História Depois daquele final de semana - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Drama, Romance
Visualizações 8
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Sua Cachorra



- foi só sexo ingrid,  nao se preocupa. Eu não vou te procurar pra  casarmos ok? 

Engoli em seco aquela resposta. Mas ainda bem que ela pensava daquele jeito. Duda jogou água em mim e revidei... Aí começamos a brincar de guerra na água...

Mais tarde, fazia frio. Coloquei meu biquíni, e Duda me deu a camisa dela, ela usava um top preto que a deixava sexy. Sua barriga bem sequinha, os seios pequenos... Parecia mais um menino mesmo. Coisa que eu achava o cúmulo.

Fomos caminhando, de mãos dadas até a porta da casa. Separamo-nos, eu devolvi a camisa dela, e fomos uma pra cada lado. Assim que dei o primeiro passo, senti ela me abraçar por trás novamente, me empurrou num cantinho escondido do jardim e me beijou novamente. Um beijo mais calmo, como se estivesse conhecendo cada pedaço da minha boca... Como se estivesse decorando cada detalhe. Sua mão pousava carinhosamente no meu rosto, e as minhas entre os cabelos dela. Pedir a noção do tempo que ficamos ali, nos curtindo... Beijando-nos. Sem nenhuma insinuação de sexo, como se só o beijo bastasse.

- Não acredito! - Uma voz nos afastou, gelei na hora. Era Diana, respirei fundo.

- Merda Di, tinha que estragar! - Reclamei, arrumando o biquíni que o corpo dela bagunçou.

- Beijando a Duda, Ingrid? Logo você, tão hétero! - Desdenhou a rir de mim.

Mostrei a língua pra ela e só então percebi que Duda havia se afastado, voltando pro outro lado da casa. Acho que por instinto, impulso ou sei lá o que foi, eu fui atrás dela. Puxei seu rosto e lhe dei um selinho:

- Nos vemos depois.

Voltei e Diana ficou tirando uma com a minha cara. Ela falava e falava e meus pensamentos teimavam em lembrar a hora em que gozei, da cara que a Duda fez em cima de mim... Daquele jeito gostoso de me chupar, não era grosseiro... Era carinhoso... Provocante. Ela nunca precisaria de um pênis pra me fazer gozar daquele jeito.

- Acorda Ingrid! Ainda pensando na Duda?

- Ain credo! Você viaja hein Diana? Foi só sexo, claro que foi bom, mas sexo... Ou você acha que vou namorá-la? - Menti, e dei um sorrisinho, tentando disfarçar. Sexo com ela tinha sido demais, e eu iria repetir.

Entrei no quarto onde a Duda estava dormindo. Vi suas malas prontas no canto da parede. Ela já voltaria na segunda pela manhã com o Feliphe, eu tinha que aproveitar. Tranquei a porta, ouvi o barulho do chuveiro ligado. Entrei silenciosamente, vi seu corpo como uma sombra por trás do vidro. Sua mão estava apoiada na parede e ela de cabeça baixa, com a água caindo sobre. Para qualquer um que olhasse diria que era um homem ali. Entrei no Box nua, ela se virou assustada e ficou ainda mais quando me viu. Ia falar algo, mas nem dei tempo. Colei minha boca na dela e ela retribuiu com gosto.

Senti minhas costas tocarem a parede fria... Duda se abaixou:

- Abre a perna pra mim...

Pediu ofegante... Com os dedos já dentro de mim... Meus olhos fechados de tanto prazer... Quando senti a língua dela entrar junto, soltei um gemido alto... Duda aprofundava os movimentos todas as vezes que me ouvia gemer... Talvez aquele fosse seu ponto fraco... Senti mais um dedo dentro de mim e não aguentei. Gozei demoradamente para ela e sem forças escorreguei pela parede. Duda me segurou e nos beijamos novamente.

- Alguém pode entrar... - Disse ela com dificuldade enquanto eu mordia sua orelha.

- Deixa entrar... Perigo me excita... - Sussurrei em seu ouvido.

*********

DUDA

Deitei meu corpo de lado na cama. O ar realmente me faltava. Ingrid ao meu lado com um sorriso lindo, e eu tentando respirar. Aquela menina sabia como me esgotar.

- Duda? - Ouvi a voz de um homem bater na porta do quarto. Levantei num salto, Ingrid continuava deitada nua me olhando. Procurei minha calcinha por toda parte e não encontrei. Peguei uma preta que estava dentro da bolsa, coloquei uma camisa qualquer e fui até a porta:

- Quem é?

- Sou eu, Feliphe , abre aí...

Olhei pra Ingrid, mandei ela se vestir, mas a garota fingiu não entender e mandei-o entrar.

- Entra liphe...

Feliphe abraçou... Olhou pra cama e deu um grito:

- Minha nossa senhora, é você mesmo Ingrid? - Perguntou com os olhos arregalados.

- A própria! Desculpa não estar vestida ta?

Eu coçava a cabeça, o pescoço. Nitidamente sem graça, percebi que Feliphe  olhava-a demais e como quem não quer nada, me postei na frente dela impedindo que ele visse alguma coisa.

Ela se enrolou no lençol:

- Pronto Duda. - Sorrimos juntas.

- Vocês transaram? - Questionou Feliphe 

- Claro que sim, acha que eu ia ficar nua pra nada? - Ingrid soltou... Ela era tão metida e tinha um arzinho superior que chegava a me irritar.

- Ela se acha muito Feliphe, mas a sorte dela foi eu a ter escolhido... Diz aí pra ela! - Bati no braço do meu amigo que sentou na cama à frente de Ingrid.

- Sério menina, Duda é a pegadora mais conhecida. Quando ela fica com a menina, a menina que ela escolheu fica louca, porque ficar com ela é a coisa mais difícil do mundo!

Eu dei um sorriso cafajeste ao mesmo tempo em que Ingrid levantou da cama, jogou o lençol de lado e veio nua até mim com um olhar nada normal. Empurrou-me contra parede, pegou minha mão e levou até o sexo dela. Estava quente, molhado... Massageei lentamente, ela aproximou do meu ouvido e sussurrou:

- Milhões de caras, se matariam só para poder colocar a mão onde a sua está... Então, querida, ficar comigo é uma coisa difícil... Me comer, ainda mais... Só que, aproveita que estou boa demais hoje... E me come mais! - Mordeu a ponta da minha orelha e empurrou sua cintura fazendo com que meu dedo a penetrasse.

Puxei seu cabelo com força, a fiz me olhar:

- Sua cachorra... - Sussurrei com a boca colada na dela.

- De raça meu amor, de raça! Do tipo que você nunca comeu!




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