História Depois do Portal - Nova dimensão. - Capítulo 88


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Clace, Clary, Clary Fray, Jace Wayland, Magnus Bane, Malec, Shadowhunters, Sizzy
Exibições 59
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 88 - Seu monstro Parte 2


Fanfic / Fanfiction Depois do Portal - Nova dimensão. - Capítulo 88 - Seu monstro Parte 2

Robert estava com um balde repleto de água e gelo, começou a jogar em Magnus que acordou assustado.

- Olha ele está chorando. – disse Robert rindo.

- Já que eu vou morrer, seu maluco, quero ver Alexander. Vocês puderam fazer o que quiser comigo depois. – pediu Magnus.

- Você não tem condições de pedir nada para mim. Vou fazer um agrado.

Robert pegou o controle apontou para o sensor na parede. A imagem apareceu para Magnus.

Alexander estava com os olhos vermelhos, o rosto inchado. Também os braços inchados de tanto bater na parede.

- Você está bem.? – disse Magnus.

Alexander balançou a cabeça negativamente. Magnus viu que Alexander fisicamente estava inteiro.

- Eu te amo. – falou Magnus tremendo de frio, tentando mostrar ser forte.

-Eu te amo. – afirmou Alexander chorando.

- Que cena mais comovente, terei que interrompe-la.-  Falou  Robert.

 

De volta a mansão:

- Temos que encontrar os dois sabe se lá o que Robert pode estar fazendo. – disse Clary.

- Ragnor vê se consegue rastrear o paradeiro dos dois. – afirmou Catarina.

- Eu vou tentar novamente ligar para policia. – disse Maryse.

Depois de uns minutos Maryse retorna para o quarto de Alec dizendo que a policia estava vindo para fazer averiguação no local, colher depoimentos e investigação.

 

No esconderijo onde estava Magnus e Alec.

Magnus estava tremendo de frio.

Robert decidiu tirar a tira que pretendia a cabeça na cadeira. Logo a cabeça de Magnus foi para frente.

Magnus fechou os olhos, pois a dor de cabeça estava muito forte.

Alexander percebeu que Magnus já estava entregando os pontos.

- Agora vamos ver do que esse feiticeiro é capaz de suportar. – informou Robert.

- Você não acha mais fácil pegar logo minha imortalidade seu lunático, porque mais cedo do que você imagina os meus amigos vão nos encontrar. Assim você não conseguira novamente completar sua missão. Seu doente. – falou Magnus pausadamente.

- Você acha que eles vão te encontrar. Isso não vai acontecer.

-  Eu que mando aqui.

- Eles só vão encontrar o Alexander porque você já estará morto. – disse Robert rindo e logo fez outro gesto para o segurança.

- Não injeção não, por favor. – falou Magnus olhando um liquido marrom passar pela borracha em direção a sua veia.

- Piedade! Você dizia que gostava. Que tipo de amor é esse que faz tudo isso. – retornou Magnus a falar  tentando buscava ar pela boca.

Quando o liquido marrom começou a entrar na veia Magnus começou a bater com o corpo na cadeira.

Hodge entrou no quarto no exato momento em que o liquido estava entrando no corpo de Magnus.

O loiro começou a ver Magnus tremendo e gemendo de dor. O sofrimento era nítido nos olhos do asiático que estava suando frio.

- Vamos dar as boas vindas para aquele que nos trouxe Magnus.

- Ou melhor, um salva de palmas para o nosso feitor. – completou Robert.

Todos bateram palmas para Hodge que sorriu de canto de boca.

- Você não me contou que era para isso. Isto é crueldade. – Falou Hodge para Robert.

- Então você achou que eu iria brincar de casinha com esse sujeitinho.- disse Robert rindo.

- Você..... está....... feliz. – falou Magnus com dificuldade.

- Era isso .....que queria ....... viu você ..... conseguiu .... meus parabéns. – disse Magnus vendo Hodge deixar cair lagrimas nos olhos.

