História Depois da tempestade - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Abo, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo
Exibições 279
Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vocês não fazem ideia do quanto eu estudei essa semana, tinha tanto trabalho e prova, sério, eu já tava em depressão.
Apesar disso eu consegui escrever mais que o normal, eu até teria postado antes, mas eu precisava que algumas coisas acontecessem.
Acho que vocês vão gostar muito do capítulo.

Capítulo 7 - Seven



Acordar com uma dor de cabeça não era sua intenção, na verdade tudo saira do controle, porque seu primeiro pensamento ao abrir os olhos e encarar a figura morena foi de como Kim Jongin era lindo enquanto dormia, na verdade, de como ele era lindo até dormindo. Se condenou por pensar aquilo de seu funcionário; era errado de mais e ele sabia que todos os condenariam por qualquer erro e tudo pelo o que lutou correria água a baixo.

Se levantou e foi até o banheiro, parando para encarar seu reflexo no espelho. Com certeza o moreno riria de si, seu estado era deplorável; cabelos em pé, roupa amassada e com certeza um hálito péssimo. Quando passou a se importar com sua aparência perante aos outros?! Ele resolveu pensar que isso não tinha nada a ver com o moreno.

Tomou um banho rápido e gelado, pra dar aquela acordada e escovou os dentes e se enxugou com a toalha. Na hora de vestir sua roupa percebeu que havia esquecido de pegar. Bateu a palma da mão na testa e abriu a porta lentamente, verificando se Jongin ainda dormia. Por sorte ele parecia estar no seu décimo terceiro sono.

Não sabia se enrolava a toalha por todo o corpo ou apenas da cintura para baixo. Bufou nervoso, afinal, já era a segunda vez que se preocupava com o que Jongin pensaria de si. No final de tudo, apenas passou a toalha pela cintura e foi a passos leves e sorrateiros até sua mala.

Jongin tinha acordado bem na hora em que Kyungsoo se inclinava para vestir a cueca, tendo assim uma visão perfeita das costas desnudas e de suas nádegas, ainda que cobertas pela toalha, era possível notar que eram redondinhas e volumosas. Quando Kyungsoo ergueu seu corpo Kai pode notar as costas marcadas; eram cicatrizes volumosas. Aquilo deixou o moreno surpreso, ele nunca tinha visto aquelas marcas, eram grossas e aleatórias. Se perguntou como ele ganhara elas.

– Meu deus... – D.O se virou e encontrou o moreno sentado na cama, coçando os olhos com a costa da mão. Se não soubesse que Jongin era um alfa, com certeza seria confundido com um ômega.

– Kim Jongin olha para lá! – Sua voz saiu falha e nervosa. Segurou a toalha firmemente no seu corpo para garantir que ela não caisse.

– O que...? – Kyungsoo virou para conferir se aquilo realmente estava acontecendo consigo, se Jongin estava realmente acordado. O moreno, mesmo que sem querer olhou para o abdômen do chefe, descendo olhar cada vez mais. Sentiu algo macio acertar seu rosto, fazendo com que ele despertasse de seu transe.

– Jongin! Eu vou te matar, porque você acordou? Para de olhar para mim e vire para o outro lado. – Para garantir sua segurança, resolveu obedecer o chefe e virar para o outro lado.

Kyungsoo vestiu rápidamente sua roupa a avisou o moreno que ele já estava vestido e que agora poderia se virar. Quando os dois se olharam, Kyungsoo não conseguiu manter a feição nervosa, seu rosto tomou uma coloração vermelha e seu coração parecia falhar.

Se sentiu um idiota por agir dessa forma, parecia que tinha perdido o controle sob seu corpo e agora tinha os olhos castanhos analisando seu rosto, os mesmos olhos que ele adorava encarar, achava tão bonito mesmo sendo comum. No que estava pensando? Porque estava pensando nessas coisas? Ele normalmente não agia assim.

Quando bateram na porta do quarto os dois desviaram o olhar rápidamente. Kyungsoo se negava a pensar o que estava acontecendo consigo, enquanto Jongin queria saber exatamente o que estava acontecendo com o chefe.

Na verdade, Jongin via Kyungsoo como um quebra-cabeça e ele queria encontrar e montar todas as peças, não só pela curiosidade, mas o jeito mistérioso do chefe o instigava e por Deus, ele já não aguentava aquela tortura. Ele queria tanto se aproximar do baixinho, queria tanto estar ao lado dele, era como uma necessidade, talvez um pouco como café; quanto mais se tem, mais se quer. O moreno não desistiria do chefe, nem que para isso ele tivesse que fazer Kyungsoo tomar do próprio rémedio.

