História Dengen Sozokujin - Os herdeiros do poder - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Exibições 50
Palavras 3.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Hentai, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gostaria de avisar à Inouerose38 que o palpite dela estava certo! Boa leitura!

Capítulo 6 - Fugas e Chegadas


Enquanto Hinata e Hanabi repassavam para Naruto e Konohamaru as informações que haviam conseguido de Kaori e Sayko, assim como o plano que estavam bolando, Sakura e Iruka já haviam enviado os convites do casamento de Sarada e Boruto, com a rosada suspirando pesado. Não queria que o casamento de sua amada filha precisasse ser feito daquela forma, às pressas, um casamento relâmpago devido a necessidade não só de unir os reinos, mas também a necessidade de esconder a gravidez da princesa de Hono. Sabia como era difícil estar grávida e sozinha, não queria que sua menina passasse por aquilo, seria vergonhoso para a morena e para a família, ainda mais por se tratar da princesa de uma grande nação. Esse era o único motivo de aceitar "forçar" o casamento de Sarada, evitar a vergonha!
— Esse é o último, Iruka-san! - dizia desanimada enquanto entregava o convite ao servo dos Namikaze. - O envie para a família real de Kage! - pediu para o amigo que logo pôs o convite em uma ave, devido a urgência de seu recebimento. Logo após o pássaro levantar vôo, o servo de Naruto, preocupado com a ex companheira de servidão, tentou animá-la.
— Não é bom a okaasan da noiva ficar tão triste pelo casamento! - brincou tentando levantar o ânimo da rainha Uchiha, em vão. - Sakura-sama, não deve...
— Sakura-chan, Iruka-san, você sempre será o meu amigo dos tempos de serva, não precisa desse tratamento! - bateu no ombro do moreno, enquanto suspirava pesado. - Eu só estou preocupada com a minha menina...
— Mas se ela ama Boruto-sama você deve ficar contente em vê-la feliz! - aconselhava a rosada que não se animou muito. Seu coração de mãe lhe dava a intuição de que algo errado estava para acontecer e tirar a paz de sua filha. - Ela vai ser muito feliz com Boruto-sama! - Após ouvir as palavras do servo, em sua angústia, a mulher suspirou pesada em seus pensamentos.
— Será mesmo que ela será feliz, Iruka-san?

Distante dali, no sombrio palácio do reino das sombras, uma ave, após ter cortado os céus em alta velocidade, entrava pela janela do escritorio do rei Shikamaru, acordando o homem que cochilava.
— Não tinha outra hora? - perguntou à ave se espreguiçando. - Bem, se mandaram você em vez de um mensageiro deve ser algo bem importante! - dizia desatando o pequeno papel da pata da ave, que se assustou com um chamado.
— Otousan! - um rapaz de 18 anos, com seus cabelos negros presos e quase idêntico ao rei, não o sendo por culpa seus olhos verdes, característica herdada de sua mãe, adentrara o recinto chamando por seu pai. Shikadai, ou Dai para os mais íntimos, o príncipe de Kage, havia ouvido o bater de asas da ave, identificando de que reino era o pássaro ao olhar pela janela. - É de Konoha? - perguntou interessado enquanto seu progenitor lia o convite.

"Salve à grande Grande Kurama!
Os soberanos de Konoha e Kitsune, Naruto Uzumaki Namikaze e Hinata Hyuuga Namikaze, assim como os soberanos de Hono, Sasuke Uchiha e Sakura Haruno Uchiha convidam a seus súditos, servos e aliados para a cerimônia de matrimônio de seus herdeiros, Boruto Hyuuga Namikaze e Sarada Haruno Uchiha, que será realizada durante o cair da noite de amanhã, no templo da grande Kurama em Konoha."

