História Demons - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 3
Palavras 906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


espero que gostem :)
seria bom ler enquanto escuta surabaya jonny <3

Capítulo 1 - Jane


Ainda lembro-me de quando nos conhecemos, de todas as mentiras que ele me contou...

Era 1964 Jonny era o nome do meu amado, cabelos louros, sempre bem polidos e nunca desarrumados, segurados pelo seu melhor amigo, o gel. Trocamos olhares e logo ele veio me procurar, não deu muito e eu já estava em seus braços, à verdade era que Jonny era o amor da minha vida, talvez ainda seja, mas o destino nos separou, era isso que deveria acontecer com ele, Jonny era um mentiroso, se dizia um grande marinheiro, com muitos atributos, o que lhe dava a oportunidade de me dar várias joias caríssimas, as quais eu guardo até hoje, Jonny era na verdade um traficante, mentiu sua vida para mim durante quase 5 anos, na verdade só eu não queria ver, a verdade estava sendo jogada na minha cara e eu não enxerguei, mas o pior foi ter encontrado ele com outra na minha casa, meu quarto, minha cama. Não fiz nada de imediato, esperei a garota ir embora e fui em direção a ele deitei ao seu lado e sussurrei no seu ouvido:

-Te amei tanto, Jonny- Em seguida coloquei o travesseiro por cima de sua cabeça, ele se debateu, segurou meus braços tentando me impedir, de tirar sua vida, coloquei mais força no travesseiro, uma força que nem eu mesma sabia de onde tinha saído, apenas sei que foi o suficiente para mata lo.

Tirei o travesseiro de sua cabeça e olhei para o corpo...

Oque eu acabei de fazer com meu marido?-Era a pergunta que se passava pela minha mente, procurei pelo remorso em meus sentimentos, mas o que havia era alivio e desprezo ao mesmo tempo. Sai da cama fiz minha mala e vesti minha melhor roupa, saindo de casa calmamente, me lembrei de ter esquecido meu lenço, voltei e o peguei, estava em cima da mesa de jantar, do lado de um bloco de notas e uma caneta, peguei a caneta e escrevi:

‘’Matei e não nego, se tivesse outra oportunidade, mataria de novo.

                                                                                        Com amor: Mary’’ 

Marquei o papel com um beijo vermelho do meu batom e enfim fui embora. Sai de casa, me senti estranha, mas uma estranheza boa, as pessoas pareciam mais felizes e as ruas mais animadas, os cheiros ficaram de repente mais fortes. Vi um pequeno bar, que se destacava de toda felicidade da cidade devido a sua melancolia, entrei e me sentei em uma das cadeiras no balcão do bar, coloquei minhas mãos por cima do balcão lustroso, que era a única coisa limpa em todo o lugar, esperei o garçom calvo vir em minha direção e sem levantar minha cabeça disse:

-Um Martine duplo, por favor

-Não é muito forte para senhora a essa hora da manhã?

-Acabei de matar meu marido e não sinto remorso nenhum, nada é mais forte que isso – Respondi e sorri olhando para ele, que se virou e pegou uma taça despejando o liquido e empurrando para mim

Passei algum tempo ali, bebendo e trocando meias palavras com o garçom calvo que descobri que se chamava Steven, o bar logo se encheu com a noite chegando e um homem se sentou ao meu lado:

-É realmente muito bonita para estar aqui, nesse lugar horrível não acha?

-Não, é interessante

-O que necessariamente você acha interessante

-A estranheza, me excita- Respondi com uma das sobrancelhas arqueadas e um sorriso de canto de boca – Quer me falar quais são suas intenções comigo logo, ou vamos continuar a conversa desnecessária?    

-Você podia me seguir até o banheiro?

-Com prazer

Segui o homem até o banheiro, não sabia o seu nome nem exatamente o porque de eu estar entrando em um banheiro de bar com um homem estranho que cm certeza tinha segundas intenções, espantei todos esses pensamentos e entrei em uma das cabines do banheiro masculino com ele:

-Sua boca é uma das mais belas que eu já vi –Ele disse contornando meu lábio superior com os dedos

-Sem romantismos por favor- Disse e o beijei

O estranho beijava muito bem, suas mãos percorriam meu corpo, fazendo meu corpo se arrepiar, aumentando mais ainda meu desejo de ter o mais perverso dele, que era ver o seu corpo sem vida, não sei bem porque pensei nisso apenas fiz, mais uma vez tirei força de algum lugar que ainda não conhecia e apertei sua traqueia, vi o homem desconhecido achar que o fato de minhas mãos estarem no seu pescoço era so mais um jeito de excita lo mais, até que eu apertei cada vez mais, colocando minhas unhas e perfurando sua garganta, sua feição mudou para completo pânico e seu rosto passou da cor bronzeada, para um roxo muito mais bonito, aos poucos ele parou de tentar resistir e respirar, apertei com mais força, sentindo uma onda de calor percorrer meu corpo, até que finalmente o mesmo faleceu, antes de sair, marquei seu rosto com meu batom e fui em direção a uma das pias.

Joguei um pouco de água no meu rosto, respirei fundo algumas vezes, não entendia o que estava acontecendo comigo, e nem o porque de eu me sentir tão bem quando tirava a vida de alguém, olhei para o espelho e me espantei, meus cabelos curtos e loiros deram lugar, para cabelos negros e lisos, minha feição era de uma asiática, em poucos segundos, deixei de ser eu mesma para me tornar uma mulher desconhecida...

 

 



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