A porta foi aberta, revelando o funcionário do hotel. Ele trazia um carrinho com comidas e bebidas. Kyungsoo sinalizou para que ele deixasse a mesa no quarto e antes do funcionário partir, deixou uma gorjeta para ele.

Na hora de comer nada foi dito, o silêncio era constragedor e Kyungsoo não aguentava mais a forma com Jongin vinha agindo desde o ocorrido na sala da empresa. O que o moreno pretendia? Beijá-lo? Kyungsoo de forma alguma permitiria aquilo e talvez tenha pegado pesado de mais na bronca que dera ao moreno, mas não era como se ele fosse deixar aquilo passar batido.

Encarou o moreno que agora mexia no celular e por vez digitava algo, até que ele se levantou e colocou o celular no ouvido. Kyungsoo nunca foi de prestar atenção na conversa dos outros, mas ele tinha tantas dúvidas sobre o moreno; queria perguntar quem era o homem que estava cuidando de seu filho, porque ele não contou que era casado ou não usava aliança.

– Sehun? Como ele está? Ele dormiu bem? Você conferiu se ele estava respirando direitinho? – Kyungsoo se manteu atento na conversa, mas disfarçava olhando pro próprio celular.

"Kim Jongin, pare de ligar aqui e vai aproveitar o tempo pra fazer amizade com esse anão ai. Cuido do Minseok desde que ele tinha 5 anos, então eu sei muito bem como fazer as coisas. Aliás, ele me perguntou se o Chen poderia vir passar o dia aqui."

– Pode deixar o Chen ir aí, mas fique de olho nesse tampinha, acho que ele 'tá de graça com o meu nenêm. – O moreno não queria admitir, mas sentia muito ciúmes do seu filho, mesmo que as vezes ele se sinta culpado por sentir isso, porque são só crianças.

"Vou ignorar esse comentário seu. Tchau Jongin, aproveita pra se aproximar do seu chefe"

– Ta bom, tchau.

– Era seu namorado? O pai do seu filho? – Kyungsoo torcia internamente pra que ele negasse todas as suas perguntas e não queria nem pensar no porquê.

O moreno sentou-se novamente, ficando de frente para Kyungsoo. Apoiou o rosto nas mãos e sorriu ladino, porque ali estava sua chance de revidar, por mais que não fizesse seu estilo agir daquela forma, pensou que aquela fosse a única maneira.

– Achei que fossemos manter uma relação profissional, ou seja, você não precisa saber nada sobre minha vida. – O moreno tomou um pouco do café, fazendo uma careta logo em seguida por ter queimado a língua.

– Jongin, da pra parar de agir assim comigo? – Kyungsoo abaixou o rosto, porque não era de se expor assim, ou de abaixar a cabeça para um alfa, mas ele não aguentava mais ser tratado daquela forma, não depois de ter visto o quanto Jongin merecia sua confiança.

Não que ele fosse se expor para o moreno, longe disso, ele ainda sentia medo de abaixar a guarda, de se mostrar vulnerável ou demonstrar seus verdadeiros sentimentos e não seria agora que ele mudaria. Se as coisas tivessem que acontecer, ele apenas se permitiria, não queria se forçar a nada e quando se sentisse confortável, conversaria com o moreno.

Em contrapartida, Jongin se sentiu mau por ver Kyungsoo daquela forma, não estava acostumado em ver o chefe vulnerável e cedendo, mesmo que aquele gesto fosse pequeno, era notável o desconforto do menor. Mas ele precisava seguir e plano, a única forma de se aproximar do chefe seria forçá-lo e chegou a essa conclusão por perceber que ninguém o infrentava, ninguém ia contra ele ou o questionava, mas de principio, só usaria suas ações e palavras contra ele mesmo.

– Vamos fazer assim, me conte algo sobre você, mas algo que esteja no nível de suas perguntas, daí eu te respondo.

Kyungsoo achou a oferta tentadora, boa de mais, mas ainda tinha a questão de medo; medo de como Jongin passaria a tratá-lo, de como as coisas mudariam, já que odiava ser tratado como ômega frágil e indefeso.

– Vamos fazer assim, não me responda agora, pense um pouco sobre isso. Eu jamais faria mal a você, nada do que me disser sairá da minha boca. – Jongin de forma sútil segurou as mãos do chefe e sorriu por não ser afastado.

A tarde passou de forma agradável, mesmo que tenha sido silênciosa. Jongin queria dar tempo para Kyungsoo digerir a proposta, mesmo que estivesse torcendo para que ele aceitasse, porque se Kyungsoo aceitasse, significava que ele estaria confiando em alguém e o melhor de tudo, em si.