— Temari-chan! - chamou o rei logo vendo a mulher loira de olhos verdes entrar em seu escritório um pouco irritada.
— Porque não está treinando? - dera com uma pequena versão de seu leque na cabeça do filho que se defendeu. - Era pra estar treinando sua habilidade com katanas, não aqui ou dormindo, senhor Shikadai! - repreendia sob o olhar e os risos de seu marido. - Não ri não que eu tambem sei que em vez de estar revisando os problemas do reino você também estava dormindo! - o homem engoliu em seco. Sua esposa havia nascido na posição certa, Temari havia nascido para dar ordens. - Porque me tirou de minhas tarefas?
— Recebi isso em modo urgente, Boruto-san e Sarada-chan irão casar amanhã!
— Então nós vamos à Konoha? - perguntou o moreno mais novo animado ganhando um olhar reprovador de sua mãe.
— Vamos sim, mas escute aqui Shikadai Sabaku no Nara! - os dois homens engoliram em seco. Para a rainha de Kage chamar seu filho pelo nome completo significava que ela estava extremamente irritada. - Se eu sonhar que você brigou novamente com o filho da Ino-chan você vai levar uma surra! - dizia ameaçadora, mas logo tomou um ar de conselheira.- Olha, se você não quer problemas, Dai, lhe aconselho a não se aproximar tanto da filha de Hinata-sama! - quase vinte anos haviam se passado desde que deixará a posição de serva das irmãs raposa e voltara à sua posição de princesa, tornando-se rainha após um tempo, mesmo assim jamais perdera o hábito de tratar tanto Hinata quanto Hanabi como se estive em posição inferior. - Eu vou fazer as malas! - saiu do escritório deixando os dois morenos entediados para trás.
— Que problemática! - disseram juntos, não negando o parentesco.
— Mas em uma coisa ela está certa, isso entre você e a Himawari-chan já devia estar resolvido não? - perguntou vendo o filho demonstrar irritação.
— Se aquele traidor não tivesse no meu caminho eu me casaria com a Hima-chan assim que ela quisesse! - bufou.
— Ei, vocês eram melhores amigos até ano passado, não podem ficar por aí brigando... - repreendeu amigável.
— Eu não mandei ele ficar dando em cima da Hima-Hime! - retrucou fazendo seu pai suspirar pesado.
— Essa viagem vai ser complicada...

