História Desafios a parte - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Lovelyz
Visualizações 2
Palavras 1.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente: Desculpem a demora
Segundamente: Peço perdão se houver erros, é que... Bem, eu não fiz revisão ;-;
Terceiramente: Eu não curto essa plataforma :v
Sim, eu tenho uma certa dificuldade em editar pelo celular kkkkk c:

Capítulo 5 - Parte V- Palma da Mão.


“Com sorriso amarelo

Um velório agendado

[...] Um evento surpresa

Tão bem divulgado”

 

Como quem não quer nada- Jay Vaquer

 

 

-NARRADOR-

Nos subúrbios da cidade de Seul, próximo a agencia bancária. Um grupo de homens encapuzados agrupavam-se no beco à poucos metros de distância da agencia, local ao qual eles possivelmente pretendiam invadir.

– Tudo conforme o planejado? – perguntou um deles, ele era loiro e possivelmente o “cabeça” do esquema.

– Sim senhor... – hesita o moreno que respondia de forma seca. – só falta ele chegar... – completou.

– Eu tô aqui, ô cabeça de vento – disse um homem de cabelos com o corte moicano, camisa preta, de manga longa e gola alta, juntamente com uma calça jeans marrom e all star. Os grupo que estavam ali olharam para cima e o avistaram debruçado sobre o parapeito da sacada daquele pequeno prédio, de quatro andares. – Começaremos já.

– Sim chefe... – responderam uníssono.

O homem que havia “acabado de chegar” andou até a escada de incêndio, ao seu lado direito, e deslizou pelo corrimão. Como uma criança. Ao chegar no chão ele encara seus homens, eles todos estavam agrupados em quatro colunas. Como um pelotão do exército. Cada coluna possuía cinco homens. Qual a necessidade desse tanto de pessoas? foi a pergunta que invadiu a mente do “arrepiado” e ele balançou a cabeça em desaprovação.

– A gangue andou crescendo, chefe – informou um dos dois homens, especificamente o loiro, que não usavam capuz ou máscara.

– Deu pra notar... – respondeu ele com um pequeno e evidente tom irônico na fala. – Depois resolveremos isso.

O loiro assentiu.

O chefe se posiciona afrente do grupo e indica que começaria seu discurso:

– Seja lá qual tipo de vida levavam antes disso aqui, esqueçam-na! – sua voz era grave e marcante. – vocês fazem parte dessa família agora... – ele anda de um lado para o outro em frente ao pelotão. – Se esperam um “boas-vindas” de minha pessoa, esqueçam! Hoje cara, família iniciaremos uma espécie de re...

Um telefone toca e ele interrompe o discurso.

– DE QUEM É ESSA PORRA TOCANDO?? – ele pergunta irritado. – VOCÊS PELO MENOS PODERIAM DEIXAR ESSAS MERDAS DESLIGADAS!!!

– Chefe, é o seu... – alertou o mesmo carinha que respondeu à pergunta minutos atrás, sua voz parecia receosa. Se isso fosse um anime, ele com certeza estaria com gotas na cabeça.

– Ah, é o meu? – ele pega o celular e se retira, dando o comando à um de seus comparsas. – Yeoboseyo... Já? ... Pode deixar... – ele desliga e volta. Suspira.

– Algum problema chefe?

– Nenhum... É apenas ela, de novo – ele fita seus pés. – Eu quero três homens...

– Três? Só isso?

– Sim, acho que não ser necessário mais do que isso...

– Que tipo de trabalho ela te deu dessa vez?

– Você irá saber. Agora me arrume os seus três melhores homens pra daqui há 10 minutos. – o homem de cabelo moicano se retira, e some por entre aquela neblina matutina.

– Você, você e você. – anuncia o homem de cabelos pretos apontando em direção ao pelotão. – O chefe precisa que estejam prontos agora, vocês se encontraram na vã em 10 minutos.

O restante do grupo começa a murmurar e alguns chegam até a falar alto.

– Silêncio! – repreende o loiro. – Não é porque vocês não foram escolhidos que devem ficar assim, agindo como garotas mimadas que acabaram de levar um fora. Por Céus. Tomem forma! Sua vez chegará!

~~

– São vocês? – o homem que havia brotado no beco minutos atrás questiona ao sair da vã e deparar-se com os três homens escolhidos por seus comparsas.

