História Depois Da Estaca Zero - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Finn, Fionna, Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Princesa Jujuba, Principe Chiclete
Exibições 70
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Orange, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei e enrolei pra escrever porque eu estou sem criatividade para essa fic

Capítulo 5 - Tudo se Cura Com o Tempo. Mas Podemos Curar o Tempo!


Fanfic / Fanfiction Depois Da Estaca Zero - Capítulo 5 - Tudo se Cura Com o Tempo. Mas Podemos Curar o Tempo!


— Bem, mas como sabe não me visto para seu agrado Abadeer, se estou assim é porque me sinto bem. — Murmurou a princesa, aproximando seu rosto do da vampira, sentindo a respiração da mesma em seu resto (mas ela respira será?).

— Claro princesa, que ousadia de um ser da Noitosfera pensar isso. — Completou a morena, cansada daquela distância, selando seus lábios nos da rosada.

Bonnibel empurra Marceline, fazendo a mesma se sentar-se sob mesa, sem desfazer o beijo, sentido algo quente dentro de si mesmo estando -5°c ao redor de ambas. A rosada afasta o rosto, um pouco confusa.

— Por que você fez isso? Acha legal esse tipo de coisa?! — Bonnibel parecia mais frustrada do que o normal para um simples beijo.

— Não fui eu que te empurrei para a mesa e estou entre suas pernas Princesa. — Retrucou a vampira, se irritando com o tom da rosada. — Se não quisesse me beijar bastasse ter virado a cara, você quer isso tanto quando eu, ou o beijo daquele magrelo é melhor que o meu?!

— Como você?... Deixa, não é nada disso! Eu só não quero quebrar a cara com você de novo, ver novamente que sou só sexo pra você. — Completou Bonnibel, se retirando da cozinha, indo em direção a sala.

— Se eu quisesse só isso com você Bonnie, já teria conseguido, sabe que eu sempre tenho tudo que quero. — Marceline revira os olhos e vai atrás da rosada, a segurando pelo braço. — Eu quero você, já pensou nisso?

Ambas ouvem batidas na porta, Bonnie pensou em ignorar e voltar a retrucar a morena, mas quem quer que seja queria muito entrar, por fim a morena soltou Bonnibel.

— Quem é? — A rosada só ouviu outra batida, abriu a porta e uma loira pulou em seus braços, beijando-a.

Marceline olhou a cena e foi para o quarto, sentido a raiva consumi-la novamente, ela vai até o armário e troca de roupa, ouvindo as duas na sala berrando.

— VOCÊ TA LOUCA FIONNA? MANO, SE EU NÃO FUI ATRÁS DE VOCÊ É POR QUE NÃO QUERO VER SUA CARA. — Exasperou a rosada irritada, empurrando a loira com força.

— Marshall disse que você queria me ver meu amor, por isso vim. Você me prometeu que ia voltar pra ficar comigo, porque está agindo assim.

— A loira murmura confusa, observando a rosada.

— Vou sair, não me espere chegar. — Marceline passa pela sala, saindo pela porta que se encontrava aberta.

— Vai embora, não quero mais ver sua cara Fionna, minha vida não gira em torno de você. — Bonnibel sai atrás da morena, deixando a loira sem entender nada.

— Marceline por Glob me deixa explicar, por favor... —Suplicou a rosada, segurando o braço da amiga. — Ela não significa nada, é uma pessoa de outra fase da minha vida.

A vampira nada disse, estava frustrada, não queria a princesa perto, mas queria explicações, não aceitaria ser magoada novamente, não pela mesma pessoa.

— Vamos voltar e conversar direito, foi tudo um mal entendido Marci.

— Não quero conversar, quero ir embora, cansei desse lugar, cansei de você, não quero mais ficar aqui. — Murmurou a vampira, vendo a loira passar pelas duas frustradas também, indo em direção ao elevador.

— Marci para com isso, não podemos ir embora, bem pelo menos eu não posso.

— Ah, você não precisa vir comigo princesa, só me diga como voltar, não vou atrapalhar sua fantasia humana nessa dimensão.

