História Depois Da Verdade - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Personagens Originais
Tags Agustín Bernasconi, Karol Sevilla, Lionel Ferro, Mercedes Lambre, Romance, Ruggero Pasquarelli
Exibições 225
Palavras 1.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey pessoas lindas do meu core! Não aguentei e escrevi este capítulo

As provas ainda não acabaram, e bem acaba essa semana. Amanhã mesmo não tem prova, mas... fiquei de recuperação nas três matérias de exatas QUÍMICA, MATEMÁTICA E FÍSICA... odeio exatas! Bem, pelo menos são só essas, então estou estudando para recuperar essas notas, ou seja ainda vou ficar um tempinho sem postar, mas vim postar esse capítulo pra vcs, que na minha opinião está um amorzinho.... o pq? Só lendo para descobrir!

Capítulo 2 - Chapeter Two - Karol.


Fanfic / Fanfiction Depois Da Verdade - Capítulo 2 - Chapeter Two - Karol.

 

Você é meu parceiro, amante, amigo 

É exatamente por isso, que você acende algo dentro de mim

   Como no dia da independência. 

  Quando você está perto, eu sempre fico sorrindo 

E as pessoas me perguntam como, bom, você é o motivo. 

    De eu estar dançando na frente do espelho  

 Cantando no chuveiro. 

Shwoer — Becky G
 

  Ruggero distribuída beijos pelo meus pescoços, causando em mim arrepios. Suas mão seguraram minhas coxas me levantando para seu colo. Minhas pernas envolveram sua cintura, enquanto Rugge continuava com sua trilha de beijos.  

—Meu amor… —  Tento falar, as suas investidas estavam me deixando louca. — Meu amor,  as enchiladas.  

 
 

 —Já vou ver, quero matar a saudade que estava de você. — Ruggero volta a minha boca, me beijando com urgência.  

 
 

 Não resisto e ele, é quase uma missão impossível.  Estava morrendo de saudades dele também, não tivemos muitas cenas juntos essa semana, fora o fato que ele viajou com seu irmão, a passeio mesmo.  

 
 

 —Depois vou querer terminar isso viu dona Sevilla.  — Nos afastamos ofegantes.  

 
 

—OK, Sr. Pasquarelli. — Digo e saio da  cozinha, indo em para sala. 

 
 

 Após terminarmos de comer as Enchiladas, que a propósito estava maravilhoso, fomos para a sala assistir alguma coisa que estivesse passando na TV. Sentei-me em seu colo, ainda estava de calcinha, e ele sabia muito bem, o que eu estava fazendo. 

 
 

 Ruggero sabendo das minhas intenções, sorriu porém voltou seu olhar para TV. Dei me movimentei em seu colo, como se estivesse incomodada com a posição anterior. Vi seu maxilar se apertar, e sua respiração acelerar, porém não senti o que eu queria. 

 
 

 Apanhei o controle da TV, e a desliguei. Se não fosse pela pequena luz do abajur tudo estaria escuro. Me ajeitei em seu colo, ficando de frente pra ele, e o mesmo me encarava com as sobrancelhas arqueadas. Rebolei levemente, contudo com vontade, seu gemido saiu rouco, e depois suas mãos foram para minha cintura parando os movimentos. 

 
 

—Desde quando, é assim Sevilla? — Ele pergunta. Odeio quando ele me chama de Sevilla. 

 
 

—Desde que você me viciou! — Respondi, e ele me olhou surpreso. — Eu te quero meu amor, agora. 

 
 

 Sem esperar uma resposta, o beijei com urgência e desejo. Não precisei fazer mais nenhum movimento, senti o volume roçando em minhas coxas. Desci os beijos até seu pescoço, senti sua pele se arrepiar, e outro gemido escapar de seus lábios. 

 
 

 —Karol... — Ele gemeu meu nome, e eu realmente adoro isso.  

 
 

 Suas mãos subiram pelas minha coxas, até encontrar minhas nádegas, as apertando. Gemi em resposta. Rugge se levantou comigo ainda em seu colo, e me levou cuidadosamente para seu quarto, que já podia chamar de nosso. 

 
 

 Ruggero ia tirar minha blusa, quando ouvimos o som da campainha. Choraminguei, querendo matar o infeliz que tinha que aparecer justo nessa hora.  

 
 

—Karol, se veste vou ver quem é. — Ruggero me disse, e eu bufei indo em direção a sua cômoda, na qual tinha uma gaveta exclusiva com minhas roupas.  

