História Demons Second Season - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alice Englert, Dave Franco, The Wanted
Tags Demons Second Season, Misterios, Romance, Sobrenatural
Exibições 19
Palavras 3.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


(O PRIMEIRO PARÁGRAFO É SOBRE UM LIVRO CHAMADO GAROTO ENCONTRA GAROTO)

AEEEEE CARAIO, VOLTEI NESSA BAGAÇA

BOA LEITURA E


NOTAS FINAIS

Capítulo 17 - I belong with you


Fanfic / Fanfiction Demons Second Season - Capítulo 17 - I belong with you


 

Ravenna Sykes - Nova Orleans - Segunda-feira, 12h27min PM

 

Eu me pergunto como Noah consegue ser tão delicado e franco ao mesmo tempo. Eu gostaria de ser menos grossa ao dizer algo importante a alguém, gostaria de tomar uma decisão e conviver tranquilamente com ela, por mais que ela me afaste do cara que eu amo. Se colocar no lugar do Paul nesses momentos e tentar entender o lado dele e ficar ao lado dele, não é algo fácil, pois ele está errado de ter beijado o ex namorado em um momento de fraqueza, mas mesmo assim eu me coloquei no lugar dele e percebi o quão sortuda eu era de ter traído o Chad e ainda ter ficado por cima e ter sido eu a terminar com ele. Eu queria ser o Noah no momento em que estou vivendo, porque ele é  concedente com tudo sem ser idiota. Entretanto, eu estava sendo o Paul, eu estava totalmente solta na situação, situação que eu criei. Considerando o fato de Chad ser meu ex namorado e o fato dele se parecer tanto com Kyle, o ex namorado do Paul, ele é o Kyle da situação. O Scott era o Noah, o que não faz muito sentido se olhar bem para o personagem e para o Scott, mas se olhar com os meus olhos, as situações se parecem. O Scott tinha se declarado para mim e eu ignorei - não totalmente - tudo o que ele havia dito, o Noah amava o Paul e estava feliz com ele, mas descobriu da pior forma que o Paul tinha beijado Kyle, ele repensou sobre o romance que estava começando a acontecer e decidiu pedir um tempo, da forma mais delicada possível, para Paul, e eu não sei o resto da história porque não terminei de ler, mas o que eu estou tentando dizer é que eu, por um momento, tinha tudo, e no outro não tinha mais nada. Eu tinha o Scott, mas estraguei tudo. O Paul tinha o Noah e estragou tudo. Seja por uma traição, ou por indiferença, não muda nada, eu continuo sendo uma idiota dentro de um cenário idiota.

 

[...]

 

- Ravenna? - ouvi uma voz desconhecida me chamar.

Ergui minha cabeça e vi Chad parado me encarando.

- O que você quer? - fui direta.

- Conversar.

- Então perdeu seu tempo, eu não quero conversar com você. - disse seca e voltei minha atenção para a decepção de Paul no livro.

Ouvi Chad suspirar, depois sentar na cadeira em frente à minha.

- Por favor... prometo que não vou demorar. - ele pediu com a voz calma.

- Não, e como você descobriu que eu estou na biblioteca? - perguntei sem tirar a atenção do livro.

- Perguntei para a Bridget.

Levantei meu olhar de irritação para ele. Como ela pôde me delatar dessa forma?! Ela sabia que eu estava com raiva dele, mesmo assim contou onde eu estava. Precisava me lembrar de matar ela assim que a encontrasse.

- Se é sobre sexta-feira, pode ir embora. - falei apontando para a saída da biblioteca.

Ele riu sem humor e encarou as mãos que estavam sobre a mesa.

- Eu só quero me desculpar pelo que aconteceu lá, foi idiotice da minha parte. - ele assumiu me encarando.

- Estou vendo. - apontei para o olho roxo dele.

- Ah... a idiotice não foi ter brigado com o Scott, e sim ter agarrado você. Eu não sei o que deu em mim, você sabe, eu não sou assim. - Chad falou com delicadeza, delicadeza com a qual estava me irritando.

- Ah, sei? - ergui uma sobrancelha.

Ele travou o maxilar. Eu estava disposta a brigar, porque a) eu não estava em um bom dia, b) eu estava com vontade de brigar.

- Rav... - o interrompi.

- Eu cansei de ser apenas uma bolinha de ping pong. - falei com raiva.