Quando a noite já estava prestes a cair, Kyungsoo tomou banho e dessa vez lembrou de levar sua roupa para se trocar. Era um jantar para manter amizade com as empresas e ser apresentadas aos CEO's, ou seja, era um jantar importante. Mesmo que aquele tipo de serviço não fosse de seu feitio, ele não tinha como recusar, ainda mais quando se tinha bebidas caras e de graça.

Esse era uma das coisas que poucos sabiam, mas ele amava bebidas caras, mas não pra ficar embreagado, só gostava mesmo da sensação de leveza que sentia ao beber. Sua bebida favorita era Bourbon, sempre tinha uma garrafa pronta pra ele na mesinha e as vezes tomava um copo antes de se deitar para dormir relaxado.

Assim que estava pronto, devidamente vestido e perfumado, saiu do banheiro dando de cara com o moreno na batente da porta com a toalha em volta do pescoço e com o celular em mãos. Ao notar a presença do chefe, ele entrou no banheiro e analisou Kyungsoo de baixo para cima.

A aproximação inesperada assustou Kyungsoo. O olhar negro o analisava intensamente e aquilo o deixava desconcertado. Não gostava de chamar á atenção, e Jongin agora estava dando a ele exatamente isso. Por conta do nervosismo saiu do banheiro rápidamente e se sentou na cama.

Ficou mexendo no celular enquanto esperava Jongin terminar de se aprontar. Quando o moreno saiu do banheiro o olhar de Kyungsoo foi de encontro ao dele, para então descer pelas vestes do funcionário. Seu primeiro pensamento foi em como aquela cor avermelhada combinava com a pele dele, e como ele conseguia usar terno sem gravata e ainda sim ficar elegante.

Levou sua mão com delicadeza e pousou sob o terno preto do moreno. Jongin sentiu seu corpo congelar com o toque já que Kyungsoo evitava contatos diretos e era a primeira vez que era tocado pelo chefe daquela maneira.

Kyungsoo percebeu que seu ato fora indiscreto e antes que afastasse a mão, Jongin foi ágil e colocou a sua por cima da dele. O menor sentiu sua boca secar com o contato. A mão do moreno era maior que a sua e era vestida com anéis. Jongin levou sua destra até a cintura do menor. Kyungsoo arregalou os olhos por tamanha audácia. Mas se quer tentou se afastar, sua reação na verdade foi apertar o tecido do terno com os dedos e fechar os olhos.

Jongin percebeu que Kyungsoo estava assustado com aquele toque repentino e obvío que não era essa a intenção, não queria ver o de pele alva acuado.

– Kyungsoo, não vou te agarrar. Olhe para mim, você não é assim, sabe que não tem que ter medo de mim. – Kyungsoo retomou os sentidos e encarou Kai de forma firme, preferiu não se afastar, era hora de começar a confiar no moreno.

– Pensei na sua proposta Jongin, eu quero, eu aceito. – Jongin sorriu abertamente e se afastou de Kyungsoo.

– Está na hora, vamos?

Chegaram no enorme salão ilumido e com vários homens trajados de forma elegante. Estar naquele lugar, no meio a tantos alfas, fazia Kyungsoo ter vontade de sair rapidámente dali, como se corresse perigo. Ignorou seus instintos e passava por vários magnatas, cumprimentado-os e sorrindo.

Kai olhava seu chefe sorrir e não conseguia conter o pensamento de que ele era um descarado por mentir. Era obvío o desconforto do menor, e era mais obvío o esforço que ele fazia para estar ali.

Kyungsoo tocou o braço do moreno e o puxou um pouco para baixo, apenas para poder sussurrar no ouvido do moreno.

– Busque algo para que eu possa beber, ou eu não sobreviverei a isso. – Jongin sorriu por achar engraçado a forma de como teve que se abaixar, claro que se dissesse isso ele seria um assistente morto.

Foi questão de minutos, enquanto Jongin saiu um alfa se aproximou. Como Kyungsoo sabia que era um alfa? O cheiro que ele exalava era para deixá-lo submisso. Riu com aquela tentativa suja de ser conquistado. Quantos alfas já haviam tentado aquilo com ele? A questão era que todos esses truques não surtiam o menor efeito, pelo menor não era aparente.

– Você é o Kyungsoo, certo? Ouvi falar muito de você. – O alfa se aproximou a ponto de ficarem quase colados. Kyungsoo deu um passo pra trás e de forma desgostosa estalou a língua no céu da boca.

– Em contra partida eu não faço ideia de quem você seja. E também não estou interessado. – Como Kyungsoo odiava aquilo; odiava ser visto como prêmio, como o ômega intocável, porque todos os alfas se aproximavam apenas para tentar seduzi-lo e no outro dia virar assunto de primeira capa.

