História Depois Da Estaca Zero - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Finn, Fionna, Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Princesa Jujuba, Principe Chiclete
Exibições 66
Palavras 1.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Orange, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


essa foi a primeira fic que escrevi, espero que gostem da leitura.

Capítulo 1 - Podemos Chamar de Começo?


Após nossas aventureiras enfrentarem os 5 vampiros que emergiram da secreção negra que fora retirada de Marceline, e passarem por problemas até nossa vampira conseguir absorver novamente todos eles. Ambas descansavam em suas respectivas casas. Entediada, a vampira decide logo ir visitar sua princesa favorita, “como no dia  dos verminhos” mentalizou.

Logo ela se direcionou a porta, como o sol está se pondo não teria problemas para chegar a casa da sua “amiga”. Alguns minutos depois distante da caverna, Marceline se aproxima de uma casinha de madeira, com um quintal repleto de abóboras, ela flutua até uma janela aberta, julgando ser a de Bonnibel.

— Ei Jujubinha, você tá aí?– Sussurrou a vampira, adentrando no quarto.– Deve estar no chuveiro. – Concluiu dando de ombros.

Bonnibel se encontra no banheiro, especificamente se retirando dele após um longo banho para relaxar um pouco e esquecer do seu antigo reino, do qual fora trocada por um “princesa” fajuto, o rei de Ooo. Ela abre a porta do pequeno recinto, adentrando no seu quarto consideravelmente pequeno perto do que tinha no reino doce. A rosada solta um longo suspiro e olha em volta, vendo uma vampira deitada na sua cama, lendo um de seus livros.

— Aí Jujubinha como você consegue ler isso é muito chato.– Exclama a vampira folheando rapidamente o livro.

— É muito chato ter sua casa invadida e seu quarto remexido também Marceline.– Bonnibel diz num tom levemente irritado, pegando o livro das mãos da vampira e colocando-o novamente na estante do local.– O que você quer?

— Queria uma companhia, aquela caverna é muito chata, e preciso de inspiração para uma nova letra, então vim te visitar.– A vampira abre um sorriso, olhando para a rosada de cabeça para baixo.– Aliás você fica muito bonita de toalha.

— MARCELINE SAIA DAQUI AGORA! PRECISO ME VESTIR. – A princesa exclama muito vermelha, lembrando que ainda não havia colocado suas roupas.

— Fica calma princesa, vou virar de costas e você se veste.– Marceline responde rindo da expressão da amiga e se vira, a ouvindo caminhar pelo cômodo.

— Você é muito impetulante Marceline, isso que você é.- Bonnie murmura para si mesma, vestindo um short rosa e a blusa que tinha ganhado da vampira.

— E você adora né.– Retruca a morena se virando e abrindo um sorriso de canto, vendo a blusa que a rosada havia vestido.– Pelo menos você não deixou essa blusa no castelo, diferente das outras roupas.– Cantarolou deixando a princesa ruborizada.

— Eu só peguei o necessário, não tinha cabeça pra ficar naquele reino nem mais um mísero minuto.- Retrucou tentando parecer indiferente, fazendo a vampira rir.

— Então o que você faz por aqui depois do lance com os vampiros?– Marceline muda de assunto, se fingindo de desinteressada.

— Você pelo amor de Glob poderia dizer o que você quer Marceline?– A rosada exclama, aparentando impaciência, com as maçãs do rosto com um tom avermelhado que se destacava na pele rosa-bebê.

— Quero me divertir com você, tipo, você não tem uma máquina pra levar a gente numa aventura, estou cansada daqui, a gente já andou por cada canto de Ooo.– Marceline verbalizou flutuando até a princesa, ficando próxima a mesma, à deixando mais ruborizada ainda.

— Tenho uma máquina de realidade alternativa, onde podemos visitar a Terra antes de se tornar esse mundo que vivemos, quando só havia humanos vagando por toda a sua extensão.– Bonnibel murmurou com uma expressão emburrada, virando o rosto e apoiando o queixo nos dedos.– Mas vamos ter que fingir que somos humanas, então nada de flutuar, nem nada dessas coisas de vampiro.

— O que você vai fazer então com essa pele rosa hein?– Marceline exclama, levemente incomodada com o comentário da amiga.

— Eu só preciso fazer uma mistura para que ela mude nossa aparência física, e tire essa sua sensibilidade ao sol. É bem simples mas você vai precisar tomar várias doses enquanto estiver lá.– Jujuba a adverte, puxando a mesma para fora de seu quarto, adentrando em outro cômodo ao lado.