- Você sabe que não é assim... eu amo você de verdade.

- Quer saber de uma coisa que eu sei? - ele permaneceu imóvel, me olhando um pouco assustado. - Que você e o Scott são dois moleques idiotas, que antes de tentar alguma coisa comigo precisam crescer. Eu não sou um troféu para vocês me tratarem desse jeito. - me levantei para ir embora mas parei ao perceber que eu não tinha dito tudo que eu queria. - Eu fui embora e vocês não pararam a briga idiota, isso apenas reforça que isso tudo não passa de uma rixa ridícula! Vocês não me amam, vocês querem ter posse sobre mim, e isso não vai acontecer. No momento eu estou odiando profundamente vocês dois, e talvez esse ódio não passe nunca, então eu vou deixar você aí com a culpa de estar agindo feito imbecil! - terminei de falar - gritar -  e percebi que eu estava ofegante e que as poucas pessoas que estavam ali me encaravam como se eu fosse completamente louca.

Chad ouviu tudo calado e estava me fitando assustado. Ele não estava em condições de me contradizer, eu deveria estar parecendo uma leoa com desequilíbrio mental pela forma que ele me olhava. Por um momento até me passou pela cabeça que eu pudesse estar com os olhos de outra cor. Isso me fez pegar o livro em cima da mesa e sair pisando forte de lá.

Eu não sei o que me deu, mas eu estava furiosa com tudo e com todos, digo isso porque eu já tinha derrubado uma cadeira, um carrinho cheio de livros, e esbarrei em umas quatro pessoas. Eu só precisava chegar no banheiro, era o meu único objetivo. Virei para um corredor que me levaria para o banheiro e bati com tudo em alguém.

- Ai! Você não olha por onde anda não garota?! - era Jasmine.

- Não! Agora sai da minha frente. - pedi sem paciência alguma.

- Você derrubou meus livros! - ela deu um gritinho histérico.

- Foda-se, você tem mãos, então pode pegar.

As meninas que estavam com elas me encaravam do mesmo jeito que o Chad. Aquilo me irritou, não só aquilo, como a cara irritante de vadia da Jasmine. Empurrei ela para o lado e continuei andando. Ouvi ela resmungando algumas coisas, não dei importância.

 

[...]

 

Nova Orleans - Sexta-feira, 15h11min PM

 

Minha raiva já tinha passado, eu tinha voltado ao meu estado de calma, estado que estava começando a se dissipar por causa da demora da Bridget. Eu já tinha xingado ela por ter contado onde eu estava, ela retrucou dizendo que tinha me feito um favor por eu finalmente ter gritado o que eu precisava gritar. Nesse ponto ela estava certa, mas isso não mudava o meu descontentamento com a ação dela.

- Se você demora tanto para se despedir do seu namoradinho, porque não vai com ele? - perguntei à Bridget quando a mesma entrou no carro.

- Achei que o seu mau-humor tinha passado. Respondendo a sua pergunta, o Jack tem treino agora e ele não é meu namoradinho.

Revirei os olhos e arranquei com o carro.

- Meu mau-humor nunca passa. - disse piscando para ela.

- Você viu o Scott hoje? - Bridget perguntou se olhando pela milésima vez do espelho do carro.

- Ele teve algumas aulas comigo hoje, mas não falou comigo.

Por que mesmo eu tinha dado essa resposta para ela? Ah, claro, porque eu sou uma idiota! Bridget não sabia sobre a declaração que Scott fizera, e era para ela continuar não sabendo, mas eu tinha que falar, pois não tinha feito nem uma atitude imbecil no dia.

- E por quê? - ela perguntou me encarando com o cenho franzido.

Parei num farol vermelho e encostei a cabeça no banco.

- No sábado, eu fui pedir desculpas por ter agido da forma que eu agi na festa do Jack, ele agiu com total indiferença, eu me irritei e fui para casa. Algum tempo depois, ele foi lá em casa e me pediu desculpa por ter falado do jeito que ele falou, e disse que estava apaixonado por mim. - fechei os olhos quando disse a última parte.

- O QUÊ?! - Bridget gritou. Abri os olhos assustada. - Não acredito! Ele finalmente se ligou que é apaixonado por você.

- Você não precisa gritar desse jeito. - disse arrancando com o carro novamente. 

- Você disse que também estava apaixonada por ele? - ela perguntou com expectativa.

