História Depois que te conheci! - Capítulo 87


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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags Henriqueejuliano
Exibições 240
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 87 - Se não fosse aquele seu abraço apertado!


Fanfic / Fanfiction Depois que te conheci! - Capítulo 87 - Se não fosse aquele seu abraço apertado!

Nunca houve nada mais gratificante do que ver o sorriso verdadeiro do meu filho, aquele riso gostoso, riso de uma criança inocente, feliz por parecer entender as coisas boas que o cercavam...João e o pai brincavam com a bola, literalmente duas crianças risonhas, era impossível conter a minha emoção ao ver os dois juntos correndo pelo gramado, era impossível conter a emoção vendo como se pareciam cada vez mais e como João fazia de tudo pra parecer com o pai... Henrique tirou a camisa, João fez com que o pai tirasse a sua, os dois com o shorts de jogar bola preto, as pernas compridas, o riso satisfatório no canto da boca... Henrique expressando cansaço parou com as mãos na cintura, João de frente para o pai parou da mesma forma, afastando as perninhas, tirando meu riso grande sentada na namoradeira acompanhada por Jaque e Juliano, Edson e Maria na nossa frente sorriam como se estivessem vendo o filho pequeno pela segunda vez... A briga incansável era entre Henrique e o meu irmão, briga saudável é claro, mas com muito saro... Henrique como pai é claro que ia arrastar o filho para o seu time, e como torcedor fanático Diego resolveu entrar no meio só para incomoda-lo, comprou um uniforme completo do São Paulo para o João. E eu sabia que aquela briguinha boa e saudável duraria por muito tempo... 

- Goool do João - Henrique gritou abrindo os braços após deixar a bola fraca do João passar, na verdade após ajudar a empura-la com um toque leve, João abriu os braços e saiu correndo até o pai. Aquelas perninhas ainda não tão firmes eram a coisa mais gostosa do mundo. - Não aguento mais, cansei - Henrique sentou no chão. 

- Acho que o João precisa de um novo companheiro - Juliano disse divertido, se referindo a eu e Henrique ter outro menino. 

- Então acho melhor você se apressar porque daqui só sai uma menina - Henrique respondeu se levantando, rindo. 

 - Diz isso pra Dona Jaqueline - Ju pegou no joelho da Jaque fazendo-a dar um pulo. 

- Nem vem - Jaque o olhou séria, franzino a testa - Não vai ter filho nenhum por um bom tempo... Por enquanto só vamos aproveitar essa gostosura do João - Ela o pegou no colo enchendo-o de beijo. 

- Você não vai falar nada? - Henrique se referiu a mim que só ria, sentando nas minhas pernas e deitando pra trás. 

- Vou falar o que pra vocês dois? - Me referi a ele e o Ju - E você está pesado. 

- Ontem a noite você não reclamou - Ele me olhou por cima, deitado no meu ombro enquanto mexia nos meus cabelos. 

- Henrique - Disse entre os dentes o repreendendo com os olhos. 

- Ah - Juliano abriu os braços rindo - Como se ninguém soubesse o que vocês fazem... Ta aí o João pra provar - Apontou para o mesmo. 

- Eu vou dar banho no João - Tento fugir do constrangimento, fazendo Henrique levantar das minhas pernas. 

- Eu vou te ajudar - Henrique sorriu e piscou para o Ju, me levando ao ponto máximo da vergonha... A vontade era de enche-lo de tapa quando vinha com essas brincadeiras na frente dos outros... 

- Você tem que parar com isso - O repreendi séria enquanto ele me seguia até o quarto com João no colo. 

- E você tem que parar de ser tão envergonhada - Henrique respondeu com deboche... 

...Coloquei João na banheira, com a agua ralinha e o deixei brincando com os seus brinquedos e sentei na cama ao lado do Henrique enquanto o observava pela porta aberta do banheiro. 

- Por que é tão difícil te convencer a me dar outro filho? - Henrique me perguntou doce, calmo enquanto mexia nos meus cabelos. 

- Henrique ainda é cedo pra termos outro filho - Tentei continuar dura na minha decisão, mas cá entre nós! Estava difícil não ceder, ele insistia tanto nisso que já estava me vencendo pelo cansaço.

- Você precisa me dar essa oportunidade Isa - Seus olhos imploravam - Não falo sobre fazermos um filho agora, estou falando sobre depois do casamento. 

- E isso seria em quanto tempo? - Rio me divertindo do seu jeito pidão. 

- Em seis, sete... Oito meses no máximo - Henrique estava seguro do que dizia. 

- Nossa amor, é pouco tempo né? - Me espanto com a sua pressa pra casar logo. 

- Por isso precisamos começar a nos mexer rápido - Ele sorriu largo, deslizando a mão suave pelo meu rosto - Eu quero vocês comigo logo, eu quero a minha família pra ontem - Henrique disse autoritário, sorrimos juntos - Mas não quero entrar naquela casa sem a bênção de Deus. - Sorri satisfeita, feliz, aliás, eu não poderia estar ou ser mais feliz. Estava completamente convencida de que escolher viver ao lado daquele homem incrível, era o melhor e mais belo passo da minha vida... foi sem sombras de dúvidas a minha melhor escolha. 

- Amor desculpa entrar nesse assunto... - Henrique olhava completamente doce no fundo dos meus olhos - Mas seus pais estão enterrados aqui? - Assinto sentindo uma dor enorme no peito, mas não por Henrique ter tocado naquele assunto, mas pela saudade que eu sentia dos meus velhos. Aquele sentimento ruim e a deprê Deus foi tirando aos poucos, mas a saudade... com certeza essa é eterna - Você me leva lá amanhã? 

- Por que? - O olhei de lado, completamente desentendida, era a primeira vez que ele falava sobre isso.

- Só, me leva? - Assinto mais uma vez ainda sem entender. - Eu preciso fazer uma coisa - Henrique sorriu confortante arrancando o mesmo dos meus lábios, porque nada confortava e acalmava mais o meu coração do que aquele belo sorriso nos seus lábios.. 



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