava ao seu redor, observando cada mínimo detalhe a seu respeito. Ele estava ajoelhado, correntes grossas prendiam seus braços, por sua boca escorria uma fina linha de sangue. Ele vestia roupas aparentemente normais, uma calça jeans, camiseta preta e jaqueta de couro também preta. A sala era bem iluminada, com várias lâmpadas brancas espalhadas pelo teto. 

Vou andando em passos lentos porém firmes até uma cadeira que estava na sua frente. Me sentando na mesma e cruzando as pernas, colocando minhas mãos sobre meu colo. 

O que fazia em meu quarto? – Falo com a voz rouca e fria. Observo o homem — aparentemente humano — se contorcer e em seu rosto se forma uma carranca de dor. Me perguntava como um _humano_ pode entrar no inferno?! Isto é inadmissível! 

Travo meu maxilar e me controlo para não ataca-lo ali e matar este invasor. Como meus soldados não o viram?! Uma pontada de raiva pairava sobre meu corpo. Ele não responde, o que me faz pegar um chicote ali e leva-lo até o queixo do humano, o fazendo levantar. 

— "Quem é você?” — vocifero mais uma vez e travo meu maxilar, encaro seus malditos olhos verdes. Era até irônico o fato de ele, um simples humano - no qual não faço a mínima ideia de como veio parar aqui - tentar entrar no quarto da _rainha_ pensando que não seria visto. 

— “Alguém que não teme a você!” — sua voz não passava de um sussurro rouco e fino. Rosno e me levanto, dou-lhe um soco e o vejo reprimir um gemido de dor. 

Mas, assim que meus dedos tocaram a superfície de sua pele, pareceu-me que tinha entrado dentro de minha própria mente, e assim que abri mis olhos novamente, estava em outro lugar. A grande fumaça negra se aproximava dos humanos e como um piscar de olhos tirava as suas vidas, fazendo os corpos caírem assim que ela se afastasse alguns centímetros. 

Olhei ao redor e vi uma multidão de pessoas correndo e gritando, mas em meio a essas pessoas, estava o humano que eu estava interrogando agora pouco. Mas o que ele fazia ali? Ele carregava duas armas em suas mãos, estava vestido normalmente e correndo em minha direção incrivelmente rápido. Assim que ele se aproximou de mim , colocou uma mão nas costas , guardando a arma dentro da bainha de sua calça e sê aproximou de mim em passos lentos, colando nossos corpos. Ele aproximou sua boca da minha e me beijou calmamente, colocando a mão livre em minha cintura colando mais ainda nossos corpos. 
Eu queria saber o porquê de eu não estar com raiva, ou de não querer soca-lo. Eu queria saber o porquê de eu estar retribuindo o beijo. Rodeei sua nuca com os meus braços e mordi levemente o lábio dele, eu não estava controlando meu corpo, essa não era eu. 

Ele afastou nossos lábios e falou com a voz rouca em meu ouvido: 
-Eu te amo Claire. 
E inevitavelmente eu disse em seguida 

-Eu também te amo Dean. 
E assim, ele me deu um último beijo, e foi tentar atirar novamente naquela grande fumaça negra. 

Logo depois disso, voltei para a realidade, parando de olhar para cima e encontrando seus olhos novamente. 
O encarei curiosa, isto que acabei de visualizar, seria o futuro? Bem, como um grande amigo dizia: “É melhor prevenir do que remediar.”. Suspiro e passo minha mão pelos meus cabelos ruivos, tirando alguns fios que caíam sobre a minha testa. Mordo levemente meu lábio inferior imperceptivelmente e me aproximo dele em passos lentos, com meus olhos fixados nos seus. Solto as suas correntes e o assisto cair no chão. 

-Dean , não é? 
-Como você sabe meu nome ? – Ele perguntou, olhando fixamente para mim. 
-Não importa. Me siga. – Me levantei e sai da sala, vendo que ele me segui receoso. 