No reino de Akuma, uma tempestade de ventos varria o lugar lhe dando ainda mais a aparência de lugar fantasma. Não se via o povo nas ruas já que os homens eram obrigados a prestarem serviços militares e as mulheres e crianças forçadas a trabalhar como médicos para o reino, o que causava a insatisfação de muitos para com o soberano Iori, mesmo que tal lei tenha sido uma imposição do conselheiro Kisame, que aproveitava-se da confiança do jovem para ser autoritário e ditador em seu nome, revelando seu verdadeiro intento em tomar o poder e, ao mesmo tempo, fazendo com que a opinião pública, mesmo que enganada, ficasse contra o rei. Ciente disso, Kaoki já trabalhava com seus grupos de revolta pois a guerra estava para estourar, ainda mais com a união matrimonial dos herdeiros de Konoha e Kitsune e Hono. O homem entrou secretamente no quarto do jovem Akuma em segredo, surpreendendo o rei, que iria atacá-lo, sendo impedido por uma ação do rebelde.
— Salve aos demônios do luar! - disse mostrando as marcas de nascença que possuía em seu braço, as fases da lua, símbolos herdados do clã real, possuídos apenas pelos homens Akuma com habilidades especiais temidas pelo povo, que os retaliava com medo, fazendo com que fossem segregados pelo povo mesmo pertencendo à família real. O jovem olhou seu braço, retirando a luva de combate que sempre usava, não para se proteger, mas para esconder a marca que também possuía, idêntica à do homem.
— Salve aos demônios do luar! - respondeu abaixando a guarda. - Quem é você? Pensei que fosse o único ainda vivo com essa marca! - disse calçando a luva novamente.
— Isso foi o que Kisame-san lhe disse? - perguntou Kaoki. - Não deves confiar naquele homem! - repreendeu.
— Você invade meu quarto em meu palácio e acha que só porque também possui o poder dos demônios da lua em si vai me pôr contra o homem que cuidou de meu reino pela memória de Otousan? - perguntava acusador pondo uma espada no pescoço do homem, que engoliu em seco. - Eu confio plenamente em Kisame-san e se continuar com isso passarei a ser o ultimo hospedeiro dos Gekko Akuma! - sentenciou, mas o homem se livrou do jovem com facilidade, o ferindo no braço. - O que? - perguntou surpreso.
— Não me leve à mal, mas ainda não está no meu nível! - debochou. - Confias em Kisame? 
— Porque desconfiaria? - perguntou enquanto seu ferimento cicatrizava. Seu poder era muito inferior ao das irmãs raposa, assim como era inferior ao de Kaoki ou ao de Gaara e Bee, mas era tão poderoso quanto o de Ayame. A verdade era, entre os homens do clã Akuma monstros eram repassados hereditariamente há gerações, o que dava nome ao clã e ao reino. A mãe de Iori, a qual o menino não conhecia pois fora abandonado pela mesma muito jovem, lhe abandonara justamente por temer os demônios do luar, isso tudo um ano antes de tudo o que se deu no templo de Kurama em Kitsune, por tal motivo o agora rei escondia de todos, até mesmo de Kisame que pertencia aos Akuma no Kyaria, como eram chamados os portadores de demônios.
— Porque ele não lhe contou sobre isso! - entregou o convite que seu informante em Konoha havia lhe entregue. - Isso de que seria possível ter uma aliança com o reino das chamas sempre foi uma mentira, eles são tão aliados de Konoha e Kitsune que irão casar seus filhos! - disse para Iori que lia o convite transtornado. Kisame lhe dizia que a situação de Hono era de insatisfação com o reino das folhas e da raposa, e que facilmente acabariam por aceitar sua proposta, mas tudo havia sido mentira.
— No que mais ele me enganou? - perguntou transtornado.
— Em muitas coisas, inclusive ele usou vosso nome para oprimir o povo, causando insatisfação contra Iori-sama! - dizia irritado com a postura de traição do conselheiro com quem tinha atritos há muitos anos. Atordoado o jovem olhou desconfiado para Kaoki.
— Porque eu devo confiar em você? - se sentia traído por Kisame, não iria confiar facilmente no líder rebelde. - Eu nem sei se fala a verdade sobre meu conselheiro! - o homem suspirou, precisaria apelar para alguns segredo que guardava em nome do falecido rei.
— Deves confiar em mim porque eu sou oniisan de seu Otousan! - dizia sofrido enquanto o garoto lhe olhava incrédulo.
— Impossível! - retrucou. - O oniisan mais velho de Obao-otousan está morto, por isso ele assumiu o trono, você não...
— O que o povo preferiria, ter como rei o herdeiro mais novo ou ter como rei um dos Akuma no Kyaria? - perguntou interrompendo o jovem. - Para evitar situações como a que vivemos hoje foi que eu, em conluio com Obao-oniisan, forjei minha morte na guerra entre Kitsune, Suwaaru, Konoha e Sora, há quase quarenta anos! - suspirou pesado. - Desde então vivo na clandestinidade, foi a pedido de seu Otousan que cuidei ao longe da situação do reino a fim de te proteger! - contou.
— Eu ainda não acredito! - respondeu. - Porque eu deveria desconfiar de Kisame com você me contando essa história absurda? - perguntou irônico fazendo o homem respirar fundo. Kaoki precisaria usar de sua última arma para convencer o sobrinho.
— Porque Kisame te escondeu algo importante de seu passado que só seu otousan, eu e ele tínhamos conhecimento. - o rei lhe olhou confuso. - Ele conhece a sacerdotisa da lua que é a sua okaasan!