 
 

 Vesti uma calça legging preta qualquer. Desci as escadas, a procura do meu italiano, assim que chego na sala, me deparo ele conversando com uma senhora, com os cabelos grisalhos. Os olhos claros, por detrás dos óculos realçavam o tom pálido de sua pele enrugada.  

 
 

—Quem é essa morena bonita? — A voz rouca daquela senhora me fez corar.  

 
 

 Encarei o chão e ouvi a porta se fechar, e os braços de Ruggero me envolverem. 

 
 

—Essa aqui é a Karol, Nonna. Minha nova namorada. — Coloquei meu cabelo atrás da orelha sorrindo timidamente para aquela, senhora que me encarava com ternura. — Meu amor, essa é a minha avó, Maria Cecília, mas a chamo de Nonna.  

 
 

 Céus.  

 
 

—Prazer Dona Maria Cecília. — Ela arqueia suas sobrancelhas acinzentadas para mim. 

 
 

—Me chame de Nonna, miele! Prefiro assim! — Nonna me puxa para um abraço. Ela é muito simpática, e me pergunto o porquê dela me chama de "miele".  

 
 

—Você é muito mais bonita que a outra. Finalmente esse testardo, abriu os olhos. E que bom que agora ele tem bom gosto. 

 
 

—Nonna! — Ruggero a repreende, enquanto a mesma repousa o seu corpo no sofá.   

 
 

—Rugg, faça um favor para sua Nonna, e me prepare um chá sim? — Nonna diz ao Ruggero, e o mesmo sem contestar a avó, vai a cozinha preparar o chá. — E você miele, venha a cá. Quero conhecer a garota, que fez com que meu Rugg parecesse um garotinho apaixonado! 

 
 

 Corei, indo sentar ao seu lado, como havia pedido. 

 
 

—Karol, não é mesmo? — Ela me diz, e assinto. — Karol, sempre é tão tímida assim? 

 
 

—A Ka? Tímida? É porquê você não conheceu ela ainda Nonna. Espera só até ela se acostumar com a senhora, pra ver como que vai ser. — Ruggero diz entrando na sala, com uma bandeja, que tinha três xícaras médias, saindo o vapor do líquido quente. 

 
 

—Grazie. — Nonna leva a xícara até sua boca. — Então, miele como conheceu meu neto. 

 
 

 Quase engasgo com o chá. Isso arranca uma gargalhada de Ruggero. Mas ele vai me pagar por isso.  

 
 

 —Bem, como a senhora já deve saber Ruggero, e eu somos protagonistas de uma série da Disney. — Nonna concorda com a cabeça. — Nos conhecemos, minutos antes de sabermos que seriamos o par romântico um do outro. E bem, meio que salvei a vida dele naquele dia.  

 
 

 
 

 Disse sorrindo. As lembranças de quando salvei Rugge de ser atropelado aqueceram meu coração. Talvez se não tivesse sido eu ali, naquele dia, provavelmente não estaria contando de para a vó do Rugge, como o conheci. 

 
 

  Por isso, nem se tivesse a chance alteraria alguma coisa do meu passado. Não poderia desejar um futuro melhor, se não ao lado do Ruggero. 

 
 

—E como salvou ele? — Ele perguntou interessada. 

 
 

—Evitei que ele fosse atropelado. — Ele me encarava com seu sorriso encantador. — E... ele se apaixonou primeiro! 

 
 

 Eu e Nonna gargalhamos, fazendo Rugge revirar os olhos. 

 
 

Após um bom tempo conversando com a avó do Rugge, comecei a ficar com sono. Não por ela ser chata, e sim porque foi um dia cansativo pra mim. Nonna passaria um mês aqui em Buenos Aires. Ruggero ficou muito feliz, afinal a sua família inteira está na Itália, e seu como pode ser difícil essa coisa de família morar longe, eu mesma não conseguiria.  

 
 

 Às vezes Nonna, falava palavras e até frases inteiras em italiana, me deixando confusa, mas Rugge sempre a lembrava de falar o português, e traduzia as frases pra mim.  

 
 

 Descobri que "miele" é querida em italiano, e  ''testardo" cabeçudo. Ri tanto pelo o fato da vó dele o chamar assim.  

 
 

—Bem, melhor eu indo, vejo que está com sono miele. — Ela diz se levantando. 

 
 

—Não, imagina que a senhora vai sair embora a essa hora. Durma aqui, pelo menos essa noite, o Rugge tem dois quartos vazios lá em cima. — Falo. Nunca na minha vida permitiria isso, já se passa das umas da madrugada. 

