História Depois do Portal - Nova dimensão. - Capítulo 87


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Clace, Clary, Clary Fray, Jace Wayland, Magnus Bane, Malec, Shadowhunters, Sizzy
Exibições 73
Palavras 1.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo pessoal.
Espero que gostem.

Capítulo 87 - Seu monstro!!! parte 1.


Fanfic / Fanfiction Depois do Portal - Nova dimensão. - Capítulo 87 - Seu monstro!!! parte 1.

Magnus acabou apagando depois da injeção.

Alexander estava desesperado ao ver seu amado ferido.

Hogde colocou o capuz em Alec. Alexander e Magnus foram arrastados pela mansão até chegar a entrada da casa. E depois até os carros.

Magnus foi posto dentro do carro e logo depois foi à vez de Alec.

- Para onde estão nos levando!! – falou Alexander escutando uma risada generalizada depois.

Então os carros ficaram rodando por Hamptons durante um bom tempo deixando Alec tenso.

Alexander sentiu que o carro estava diminuindo a velocidade. Até estacionar.

- Vamos embora já está na hora! – disse um dos seguranças com o carro aberto puxando Alec para o lado de fora.

Alexander estava sendo levado para o quarto. Onde tinha tudo para ele poder sobreviver alguns dias.

Ao chegar ao quarto o colocaram sentado e tiraram o capuz. A luz era muito forte o forçando a piscar varias vezes. Ele viu seu pai Robert sentado numa cadeira.

Alec tentou ir até ele, sendo impedido pelos seguranças que colocou ele sentado de volta na cama.

- Seu monstro cadê o Magnus?

- Ele está sendo muito bem tratado. – afirmou Robert apertando fazendo que parede pudesse mostrar o outro quarto onde Magnus naquele momento estava sendo colocado em uma cadeira.

- Ele não poderá te ver aqui e você não conseguirá de maneira alguma atravessar a parede a quebrando, por mais que tente. – informou Robert sorrindo.

- Pode deixar que a perna de Magnus receba os devidos cuidados.

- Porque está fazendo isso tudo e porque o Magnus?

- Você não terá respostas agora meu filho, aproveite a noite para descansar. Amanhã será um longo dia de alegrias. Você verá tudo que se passará com esse sujeito deplorável de camarote.

- Não me chama de filho seu monstro! O que vai acontecer com meu noivo?

- Já ia me esquecendo, meus parabéns pela linda surpresa, a cerimônia de noivado foi tocante, sério. Digna de um ótimo filme. Mas respondendo a sua pergunta o roteiro só será disponibilizado mais tarde. – Disse Robert sorrindo.

- Vou deixar você sozinho. – falou Robert saindo sendo seguido por alguns seguranças e os  outros estavam desamarrando os braços de Alec.

Sobre a mira de um revolver os seguranças foram deixando Alec  trancando a porta rapidamente.

Assim que os seguranças saíram Alec tentou de todas as formas de  escapar daquele quarto. Que acabou gritando de raiva e desespero por haver nenhum jeito de sair. Que agora estava trancada por senha pelo lado de fora.

Ficou observando Magnus ainda sendo imobilizado na cadeira já com a faixa na perna. Começou a chorar copiosamente. Bateu as mãos na parede tentando ver se conseguia quebra-la. O pânico tomava conta de Alec.

O moreno estava vendo Robert adentrar o quarto ao lado.

Robert ordenou aos seguranças que acabassem de amarrar Magnus na cadeira e  colocar todos os dispositivos nele.  Assim que receberam a ordem afirmaram que estavam acabando o serviço.

Magnus estava fixado a cadeira pelos pés, pernas, coxa, braços e pela cabeça.

- Formidável mais tarde começará o espetáculo. Já podem seguir as ordens.

 

De manhã cedo.

Alexander despertou de um pesadelo que tivera se levantou da cama. Vendo que aquilo era real. AO rever Magnus pela parede de vidro voltou a se desesperar.