- Não! Eu não estou apaixonada por ele. - reforcei negando com a cabeça.

Bridget bufou.

- Você está apaixonada por ele e sabe disso, só não quer admitir.

- E desde quando você sabe o que eu sinto?

- Desde quando eu sou sua melhor amiga e isso está na cara. - ela disse sendo óbvia.

- E o que você quer que eu faça? Me declare para ele também? - questionei com total ironia.

- Sim! - exclamou animada.

- Isso seria idiota e patético.

- Por que você não pode ficar com ele? - Bridget perguntou como se eu fosse louca.

- Porque nós estamos falando do Scott, lembra?

- Ele está apaixonado e mudado, eu não vejo ele com nenhuma garota desde aquele dia que você desmaiou.

- Você não viu, mas ele pode sim estar pegando todas essas garotas enquanto acha que sente algo por mim. - falei com a minha desconfiança de sempre.

- Ele sente, Ravenna! Qual é o garoto cafajeste que iria chegar para uma garota e dizer que está de quatro por ela?!

- Eu não consigo acreditar. - disse baixo.

- Qual é o problema em dar uma chance para ele?

- Ele vai me magoar e eu vou ficar sofrendo por ele, depois vou me odiar por isso. - disse na defensiva.

- Você não sabe se ele vai te magoar.

- É bem provável.

- Rav, todo mundo já percebeu o jeito que ele te olha, como ele se preocupa com você e como ele fica diferente perto de você. Até o Jack já me disse isso. - disse ela, mudando para um tom mais sério.

- Disse o que?

- Que ele não é mais o mesmo Scott mulherengo de antes, e sim o viadinho apaixonado. Eu já vi ele recusando várias garotas, e o Jack também me disse que não entende como ele consegue dispensar tantas gostosas, ele apanhou de mim depois disso, aí não disse mais nada.

- Bridget, para de fazer propaganda do Scott! - disse começando a me irritar.

- Só quando você parar de palhaçada e der uma chance para ele. - provocou como uma criancinha mimada.

- Eu não vou ficar com ele! Não adianta insistir!

- Vocês se gostam... não entendo a dificuldade. - Bridget disse inocente.

- Você nunca teve um coração partido, então não sabe como dói. Então se eu posso evitar isso, eu vou evitar! - disse um pouco alto. Aquele papo estava começando a me cansar.

- Ravenna, eu sei que o que você passou não foi fácil, mas você não pode deixar um relacionamento do passado atrapalhar o seu futuro. Você sabe que o Scott gosta mesmo de você. - ela disse com serenidade.

- Mas e se não der certo?!

- Quando você entra em um relacionamento, você não precisa entrar dizendo que não sabe se vai dar certo. Você tem que apenas fazer tudo para que dê certo.

- Você acha que vale o risco?! - perguntei mordendo a ponta do meu lábio inferior.

- Você também gosta dele?

Assenti com as lágrimas se acumulando nos meus olhos.

- Então vale, amiga. Qualquer paixão verdadeira vale o risco. - incentivou.

- Tudo bem, eu vou pensar.

- Não vai não, você vai lá na casa dele e vai dizer tudo o que você sente. Aí vocês vão se beijar e vão viver felizes para sempre. - Bridget disse mandona.

Dei risada.

Estacionei o carro na frente da casa da Bridget e quando ela entrou em casa eu arranquei com o carro. Eu não enxergava muita coisa por conta das lágrimas que caíam e se formavam. Lágrimas que eu não sabia se eram necessárias ou desnecessárias, porque estar apaixonada pelo Scott é uma ideia legal no começo, mas quando eu parei para pensar nos contras que isso me traria, eu desatei a chorar. Esse amor todo estava me fazendo virar uma garotinha frágil e chorona, eu me odiava por isso, me odiava por sentir.

Por outro lado, eu não conseguia viver longe do Scott, só a ideia de me afastar dele já me apavora. Eu me tornei dependente da presença dele. Maldita hora que eu esbarrei nele naquele bar. Eu nunca entendi muito bem essa diferença entre querer e precisar, agora eu entendo perfeitamente, quando eu quero muito uma coisa, eu acabo precisando dela também. É exatamente isso que acontece com o Scott, eu quero tanto ele ao ponto de precisar dele.