Nas ruínas do templo da lua, o informante de Moegi no exército, um homem de cabelos castanhos e olhos negros que possuía 17 anos, lhe dava a informação de que suas "afilhadas" haviam sido pegas e sentenciadas a viverem no harém dos soldados, o que irritou a sacerdotisa.
— Elas são meninas! - gritou irritada. - Elas são pouca coisa mais velhas do que quando ela fez o mesmo comigo e oneechan!
— Ela não pareceu se importar com idade, Moegi-okaasan! - o homem era filho biológico de Moegi, fruto de sua relação com Udon, a quem dera a luz enquanto estava louca. Mesmo criado em um orfanato, o qual que era cuidado pela princesa Shizune, o homem tinha um grande amor por sua mãe, lhe sendo útil em vários sentidos.
— Isso é como uma viagem no tempo, Kory! - suspirou pesado. - Não vai demorar até virem atrás de mim, certo? 
— Já estão se preparando, por isso eu o chamei, okaasan! - deu lugar a um homem, era Kisame.
— Está na hora de retornar ao lar, Moegi-sama! - dizia sorridente. - Aproveite agora pois os soldados de Kurama estão se divertindo! - a sacerdotisa o olhou enojada, sabia que a diversão dos soldados se tratava de Kaori e Sayko. Experimentava pela primeira vez o arrependimento de tê-las envolvido em sua vingança, sentimento semelhante ao sentido por Shion quando a mesma percebera a sentença que Moegi levaria por suas ações, mas isso não iria fazer com que deixasse seus planos, já havia ido muito longe. - Vamos?
— Eu logo lhe encontro, okaasan! - beijou as mãos feridas da mulher que logo o abraçou. 
— Arigatou por tudo, meu menino! - agradeceu beijando a testa do herdeiro, do herdeiro mais novo. Saindo do templo em fuga, pôde perceber homens de confiança do rei e da rainha chegarem ao templo, levando todas as residentes do "bordel da lua", como o local ficara conhecido após a morte da oráculo da lua. Seu filho não foi pego, pois, usando o talento em fingimento herdado de seus pais, fingira ter sido o "primeiro soldado a chegar para prendê-las". A mulher apenas olhou para trás, sofrida em deixar seu lar de sempre, mesmo que ele lhe fizesse lembrar de tantas coisas ruins, mas era necessário.
— Vai ser bem vinda ao lar, Moegi-sama! - disse o Hoshikagi a pondo em uma carruagem.
— Como ele esta? - perguntava olhando para o piso do transporte.
— Seu filho é tão idiota quanto o Otousan dele! - zombava.
— Não fale assim de Iori! - repreendeu. - Jamais o compare àquele nojento do tio Obao! - o nojo em sua fala era notável. - Me prometa que apenas o prenderá!
— Falando assim nem parece que foi você quem o deixou para trás sem pestanejar pelo trauma... - dizia enquanto a sacerdotisa se perdia em lembranças dolorosas.
"Se não fosse a marca, eu o teria trago de volta comigo..." - pensava magoada. Sua primeira gravidez, após uma viagem diplomática em que fora no lugar de Shion, era cercada por mistérios. - Enfim, me prometa que apenas o prenderá! - o homem, dessa vez sincero em suas palavras, respondeu.
— Eu prometo, grande rainha-mãe!