O alfa não gostou da resposta, sabia muito bem qual era a do ômega. Todos comentavam que ele era rebelde e não seguia a hierarquia, fazendo questão de muitas vezes se impor para seus "superiores". O alfa via Kyungsoo como um desafio. Por isso se aproximou, dessas vez colando ainda mais os corpos e abaixando para ficar próximo ao ouvido do menor.

– Você se faz de difícil, mas é só pra chamar a atenção, huh? Vamos... Venha pra minha casa. Me disseram que os rebeldes são os melhores. – O alfa, por fim mordeu sua orelha.

Kyungsoo colocou as mãos no peito do alfa e tentou empurrá-lo. Maldita hora em que decidiu ficar em um local com menas pessoas. O alfa riu ao perceber o que o ômega tentava fazer. Tão fraco, pensou. Segurou os pulsos de Kyungsoo e o viu ficar com medo. Era prazeroso para o alfa ver aquilo, obvío que tentava disfarçar para não chamar a atenção de ninguém.

– Me solte ou mato você, seu imundo. – Kyungsoo disse entredentes e com um tom raivoso.

Ele tentava suprimir o sentimento de medo, aquilo era pura fraqueza e ele não podia se dar ao luxo de sentir aquilo. Precisava ser autosuficiente; precisava se defender sozinho. Se ele gritasse, chorasse ou se depatesse, com certeza seria motivo de piadas no dia seguinte. No jornal estaria escrito seu nome e o título ligado ao fato de ser tão indefeso.

Foi em meio ao desespero que Jongin voltou com os copos em mãos. O outro alfa soltou seus pulsos e olhou de relance para o moreno e sorrindo de canto. Jongin percebeu que algo não estava certo. Passou por sua cabeça que Kyungsoo só estava se divertindo, mas sua feição não parecia com a de alguém que esta se animado.

– Desculpe a demora, eu não estava encontrando a mesa com bebidas. Está tudo bem, Soo? – Kai nem havia percebido a forma como tinha chamado seu chefe. Queria averiguar a situação antes de tomar uma atitude.

Kyungsoo notou o apelido sair pela boca do moreno. Sentiu novamente o aperto no pulso e dessa vez mais forte o que fez com que fechasse os olhos e crispar os lábios devido a dor. Jongin entendeu aquilo como um sinal de medo. Olhou novamente pro alfa que ainda segurava Kyungsoo e o mesmo parecia nem se importar.

– Poderia soltá-lo? Não percebe que ele não está confortável? – Jongin tentou manter um tom de voz calmo, queria evitar fofocas ou até algo pior.

– Você está nos atrapalhando, alfa. – A última palavra foi enfatizada com deboche. O que ele queria dizer com aquilo? Que Jongin não era alfa o suficiente? Isso deixou o moreno extremamente nervoso, mas precisava se controlar.

– Se você não sair agora, creio que não teremos mais uma conversa civilizada. – Jongin estralou os dedos da mão e fitou o outro sério.

– Tudo bem, não conseguiria nada com esse ai mesmo. – O alfa soltou Kyungsoo, que até então estava de olhos fechados, apenas escutando.

Aquele não era Kyungsoo que Jongin conhecia, tão frágil e indefeso. Não entendia o que havia acabado de acontecer. Porque um alfa estaria interessado por ele? Não que seu chefe fosse feio, longe disso. Achava a boca em formato de coração um charme e os olhinhos grandes e negros era uma gracinha e não podia reclamar do corpo do menor, mesmo que não fosse malhado, era um corpo bonito, com uma bunda cheinha e coxas fartas.

Parou de pensar em bobagens, aquele não era o momento pra pensamentos como aqueles. Vendo o estado do chefe seu coração se apertou. Sabia que o orgulho do menor era grande e que logo ele recuperaria a pose de alfa.

– Ômegas como você deveriam ser punidos. Vocês nasceram para satisfazer nós, alfas. – Com essas palavras jogas para atingir e ferir, o alfa se retirou, deixando para trás um moreno perplexo por descobrir que Kyungsoo fosse um ômega. E o menor não estava em seu melhor estado, queria sentar no chão e gritar que estava cansado dessa hierarquia ridícula.


Notas Finais


Gente, finalmente o "cool doce" acabou.
As coisas finalmente vão começar à acontecer e eu já estou bem ansiosa com as coisas que siswksksksk sem spoiler.
Esse finalzinho meio blêh, mas gente tentarei compensar vocês.
Entendam que mesmo que o cool doce tenha acabado, Kyungsoo não vai sair agarrando o Kai e o Kai vai respeitar isso.
Alias, o capítulo ta maior porque eu atrasei.
É isso que tinha pra dizer.
Xoxo


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