História Depois de Ladrien não tem volta - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Hawk Moth, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Ladrien
Visualizações 34
Palavras 831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi gente, olha eu aqui de novo, nem faz tanto tempo assim mais aqui está mais um capitulo, confesso uma coisa, esse capitulo é bem diferente dos quais eu to acostumada a fazer pra essa fanfic mais eu n consegui e nem conseguiria deixar isso de lado, então aproveitem, critiquem ou qual quer coisa.

Capítulo 8 - Chuva dos sentimentos


Fanfic / Fanfiction Depois de Ladrien não tem volta - Capítulo 8 - Chuva dos sentimentos

Marinette P.V.O 

O vento frio ia de esquerda para direita causando incomodo naqueles que estavam sem roupas adequadas para o clima de inverno. O humor do céu havia mudado assim como o meu, estava feliz mais a solidão bateu na porta causando chuva, literalmente chuva, pois gotas e mais gotas caiam do céu molhando cada canto daqui da terra, inclusive a mim, mais diferente daqueles que corriam apenas para se manterem secos, eu não me importava com gotas molhadas e geladas.

E tudo levava a crer que eu não era a única, uma pessoa mais que conhecida, me fez tirar minha concentração que estava voltada ao nada e voltá-la a ele.

A chuva o molhava, mais ele nem fez menção de sair, apenas tirou seu casaco branco costumeiro e o fez de guarda-chuva improvisado.

- Oi.- diz ele após se sentar ao meu lado, e agia como se a chuva não o incomodasse, poderia até dizer que seu guarda-chuva improvisado era apenas enfeite ou talvez uma boa desculpa para depois.

- Oi.- respondo por obrigação que minha educação exigiu, o mesmo não tinha culpa de meu mal humor, mais eu realmente queria ficar só, apenas a observar o céu nublado sentindo o sopro do vento gelado, quase tão galado quanto as gotas de chuva que iam caindo.

Ele não disse absolutamente mais nada, o que me havia causado certo incomodo, ele apenas observava a cidade assim como eu fazia, porém minha atenção já não era mais a cidade tempestuada.

- Não vai me perguntar o que faço aqui?.-pergunto atrapalhando a musica da chuva com minha voz.

- Não, por que sei que as flores precisam ser regadas para se tornarem ainda mais belas.- sua doce voz alegre assim como sua expressão de total felicidade, me arrancaram um sorriso quase nítido que eu nem esperava que se formasse.

Seu olhar agora se voltou para a paisagem, estava voltado para um jarro de flores azuis ao outro lado da rua sendo regadas pelas gotas de chuva.

Sua doce e alegre frase poética havia me feito querer saber mais sobre esse talento escondido dele.

- E se a chuva for tão forte ao ponto do vento levar a flor?.-digo tentando o contrariar, a poesia se baseia em sentimentos e os meus no momento são tristes e desiludidos.

- Outra nasce no lugar, assim como um sorriso. Sempre á outro sorriso.- nunca havia o visto assim o mesmo parecia diferente do menino loiro que chega com um sorriso não tão puro quanto esse, e agora eu podia o ver com outros olhos, ele não era mais Adrien Agreste o modelo filho de Gabriel Agreste, ele passou a ser só Adrien aquele que me fazia sorrir mesmo estando em um mar de tristeza.

- Como voce tem tanto otimismo?.- as palavras saiam de minha boca e apenas quando as escutei percebi o quanto era parecida com a pergunta dele, e o mesmo também havia percebido tanto que sorriu, um lindo sorriso estampado em um rosto completamente molhado, seu corpo seu rosto e seu cabelo, ele estava encharcado por completo e ainda assim sorria.

- Como? Como tem uma preocupação inabalável pelos outros?.- diz respondendo minha pergunta com a pergunta que o mesmo me havia feito, e só ai me lembrei de minha resposta.

- Eu não sei, só me parece certo.- dissemos juntos  com direito de sorrisos coletivos.

- Essa seria minha melhor resposta.- diz ele ainda sorridente, o sorriso que não se perdeu nem mesmo após o forte e fria ventania que me fez tremer.

- Era um poema?.- pergunto já com um pouco de animação, o que causou surpresa em mim mesma.

- Se quiser vai ser.- diz ainda com sua visão distante, mais diferente de mim ele mantinha seu sorriso alegre, no qual para mim parecia inabalável.

- Eu quero.- digo em um sussurro um tanto quanto alegre e brincalhão, já não olhava mais para paisagem que se entre amedrontadora e suave, minha atenção agora era dele, que como eu estava todo molhado mais não se importava o bastante para sair.

- Na chuva te acompanharei.- diz e pela primeira vez rompe sua atenção da bela paisagem tempestuosa e a volta totalmente para mim, pega minha mão sem aviso algum, e deixa mais uma vez seu sorriso me contagiar.

- Porque?.- pergunto já animadamente curiosa enquanto prestava atenção em seus olhos que me tiravam o foco das coisas ao nosso redor.

Para mim aquele momento se congelou, apenas havia eu e ele, e nossas mãos novamente entrelaçadas ao som de suas doces e alegres palavras.

- As gotas eu serei, gentilmente te tocarei e aos seus pés ficarei.

- Porque?.- repito palavras que me pareciam inevitáveis.

- Porque só seu é o meu coração, e mesmo que eu não consiga, ele quer lhe falar.- gentilmente e calmamente ele leva minha mão até seu peito esquerdo no qual se encontrava seu coração, que batia mais do que cada gota que caia.- Eu te amo.


Notas Finais


Bom.. não tenho muito a dizer.. apenas que as coisas vão começar a ficar interessantes


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