Os seguranças chegaram com uma bandeja de comida o deixando na bancada. Alexander tentou fugir chegando perto do segurança quando um deles sacou a arma. Vendo que estava na mira do revolver Alec decidiu recuar, pois não tinha escolha. Depois foi fechada a porta.

Alexander estava  buscando ar.

Já do lado de fora do quarto.

- Eu não quero que machuquem Alexander estamos entendidos.

- Sim chefe.

Alexander agora estava torcendo para que Magnus não acordasse, fazendo com que o filme de terror começasse.

No quarto onde Magnus está, os seguranças ficaram apostos para começar só esperando a ordem vinda de Robert.

Depois de  uns trinta minutos Robert entra no local. Magnus ainda dormia.

- Então vamos começar a festa. – Robert falou para os seguranças.

- Acorda criatura horripilante! – disse um dos seguranças dando tapas no rosto de Magnus.

Magnus começou a abrir os olhos devagar e um dos seguranças colocou a mão em cima da atadura da perna onde o asiático tinha levado um tiro. Fazendo a gemer.

-Bom dia Magnus Bane.

- Cadê Alexander seu doente?

- Você acha que eu machucaria meu próprio filho.

- Pode parar de apertar Rocco. Vai para seu posto já sabe o que fazer.

- Porque está fazendo isso comigo. – disse Magnus ainda com a voz embargada tentou fazer um feitiço.

- Acha mesmo que você vai conseguir fazer magia. – Falou Robert gargalhando.

Robert apenas acenou para Rocco que mexeu na maquina.

Magnus começou a se contorcer pelo choque  em seu corpo. Assim que acabou espirou pesadamente.

- Por quê? – gritou Magnus.

- Você quer a imortalidade, quer viver para sempre já entendi da última vez que me torturou. – Afirmou Magnus.

- Você não lembra! – disse Robert.

- Com  a imortalidade eu poderia ter o que eu quiser poder ter a vida sem pensar no futuro.- completou Robert

- Você é louco! Você acha que é fácil seu idiota.

Robert balançou a cabeça novamente.

- Você está me irritando de novo! –

Quando o Robert acabou de falar isso um dos seguranças começou a injetar um liquido de cor verde no corpo de Magnus que começou a sentir suas veias queimarem.

- Eu não iria te torturar decidi que só iria fazer o processo da retirada da imortalidade. Mas acho que os anos iram lhe alcançar e você poderá morrer. Então voltei atrás já que você vai morrer do mesmo jeito, você vai ser torturado novamente.

Robert então pediu para injetar a segunda e a terceira dose do liquido roxo e amarelo.

Levando Magnus a ficar desesperado. Magnus se contorceu novamente na cadeira e gritou quando a terceiro liquido entrou em seu corpo.

- Fama, prestígio e uma vida imortal como eu tive inveja Magnus Bane. Desde moleque frequentava o Pandemonium. Mas você sempre namorador ficando com todos do submundo.

Magnus não sabia onde essa conversa iria parar.

- Você tinha um amigo mundano na época lembra-se do Michael Wayland?- perguntou Robert.

- Lembro éramos ótimos amigos, mas o que isso tem haver! Foi através dele que eu conheci você. Ele só me falava como você era legal, de como era divertido ser seu amigo. Como você aquilo... Como você ....

-Isso tudo é por inveja! – disse Magnus espantado.

- ERA AMOR!!! SEU IDIOTA.

- Sempre quis ser você e quando me dei conta eu estava apaixonado.

- Mais agora não importa eu vou ser imortal, podem tortura-lo. – Falou Robert aos seguranças.

- NÃOOOOO – Gritava Alec do outro quarto batendo na parede desesperado.

- Não, por favor. – implorou Magnus.

- Sabe o porquê de sempre caçar submundanos. Além de serem ótimas cobaias para experimentos científicos, eles me dariam a imortalidade. Mas ninguém foi bom o suficiente e morreram antes.

