História Depressive Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Suki-tte Ii Na Yo
Personagens Mei Tachibana, Yamato Kurosawa
Tags Drama, Mei, Suícidio, Sukite Li Nayo, Yamato
Exibições 31
Palavras 945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que estejam gostando da fic! A interação de vocês é maravilhosa ! Vocês são incríveis, obrigada! 💙

Capítulo 7 - O Nosso Fim


Fanfic / Fanfiction Depressive Love - Capítulo 7 - O Nosso Fim

Estávamos sentados em sua cama havia algumas horas e desde então ninguém tinha se pronunciado sobre o ocorrido, sabia que ele estava tão desesperado quanto eu, talvez ele estivesse mais desesperado que eu, afinal sua imagem estaria em jogo. Apesar dele dizer que não queria mais aquela vida, sabia que no fundo ele precisava daquilo. Afinal ele também tinha contas a pagar e pelo jeito o mundo da fama era tudo o que ele conhecia.

Yamato se levantou depois de um tempo, pegando o celular e discando apressadamente para alguém, ele desceu as escadas e eu dei o espaço que ele precisava. Meu celular tocou, era minha mãe, eu tinha meus próprios problemas afinal.

- O que você fez? - com certeza ela não era compreensiva.

- Estou bem também e você?

- A escola me ligou dizendo do vídeo! - meu coração parou por um momento, só de pensar que minha imagem estaria tão exposta, ao ponto de professores me verem daquela maneira, eu quis morrer ali! - Eles recolheram os celulares de todos e excluíram o vídeo um por um, mas eles não deram garantia de vazamento.

- O que vai acontecer comigo?

- O diretor disse que a melhor coisa é você se afastar, para seu bem. Ele não sabe o que fazer com todos aqueles que receberam o vídeo e lhe assediaram. Três alunos foram expulsos, por tentar comercializar o vídeo dentro da escola para aqueles que não tinham recebido ainda. - minha mãe parecia cansada, estava suspirando profundamente.

- E Yamato?

- Por que você se preocupa com esse moleque?

- Não foi ele mãe, foi sua agente vaca!

- Agente? - ela pareceu tão pasma ou mais que eu quando descobri tudo.

- Muita explicação para tão pouco tempo.

- Ele foi suspenso até segunda ordem. - naquele instante Yamato apareceu na porta, parecia ainda pior que antes.

- Mãe preciso ir, não sei se volto pra casa hoje, mas estou bem. Até mais.

- Mei...

Desliguei antes que ela me dissesse mais alguma coisa. Um sermão, era que eu menos precisava agora.

- O que houve? - fui até ele lhe acariciando o rosto, mas ele pareceu esquivo.

- Mei não podemos ficar mais juntos. - aquilo me pegou de jeito como um soco no estômago. Não conseguia nem ao menos falar. - Minha agente me ameaçou da forma mais baixa possível, ela... Ela disse que iria publicar aquele vídeo publicamente. Aquela maldita! - ele se virou com tudo socando a parede e então caiu de joelhos desabando em lágrimas, cai junto a ele e o envolvi com meus braços. - Não posso deixar que sua vida seja arruinada por completo Mei. Que as nossas vidas se arruínam assim. Eu sinto muito!

- Vamos dar um jeito. - disse lhe abraçando ainda mais forte.

- Espere até eu acabar com aquele maldito video! Por favor espere. - ele se virou me abraçando.

- Vou esperar quanto tempo for necessário. - tentei sorrir, mas sinceramente não podia, minhas lágrimas já estavam me traindo.

- Por que justo agora? - ergui seu queixo para que ele me olhasse diretamente nos olhos, ele parecia me negar, vergonha talvez raiva, mas a verdade era que tínhamos um ao outro e não precisávamos mais passar por nada sozinho.

- Vou sair da escola, pedir transferência, coisa que devia ter feito ha muito tempo.

- Fico feliz por isso.

- O que ela quer que você faça afinal? - ele se afastou e fitou o chão, pelo jeito a coisa não era boa.

- Ela quer que eu retome o namoro com a Megumi. Mesmo que seja falso, isso iria atrair um público ainda mais jovem e meninas que gostam do trabalho dela.

Aquilo não podia ser verdade, tudo era tão surreal, como havia parado naquela situação afinal? Tentei reorganizar meus pensamentos, não podia desistir dele agora. Eu precisava dele assim como ele precisava de mim. A campainha tocou e nós nos levantamos.

- Acho que são elas, precisamos terminar o ensaio. - ele me abraçou como nunca e me deu um longo beijo. - Eu te amo, não importa o que os outros digam, nem como vão querer que eu haja, eu estarei aqui para você! - ele afastou rapidamente uma lágrima que caia de meus olhos, precisava ser forte por nois dois.

- Como vamos nos ver?

- Eu não sei, mas daremos um jeito, eu juro.

- Eu te amo.

- Eu também te amo.

Descemos de mãos dadas e abrimos a porta assim, havia várias pessoas com equipamentos de fotografia, que passaram por nois como se a casa fosse deles, Yamato não pareceu se incomodar, aquilo devia ser comum pra ele. E então aquelas duas nos encararam, Megumi estava com um sorriso tão largo e cínico que me fez sentir uma pequena vontade de vomitar. Yamato apertou ainda mais a minha mão. Sua agente passou por nois rindo e eu senti uma súbita vontade de soca-la, mas Yamato permanecia firme ao meu lado encarando Megumi.

Ele me beijou se despedindo e pedindo desculpas, sabia que ele estava fazendo aquilo por nós, mas não era justo, tinha que fazer algo pra acabar com aquilo, mas sinceramente, não havia nada que pudesse fazer. Quando soltei sua mão, Megumi passou por mim e disse para mim.

- Ele será meu.

Quando me virei ela se agarrou aos braços de Yamato e o abraçou, ele se afastou dela, mas ela insistiu o deixando irritado.

- Calma gatinho, será como antigamente!

- Desculpa Mei, darei um jeito eu juro.

A porta então se fechou me deixando ali, fora daquele mundo, fora de seu alcance, fora de sua vida. Voltei para a casa sozinha, com meus pensamentos e problemas. Sentia dentro de mim, a certeza de que aquele seria nosso fim.


Notas Finais


Me digam o que acharam?


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