Parei de pensar em tudo o que eu estava fazendo quando vi que meu carro já estava estacionado na frente da minha casa. Era agora ou nunca. Ou eu me declarava para ele e, talvez, nós ficássemos juntos, ou eu ia para casa e me arrependeria para o resto da minha vida. A minha cabeça não estava sendo justa comigo, ela dizia basicamente Ou vai, ou anda logo, isso não estava sendo legal.

Desci do carro e caminhei rapidamente em direção à casa do Scott, apenas com a cara e a coragem. Toquei a campainha e Constance rapidamente me atendeu, ela me olhou com uma expressão preocupada.

- Querida, o que aconteceu? - ela perguntou.

- N-ada. - sim, eu estava soluçando. - O Scott está em casa? - perguntei baixinho.

Ela apenas assentiu e apontou para a escada. Eu subi correndo de cabeça baixa enquanto pensava em várias formas legais de me declarar sem parecer cafona demais. A porta do quarto estava encostada, isso me fez repensar minhas atitudes. Ele poderia estar ocupado, dormindo, tomando banho e outras um milhão de coisas. Tudo bem, eu só estava criando obstáculos para não esmagar meu orgulho e falar tudo o que eu sentia.

Tive cinco segundos de coragem insana e empurrei a porta, vendo Scott recostado na cama ouvindo música e mexendo no celular. Quando ele ouviu o "barulho" da porta e o barulho dos meus soluços, ele ergueu a cabeça e pareceu atônito e surpreso ao me ver ali, completamente abatida por aquele turbilhão de sentimentos, mas quando ele viu essa minha feição de abatida ele me fitou preocupado.

- Rav, o que aconteceu? Por que você está chorando? - Scott perguntou preocupado e se levantou, vindo até mim.

Balancei a cabeça negativamente e ele me envolveu com seus braços de uma forma carinhosa e protetora. Eu poderia morar naquele abraço. O medo de estar me jogando em um penhasco sem saber me dominava, e eu não conseguia me acalmar. Scott poderia ser quem me salvaria, mas também poderia ser quem me empurraria.

Me afastei um pouco dele e ele pousou uma das suas mãos no meu rosto úmido pelas centenas de lágrimas que rolavam.

- Você pode me contar o que aconteceu agora? - ele perguntou limpando as lágrimas que ainda caíam.

- A Bridget me fez perceber uma coisa que eu já sabia há muito tempo, só fui fraca demais para admitir.

- E o que é? - Scott perguntou calmo.

- Eu também estou apaixonada por você, Scott. - disse tudo de uma vez.

Ele me fitou surpreso, e logo um sorriso se formou em seu rosto. Como eu queria beijá-lo naquele momento.

- E por que você está chorando?

- Porque você vai partir o meu coração. - olhei para baixo quando vi que eu choraria mais.

Ele riu pelo nariz e puxou meu queixo para cima, me fazendo encarar aqueles maravilhosos olhos castanhos.

- Como você tem tanta certeza disso?

- Porque sou eu, e essas coisas acontecem comigo. Além de você ser um cafajeste idiota.

- Eu era um cafajeste idiota. Eu não consigo mais ficar com nenhuma garota sem desejar que seja você. Eu sabia que ia acontecer alguma coisa entre a gente no momento em que você me xingou pela primeira vez quando eu te dei uma carona. - ri fraco, e sua expressão se suavizou quando ele percebeu que tinha me feito sorrir. - Nenhuma garota nunca ficou com tanta raiva de mim e me ignorou do jeito que você fez.

- Eu não te ignorei, eu só te achei patético demais para ter algum tipo de relação com você. - dei de ombros.

Ele me encarou ofendido e eu dei risada.

- Acho que você me tratar como um simples amigo fez com que eu quisesse cada vez mais ficar com você.

- E no dia da festa do Jack? Não foi suficiente?

- Não. - ele aproximou seu rosto do meu e olhou bem no fundo dos meus olhos. - Você nunca vai ser demais para mim.

- Você tem certeza disso?

- Rav, eu sei que tenho todo esse passado cafajeste, mas eu tenho certeza que amo você, muito mesmo, sei que isso não é o suficiente para manter um relacionamento, mas é um começo.

- Você promete que ainda vai gostar de mim na semana que vem? - me senti uma criancinha idiota por perguntar isso.

Ele sorriu revirando os olhos e segurou meu rosto com ambas as mãos.

- Eu prometo que vou amar você pra sempre. - Scott disse com uma extrema convicção. - E você, promete?