 
 

—Tem algum problema Rugg, porque sério, não vim para dar trabalho a ninguém. — Ela diz, encarando o Rugge. O cutuco com o cotovelo. 

 
 

—Claro que não tem problema Nonna. — Rugge diz. 

 
 

—Ótimo, vocês me convenceram. — Sorrio. 

 
 

—Vou preparar seu quarto. — Falo contente subindo as escadas.  

 
 

 Porquê o Ruggero tem que colocar os lençóis na parte de cima, justo a que eu não alcanço. Bufo, e pulo tentando alcançar. Escuto uma risada abafada, e volto meu olhar em direção a porta. E la estava ele, rindo da minha cara. 

 
 

—Vai me ajudar ou vai ficar rindo da minha cara? — Rolo os olhos.  

 
 

 Ele caminha até mim, e sem esforço pega um lençol. Ele está fazendo isso de propósito.  

 
 

—Vai jogar na minha cara mesmo, que não sou alto o suficiente para pegar algo no alto do guarda-roupa. — Ruggero me entrega o lençol. 

 
 

—Não, você mesma já faz isso. — Aperto o olhar contra ele. 

 
 

—Idiota. — Estendo o lençol sobre a cama. 

 
 

—Te amo. — Ele me abraça por trás, enterrando sua cabeça na curva do meu pescoço, me fazendo arrepiar só com o roçar de seu nariz contra minha pele.  

 
 

—Te amo. — Respondo, e ele começar a beijar minha nuca. — Meu amor... agora não.  

 
 

 —Tudo bem, mas vou te cobrar. — Ele sai do quarto.  

 
 

 Termino de arrumar a cama, deixando uma coberta dobrada, e o travesseiro sobre ele.   

 
 

—Obrigada miele, mas não precisava. — Nonna entra no quarto. Ele se parece muito com o Rugge principalmente, o sorriso. 

 
 

—Imagina, fique a vontade. — Ia sair do quarto quando ele chama meu nome. — Sim? 

 
 

—Obrigada. — Ele me agradece outra vez. — Não por arrumar as coisas, e sim  por fazer meu Rugg feliz.  

 
 

 Suas palavras apertaram o meu peito. Mas não um aperto de dor, e sim o quanto aquelas palavras significam. Concordei com a cabeça, e sai indo direto para o banho.  

 
 

 Não sei ao certo mas acho que fiquei uns 20 minutos debaixo do chuveiro, pensando no que a Nonna do Rugge me dissera mais cedo. Nunca parei para pensar na possibilidade, de eu, Karol Sevilla ter feito o Ruggero um homem feliz, a ponto de seus parentes me agradecerem por isso. 

 
 

 Acho que o fato de fazer o Ruggero feliz, me enche de alegria o peito. Confesso que no inicío, Ruggero parecia muito feliz com a Candelária, tantos em seus posts como quando ela ia o ver no estúdio, porém com o passar, do tempo que fui conhecendo ele, percebi que não era tão feliz quanto achei que seria com ela. E isso me deixava mal, e queria poder ajudá-lo de todas as maneiras possíveis. 

 
 

 Bem eu mesma era a cura dele, quer dizer ainda sou. Demorei muito para perceber isso, e a princípio não queria que eu me apaixonasse por ele, quanto ele por mim. Mas o destino deu um jeito de nos revelar a verdade, que só eu o completo, e somente ele me completa. Muitos acham que nossos momento felizes são apenas "estratégia" de market, mas não. Cada um deles foram e são puros e verdadeiro.  

 
 

 Às vezes sinto vontade de gritar para o mundo todo que eu e Rugge namoramos, e que nenhuma força na terra pode mudar isso, mas pelo nosso bem, temos que manter isso em segredo. 

 
 

 Sequei meu cabelo rapidamente, me enrolei na toalha voltando para o quarto. Rugge já estava dormindo, seu belo rosto em repouso no travesseiro, trouxe uma grande paz ao meu coração. 

 
 

 Ruggero estava sem sua camiseta, e a mesma estava jogada em cima da cômoda. Coloquei a mesma legguin de antes, e vesti a camiseta do Rugge. Amo o seu cheiro em mim, se pudesse nunca mais lavar esse cheiro do meu corpo o faria.  

 
 

 Me deitei ao seu lado, de frente ao seu rosto angelical. Tirei uma mecha de cabelo que caia sobre sua testa, e o admirei por longos minutos. Se não fosse pelo o sono, teria continuado acordada, apreciando seu lindo rosto, que de verdade, quero guardar pra sempre na minha memória. 


Notas Finais


Nonna é avó em Italiano

Espero que tenham gostado, até em breve! <3


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