O local era branco e com bancadas entorno das paredes, quase em toda a extensão do cômodo, cheio de frascos coloridos e alguns livros, Marceline olhava tudo curiosa, indo diretamente ao aquário com a ratinha de Bonnibel, ciência.

— Olá coisinha estranha.– A vampira murmura, cumprimentando o camundongo de doce, passando o dedo pela mesma.– Que nome mais feio você tem hein.

— Ciência é um nome criativo e maravilhoso ok? Saia de perto dela é coloque seu jaleco, vamos demorar aqui.– A rosada exclama com um olhar determinado, vestindo seu jaleco e jogando um igual para sua amiga, logo se direcionando para alguns frascos.

A vampira olhava Bonnibel atenta, vendo a rosada misturar vários frascos e testar em algumas amostras que tinha na mesa. Se passou alguns minutos, Jujuba pegou uma agulha e vendo a amiga distraída, coletou um pouco de sangue da mesma, ganhando um gemido de dor e uma cara emburrada, que a fizeram rir.

— Desculpe mas precisava, se não você vai continuar sem poder sair no sol.– A rosada explicou, pingando algumas gotas do sangue na mistura que se tornou um tom de azul claro.– vou fazer isso se tornar cápsulas, para você poder ingerir toda vez que for sair no sol.– Ela pegou um conta gotas um pouco grande e uma forma cheia de buraquinhos do tamanho de cápsulas pequenas, preenchendo cada uma com o líquido azulado.

— JUJUBINHA VOCÊ É MESMO GENIAL, SE DUVIDAR PODE NOS TORMAR HUMANAS BRINCANDO.– Marceline verbalizou expressando tamanha surpresa e admiração, olhando para a rosada com um grande sorriso, com os olhos brilhando.

— Como você exagera Marci, eu só estou trabalhando nisso há anos, eu sei que fiz você passar por toda aquela situação com aquela máquina, mas eu só pensei que isso só iria inibir o efeito do sol, e você queria voltar a poder comer andar por aí, ter uma vida normal.– Bonnie dizia com um semblante triste, tocando as cápsulas com a ponta do dedo, para checar se estavam sólidas.– Eu fui tão egoísta e só pensei naqueles doces, eu afastei você e todos achando que poderia me tornar melhor, mas não foi bem assim, tudo piorou, o reino doce era tão pequeno e controlável, e acabou que se tornou isso, e a gente precisou fazer o que fez naquela época...– Jujuba murmurava com os olhos marejando, já retirando as cápsulas e colocando num potinho cilíndrico com uma tampinha branca.

— Ei, ei, ei, Bonnie para de se culpar, só aconteceu, agora a gente tá aqui não é? E tá tudo bem, agora vou poder sair no sol pra poder te acompanhar, e vou poder conhecer como era antes do nosso mundo existir do seu lado, tem como ser melhor?– A vampira segurava os pulsos da garota feita de doces, com um olhar afetuoso, e a voz serena, fazendo a mesma suspirar de alívio e abraça-la.

Depois de um longo tempo no laboratório improvisado da princesa, elas tomaram um líquido com coloração amarelada, tornando a pele delas num tom pêssego, as deixando como de ambas fossem humanas. Logo Jujuba arrumou uma mochila com algumas coisas e as pílulas da vampira, puxou a mesma para o andar de baixo, seguindo para o porão que não se encontrava como antes. No local da máquina para retirar a essência vampiresca, se encontrava uma máquina com um formato de círculo parecendo um bambolê gigante e metalizado, com uma base e  painel voltado para a área interna.

— Eu já tenho um local para a gente se acomodar, mas não me venha com questionamentos ok? Só quero me divertir com você.– Bonnibel exclamou ganhando um leve rubor nas maçãs do rosto.

— Como quiser Jujubinha, você é mesmo incrível.– Disse Marceline olhando a máquina com encanto.– Realmente você é um gênio de tudo.

Jujuba soltou  leve riso e se direcionou para a maquina, ligando a mesma e digitando algumas coordenadas, deixando a vampira curiosa, logo a parte que lembrava um bambolê apareceu como um campo de força num tom de verde claro nada uniforme.

— Vamos, se não vai se fechar.– Jujuba verbalizou animada, puxando Marceline que permanecia parada observando a máquina, ambas atravessando o portal.


Notas Finais


Irei adicionar todos os capítulos que escrevi até agora, essa fic ta um pouco atrasada por causa que estou focando mais na de SU que estou escrevendo


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