História Depois Dos Quinze - Capítulo 30


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Categorias Originais
Tags Adolescente, Álcool, Anos, Blizady, Drogas, Festa, Lesbicas, Meninas, Quinze, Sexo
Exibições 250
Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom dia queridos.

Tentei postar ontem a noite mas a Internet não colaborou .

Boa leitura

Capítulo 30 - Preto e cinza


Me   levar embora? Acho que  ela   não   sabe o quanto isso é vago.  Embora para onde? com quem? por quanto tempo? As coisas não funcionam assim. NAquele dia eu não sai mais de casa, e eu ouvi a caroline chorar a noite. Doeu muito ver ela daquele jeito, percebi o quanto ela se importa comigo, mesmo que eu seja tão ausente. Estava na hora de relaxar, parar um pouco em casa, parar de fazer favores, e meu trabalho? Meu trabalho  vai continuar nisso eu vou dar um jeito.

Talvez vocês estejam se perguntando "Por que ela cisma tanto em ser traficante?" eu respondo, afinal eu nunca falei muito sobre o meu trabalho. Obiviamente eu ganho com isso. Eu tenho ajudado em casa, a Carol não percebe, ela acha que o que ela compra da para todo o mês, mas sempre que posso compro as coisas que estão faltando. Mas o principal motivo é a minha avó, ela está doente, sempre esteve. MInhas tias Neide e Clara cuidam dela, mas elas não tem dinheiro para cuidar da priopria familia e bancar os remeios e tratamentos da vovó.  Meu pai quem cuidava dela, mas ele era autonomo, nunca soube ao certo com o que ele trabalhava, coclusão: Eu não ganho pensão. Eu deposito quase tudo que ganho anonimamente na conta da vovó, e é assim que ela tem se mantido bem. Era um trabalho fácil, um jeito pratico de ganhar dinheiro.

No dia seguinte eu fui ver a milena, era 14 horas da tarde, eu coloquei um jeans  para cobrir a atadura, um moleton cinza e uma touca para cobrir o machucado na testa, Pelo menos estava fazendo frio.

Bati na na porta dela e uma de suas mães atendeu, ela me deixou entrar e eu fui para o quarto da mina. Bati uma vez e entrei, ela estava no computador, e ao me ver ela fechou todas as paginas e veio até mim, me deu um abraço forte, e em seguida me empurrou com força.

-Se sumir de novo eu te mato! -Ela disse irritada com uma expressão que eu nunca tinha visto.

-Se alguém for me matar vou ficar bem mais tranquila se for você. -Eu disse rindo, mas era verdade.

Ela revirou os olhos e deitou na cama, e eu me deitei ao lado  dela, ligamos a TV em um canal de desenhos. ficamos ali por um tempo sem falar nada,  durante esse tempo o celular dela vibrou umas 5 vezes, mas ela nem se deu  ao trabalho de olhar. ela estava deitada em meu peito, percebi que estava quase caindo no sono.

-Quando eu entrei Voc~e estava no computador, o que estava fazendo - Perguntei  tentando criar assunto e acabar com a minha duvida de uma vez.

-Claro, eu digo. Depois de você, me diz o que fez nesses ultimos dois dias?

Tinha uma coisa na milena que eu admirava, ela sempre tinha uma carta na manga, era como se ela ja soubesse o que eu ia falar e planejasse tudo em sua cabeça, não havia uma pergunta em que ela não pudesse responder...ou se livrar de responder.

Eu não disse nada, so desviei o olhar de volta para a TV.

-Parece que chegamos a um limite -Ela sorriu e me deu um selinho.

Ignoramos esse aasunto, como as outras milhões de coisas que ignoravamos. Passei a tarde ali com ela, falei sobre a assistente social ela me explicou que sim, eles poderiam me tirar da Carol, e poderiam me mnadar pra longe se eu não me mostrasse uma adolescente normal. Mas  me diga? quem consegue ser normal depois da morte dos dois pais? ta certo que eu sou um exagero e por isso mesmo a milena me aconselhou:

-Não adianta dizer que vai ficar mais tempo em casa se no fim de semana você sair e aprontar alguma, acho que deveria se afastar dos seus amigos, só até essa crise passar.

Se era um bom conselho eu não sei ao certo, mas uma coisa era fato, Isis não iria falar comigo por um tempo e o Derek também não é de falar muito comigo, é estranho quando estamos juntos. eu iria evitar o clube, nessas ferias seria só eu e a Milena, só isso.
 
Fui embora as 19 da noite, cheguei em casa e a Carol estava no sofá com o John, eles me olharam surpresos, eu não costumava chegar tão cedo. Eu não disse nada, apenas fui para o meu quarto, tomei um banho e fui dormir.

Durante 38 dias foi essa a minha rotina, eu mal saia, ficava em casa todo o tempo, a milena vinha me visitar todos os dias, brincavamos e saiamos para tomar sorvete as vezes. Graças a esse tempo pude conhecer ela bem melhor, ela gostava de fazer joguinhos mentais comigo e eu sempre perdia, ela era muito boa em jogos de mentiras mas esses jogos eu nunca sabia quem ganhava, eu ou ela.

Havia apenas um dia na semana em que eu saia de casa sem a milena, e nesse dia eu ia até a Michelle minha mais nova e confiavel fornecedora. Eu recebia encomendas durante a semana, e em um certo dia eu pegava essas encomendas e as entregava uma por uma, mas não pessoalmente, eu escondia as encomendas em alguns lugares, eu me comunicava com o cliente pelo celular, e ficava de longe vendo ele levar a mercadoria e deixar o dinheiro. Esses clientes eram pessoas de escola, nem mesmo as ferias fizeram meu trabalho diminuir, muito pelo contrario eles só aumentaram, logo os clientes não eram apenas da escola. Ao todo não eram muitos, mas as encomendas eram grandes, grandes o bastante para deixar Michelle bem feliz.

A assistente social, Sonia, vinha nos ver sempre, sem avisar. Ela me forçava a ir no psicologo,  coisa que eu devia ter feito desde o dia em que vim morar com a Carol, mas nos duas concordamos que era perca de tempo. A psicologa se chamava senhorita Monica, outra babaca, ela dizia que eu devia me abrir com ela, mas eu nuca dizia nada além de algumas ironias, com o tempo ela desistiu de me fazer falar e decidiu falar. Toda consulta ela levava um livro e o lia em voz alta, e isso nunca mudava.

O meu celular virou meu mundo, todos falavam comigo por ele, e o meu maior medo era que ele caisse em mãos erradas, e por isso ele tinha uma senha diferente para cada aplicativo ou pasta.

Mas toda essa rotina tediosa em branco e preto ficou totalmente cinza no trigesimo nono dia. Uma das frases que a milena sempre repetia para mim como uma lição era: "Tudo que você planta você colhe", ela não gostava que eu fizesse algo errado, ela temia que o "universo" me castigasse. Eu sempre ouvia o que ela falava dando pequenos risinhos de deboche, me pergunto se eu devia ter dado mais atenção ao sermões dela.
                                                             


Notas Finais


Beijos


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