Por que eu estou confiando nele? Não estou. Eu precisava analisar o comportamento dele, descobrir que tipo de ser ele era e faze-lo confiar em mim, para me dar as respostas que eu quero. Como eu vou arrancar isso dele? Bom... Eu posso seduzi-lo, tortura-lo, subordina-lo... 
São tantas opções... não sei qual eu vou escolher. Sorrio minimamente com esses pensamentos. Ando pelos corredores de mármore e dobro várias vezes, reparando pela primeira vez como aquele lugar era grande. Finalmente encontro a escada, e então começo a subir, degrau por degrau, com passos normais e calmos, não demonstrando o que eu estava sentindo ou pensando. Depois de lances e mais lances de escada, finalmente chego ao meu destino. Um corredor cheio de portas. Dez portas de um lado e dez portas do outro, no final do corredor, havia um pequeno observatório. Vou até a primeira porta da direta e abro a mesma, logo depois entrando no quarto espaçoso e luxuoso que tinha atrás da porta. 
-Espero que o quarto lhe agrade. – Dou espaço para ele entrar e logo depois vou andando até a porta, fico de costas para o corredor com a coluna reta e o olho. 
- Não entendo... por que estas a me abrigar em sua casa sendo que tentei rouba-la a pouco? – Pergunta Dean, me olhando um pouco confuso. 
-Tudo tem seu tempo. – Saio do quarto e fecho a porta, me encostando na porta e suspirando. Logo depois, me desencosto, arrumo meu cabelo e minhas vestes. Fico com a minha postura ereta como sempre e meu olhar estranhamente sereno e amedrontador ao mesmo tempo. 

Subo mais alguns lances de escada e chego ao meu quarto. Me deito na cama negra no canto do quarto e fico encarando o teto. 
O que ele seria ? Como ele conseguiu entrar no inferno? Como conseguiu despistar meus demônios ? E aquela visão... Eu realmente o beijei? Eu realmente senti aquele negócio que se pareciam borboletas voando em meu estômago ? Por que eu senti isso? O que era isso? 

Raios... eram tantas perguntas... fechei meus olhos e com minhas mãos massageei meu pescoço levemente ficando um pouco zonza mas logo voltando ao normal. Me levanto e me olho no espelho, olheiras, cara amassada e bochechas levemente vermelhas. Suspiro e me dirijo a uma de duas portas no interior do quarto e entro no banheiro, ligando a torneira da banheira e enquanto ela enchia, me apoiei na pia olhando rapidamente meu reflexo. 
Eu já tenho muito o que fazer... A escuridão... o Inferno... as guerras infinitas entre anjos e demônios ... poderia até fazer uma lista. Vejo que a banheira já está cheia e desligo a torneira, logo depois, me dispo e entro na banheira. 

Permito-Me relaxar por alguns minutos com meu corpo submerso na água morna. Passei as minhas mãos pelo meu cabelo e lavo o mesmo. Logo depois de terminar de lavar o cabelo, lavo meu corpo e principalmente meu rosto, para me livrar das olheiras e da cara amassada. Pego uma toalha e me enrolo, indo até o meu quarto e me vestindo rapidamente, com uma calça jeans Preta, camisa vermelha , botas pretas e com um sobretudo Preto por cima de tudo. Deixo o sobretudo aberto e meus cabelos caírem em cachos naturais pelas minhas costas e ombros. Pego meu celular e meu par de luvas, logo depois colocando o pequeno objeto, porém poderoso no meu pescoço e o escondendo dentro da minha blusa. Nunca se sabe quando vai precisar voltar no tempo com um vira-tempo. Saio do quarto, me certificando de por um feitiço que proíbem que entrem ai para certos enxeridos não entrem e desço os lances de escada novamente. Não me incomodava em descer e subir escadas, eu não me cansava e nem nada. 

Faço meu corpo evaporar em uma fumaça negra e apareço na sala do trono, pronta para continuar a pensar em uma forma de impedir um apocalipse. Ando com passos sorrateiros, ainda com aquela sensação de que serei traída. Me sento em meu trono e cruzo as pernas, observando a sala totalmente livre de qualquer raça sobrenatural. 
Coloco minha cabeça sobre meu punho, que estava fechado com meu cotovelo apoiado no braço da grande cadeira olhando o nada. 

O que aconteceria se tivéssemos um apocalipse da escuridão ? 
Bem, humanos sentiriam uma fúria inexplicável e começariam a matar uns aos outros por puro prazer. Não que isso já não aconteça, mas os números iriam aumentar gradativamente . As pessoas não seriam mais honestas, mais do que já são hoje. Entre muitas outras catástrofes desse tipo. 
Ai deuses... humanos são tão complicados 

 


Notas Finais


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