Eles assentiram com um certo receio, até onde sabiam, ele não era alguém fácil de lidar. Seu temperamento era algo delicado.

– Ótimo. – ele pega o celular e abre a galeria. – Esse é a vítima atual. Deem o cabo nele mas, sem mata-lo.

– Como faremos isso sem matar? – questionou o baixinho.

O chefe deu de ombro. – Deem um jeito, ora. Eu preciso resolver outro assunto... – e saiu.

Os três homens se entreolharam e adentraram a vã, seus batimentos cardíacos estavam acelerados e suas mentes um pouco confusas. No decorrer da viagem diversas formas de fazer um indivíduo sumir, sem ele está necessariamente morto, invadiam a cabeça desses pobres seres. Aquela era sua primeira “missão” e fracasso não é uma opção, fracassar pode levar a morte.

– Um cativeiro talvez? – sugeriu um deles. Ele usava uma máscara que cobria apenas seu nariz e boca

– Hmmm....Cativeiro? – disse o único encapuzado. – Eu estava pensando em outra coisa, como por exemplo... – ele inclina um pouco o corpo e cochicha algo no ouvido do menor.

– Isso seria bom também.

– Seja lá o que for. Vai ser isso. – disse o outro, totalmente fora do assunto.

A vã preta parou em frente ao parque Namsam e lá estava sua vítima. Sentado próximo ao lago, com seus pés dentro da água possivelmente pensando na vida. Seus soluços eram ouvidos ao longe. Os homens aproximaram-se dele e cobriram sua boca com um pano bege encharcado de clorofórmio e a vítima caiu em seus braços. Pobre criança.

 

 

 

-YEIN-

Paro ao final da escada e observo a Unnie ainda jogada no sofá. Desço os degraus silenciosamente até de repente a vejo ficar inquieta.

– Ele não me desapontaria, ele sabe que se me desapontar eu contarei p....

– Pra mamãe? – vejo o irmão da Unnie sentado sobre a janela e recuo assustada. De onde ele brotou?

– O que faz aqui? – ela se levanta e se afasta do sofá. – Você não devia... – a Unnie é interrompida pelo dedo de seu irmão, que havia avançado em sua direção segundos atrás, sobre sua boca.

– Aish eu já resolvi seu problema. – ele se afasta. – provavelmente, agora, se escolhido se encontra a 7 palmos debaixo da terra... Ou não.

– Você o matou? – questiono com os olhos levemente arregalados, e eles me observam. Sinto minha garganta secar ao notar a hesitação do Oppa. Meu Deus, ele o matou? E eu serei presa por ser a mandante desse crime. Por Deus. Aonde eu estava com a cabeça?

– Eu disse que ele estava a sete palmos abaixo da Terra... – ele coça a nuca. – Não que ele estava morto.

– Você não o matou? Seu imprestável!

– Eu, imprestável? – ele a rodeia. – Quem é que dá o cabo nas pessoas que te “atrapalham” – ele faz aspas com os dedos e eu suspiro. – por você, hein?

– Você... – ela silaba. Sinto um frio percorrer minhas espinhas. Ele não foi o único? Do que a Unnie é capaz apenas para conseguir o que quer?

– E você ainda me taxa de imprestável. – ele balança a cabeça, como se estivesse ofendido. – Francamente, às vezes eu deveria te cobrar por cada serviço.

– Vá em frente! Te devo quanto?

– Por enquanto nada. – ele olha envolta e me encara. – Você aí, eu tenho fome.

Que ótimo, eu tenho cara de empregada. Suspiro e aponto em direção ao corredor.

– A cozinha é pra lá

Ele riu.

– Você...

– Eu o que? – questiono sem dá a mínima para o que ele é ou deixa de ser.

– Vou precisar de você

Dou de ombros e ele esbarra em mim ao passar.

– Isso, tranca a educação no cu mesmo. Vem me pedir toddynho depois vem.

– Vou lembrar disso... – ele para, rir e faz sinal para que sua irmã o siga.

– Bom que lembre, Senpai.

Observo ambos sumirem no corredor e logo me jogo no sofá, fito o teto. Eu fiz isso mesmo? Desafiei alguém como ele? Eu tô querendo morrer, só pode!



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