De volta ao palácio de Konoha, os ânimos estavam mais menos exaltados. Sarada estava mais calma, abraçada a Boruto que lhe carregava pelo jardim enquanto corria de sua irmã, que estava correndo de Inojin, assim como Aiko e Ayame trocavam bolas de lama. Mesmo já cheios de responsabilidades, os jovens príncipes ainda mantinham as brincadeiras de infância, como a de destruir o jardim do palácio de Konoha enquanto corriam por ele.
— Sarada, você não pode correr assim, minha filha! - repreendia Sakura. 
— Ela está no colo de Boruto, Sakura-chan, não se preocupe! - Hinata intercedia enquanto observava a alegria dos mais jovens. 
— Lembra daquele dia, hime? - perguntava o rei enquanto abraçava sua esposa por trás. - Foi o nosso primeiro beijo de verdade! - os dois se beijaram mas foram separados pela correria de Hanabi e Konohamaru, que passaram a fazer companhia aos filhos e sobrinhos.
— Okaasan, otousan! - chamou Ayame enquanto tacava uma bola de lama em Aiko, que a segurou pela cintura sorridente, mas logo disfarçou ao ver o olhar reprovador dos príncipes mais velhos. 
— Toma, oneechan! - sujou-a de lama, assim como sujara a mãe e o pai, definitivamente tirando a atenção de seu ato. - Espera, por que tem duas carruagens chegando? - todos pararam a brincadeira para esperar a chegada das duas carruagens que possuíam os símbolos de Kage e Suwaaru, logo revelando seus ocupantes.
— Dai-kun! - Himawari fora recepcionar o príncipe que a abraçou enquanto trocava olhares raivosos com Inojin e seus pais cumprimentavam os soberanos. Da segunda carruagem, uma mulher ruiva de óculos descera, logo sendo reconhecida pela filha de Sakura.
— MADRINHA! - a menina se soltou de Boruto, correndo para abraçar Karin.
— Oi, meu amor! - retribuiu o abraço com carinho, logo observando bem a afilhada. - Já está na hora de trocar seus óculos, estão pequenos! - a morena sorria, logo cumprimentando o "padrinho" e Juugo, o filho de Karin. - Juugo, cumprimente seus primos e leve as ervas para Kabuto e Mitsuki! - ordenou ao ruivo que sorrirá cumprimentando os jovens e logo entrou no palácio para falar com os amigos de profissão. Sim, havia herdado de sua mãe o amor pela medicina. 
— Para vocês dois virem deve ser algo sério! - dizia Naruto olhando para a prima, mas quando iriam começar a falar.
— Tio Neji! - os mais novos correram até uma terceira carruagem, essa vermelha, denunciando ao longe que se tratava dos príncipes de Kitsune. Logo Neji e Tenten desceram do transporte.
— Neji-oniisan! - saudou Hanabi em um tom descontraído, mas ao perceber a face preocupado do casal de príncipes se tornou séria.
— Acho que pros dois representantes em nossas terras estarem aqui tão cedo deve se tratar de algo grave! - Hinata se entreolhou com os mais velhos, que pareciam ter a mesma ideia. - Meninos continuem aqui, nós vamos resolver algumas coisas... - os mais novos hesitaram, mas, como se desse uma ordem, Hanabi olhou para os filhos, que começaram a jogar lama nos primos, fazendo-os voltarem às brincadeiras enquanto os mais velhos entravam.
— Eu te protejo, Hima-chan! - dizia Shikadai.
— Eu já estava fazendo isso! - retrucou Shikadai quase partindo pra cima do ex amigo, mas a filha de Naruto não ia permitir que brigassem como no ano anterior.
— Eu não preciso de proteção alguma! - disse passando lama nos rostos dos dois rivais.
— Aposto 10 moedas que eles brigam depois do casamento! - certos costumes passam de pai para filho. O costume de Hanabi e Konohamaru de fazerem apostas era um deles, não só passando para Aiko, mas como para Ayame.
— Antes! - os irmãos de criação apertaram as mãos corados, disfarçando tal sinal.
— Esse casamento vai ser complicado...

No escritório estavam todos os príncipes e reis, até mesmo Shizune estava ali para tomar ciência do que estava acontecendo. Neji e Karin se entreolharam.
— Provavelmente aconteceu em Suwaaru o mesmo que em Kitsune... - o moreno viu a ruiva confirmar com o olhar.
— Do que falam? - perguntou Ino que sabia bem que a expressão de Tenten denunciava algo grave. A chocolate suspirou pesado.
— Rebeldes agitadores! - denunciou. - Há rebeldes agitadores pelos reinos e eles estão contra nós! - olhou para a ex senhora que lhe mal lhe compreendia.
— Isso significa... - perguntava a rainha.
— Uma guerra, Hinata-sama! - respondeu Neji. - Eles estavam preparando uma guerra!


Notas Finais


Quantos segredos! Iori, assim como Hinata, Hanabi, Gaara, Bee e Ayame, tem alguma relação monstruosa com demônios, essa temida em seu reino e um segredo bem restrito. Outra grande surpresa é o fato dele ser filho de Moegi, assim como o Kory, que vai ser importante na história. Aliás, quais são os mistérios por trás da gravidez de Moegi? Deem seus palpites! Ah, e o que acham desse triangulo Jin x Dai x Hima? #TeamDai ou #TeamJin? Espero comentários!
Acharam esse capítulo movimentado? Esperem para ver o de segunda que vem! Até lá, beijinhos!


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