- Eu já tinha fortuna, era conhecido mundialmente através do meu trabalho filantrópico. Só me faltava poder durar por mais tempo na terra quem sabe uns mil anos. – Completou Robert.

-  Você roubava produtos do submundo para suas formulas milagrosas de beleza e saúde. Você tinha a indústria farmacêutica em suas mãos. Corrupto e Ladrão. – acusou Magnus.

Robert foi até a máquina e apertou o botão liberando uma eletricidade que passava da cabeça e pelo corpo do asiático que urrava de dor e deixando seu corpo todo curvado. Quando terminou Magnus ficou inconsciente.

Alexander estava sentado na cama chorando e assustado, com tudo que tinha presenciado até agora.

O sofrimento de Magnus, as revelações de Robert e tamanha crueldade.

Robert vendo que Magnus estava inconsciente informou para os seguranças que teria uma pausa e depois iriam jogar água gelada nele. Para poder acordá-lo.

 

Na mansão.

Jace foi o primeiro acordar ainda estava meio grogue ele foi se arrastando até o seu banheiro e percebeu ao olhar no espelho cartucho em seu pescoço sentiu uma dor ao tira- ló achou estranho e correu para ver Clary. Percebeu que ela também estava com o mesmo dispositivo.

Tirou das costas da ruiva e começou a sacudi-la com medo que ela estivesse morta.

Ele suspirou ao vê-la resmungando.

- Clary acorda eu preciso de você tem algo muito estranho acontecendo. – disse Jace fazendo Clary abrir os olhos.

- Isso estava em mim assim que acordei e isso acabei de tirar da suas costas Amor. Me ajuda. – falou Jace.

Clary sentou na cama parece que é um dardo – falou Clary lentamente.

Logo Clary tirou uma conclusão Magnus e Alec. Temos que ir ao quarto deles.

Clary e Jace foram andando conforme podiam pelos quartos ainda estava meio confuso. O primeiro quarto que foram, estava aberto foi de Simon e Izzy eles acordaram e tiraram outros dardos.

Depois os quatro foram onde Ragnor e Raphael, Catarina, Maryse  e Max estavam.

Com todos acordados todos foram correndo para quarto de Alexander e Magnus.

Observaram a bagunça que estava Simon percebeu sangue no chão tanto do quarto e uns no corredor.

Todos começaram a se desesperar. Quando Max olhou pela janela e viu os seguranças deitados no chão.

- Acho que Magnus e Alec foram sequestrados Mãe olha isso. – falou Max apontando o quintal pela janela.

- Temos que chamar a policia imediatamente. – Disse Maryse.

  Izzy pegou o telefone mais não tinha sinal.

- Esse pesadelo de novo não. – Falou Catarina encostada na parede.

- O sangue é do Magnus. – disse Ragnor.

- Já aquele ali eu não sei. – Falou Ragnor se aproximando de um pingo que estava na cama.

- Esse deve ser o de Alexander. – completou Ragnor.

- O que aquele lunático pode estar fazendo com meu irmão e meu cunhado.- afirmou Izzy.

 

No esconderijo onde estavam Magnus e Alexander.

Alexander estava olhando pelo vidro Magnus desacordado.

“ Amor, por favor não morre.” – pensou como fosse um mantra.

- Ele não vai aguentar passar por isso de novo.

- MAGNUS, MAGNUS eu estou aqui. – Alec batendo no vidro.

Alexander tentava arrancar a cadeira que estava presa ao chão.

Quando viu Robert voltar para quarto onde Magnus se encontrava.

-PARA!!!!! SEU MONSTRO. - Gritou Alexander.

Robert estava com um balde repleto de água e gelo, começou a jogar em Magnus que acordou assustado.

- Olha ele está chorando. - disse Robert.

 

 


Notas Finais


Beijokas com purpurina.


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