História Demons- Interativa - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori
Tags Anjos, Ayato, Colegial, Comedia, Demonios, Diabolik Lovers, Drama, Ecchi, Harem, Hentai, Interativa, Kanato, Laito, Perda, Personagem Original, Reiji, Romance, Shuu, Subaru, Vampiros
Exibições 90
Palavras 701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Prologue


Ela observava a chuva caindo no gramado de seu jardim com admiração, embora, vez ou outra, tivesse que passar a mão pelo vidro da janela para a mesma desembaçar-se. Ainda não tinho feito uma única refeição naquele dia, e nem pretenderia fazer. Estava curiosa. Ansiosa demais com a chegada de seu "cliente", para falar a verdade.

Misak desviou os olhos perolados da janela e passou a fitar a imensa porta de seu escritório, que estava sendo batida freneticamente por alguém. Com uma pequena luz de esperança, ela sentou-se em sua cadeira e passou a fitar seu jogo de xadrez intocável. Por fim, balbuciou um "pode entrar" alto e com um tom ansioso.

Ela não desviou os olhos do xadrez para ver quem era. Pelo contrário, ela conhecia aquele homem só pela silhueta. Quando por fim o encarou, não pode deixar de abrir um largo sorriso de deboche. 

- Então é verdade. O que se auto-intitula rei do submundo veio, pessoalmente, atrás de meus serviços. De novo.

Misak jogou o peso de seu corpo no encosto da cadeira, que soltou um pequeno gemido em protesto. Ao ver o olhar frio que ele lhe direcionou, Misak sorriu ainda abertamente. Ela gostava de brincar com o psicológico das pessoas, assim como o homem em sua frente. 

Misak esticou sua mão pálida e magra para o jogo intocável, movendo um peão branco duas casas à frente. Ao terminar o ato, encarou-o.

- Você já cumpriu sua parte do acordo? 

Ele revirou os olhos. Aquilo era, certamente, um saco. Mas seria por uma boa razão, pensou.

- Fiz em todas elas. Quero saber quanto tempo vai levar para a transformação se concluir. - ele disse movendo uma de suas peças, graças à insinuação de Misak ao jogo. 

Ela deu um sorriso sarcástico, encarando-o com desinteresse. Quis bufar baixinho, mas estava com preguiça demais para isso.

- Como eu lhe avisei, a transformação demora. Leva bastante tempo só para o selo se liberar, docinho. - Misak observou o jogo abaixo de sí, e, fazendo uma pequena cara de desgosto, moveu seu cavalo. - Foi sobre isso que veio conversar?

Ele a estudou com os olhos impacientes, quase com raiva pela falsa lerdeza de sua parceira. Respirou fundo para conter a raiva, e a encarou com um sorriso frio e arrogante. 

- Nós dois sabemos pelo que eu vim aqui, Misak Citry. 

Ela o encarou de relance, dando um curto sorriso pela paciência do homem em sua frente. Ele não era muito conhecido por ter uma paciência grande, e Misak amava acabar com a mesma.

Por fim, suspirou. 

- Eu já lhe disse: a essência pura delas irá, aos poucos, se dissolver pela energia imensa de meus Demônios. Quando isso ocorrer, nosso plano terá sido concluído, e você irá reinar ao meu lado. 

Um longo silêncio foi posto entre eles, que aproveitaram-o para continuar jogando. Aquilo não era apenas um jogo: era uma disputa, para ver qual dos dois pensava e agia melhor.

Ao mover seu peão, ele a olhou nos olhos com interesse. Interesse que, ela sabia muito bem, era só uma arte de sedução para conseguir o que queria.

- Elas ficarão no escuro?

- Sim docinho, elas ficarão. Vou mecher também alguns pauzinhos para manipular a memória das famílias para qual elas vão. 

Ela o encarou e sorriu, mas era um sorriso de vitória. Quando ele percebeu, já era tarde demais.

Misak, lentamente, havia criado uma armadilha diante de seus olhos, e ele só foi perceber agora. Como fora burro!

Seu sorriso, frio e cheio de intenções dizia claramente: Xeque Mate.

Não havia o que fazer. A vitória era de Misak, e suas peças estavam fora de alcance. Com os ombros rígidos, ele mexeu sua torre para frente apenas por mecher, lamentando sua perda. 

Misak comeu-lhe o rei, sem conseguir parar de sorrir. Ela ainda era a "alfa" daquela pequena alcateia feita de perda e dor. 

Seus olhos perolados brilharam, e, segundos depois, tornaram-se negros, ato que surgiu graças à seu pensamento maldoso.

Quando ela levantou seus olhos para o encarar, ele já podia ver outro semblante em sua frente. O semblante da desgraça. 

- Diga-me, Karl: o que acha de nós fazermos uma aposta?


Notas Finais


Olá pessoas ♥
Esse foi o prólogo da fanfic, que explica beem pouquinho o que ele fez e porque, como mostrado no Início.
Caso estejam se perguntando, sim, eu já escolhi as OC'S que vão entrar. E não insistam para saber se a sua entrou nos comentários. Todas vão saber no próximo capítulo ♥
Ah! Yui Komori não está disponível mais para par, porque ela vai ter um outro rumo na fic, AKSBSISBS.
Espero que tenham gostado.


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