Eu não disse nada, apenas aproximei meu rosto do seu e o beijei. Eu não sabia se estava fazendo a coisa certa, mas eu estava me sentindo leve e feliz, então deve ser a coisa certa. Eu não queria gostar dele, porque sabia que se isso seria um erro. Mas o que nele não era um erro?

Scott me beijou com intensidade, provando cada pedacinho da minha boca. Aquilo estava me derretendo. Só ele tinha o poder de me deixar fora dos eixos com apenas um beijo. Agarrei sua camisa com as duas mãos o puxando com necessidade para mais perto, parecia que por mais que eu tivesse ele ali tão perto e só para mim, ainda não era suficiente.

- Eu quero muito continuar beijando você até minha boca ficar dormente e minha língua cansar, mas antes eu preciso saber uma coisa. - ele disse um pouco ofegante contra meus lábios.

- O quê? - sussurrei.

- Você vai ficar comigo? - assenti com a cabeça. - Você vai ser minha? - mordi os lábios e sorri.

- Eu já sou sua.

Ele sorriu de uma forma tão perfeitamente maravilhosa que eu quase não beijei-o novamente para preservar aquele sorriso maravilhoso. Mas ele me beijou novamente com ardor, e eu não tinha forças nem vontade para afastá-lo. As mãos de Scott passearam por todas as minhas costas, uma parou na minha cintura e a outra na minha nuca. Quanto mais ele me beijava, mais eu tinha certeza de que era ele que eu queria.

Me afastei um pouco dele em busca de um pouco de ar. Seus olhos estavam fixados nos meus de uma forma tão intensa que eu senti minhas bochechas corarem.

- E agora?

- Agora eu vou começar a aproveitar o fato de você ter assumido que também me ama. - Scott disse sem tirar o sorriso maravilhoso do rosto.

- Scott... como vai ser daqui pra frente? Eu e você. - perguntei receosa, olhando para ele.

- Nós dois vamos ficar juntos, certo? - ergueu uma sobrancelha.

- Vamos... mas não quero que isso fique exposto a todos.

Scott me olhou um pouco confuso, mas assentiu com a cabeça, me envolvendo novamente com seus braços.

- Pra ficar com você eu faço qualquer coisa.

Sorri tímida.

- Então eu não vou poder te agarrar na escola na hora que eu quiser?

Revirei os olhos, rindo.

- Não, nós vamos estar na escola, lá não é lugar de ficar de agarramento.

Scott sorriu sapeca e aproximou seus lábios do meu ouvido.

- É que você é tão linda que dá vontade de te agarrar toda hora. - ele disse e deu um pequeno beijo no meu pescoço.

O Scott era um idiota, mas eu o amava, e amava muito, muito várias vezes.

 

[...]
 


Notas Finais


FAAAAAAAAAAAAAAALA FAMÍLIA, SUAVE NO BISCOITO????
DEMOREI PRA CARALHO DNV, EU SEI, PODEM ME XINGAR. ESTAVA EM SEMANA DE PROVAS(AINDA ESTOU), MAS AGORA EU POSTEI ESSE TREM QUE SÓ FALTAVA TERMINAR UM PEDACINHO, PRECISAVA OCUPAR MINHA CABEÇA COM ALGO QUE NÃO FOSSE FÍSICA :(
E AI?????W GOSTARAM DA DECLARAÇÃO DA RAV???????? ISSO JÁ ESTAVA ESCRITO HÁ UMA PAR DE TEMPO, POR ISSO FICOU MELHOR QUE O RESTO HAHAHAHAHAHA.
COMENTEM AÍ POR FAVORZINHO SE VOCÊS GOSTARAM E SE VCS TÊM ALGUMA IDEIA DE SITUAÇÃO QUE ELES PODEM PASSAR POR CAUSA DE CIUMES(NÃO QUE EU NÃO TENHA IDEIAS, É SÓ QUE QUERO A PARTICIPAÇÃO DE VCS)
AHHHHHHHHHHH E ANTES QUE EU ESQUEÇA, EU POSTEI LÁ NA PRIMEIRA TEMPORADA UM CAP EXPLICANDO SOBRE A RELEITURA DELA, SE VCS SE INTERESSAREM LEIAM LÁ, JAEEEEE????

SATISFAÇÃO E ATÉ A PRÓXIMA QUEBRADA!!!!!!!


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