- ME MATA LOGO. – gritou Magnus.

- Como quiser! – Falou Robert.

Robert falou para colocar o liquido preto e o azul depois coloque o aparelho na cabeça de Magnus iriam assim pegar sua imortalidade.

- Se sobreviver aos dois líquidos podemos fazer a retirada. – completou Robert saindo do quarto.

- Vamos dar um tempo para recuperar um fôlego. E voltamos a fazer isso. Depois voltamos. Preciso comer algo. – falou Robert.

 

Na casa dos lightwood.

A mansão estava uma bagunça.

A policia, defesa civil, ambulância e  o corpo de bombeiros estavam na casa retirando os corpos, escutando os sobreviventes. Fazendo analises e ouvindo perfil do acusado.

- Senhor, nos temos que começar com as buscas logo. Robert é um lunático ele pode matar meu filho e o noivo dele. Te que nos ajudar coloque prioridade nessa investigação. – disse Maryse.

Clary estava ligando para o pai informando do ocorrido.

- Você pode ver as câmeras da redondeza, pode ter visto alguém sendo sequestrado, ou a placa dos carros para ver a localização deles é urgente pai. Eles correm perigo.

- O senhor pode mandar essas informações o mais rápido possível. Obrigada vou espera sua ligação. Eu te amo. – disse Clary desligando o celular.

- Temos que arranjar um jeito de achar eles. O tempo está passando. – disse Simon.

Depois de uns minutos estavam passando então Clary recebeu uma ligação de seu pai.

- Encontrou alguma coisa pai. Ok vou pegar uma papel e uma caneta.

Clary escutou o que seu pai dizia e anotava tudo.

- Pai o senhor é um gênio vou passar para a policia. Já falei que o senhor é o melhor pai do mundo. Beijos. – disse Clary desligando o telefone.

- Policial meu pai descobriu que o carro que sequestrou Magnus e Alexander. Pela a placa ele deu a localização do furgão é esse endereço.  Por favor vai rápido.

Assim que Clary deu o endereço ao policial.

- Eu quero ajudar ele deve estar cheio de seguranças ao redor da casa.  Ele é muito perigoso. – disse Jace.

- Está bem vou mandar viaturas, atiradores de elite. O caso é urgente. – Disse Delegado.

 

Então a operação deu-se inicio todas as viaturas disponíveis estavam a caminho.

 

De volta a casa onde está Magnus e Alec.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. – gritou Magnus quando a metade dos dois líquidos estavam no seu corpo.

- Ele não vai aguentar para com isso. – disse Alexander chorando no quarto batendo no vidro.

- Por favor, temos que parar com essa loucura.  – Afirmou Hodge assustado.

- Agora que só falta pouco. Nem ouse da um passo para salvar seu ex-amigo ou você morre. – falou Robert apontando uma arma.

- Robert os dois líquidos já estão no corpo do Magnus podemos começar o procedimento? – Afirmou o segurança.

Magnus ainda consciente estava delirando, a respiração ofegante ele tentava permanecer com os olhos abertos.

- Vamos logo, podem colocar o aparelho nele. - ordenou Robert.

- Vamos começar.  – confirmou Robert.

 

Escutou-se um estrondo vindo da frente e dos fundos da casa.

- Os policiais chegaram. – disse um dos seguranças fugindo.

Os seguranças tentaram fugir também dos possíveis ataques de Robert.

Hodge correu para tirar Magnus daquela cadeira.

- Hodge sai da frente já que eu não vou ter minha imortalidade eu vou acabar com a desse infeliz. – Disse Robert apontando a arma na  direção de Magnus.

- Você tem que morrer seu desgraçado. - Disse Robert.

- Robert Lightwood parado! Nem mais um passo. Se entrega. Mãos para o alto. Aqui é a policia.

Então um tiro foi ouvido no quarto.

 

Continua.....


Notas Finais


Bjokas com purpurina para todos.


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