— Eu vim aqui conseguir recuperar algo que tem uma grande importância pra mim, tem como entender e deixar de olhar só pro seu nariz? — Exclamou a rosada, olhando frustrada para a amiga.

— Eu to cansada de sempre ter algo no nosso caminho Bonnibel! Ou você é totalmente minha ou desencana, não vou fazer seus joguinhos novamente.

— Já te expliquei o que ocorreu naquela noite! Aquela não era eu Marceline, se você não acredita o problema era seu.

— Meu Glob você é muito chata.

— Quero sair, não agüento mais ficar aqui e a gente brigar, vamos acampar?

— Vamos né, não tem sol.

Bonnie mexe em um armário na sala e pega uma mochila um pouco grande, jogando ela no sofá e se direcionando para o quarto, precisava colocar alguma roupa para sair, ela se trocou com pressa e voltou à sala, levando uma blusa de frio e um tênis para a vampira.

— Espero não ter outra surpresa novamente.

— Não vai ter não se preocupe.

Marceline coloca o tênis que lhe foi levado, pegou a mochila e foi saindo do local, sendo seguida pela rosada. Depois de alguns longos minutos elas se encontravam num bosque com uma neblina em todo o chão. A vampira colocou a bolsa em cima de uma mesa de piquenique e tirou as cordas, varetas, estacas e barraca da mochila, montando logo em seguida.

— Vai ser difícil ascender alguma coisa aqui...

— Tem uma fogueira aqui montada já, fica coberta. Só precisa achar o isqueiro.

— Eu ascendo só montar ela, vai Bonnie.

A rosada foi para um lugar mais afastado, abriu um caixote um pouco grande, pegando um saco com pedras e pedaços de madeira, voltando rapidamente para perto da amiga.

— To com uma sensação estranha...

— Por quê?

— Não sei to com medo, já acampei antes e sozinha, mas agora eu to com um mau pressentimento.

— Não se preocupe não vou deixar nada acontecer.

Ambas as amigas voltaram a montar tudo no acampamento, quando Marceline acabou de montar a barraca, ela estalou os dedos e ascenderam como um isqueiro, jogando o fogo direto na fogueira montada milimetricamente.

— Marci, não sai do meu lado...

— Bonnie nada vai acontecer, o dia foi conturbado é normal ficar com paranóia. — Ela se aproxima da princesa e da um beijo demorado na bochecha dela, vendo-a corar pela sua atitude.

— E se a gente voltar ao passado e impedir que o mordomo menta faça que nosso relacionamento acabe?

— Princesa, mexer no passado estraga totalmente o futuro, não sabemos o que pode acontecer.

— Sabemos, vamos ficar juntas e não vamos remoer esse termino por quase 500 anos.

— Não sei Bonnie, se vamos fazer isso, temos que saber reverter.

Bonnibel nada disse, pensou em todas as possibilidades possíveis, do que seu egoísmo poderia causar para todo o mundo onde ambas residiam pra valer, passavam milhões de pensamentos em sua cabeça, mas o que mais lhe atormentava era pensar que Marceline não queira voltar com ela, não queria manter o que já acabou, mas se ela evitar que sua vampira seja magoada talvez volte a amá-la como antes.

— Bonnie, não precisa fazer isso, era pra acontecer, só existe o presente e somente ele. Mexer no tempo é perigoso, não precisamos mudar o passado se podemos viver agora... — Marceline olha no fundo dos olhos azuis da rosada, se aproximando lentamente.

Bonnibel fica sem reação por alguns milésimos de segundos, mas sabia o que a vampira ia fazer, só que depois de tudo que ouviu, estava confusa não sabia se ela estava fazendo por sentir algo ou só por querer a princesa submissa a ela. Mas sua mente logo esvaziou quando sentiu o toque dos lábios frios de Marceline contra os seus, fechando o olho quase que instantaneamente, percebendo novamente as borboletas, que voavam no estômago de ambas.

— Eu quero poder viver esses 500 anos não como tenho recordação, mas sim do seu lado, 500 anos só nossos Marci.

— Que seja feita sua vontade vossa alteza.
 


Notas Finais


me deem dicas de como vai rolar a história


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